Tentei Acabar o Namoro, mas Fiz Tudo Errado
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- Publicado em: 10/12/25
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- Autoria: babazinha_samia
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Meu namorado nesse tempo era o Aurélio, um coroa gostoso que dava aulas de canto no prédio onde eu trabalhava de babá. Ficamos juntos vários meses. E nossa história foi bem legal. Só que conheci um outro cara no supletivo. Era o Murilo, um gostoso! Fiquei muito apaixonadinha por ele e quis acabar com o Aurélio pra fazer tudo certinho e não trair ninguém.
O problema é que eu não tinha coragem de chegar pro Aurélio e dizer que não queria mais ele. Fiquei só enrolando, saindo com o meu novo gato e inventando desculpas pro Aurélio pra não ir ficar com ele. Eu dizia que tava estudando muito, que não tinha tempo, que tinha que trabalhar e tals. Essas desculpas que a gente dá quando não tá mais a fim, sabe?
Tadinho. Ele ficava me ligando. Tinha vez que ficava puto e me xingava. Outras vezes falava todo manso. Eu sempre ia empurrando a hora de acabar mais pra frente.
Um dia ele me ligou e tava carinhoso, me chamando de baby e tals. Era a minha folga e eu ia fazer um teste do supletivo. Pensei assim: vou aproveitar que o Aurélio tá mais calminho pra passar no prédio dele e a gente conversar e acabar de boa.
Então fui lá tomar um banho e me arrumar. Expliquei à Dona Carmem que tava indo ver um amigo e que de lá ia fazer meu teste. Que poderia chegar bem mais tarde naquela noite. Ela disse que tudo bem e eu fui pro ap do Aurélio.
Já dentro do elevador do prédio dele, meu coração começou a disparar. Ai meu Deus! O que eu vou dizer pra ele, hein? Gente, na minha cabeça oca, eu achava que tinha um plano. Mas chegando lá, nem sabia por onde ia começar a conversa. O que eu ia dizer? Que tinha arranjado outro cara e não queria mais ele? Ou simplesmente que não queria mais ele sem dar motivo algum? Que situação horrível, viu! Umas três semanas atrás a gente tava bem e agora eu já queria acabar tudo? O que diabos que tinha acontecido? Como que eu ia explicar isso pra ele?
Aí ele abriu a porta. E eu já entrando em pânico. A cara dele não era das melhores, mas eu pressenti que ia me beijar porque a gente sempre se beijava na minha chegada. Então andei rápido em direção ao terraço falando assim como se estivesse tudo normal e já dando uma desculpa: ah, que tava difícil de ter uma folga, viu. O bebê doente e tendo que estudar, é bem complicado agora, viu!
Aí quando me virei, ele já tava bem na minha frente. Pegou na minha mão e disse assim bem calmo: vamos para o quarto. E foi me levando pela mão. Lembrou até a época que eu era menina danada e meu pai me levava pro quarto pra me dar uma surra. Meu coração já tava bem angustiado, tá?
Bem, eu sabia que se entrasse naquele quarto ia ser jantada, né? Minha cabeça tava a mil. Eu tinha ido ali pra resolver com ele, dizer que não queria mais continuar. Não ia transar e ficar enganando ele. E eu tava pensando também no Murilo. Ia ser muita sacanagem com ele também.
Meu coração já doendo, eu disse assim: eh, não vai dar pra gente transar hoje. Desculpa, mas daqui a pouco tenho que ir embora porque vou fazer uns testes importantes. Não posso me atrasar, tá bom?
Ele nem ouviu. Me fez sentar na cama. Sentou do meu lado, cruzou os braços assim meio puto e perguntou: o que está acontecendo? Fala, Sâmia!
Era a minha chance de dizer a verdade e resolver logo a situação. Mas claro que eu tinha que fazer merda de novo. Então menti respondendo que não tava acontecendo nada, que já tinha explicado os motivos de eu não estar podendo ficar com ele: o bebê doente e meus estudos.
Mas aí ele se curvou e segurou uma das minhas pernas. Quis tirar meus sapatos. Então puxou o primeiro e depois o outro. Eu entendi o que ele tava fazendo e disse já bem nervosa que não ia dar tempo por causa do meu teste.
Mas, como sempre, nem adiantava eu falar nada. Ele só disse assim: isso não vai demorar.
E foi se ajoelhar no chão pra tirar as minhas meias também. Quando tirou a última meia, levantou de novo minha perna e começou a chupar os dedos do meu pé. Gente do céu! Às vezes eu tenho um chulézinho, tá? Mas ele nem ligou. Ficou chupando meus dedos como se fossem a coisa mais deliciosa do mundo, o nojento. Aí aquilo já me deu uma sensação louca por dentro, sabe? Eu não sei nem explicar. Era estranho mas gostoso quando ele enfiava meu dedão naquela boca molhada. Me arrepiava toda e eu já tava sentindo minha xana ficar toda melecada. Mas num era pra eu ficar assim! Eu tava lá pra acabar o relacionamento de vez. Se transasse, ia só complicar mais.
