A Vontade E A Culpa: Final
- Temas: tesão, voyeur, oral, desejo, sedução
- Publicado em: 22/10/26
- Leituras: 1201
- Autoria: ardens
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Eu realmente estava disposta a cometer a insanidade de bater uma pra ele ali mesmo, do lado da Bia. O tesão tava demais. Porém, quando eu estava me preparando... A Bia acordou! Me ajeitei relaxando no meu cantinho assim como o Diego também fez. Ficamos paralisados aguardando a Bia acordar de vez. Logo ela perguntou:
— Gente, eu ferrei no sono! Vocês se importam de voltar o filme?
Eu ri de nervoso e respondi:
— Amiga, vocês podem voltar o filme sem problemas, tá? Mas eu vou pro meu quarto dormir que tô cheia de sono também!
Fui saindo e só vi a Bia concordando. Cheguei no meu quarto já me deitando na cama. Tava muito constrangida. A ficha do que aconteceu foi caindo aos poucos. Por mais excitada que eu tivesse ficado, ainda sim pensava de certa forma na minha melhor amiga. Conheci esse cara não faz muito tempo e já deixei ele me tocar. Por mais gostoso que fosse, eu não conseguia parar de sentir a culpa me amassando. Ferrei no sono pensando no quanto eu desejava o Diego.
Quando acordei na manhã do sábado, decidi ficar um tempo maior no quarto. Eram umas 9h quando a Bia gritou que o café tava pronto. Isso me fazia pensar que ele não falou nada pra ela. Acredito que não cometeria essa loucura.
Saí do quarto e fui pro banheiro lavar o rosto. Escovei os dentes só pensando em como ía encarar a Bia no café. Tava tomada de culpa e vergonha.
Esperei uns minutos no banheiro antes de sair para tomar café com eles. Respirei fundo e saí. Estavam os dois abraçados no balcão tomando café. Dei bom dia pro casal e me servi. Fiquei quieta só esperando surgir algum assunto ou me perguntarem algo. Precisava agir naturalmente mas era bem difícil. As cenas do Diego me tocando vinham intensas na mente. Foi aí que acordei do pequeno lapso que tive, ao ouvir a Bia falando comigo:
— Quer ou não quer, amiga?
"Nossa, essa pergunta combinava muito com a safadeza que eu tava lembrando" — pensei comigo mesma.
Olhei pra Bia e respondi:
— O que, amiga? Desculpa, viajei aqui.
Diego sorriu de canto e a Bia respondeu:
— Eu percebi, amiga! Tu foi longe, hein? Mas quero saber se quer ir comigo no sarau que vai ter mais tarde na biblioteca da faculdade? Eles vão abrir justamente pro sarau.
Pior que eu não gostava dessas coisas que a Bia gostava, então fui sincera e respondi:
— Ai, amiga... Vão vocês, tá bom? Eu vou ficar por casa descansando.
Neste exato momento, os olhos do Diego miravam nos meus como um laser pronto pra acertar o alvo. E eu entendi logo em seguida o motivo. A Bia deu de ombros e disse:
— Fica cuidando do Diego pra mim então, porque esse ordinário também não quer ir comigo!
Vocês não tem noção do frio que eu senti na minha barriga! Nossa, um medo mesclado com euforia. Eu olhei pra Bia e comentei:
— Mas leva ele contigo, amiga! Ele não tem que recusar! — disse isso já gargalhando. Mas claramente de nervoso.
A Bia riu junto comigo e disse:
— Não adianta, amiga. Não tem jeito, ele vai ficar. Nós conversamos sobre e não adiantou. Mas tranquilo, eu não perco esse sarau por nada!
Fiquei mais uns minutos com eles ali na mesa e depois voltei pro meu quarto. Caramba, eu tava tomada pelo nervosismo. O cenário tava armado. Precisava tomar uma decisão difícil. Eu poderia sair de casa pra fugir dele ou ficar e foder bem gostoso com esse safado.
Vesti uma blusa e uma calça legging pra correr enquanto ouvia a Bia dando tchau pro Diego. Suei frio quando ouvir a porta do apê fechando. Era oficial, estava sozinha no apartamento com o Diego. Minhas mãos estavam trêmulas e o frio na barriga era imenso.
Respirei fundo e durante aquele curto período de reflexão, as imagens dele me tocando me atordoavam novamente. Tudo que havia presenciado com o Diego estava vindo na mente. Quase como uma provocação indireta.
