O Ritual da Loira do Banheiro
- Temas: Ibida, Anal, Mágia, Escola, Colégio, Estudante, Espelho, Banheiro, Sexo, Mestre, Fantasma
- Publicado em: 26/12/19
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- Autoria: ibida
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Meu nome é Caio, sou gordinho, simpático e comilão. Dito isso, faltava uma garota em minha vida, portanto, observei uma garota magricela de aparência simpática na escola. Então houve um dia em que resolvi sentar ao seu lado num banco escolar e vi seu olhar de derreter iceberg em minha direção.
— Eu autorizei você sentar aqui?
Disse Maísa Ibida Aoi de Menibolne, a propósito, esse é onome dessa garota esquizofrênica.
Se eu fosse um cara esperto teria ido embora, pois tornei-me seu servo, pagando lanches, carregando sua mochila e fazendo todos seus trabalhos escolares. Então um certo dia Maísa mostrou vídeo de uma garota loira flutuando no banheiro da escola. Era possível vê-la balançar a cabeça negativamente.
— Ah, Caio, essa é o fantasma da assassina Loira do Banheiro e ela é minha amiga e posso a conjurar em corpo físico, mas precisarei de um otário virgem igual a você.
Aleguei não ser virgem e nem otário pra participar de pegadinhas de lendas urbanas.
— Caio! Eu já vivi muitas vidas, aliás, sou referenciada no mundo espiritual como a necromante de muitos nomes e muitas vidas, portanto, preciso invocar a presença física para conspirarmos sobre assuntos inimagináveis para os padrões imaginários de um ser humano comum.
Neste momento lembrei dos alertas de amigos do colégio “Maísa é legal, pena que é biruta” “Maísa? Nunca empresta dinheiro”. E por aí vai.
Enfim, Maísa garantiu que eu teria que chutar a porta do banheiro três vezes, acionar três vezes a descarga do vaso sanitário e findar gritando três xingamentos. E, Maísa por sua vez, coletaria meu sangue com seringa para entoar rituais necromantes rente ao espelho do banheiro.
— Caio - disse a Maísa - agora iremos ao terraço e, não se preocupe, pois tenho itens em minha mochila para invocação dos mortos.
Aceitei ficar escondido no terraço. Mas confesso que esperava ouvir estávamos ali porque Maísa queria pegar no meu pau. Mas nada disso aconteceu. Então, após o sino tocar os alunos foram embora e entramos no banheiro feminino e fiz o combinado, enquanto meu sangue foi colhido numa seringa para desenhar um pentagrama invertido no centro do espelho. E, por último, Maísa acendeu velas negras e vermelhas em frente ao espelho e início o ritual.
“…"Ordeno a ti, carcereiro do submundo, que destrave as amarras das correntes espirituais. Abla Porium Furios… Espectro cadavérico da Loira do Banheiro, obedeça à sua mestra, ultrapassando os limites tridimensionais do portal do espelho."… Oblehsquerbom…”
Eu assistia a tudo, paralisado, então o vidro do espelho começou a embaçar de dentro para fora, e uma silhueta pálida e desfigurada tomou forma no centro do espelho e uma imagem começou se materializar. Neste momento fiz menção de fugir. Mas fui advertido.
— Se não deseja uma morte trágica, finalize o ritual — Ordenou o espectro, virando o rosto cadavérico em minha direção.
— Caio —, Maísa falou em seguida —, faça o ritual ou espíritos zombeteiros provocarão sua morte na loucura da dor.
A fim de evitar um trágico destino eu gritei o primeiro xingamento.
— LOIRA DO BANHEIRO DO CARALHO!
Na ofensa primeira o corpo nu e cadavérico “ganhou” órgãos, tecidos cartilaginosos, tecidos musculares, veias e cérebro.
— LOIRA DO BANHEIRO, PUTA QUE PARIU!
Neste segundo o corpo foi nutrido com peles, cabelos, olhos e arcada dentária.
— LOIRA DO BANHEIRO, VAI TOMAR NO CU!
