Amor de Homem
- Temas: Amor, Sexo, Exibicionismo, Voyeurismo, Espetáculo, Espontaneidade, Homoerotismo, Oral, Engolir,
- Publicado em: 29/05/26
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- Autoria: Junior_1917
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Após o término de um casamento de 6 anos, mudei de estado... Físico e mental, do Sul para o Norte. Conheci o Cléo — Cleomar. O conheci através de sua esposa, de quem fiz amizade. Fiquei amigo da família. Eles estavam casados há 3 anos; sem filhos. Após 5 anos de amizade, eu ainda estava solteiro.
Sou baixo, 1, 65 m, magro, nunca aparento a idade que tenho. Quando eu tinha 20, me tomavam por 15; aos 30, pensavam que eu tinha 20. Sou uma pessoa muito introspectiva e falo pouco, mas sou um bom ouvido para amigos. Cléo é uma pessoa contrária a mim: extrovertido, despudorado. Tem uma esposa linda, meiga, mas um pouco ingênua. Vivíamos sempre juntos: aniversários, casamentos, rodeios, pescaria.
Meu estado começou a mudar após uma pescaria, somente eu e ele. Sentados no barranco pescando, ele sentiu vontade de urinar. Fincou o cabo da vara no chão e disse: "Vou dar uma mijada". Eu também estava com vontade e fiz o mesmo. Na primeira árvore ele parou, tirou para fora e começou a urinar. Fui procurar um local um pouco mais distante. Mesmo à distância, eu o via. Quando ele olhou para a sua esquerda para ver se estava sendo observado, fiz o mesmo. Meus olhos foram direto para seu pênis urinando, ou melhor, jorrando urina. O barulho que o líquido fazia no chão era alto, chamou a atenção deles — dos meus olhos. Pensei comigo: se mole é assim, imagina duro. Fiquei com vergonha do meu pensamento. Voltamos à pescaria.
Cléo é maior e mais encorpado que eu. Suas nádegas são brancas, lisas, arredondadas e femininas; sei disso pois ele tem a mania de brincar de abaixar a calça e mostrá-las. Seus lábios são carnudos e avermelhados. Quando o conheci, tinha os cabelos cortados rente ao pescoço; hoje usa um corte moderno, curto.
Duas semanas após a pescaria, a gente tinha um aniversário para ir. Cheguei em sua casa, ele estava no banho. Cumprimentei sua esposa. Entrei. Fiquei parado na porta do banheiro — ele tem mania de tomar banho com a porta aberta —, com sua esposa preparando algo na cozinha. Ele, embaixo do chuveiro, virou o corpo de frente para mim e começou a balançar de um lado para o outro, rindo na maior cara de pau. Eu ri e cravei meus olhos nos dele, mas via todo o seu corpo jovem, atlético, esbanjando saúde, mas lá embaixo um matagal só.
— Cara, rapa essa coisa, muito feio. Olha só, eu me rapo — e abaixei a calça um pouco para ele ver.
Ele riu. Ele foi até uma gaveta, tirou dela uma máquina de cortar cabelo e tirou o excesso; com uma lâmina, ia rapando o restante, o chão ficando preto. Com esse processo, ele ia passando a mão, sentindo a maciez, e com isso seu pênis começou a ficar ereto, por fim duro mesmo. Então ele, mais uma vez, começou a balançar na minha frente, pá, pá, pá. Uma bola de saliva despontou na minha garganta, desceu garganta abaixo como se fosse um pedaço de carne entalado.
Sua mulher entrou de repente e gritou: "Que isso, Zinho, toma vergonha!". Eu fingi que não vi, andei até o banheiro, fechei a porta e esperei o coração diminuir suas batidas; lavei o rosto. Seu pênis era grosso, reto até o meio e, do meio para a frente, fazia uma curva ascendente. A parte baixa da glande cobria o corpo como um guarda-sol de praia, cor de ferrugem vibrante. Dentro do banheiro eu pensava: Será que estou virando gay? Ou bissexual? Não sentia atração por homens. Mas Cléo era diferente; ao seu lado, me sentia uma pessoa querida.
Um ano estava se passando, o Natal chegou, e o que era para acontecer ia acontecer. Uma semana antes do Natal, sua esposa pegou o carro, as crianças e partiu antecipadamente para a casa de sua mãe, uma pequena cidade a mil quilômetros de distância. Como todos os anos passamos o Natal juntos, Cléo me disse que esse ano iríamos passar o Natal na casa de sua sogra. "A Lú já foi com as crianças, comprei as passagens, minha e sua" — ele era assim, despachado. Esse ano o Natal cairia em um sábado. Saímos na sexta às 10 horas da noite. Trajeto em que tudo vai mudar. 1000 km, 1000 volts. Eu não sabia, mas algo dentro de mim sabia.
