Intenso Desejo pela Garçonete
- Temas: lésbica, sedução, desejo, beijos, seios, cunilíngua, clitóris, orgasmo, dedilhado, champanhe
- Publicado em: 15/03/26
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- Autoria: AllisonB
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Naquele dia, nem mesmo a presença de um macho faminto me atraía tanto quanto sentir o cheiro do desejo de uma mulher. Era como se esse aroma tomasse conta de mim, me puxando para emoções que eu mal conseguia controlar.
A vontade de provocar outra mulher estava incontrolável, parecendo uma loba feroz e faminta.
Eu me sentia como Drácula buscando sangue para sobreviver. Era algo que vinha de dentro do meu peito: necessidade de fazer sexo para abastecer a minha felicidade.
Era sábado. Minha namorada viajou para casa dos pais e a semana foi tensa no trabalho. Acordei com um imenso desejo de fazer sexo. Sensação incontrolável. Tentei despistar minha mente preparando um café, depois arrumando meu quarto, tentando assistir um filme. Mas nada detinha meu impulso. Era mais forte do que eu.
Sabe, quando gente está assim, começa a pensar e imaginar coisas. Logo lembrei da Renatinha — a linda e charmosa atendente da cantina italiana do meu bairro. Eu tinha uma queda por ela, mas nunca pensei em abordá-la. Não sei como seria a sua reação diante de outra mulher. Mas o meu desejo estava descontrolado.
Renatinha era uma mulher bem mais nova do que eu, tipo mignon, cabelos castanhos compridos e olhos castanhos, com olhar intenso, boca carnuda e seios médios. O que mais me atraía nela era seu sorriso que formava uma covinha em seu rosto, além de seu pescocinho delicado. Não tinha mais informações pessoais sobre ela.
Meu pensamento descontrolado continuava a incitar meu corpo a fazer uma investida, como um lobo em busca de sua caça. Por que essa necessidade? Sabe aquela situação de um chocólatra em uma festa infantil, diante de brigadeiros? É impossível resistir.
Enrolei um pouco, vesti minha saia estampada, uma blusinha branca pequena, quase transparente, coloquei um brinco grande e me maquiei. Aguardei mais um pouco. Tinha que chegar lá quase no final do expediente.
Enquanto caminhava, a figura do Drácula continuava em minha mente. Ele necessita de sangue para viver, enquanto eu necessito de sexo. Que vício delicioso!
Ao entrar na cantina, adivinhe quem veio me atender? Sim, ela, a Renatinha, com seu sorriso inconfundível. Mal sabia que a refeição que eu buscava era ela. Meu coração disparou. Senti que ela percebeu algo, mas logo me acomodou em uma mesa, em um canto discreto. Estava tudo caminhando bem.
Renatinha vestia um pequeno avental xadrez e, por baixo dele, usava uma blusinha leve de cor rosa, com um decote adorável e convidativo. Ela então perguntou:
— Hoje você está só? Vai querer o de sempre? — E abaixou levemente a cabeça.
— Sim, hoje estou solitária, querendo companhia — respondi, com um olhar penetrante, sorrindo e mordendo a ponta dos meus lábios, como quem quer devorar a sua caça. Parecia o Lobo Mau falando com Chapeuzinho Vermelho.
Meu peito fumegava de ansiedade para sentir o cheiro do sexo dessa bonequinha. Notei que ela percebeu algo. Precisava dar mais algum sinal para conquistar minha presa.
Quando ela retornou com o suco de laranja, peguei sua mão e lhe disse:
— Você está muito linda hoje. O que aconteceu?
— Hoje é dia do meu aniversário! Completo 30 anos — ela respondeu, sorrindo.
“Será que ela já tinha companhia?”, pensei. Em seguida, perguntei:
— Vai comemorar com o namorado?
— Não tenho namorado e meus pais viajaram. Talvez eu ligue para uma amiga para celebrarmos juntas.
Era o que eu precisava ouvir. Quase salivei de desejo.
— Vamos comemorar? — perguntei, sorrindo e piscando para a encantadora Renatinha. — Passamos na doceria, compro um bolo e abrimos um champanhe em minha casa. É perto daqui.
Mas, sabe como são as mulheres. Ela hesitou, dizendo que precisava tomar um banho e vestir outra roupa mais adequada.