Então a entidade piscou energicamente os olhos e, segundos depois, desapareceu como uma figura encantada de um conto de fadas e, do espelho saíram rajadas de luzes psicodélicas até o chão do banheiro. Então surgiram duas entidades dentro do banheiro. Uma delas trajava vestido branco. Suas faces eram coradas e seus cabelos louros ondulados caiam-lhes às costas. A entidade mostrava seus dentes bem tratados enquanto sorria ao lado da Maísa Ibida.
A outra entidade emanava uma aura medonha; seu traje era trapos de camisola branca apodrecida e ensanguentada e era possível ver os ossos das vértebras entre os trapos do tecido apodrecido. Seus dentes eram enegrecidos e seu sorriso era puro escárnio. Os cabelos eram sujos e fétidos, e seus olhos eram como órbitas negras, cheios de ódio e furor. Cada movimento daquela criatura produzia um estalo seco, destacando a silhueta esquelética de sua face. Suas mãos terminavam em unhas sujas e longas que se contraíam a cada espasmo de raiva. O tornando difícil desviar os olhos daquela abominação.
— Que maluquice é essa? — Maísa perguntou, fitando a entidade flutuando e gargalhando insanamente logo acima de nós.
— Ah, aquela é Bloody Mary. Tive que trazê-la a mando dos líderes do inferno, que queriam o afastamento dessa garota boyola a todo custo…
— Mas eu não a conjurei.
— Então, durante o ritual, houve discussões acaloradas no palacete de Satã. O brinquedo assassino Chuck jurou perturbar meus familiares caso eu não a trouxesse comigo. O Freddy Krueger, Satã, Belzebu e Lúcifer tiveram sucessivas paradas cardíacas por causa dessa garota do encosto. Então ela é dose cavalar de purgante até mesmo pra galera dos malvados.
—Shhh, me respeite, eu sou a Maria Sangrenta — Sibilou a entidade moribunda.
Maísa então entoou um cântico perante o espelho e surgiram imagens de centenas lendas urbanas dançando e demônios e, entre eles, Satã e Belzebu rindo alegremente com seus copos de bebidas em mãos.
— Como estão as coisas aí na terra? — Perguntaram os embriagados Belzebu, Satã, demônios menores e lendas urbanas.
Maísa exigiu que lhe fosse revelado o local da Stormbringer, a espada vampiresca sugadora de almas e, em troca, ficaria algumas horas com a entidade do encosto na terra. As mãos de Satã e Belzebu ultrapassaram o espelho e tocaram na mão esquerda da Maísa. Então houve grito de comemorações e nada mais restou no espelho que não fosse o semblante de Maísa.
A entidade sangrenta agradeceu, pois tudo que desejava era ser agraciada com a benevolência de Maísa para restaurar seu corpo no auge da juventude para fazer sexo com um humano.
— Maria vestida de sangue, eu sou exigente — Maísa falou com seriedade.
— Ordene e eu assombro. Ordene e eu mato. Ordene e deixarei viver.
— Então eu concordo no pacto, pegue a virgindade do Caio.
Maria Sangrenta pousou rente a mim. Ela agora estava olhando para mim, seus olhos escuros brilhando em negritude opaca. Sua face e peitos expostos estavam cobertos por sangues e
Cicatrizes.
— O que vai acontecer? — perguntei, sentindo medos extremos.
— Um ritual e um milagre das trevas — respondeu a Loira do Banheiro. Então Maísa pronunciou o ritual:
— Escuridão envolta na luz, permita que o colapso se manifeste, revelando a raiz profana de meus poderes ocultos para que a entidade Bloody Mary retorne por algumas horas à aparência em vida…
Maísa continuou o ritual, mas o que chamou a atenção foram as órbitas negras da entidade assassina sangrenta, que lacrimejavam. Não havia resquícios de fúria ou sorrisos de escárnio, ainda que sua aparência fosse demoníaca; pois ela estava radiante com a possibilidade de retroceder à plenitude de seu corpo em vida. Então sua boca se abriu e sua voz transmitiu juramentos dos infernos.