Comecei a sentir a minha bucetinha ficando molhada. A raiva por me sentir assim também me atingiu. Tomei uma difícil decisão, mas não ía trair a minha melhor amiga. Saí do meu quarto e até então não sabia onde ele estava. Me tremia todinha. Quando virei o corredor que tive aquela visão maravilhosa, porém tentadora. O cafajeste do Diego estava sem camisa, vestindo apenas uma calça e tomando água. O safado não deve ter coração mesmo pra ignorar o frio que tava. Os olhos dele na minha direção. Ele estava parado à frente do balcão da pia, apenas observando.
Olhar aquele tanquinho dele me deixava doidinha. Mas precisava sair dali antes que acontecesse algo entre a gente. Fui caminhando pra porta quando ele disse:
— Não vai nem me retribuir, Nati?
Filho da puta, cara. Permaneci em silêncio ao colocar a mão na maçaneta pra sair. Foi quando ele veio por trás e colocou a mão na porta, impedindo abri-la. Sentir o calor dele sem camisa e pertinho assim de mim, me enlouquecia. Virei de frente pra ele, olhei nos olhos e respondi:
— Não, Diego! Eu não vou te retribuir. Agora me faz o favor e deixa eu sair.
Diego riu e forçou a mão na porta. Aproximou o rosto do meu e disse:
— Tá se fazendo de difícil, né? Mas tu ainda vai dar pra mim, safada.
O Diego disse isso e só aumentou o meu nervosismo. A vontade era dar pra ele ali mesmo. Eu tava louca pra dar. Mas ele piorou as coisas. Colocou as duas mãos na porta, uma de cada lado do meu rosto. Aproximou ainda mais o rosto, eu seguia imóvel e nervosa. A boca dele chegou pertinho da minha, à ponto de sentir o hálito gostoso a alguns centímetros de distância. O tesão crescia conforme ele chegava ainda mais perto. Aquele olhar me atiçava de tal forma que a minha bucetinha já estava inchada. Eu sentia aquele calor aumentando, ardendo em mim querendo dar. Permaneci imóvel observando ele e durante aquela troca de olhares, Diego tirou as mãos da porta. Engoli em seco. Aquele frio gelado de nervoso cortando por dentro contrastando com o tesão que crescia queimando. Ele olhou pra mim enquanto virava a chave, trancando a porta. Pegou a chave arremessando-a para longe. Meu olhar desceu pro volume aumentando na virilha dele. Diego olhou diretamente nos meus olhos e afirmou dizendo:
— Tu vai bater uma punheta pra mim agora mesmo!
A frase dele só me atiçava ainda mais. Meus pensamentos tentavam me lembrar da Bia, porém outra parte de mim queria somente obedecê-lo.
Permaneci em silêncio quando vi Diego tirando a calça que vestia. Respirei bem fundo. E segundos depois ele disse:
— Vem tirar a minha cueca, Nati. Agora!
Eu não tava acreditando que aquilo estava acontecendo. Era demais pra mim resistir, ainda sim lutava sei lá com que forças. Diego só me observava. Fui em direção à ele, toda trêmula, segurei a cueca dele com os dedos de cada lado e com os olhos fechados pensava no que ía acontecer. Foi aí que ouvi ele rindo. Que cafajeste filho da puta. Diego colocou as mãos nas minhas e insinuou abaixar a cueca dele. Eu me abaixei junto até ele tirar completamente. Assim que abaixei a cueca, aquele caralho enorme saltou batendo no meu rosto levemente, como efeito chicote.
O tesão que eu estava crescia muito mais do que o medo que havia em mim. A abstinência de meses sem transar, nem ter algum tipo de contato com outro homem era desafiador demais pra mim resistir.
A mente pensava na minha melhor amiga Bia, enquanto via o namorado dela completamente pelado diante de mim. E de pau duro!! Cá entre nós... Que pauzão!! Pau GG mesmo; grande e grosso. Duro na minha frente como um predador.
Eu havia visto aquela rola no banheiro, quando flagrei a Bia chupando ele. Mas agora estava bem diante de mim. Hesitei um pouco por conta do receio. Diego olhou pra mim e provocou dizendo:
— Vamos, Nati... Pega nele, vai... Bate pra mim!
Olhei aquela tora enorme, vibrando e pulsando na minha frente. Senti a chavezinha da puta que habita em mim girando. Foi aí que eu pensei: "Foda-se!".
Segurei o pau do Diego e comecei a bater uma pra ele, bem devagar. Ele sorriu e disse:
— Isso, eu sabia que não ía resistir! Agora bate, vai!