Tenho o hábito de, assim que o ônibus começa a rodar, me vir o sono. Dessa vez o sono não vinha. Carro cheio. Na capital saíram quase todos. Ninguém entrou. Conversamos até aquele momento. Não me lembro sobre o que conversávamos. Coisas banais. Partimos. 02: 00 da manhã. O sono chegou.
Acordei com minha cabeça deitada no seu colo. Me endireitei e tentei entender o que tinha acontecido. Vi que o encosto estava entre as poltronas. Numa curva devo ter caído para o lado. Meio envergonhado, olhei para ele. "Graças a Deus, está dormindo!" A lua lá fora clareava tudo, menos meus pensamentos. Logo meu cérebro começou a tagarelar, o sono se foi. Me imaginava deitado ali de novo. O coração acelerou e a respiração quis acompanhar o ritmo. Então, fingindo que estava dormindo, fui me escorregando para o seu colo, bem devagar.
Fiquei ali, sentindo aquela coisa macia e quente no meu rosto. Nesse dia usamos calças de tactel para ginástica, tecido leve, folgado e respirável. Eu mal respirava, sufocava. Logo aquela coisa macia começou a criar vida embaixo da minha cara. Sentia que algo estava mudando. Cresceu, enrijeceu. Eu fingia que estava me ajeitando em um travesseiro. Quanto mais eu fingia, mais ele pulsava. O que faço agora: me levanto e me revelo uma bicha ou continuo fingindo? A solução não vinha. Continuei imóvel. Pensei: se ele está excitado é porque está ciente, logo estamos em sintonia. Mesmo assim, eu continuava congelado, praticamente.
Então a coisa aconteceu. Ele começou a fazer cafuné no meu cabelo. Encostou sua boca no meu ouvido e sussurrou: "O carro está quase vazio, só uns bancos lá na frente". Eu nem me mexi. Disse: "Levanta a cabeça um pouco". Levantei três dedos. Ele se afundou na poltrona e empurrou calça e cueca para baixo. Meu corpo tremeu por dentro. Meus ossos ferveram, amoleceram. Senti todo aquele calor no rosto.
Abracei seu pau com a mão esquerda e o apertei na minha cara; meu nariz sentia o cheiro adocicado do vapor quente de sua rola. Desci a mão até o saco bem devagar, subi mais devagar ainda, sentindo a maciez. A lua iluminou uma gota de pérola transparente saindo da glande; passei o dedo e a levei aos meus lábios, esfreguei. Apareceram outras; eu passava a mão e esfregava na cara. Ele tirou a blusa, ficando só de camiseta. Comecei a beijar, mordiscar sua barriga e fui subindo. Beijei seus mamilos. Desci. Passei a língua na cabeça. Dei voltas com a parte inferior da língua, sentindo a carne, que delícia.
Meu corpo se transportou. Me senti no espaço, girando em volta de uma galáxia. Coloquei a cabeça enorme na minha boca, sentindo cada milímetro da carne. Fui descendo. Engoli o céu e as estrelas. Forcei mais e mais fundo. Senti na garganta. Gozei. Forte. Sentia o líquido me molhar. Gozava sem me tocar. Desci mais na garganta. Comecei a gemer, então senti. Senti seu gozo, sua porra entrando na minha garganta, enchendo minha boca de seu esperma. Pensei: e agora, o que fazer, engolir? Ainda não estava preparado, ainda não.
Comecei a tirar a blusa, mal conseguia levantar os braços. Fui devagar para o banheiro tirando a blusa. Lá dentro, cuspi uma xícara de porra na pia. Não abri a torneira. Não lavei o rosto nem as mãos. Voltei e me sentei. Entrávamos no terminal. Ele me olhou com uma cara de satisfação. Alegre. Eu botei a mão nos meus olhos e sussurrei: "Que vergonha". Ele pegou minha mão e a beijou como se eu fosse sua rainha. Me puxou para si e me beijou na boca. Eu disse baixinho: "Não lavei o rosto nem a boca". Sugou minha língua.
Chegamos. Chegando em casa, cumprimentamos todos com abraço e um beijo no rosto. Sua esposa me beijou no rosto, segurou meu ombro com as duas mãos e ficou me olhando.
— É, estou precisando de um banho — eu disse. Ri e disse para mim mesmo: "É o cheiro da porra do seu marido".
Após esse episódio, muito mais ia acontecer.