— Juro que o pacto será inquebrantável por sete vezes sete anos e juro lealdades à necromante de muitos nomes e muitas vidas.
Após o juramento a Maísa começou a flutuar. O teto do banheiro virou um céu escuro, cheio de poeira cósmica e estrelas que giravam no ritmo dos braços dela. Então Maísa começou um bailado profundamente hipnótico, com seu corpo parecendo rasgar o tecido da realidade e, a cada giro, as roupas escolares se distorciam. Por um segundo, o reflexo revelou a figura de Cleópatra, movendo-se com a imponência de uma rainha do Nilo. Nos giros seguintes, as roupas e rosto mudaram para as feições de Marilyn Monroe. Mas a transição mais assustadora veio logo depois.
O corpo de Maísa foi equipado com lançador de mísseis, colete à prova de balas, calça e blusa camufladas, botas de couro e coldres de pistolas presos às pernas. Seu rosto, agora pintado com linhas de camuflagem escuras, mantinha a mesma sensualidade do bailado hipnótico, mas carregava a frieza de um líder em combates mortais. Então o bailado cessou, Maísa, ou melhor a necromante de muitos nomes e muitas vidas, retornou às feições e às roupas escolares normais, e pronunciou.
— Bloody Mary. A partir de pacto profano concedo-lhe livres arbítrios para teres relações carnais, desvinculadas de sentimentos amorosos ou não.
Os olhos enegrecidos da entidade sangrenta transmudaram-se para um castanho claro. Os cabelos pretos, fétidos e sujos de sangue, ficaram cheirosos, sedosos e limpos. As cicatrizes do rosto extinguiram-se. Braços e pernas tonificaram-se, a pele pálida corou e sua esquelética cintura moldou-se como uma figura de ampulheta. Os pés e unhas foram lavados. Por fim, os átomos da apodrecida camisola branca ensanguentada remodelaram-se em um atraente vestido branco.
A Loira do Banheiro puxou as alças do vestido, deixando-o cair ao chão, e virou o corpo da entidade vingativa em direção ao espelho para contemplar seu corpo nu. A entidade apalpou os seios e girou o dorso; um sorriso brotou por não encontrar cicatrizes em suas moldadas nádegas. Ela abriu a boca e sorriu com os dentes brancos e limpos. Maísa então estalou os dedos, e houve fracas luzes opacas no banheiro, mas de onde vinham não sei dizer.
— Caio, agora você vai perder a virgindade — Disse a Maísa.
— Não com um espírito dos infernos.
— Hum, acho que o amiguinho de Maísa prefere cenouras — Provocou a Loira, dando uma reboladinha.
— Conferiremos — disse Maísa batendo as palmas das mãos. Então foi como houvessem mãos invisíveis despindo as minhas roupas. Maria Sangrenta se ajoelhou e examinou meu amolecido pau, como se tentasse medir grossura, peso e tamanho.
— É, mesmo que ele seja adeptos de cenouras eu quero chupar o pau.
— Nós queremos ação — A Loira flutuo e deu cambalhotas no ar.
Eu estava nervoso por ter uma entidade maligna prestes a “tirar” minha virgindade e segundos depois, a entidade maligna, ou melhor, a Bloody Mary lambeu meu pau como se fosse um delicioso sorvete.
— Uau, vejam ficou grande e durão — Disse a Maísa, olhando com seus olhos puxados dos asiáticos.
Bloody Mary iniciou as mamadas e manteve o ritmo por alguns minutos até que eu não conseguir me controlar e, pela primeira vez na vida, gozei dentro da boca de uma garota.
— Esse gosto é bom — Disse a entidade, esfregando a cabeça do pau com espermas pelo rosto e seios como se fosse loção.
Mas a Loira do Banheiro não estava interessada em prolongar nada ali. Então ela tentou cortar o “barato”
— Maria boqueteira, você já pode desencostar? Pois tenho assuntos de batalhas mortais para tratar com Maísa.
— Loira, respeite os pactos.
Bloody Mary saboreou a vitória indo sentar na borda da pia. E Loira do banheiro pressionou bruscamente meus ombros para frente.