Cara gostoso e marrento é foda. Mas que rola gostosa! Eu tava gostando muito de tocar uma pra ele. Comecei a aumentar o ritmo, batendo um pouco mais rápido. Fui aumentando e sentindo aquela tora dura como pedra na minha mão. O pau dele era tão grande que eu poderia tocar com as duas mãos. E foi exatamente isso que eu fiz. Segurei com as duas mãos e fui batendo. Quando vi a cabeça daquela rola brilhando e ficando babada, eu senti uma vontade enorme de chupar. Queria conseguir me fazer de difícil e somente retribuir a siririca que ele me proporcionou na noite anterior. Mas não consegui. Olhei pro alto buscando o olhar dele e perguntei, bem putinha:
— Posso colocar a boca no teu pau, Diego?
Ele aproximou o rosto do meu, segurou meus cabelos e respondeu:
— É claro que pode, safada! Chupa essa rola!
Que tesão! Me aproveitei da situação. Olhando pra ele, fui aproximando o rosto daquela pica imensa. Abri a boca chegando perto, passei a língua nos meus lábios pra provocar um pouquinho. Fazia tempo que não me sentia assim. Me segurei tempo demais. Sentir o cheiro daquela rola era algo que ampliava meu desejo em chupar. Cheguei bem pertinho do pau dele e olhando pra ele, passei a língua na cabeça babada. Só de sentir o gosto de uma rola novamente já me deixava doida. Abocanhei o pau, colocando o máximo que conseguia na boca até engasgar. Quando tirei a boca, a pica tava ainda mais gostosa. Caí de boca pra valer. Chupando o Diego bem gostoso. Prova disso era os gemidos dele agradando a minha audição e me deixando cada vez mais com a buceta inchada. O tesão era tão grande, que Diego colocou a mão atrás da minha cabeça, empurrando contra o pau dele. Mas como era muito grande, eu não conseguia manter por muito tempo na boca. Ele me deixou maluca com isso. Tava no extremo do tesão. Olhei pra ele depois de tirar a boca pra buscar fôlego. Ele olhou pra mim sorrindo e disse:
— Pra ti não dizer que não sou generoso... Deita no sofá que vou retribuir a chupada!
Ouvir aquilo me arrepiou todinha, gente!
Tirei minha roupa sem pensar muito, ficando apenas de calcinha e sutiã.
Deitei no sofá escorando a cabeça na almofada, observando aquele sarado gostoso se abaixando pra me chupar. Antes de começar, ele olhou pra mim e piscou o olho. Eu juntei as pernas, levantando-as pra que ele tirasse a minha calcinha encharcada pelo tesão causado por ele. Diego levou a calcinha até o nariz, cheirando com gosto. Ele até suspirou fazendo isso. Mexendo ainda mais comigo. Depois, ele se abaixou e sem fazer cerimônia alguma, colou a boca na minha buceta, chupando de uma forma que me deixou molinha molinha. Que boca gostosa! A Bia tem um namorado maravilhoso. Senti os lábios e a língua dele me invadindo. Eu me contorcia sentindo cada exploração da língua dele. Eram meses sem sentir um toque sequer, agora estava recebendo uma chupada de verdade. Diego seguiu chupando e com os olhos fechados, senti o dedo dele entrando na minha bucetinha. Soltei um longo gemido ao perceber o dedo entrando e saindo. Ele combinava a língua dele no meu clitóris com o dedo me invadindo toda. Tava muito gostoso sentir a língua dele enquanto também me dedava deliciosamente. Por puro instinto, puxei os cabelos dele com as mãos. Agarrei forte devido ao calor do momento. Diego levantou o rosto sorrindo pra mim e disse:
— Agora eu vou te comer, Nati!
O frio na barriga me gelou na hora, mas eu tava com muito tesão pra recuar. Já havia cruzado a linha do limite. A verdade mesmo é que eu tava doidinha pra dar. Olhei pra ele e respondi:
— Só dou pra ti se usar camisinha, tá?
O cafajeste cerrou o olhar, foi até o balcão e voltou com uma camisinha. Olhando pra mim, respondeu:
— Então é agora que tu vai me dar!
A tentativa de racionalizar havia caído por terra no mesmo instante. Porém, ainda sim, minha mente vagava longe com receio enorme da Bia entrar por aquela porta. Foi aí que eu disse:
— Mas e se a Bia chegar, Diego?
Ele olhou pra mim arqueando uma das sobrancelhas e respondeu:
— Ela não vai chegar em seguida. O sarau demora, e além disso, a chave tá li no chão. Bem perto do balcão. Então veste essa camisinha no meu cacete porque tu não tem com o que se preocupar.