Como uma boa loba e querendo participar desse banho, eu insisti dizendo que ela poderia tomá-lo em casa, que eu tinha roupa bem apropriada para ela. Enquanto eu falava, minhas pupilas se dilataram e, percebendo isso, ela enrubesceu.
Foi o meu sinal. Caso ela aceitasse, a festa seria ótima. Foi então que ela se aproximou, encostou a boca no meu ouvido e sussurrou, ofegante:
— Estou com o pressentimento de que será uma celebração bem agitada. Estou certa?
— Claro que sim. Vamos? — perguntei, pegando na mão dela, que estava geladinha.
— Vamos sim. Vou tirar este avental e já volto.
Meu coração acelerou. Bebi um pouco mais de suco de laranja para acalmar.
Assim que ela retornou, coloquei meu braço sobre seus ombros e sussurrei no seu ouvido:
— Você é uma mulher encantadora. Teremos um final de tarde e uma noite inesquecíveis.
Enquanto caminhávamos para o nosso destino, ela se revelou: disse que não havia tido sucesso com alguns namorados, que sempre quisera ter uma experiência com uma mulher e que eu a fisguei.
Já em casa, levei-a até o banheiro, arrumei o quarto, despi-me, pus um roupão e deitei-me na cama.
Assim que Renatinha me viu deitada ao sair do banheiro, também de roupão, seus olhos se arregalaram e falou:
— Você é rápida!
— Estou ansiosa para te sentir e conhecer melhor. Deita-te aqui ao meu lado — falei, lançando um olhar faminto.
Logo, ela estava em meus braços. Agora, eu a devoraria.
Como um animal, encostei meu nariz em seu pescoço e fui percorrendo seu corpo, sentindo seu cheiro de desejo e beijando cada pedacinho macio, entregue só para mim.
Abri seu roupão, degustei seus seios e mamilos eriçados. A cada movimento, eu olhava para seus olhos, entregues e desejosos de carinho.
Lentamente, fui descendo a boca pelo ventre até chegar perto do seu tesouro, que estava tão molhado quanto o meu. Seu corpo continuava arrepiado, evidenciando um desejo intenso. Suavemente, encostei meus dedos em seus lábios vaginais e depois toquei seu clitóris. Ela, sem resistir, gritou, antecipando ao seu gozo e segurando minha cabeça.
Continuei a exploração com minha língua sedenta, penetrando-a até que, não resistindo mais, ela expeliu seu denso mel, deixando meu rosto impregnado com o cheiro do seu desejo. Que maravilha! Como uma besta que acaba de conquistar sua presa, minha boca salivando não escondia o prazer dessa refeição especial.
Renatinha ficou totalmente entregue e relaxada. Levei com minha boca até seu ouvido e sussurrei, ofegante:
— Você é ainda melhor do que eu imaginei. Você é uma delícia. Feliz aniversário.
Ela sorriu levemente, suspirou e me beijou.
— Gostou? — perguntei, olhando-a de soslaio.
— Amei! Delirei! Gozei! Você me fez flutuar — disse Renatinha, ofegante, esticando-se.
— Agora é a sua vez de dar esse prazer. Estou louca para sentir sua língua — falei, tirando o meu roupão e me deitando de pernas abertas.
Ela foi rápida. Pediu que fechasse os olhos. Lentamente, com seus dedos, percorreu todo meu corpo e, em posição contrária à minha, foi descendo com a boca até a minha faminta boceta, enquanto seus seios massageavam meu corpo.
Quando chegou ao seu destino, sua língua acelerada explorou cada centímetro do meu sexo, enquanto ela mantinha o dela aberto sobre o meu rosto, tão íntima e vulnerável quanto eu. Por alguns instantes que pareceram eternos, trocamos carícias com as línguas, uma em cada caverna molhada, até que o orgasmo nos tomou de assalto, arrebatando tudo e nos deixando exaustas.
Cansadas, nos deitamos de conchinha, eu atrás dela, e pude sussurrar em seu ouvido que, a partir de agora, ela será sempre bem-vinda em casa.
Depois de um banho, comer bolo, tomamos champanhe uma no corpo da outra até saciarmos nossa imensa fome de sexo. E quer saber, ela só foi embora no dia seguinte.