— Certo. Certo. Certo. Agora você vai foder a boceta.
— Não…
— Não me contrarie, pois nossos codinomes neste mundo é assassinato e morte.
— É verdade —, completou a Maísa.
Olhei para Maísa, mas ela nada falou. Dessa forma, fui obrigado a entregar minha virgindade, não posso reclamar, pois não havia dúvidas que Bloody Mary era a mais bonita entre as garotas presentes no banheiro. E melhor, era como se as apertadinhas paredes vaginais dessem boas-vindas ao meu ereto membro.
— Agora que percebi. Maísa, não usaste ritual para as duas ficarem calçadas? – disse a Loira, flutuando e quebrando o clima.
— É que faltou dinheiro pra velas e coisa e tal…
— Coisa e tal é o caralho, sua vadia retardada.
Talvez possa parecer um pouco contraditório, mas estava feliz agora que não era alvo de atenções. Não que eu pudesse reclamar. Mas vejam pelo meu ponto de vista. Eu era o provedor masculino, todavia, era como se as garotas violassem minha masculinidade.
— O abuso verbal pode ser tão excitante quanto o físico — Maísa orientou — Seja mais autoritário e dono da situação.
Maísa veio por trás de mim e empurrou minas nádegas e soquei com forças tentando parecer confiante. Era possível ver os lábios vaginais indo para fora e se voltando para dentro e com isso engolindo vorazmente meu endurecido pau.
— Abusa dessa puta — Maísa sussurrou em meus ouvidos.
—Você é uma putona? - Perguntei timidamente e foi incrível as mudanças de humores da entidade sangrenta.
— Sim, em vida chupei muitas rolas.
— O que você é mesmo? — A Loira falou furiosamente, usando um pé para empurrar violentamente a porta do banheiro.
— EU SOU UMA PUTINHA TREPADEIRA DO BANHEIRO. OH, MINHA BUCETA... EU VOU GOZAR NA PICA DO CAIO…. GOZAAAR E… — Bloody Mary gritou sem terminar a frase, ela empurrou os quadris e foi gozando violentamente no meu pau.
E eu também comecei a gozar e nunca esquecerei o momento que minha visão turvou, meu corpo todo estremeceu com a inebriante sensação de alívio de gozo escorrendo para fora da boceta e molhando a laje da pia. Então percebi que a Loira cochichava algo no ouvido da Maísa.
— Vão os dois para o chão para gozar no cuzinho da putinha — disse a Maísa.
Bloody Mary levantou da pia e deitou no chão com as pernas abertas e levantadas. Então houve recolhimento de nossos gozos para lubrificar o centro do cuzinho.
Então de repente não estávamos mais no banheiro da escola e sim em uma cama num quarto. Presumi que erma ilusões a mando da Loira do Banheiro. Mas eu precisava descansar após duas gozadas seguidas. Então como se meus pensamentos pudessem serem lidos a Maísa olhou para meu pau entendeu meus anseios masculinos. Ela estalou os dedos e disse… Cães dos infernos, ordeno fôlegos de exoesqueleto.
Subitamente meu pau ficou duro e enorme e não era ilusão, pois Maria Sangrenta gemeu alto ao sentir o pau forçando as pregas a se dilatarem, permitindo uma abertura anal. Ela hesitou por vários segundos, mas então ordenou.
— Certo, eu vou aguenta, pode enfiar tudinho no meu cuzinho.
Mas antes olhei para o lado e tive um susto.
Maísa e a Loira trocavam carícias. De repente elas riram, como se a compreensão entre elas atingisse intimidades além dos limites da realidade.
— Não se iluda, os suspiros entre elas não vêm dessa única vida. Mas agora deixemos elas em paz.
— Então tá — foi tudo que pude responder.
Após dizer isso, Maria Sangrenta chamou minha atenção.
—Vamos foder?
Dei uma estocada que penetrou vários centímetros e foi possível expressões de dores em seu bonito rosto -— Foda o rabinho da putinha do encosto, baby — Ela finalmente disse.