"Que frieza, cara!" — Foi o que pensei na hora.
O tesão estava muito intenso mas parte de mim ainda temia. Me sentei no sofá quando ele aproximou para vestir a capa naquela enorme tora. Quando terminei de cobrir toda aquela extensão maravilhosa, ele sorriu pra mim de forma até maquiavélica. E eu gostei muito disso. Não sabia explicar. Apenas sentir. Pedi pro Diego deitar porque não ía arriscar deixá-lo no controle nesse primeiro momento. Iria me destroçar. Embora eu ainda achasse que iria me destroçar de qualquer forma, né? Tamanhão daquela pica.
Ele concordou deitando no sofá, o mesmo da noite passada. Fui pra cima dele, segurei a rola e fui roçando aquele cogumelo na minha buceta inchada. Que sensação indescritível sentir um pau novamente me roçando. Não resisti roçar por muito tempo... Desci devagarzinho sentindo a cabeçona entrar e o meu gemido aparecendo. Fui subindo e descendo, e a cada descida, deixava entrar um pouco mais. Eram meses sem sexo e enfrentar a maior rola da vida merecia uma certa cautela. Foi quando o Diego levantou levemente o quadril, metendo um pouco mais daquela rola.
— "Caralho!!!" — pensei ao sentir o toque mais forte depois de morder o lábio inferior.
Diego percebeu minha reação positiva e repetiu o movimento. Já estava querendo sentir mais, quando ele foi repetindo mais e mais. Ficamos nesse movimento até eu olhar pra ele e acenar positivamente com a cabeça. Diego arqueou a cintura enfiando todo seu pau em mim. Senti aquela rola lá no fundo, me rasgando. Se o tesão já estava grande, nesse momento foi pro extremo. Diego começou a estocar devagar enquanto eu gemia gostoso recebendo ele dentro. Me segurei no braço do sofá, inclinando o corpo pra frente para em seguida, Diego meter mais rápido e intenso na minha bucetinha melada. Numa dessas investidas que o meu grito saiu da garganta anunciando um orgasmo proibido, mas maravilhoso. A abstinência quebrada com sucesso. Ele percebeu meu corpo tremendo todo. O safado continuou metendo até meu grito parar. Depois disso, ele deixou o pau paradinho dentro dela. Olhou pra mim como se estivesse querendo inverter a posição. Dito e feito. Sai de cima, deitando no sofá. Diego veio por cima, batendo a pica na buceta. Em seguida, enfiou até o fundo e seguiu metendo. Com certeza eu estava no auge do meu tesão. Recém havia gozado e agora aquele gostoso seguia me comendo. Tava adorando. Não demorou muito para que ele ordenasse:
— Agora fica de quatro que vou meter agarrando essa bunda gostosa que tu tem!!!
Minha bunda realmente tinha algo de especial pelo jeito. Apenas obedeci. Fiquei de quatro no sofá, me empinando toda pra recebê-lo. Diego deu uns bons tapas na minha bunda antes de meter seu pau. A sensação que eu tive era que aquela rola ía me rasgar.
Diego meteu alucinado em mim. Tava tão maluca que olhei pra trás sorrindo. Ele também tava doido porque me deu um tapa firme no rosto. Eu amei. Aquilo deixou ele ainda mais doido. Seguiu metendo rapidamente até explodir gozando. Ainda de camisinha, senti o quentinho da porra na minha bucetinha.
Após gozar, Diego tirou o pau e deitou no tapete que havia no chão. Ficamos deitados e cansados. Muito mais pela adrenalina em si do que qualquer outra coisa. Diego olhou pra mim e disse:
— Agora vai pro quarto antes da Bia voltar. Precisamos ser discretos.
Novamente obedeci. Ele tinha um poder sobre mim que eu não consegui desvencilhar. Peguei minhas roupas e fui pro meu quarto.
A Bia foi voltar do Sarau quase uma hora depois de termos transado. Eu tava no meu quarto e ele havia ficado na sala mesmo. Diego mandou mensagem dizendo: "Até a próxima!".
Ele sabia direitinho como mexer comigo. E foi assim que começou a nossa história juntos. Anos mais tarde, Bia e Diego se casaram. Eu fui madrinha junto com um amigo da faculdade.
A Bia nunca soube sobre nós. Nunca contei, assim como Diego também não. Eu queria protegê-la da decepção, de certa forma.
Mas é claro que eu e o Diego sempre transamos quando surge alguma oportunidade. Sempre num hotel ou motel de uma cidade vizinha. E segue sendo gostoso demais o nosso segredo.