Mas continuando, depois que ele chupou e mordeu meus dedinhos, veio pra cima. Me deu um empurrão pra eu me deitar na cama e levantou meu vestido. Enfiou a cara na minha xoxota. Primeiro ficou só me cheirando. Tipo um bicho farejando alguma coisa. Depois afastou a calcinha um pouco e lambeu meu grelo. Eu pedi pra ele parar. Mas não adiantou de nada. Foi lambendo, chupando e esfregando a cara nos grandes lábios igual um cachorro fuçando. Gente, olha, aquela chupação tava me enlouquecendo! Jesus! Que prazer que tava me dando o safado. Tava caprichando, né? Claro que era pra me amolecer. Ele era muito experiente e sabia os pontos fracos de uma mulher. E eu que já sou fraquinha mesmo, já tava era pirando de tesão.
Aí quando me dei conta, eu já tava de pernas abertas e gemendo. Como que eu não ia gostar daquelas chupadas na fenda? Que filho da puta safado, viu!
Subiu logo em cima de mim com o pau pra fora e já ia meter. Ainda pedi de novo pra ele parar, pensando vagamente no Murilo. Mas enquanto eu choramingava, ele ia encaixando a pica na entrada da xana. E foi empurrando aquela tora torta vagina adentro até tocar o fundo. Nossa! O cara meteu com ódio, tá? E eu já tinha até esquecido como era grosso o negócio dele. Jesus! Minha buceta em poucas metidas já tava toda aberta e se contraindo. Eu juro que não tinha ido lá pra fazer aquilo. Mas agora que tava naquela situação, com a pica atoladinha em mim, estava amando. Que dilícia!
A tora dele ia escorregando e eu gemendo como louca. Com as pernas assim pro alto, pensei comigo: ah, Já era. Eu tava entregue, completamente vencida. Desencanei de tudo e me concentrei só no prazer que estava recebendo. Não demorou, e comecei a gozar. Enquanto eu tremia toda, ele ia socando sem querer saber de mais nada.
Mas aí, mal eu gozei, ele levantou minhas pernas mais ainda. Tirou o pau da buceta e empurrou no meu cu. Gente! sério, tá? Eu não esperava aquilo naquela posição e soltei até um gritinho de susto. Ele só tinha passado um pouco de saliva e atolou tudinho na minha bunda. Nossa! Que até doeu!
Bem, aí ele deu só umas bombadas daquele jeito e mandou eu me virar. Obedeci e fiquei de bunda pra cima. Ele montou em cima de mim e, usando o peso do corpo, me obrigou a permanecer deitada. Aí meteu de novo atrás. E foi comendo meu cu daquele jeito, me prendendo com as mãos na minha cintura e metendo pica no meu rabinho com força, de cima pra baixo, socando bem rápidão. Oh, tipo assim um bicho copulando, sabe? Pra não machucar, eu arrebitava o traseiro o quanto podia.
Depois de um tempo, a pica dele já tava entrando fervendo sem o gelzinho. Comecei a gemer muito alto. Ele tava acabando com o meu cu. Nunca que eu tinha levado uma foda tão violenta no rabo.
De repente ele parou. Deixou a pica toda atolada e soltou um urro. Tava gozando bem lá no fundo, o safado. Descarregou tudinho lá e então caiu sobre as minhas costas. Ficou assim um tempo só respirando forte. Senti a pica dele amolecendo dentro de mim. Tinha acabado? Nossa! que enrabada tinha sido aquela!
Mas oh, o sacana tinha comido meu cu sem gelzinho só de ruindade mesmo. Só podia ser pra passar a raiva que tava de mim.
Bem, aí lembrei do meu teste e olhei no relógio. Meu Jesus! Ia dar seis horas da noite! Meu teste era às seis e meia. Dei um pulo pra fora da cama, peguei minha calcinha e corri pro banheiro. Só fiz passar um papel higiênico na bunda e meti a calcinha de volta. Depois de ajeitar meu vestido e meu cabelo no espelho, voltei apressada pra procurar minha pasta do curso e a minha bolsinha.
O Aurélio viu que eu estava desesperada e pediu pra eu me acalmar. Ele disse assim: eu vou deixar você, baby. Relaxa que chegamos lá em vinte minutos. Eu respondi: pois vamos logo, Aurélio, por favor.
Eu já tava era chorando porque ia chegar atrasada para o teste. Mas também tava pensando no Murilo que aquelas horas já devia estar se perguntando onde eu andava.
Já dentro do carro do Aurélio, eu ia arrependida de ter ido no apartamento dele naquele dia. Poxa! Não era pra ter acontecido aquilo, tá? Poxa vida! Eu tinha ido lá pra acabar tudo e deixei foi o cara comer meu cu! Vai entender, né?
Fim