Devo ter passado uns sete minutos fodendo o cu até que o fluxo de esperma iniciasse. Depositei volumosas cargas em seu reto. Bloody Mary riu ao perceber que seu corpo rejuvenescera ainda mais. Ela então me empurrou para o lado e foi em direção a Maísa.
— Sou um espírito vingativo e servirei a você como impiedosa assassina, mas gostaria também de servir como amiga.
— Concedo. Além disso, com os poderes de Satã, você andara por dias entre os vivos e ficara ao meu lado.
— Podemos voltar ao banheiro — Disse a Loira e Maísa concordou.
— Não, eu quero ficar aqui.
Falei com autoridade. Mas logo eu descobriria o perigo em desafiar Maísa.
— Seu moleque, eu poderia de forçar, mas não quero, então minha serva Bloody Mary, gostaste dele como amante?
— Sim, gostei de muito muitão.
— Farias mal a ele?
— Há não ser que você ordene, não.
De repente surgiu uma adaga na mão de Maísa e ela passou a Bloody Mary.
— Ao meu comando mate o meu amigo Caio que me desafiou.
— Tá vendo tua ousadia? Você vai será esfaqueado — disse a Loira, voando pelo quarto e rindo debochadamente de mim.
Maria ergueu o punhal em direção ao meu coração.
— Talvez você não entenda ainda, mas esse é um ato de compaixão que vai contra a minha natureza maldosa. No entanto, saiba que você é uma luz em minha vida de escuridão. Mas ainda sou má.
— Não, se afaste de mim — Pedi inutilmente a entidade sangrenta.
Fui esfaqueado diversas vezes no coração e barriga. Cai batendo os joelhos na cama. Então tudo escureceu…
Acordei assustado no chão do banheiro com Maísa, a Loira e Maria Sangrenta ao meu lado.
— O quê? O que aconteceu?
Não esperei resposta, pois olhei para meu corpo e não havia vestígios de sangue.
— Desculpe Caio, mas eu precisava matar você no plano astral. Eu poderia te livrar da ilusão de estarmos no seu quarto, pois eu precisava testar sua mente para outras possíveis aventuras além desse mundo....
— Após ouvir isso, voltei a desmaiar.
Quando novamente acordei. Minhas roupas estavam em meu corpo.
— Ei, Caio — Maísa falava dando tapinhas em meu rosto —Você desmaiou de novo, já limpei o banheiro, então venha comigo e te levarei até sua casa.
Trôpego, como se estivesse meio bêbado, fui apoiado em seus ombros. Passados três dias, voltei ao colégio e não encontrei Maísa. Então contei a todos o que havia acontecido, e todos riram e zombaram de mim como se eu falasse a maior das mentiras.
Quando Maísa voltou a frequentar as aulas, fui levado até o quintal da casa dela.
— Caio, preciso de você para alimentar uma vampira e ajudar uma garota zumbi. Este é o Necronomicon, o Livro dos Mortos — disse Maísa, mostrando um livro com a capa preta.
Neste momento, uma garota com asas pousou em frente à Maísa. Ela brandiu uma espada flamejante... Maria Sangrenta e a Loira do Banheiro surgiram com corpos físicos, em posição de luta, ao lado de Maísa.
O certo é que fugi dali, não atendi o celular e ainda faltei uma semana de aula.
Então, numa noite, ao comprar pão, fui agarrado por trás por uma garota enquanto outra garota cravou os dentes em meu braço direito. Mas, após sugar meu sangue, ela disse que preferia chupar outra coisa; a garota era muito linda, embora fosse tão pálida como uma osga.
Resultado: Eu sei que Maísa é uma garota retardada sociopata e amizades com ela é sinistro. Mas acho que fui meio hipnotizado pelos lindos corpos das duas garotas, pois aceitei procurar a amaldiçoada espada Stormbringer, que se alimenta de almas para libertar uma rainha zumbi aprisionada em cativeiro pelo mago Merlin, inimigo declarado da retardada Maísa Ibida Aoi de Menibolne.
Fim, por enquanto.
