A minha vida de fêmea - Cap. IX

  • Temas: gay, transsexual, lesbica, bissexual, prisao, humilhacao
  • Publicado em: 09/05/26
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  • Autoria: jcb0909
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Private Muse

CAPÍTULO IX


O meu ânus tinha ficado um pouco maltratado desde a noite do vídeo.

As referências do Carlos “à minha cona” eram constantes, bem como as reiteradas incursões das suas mãos a cada parte do meu corpo, que era obrigado a tolerar.

Ao mesmo tempo que o Carlos não me reconhecia qualquer tipo de intimidade, usando-me a seu bel-prazer, também mostrava alguma atenção por mim.

Nos dias seguintes, enquanto eu lhe proporcionava orgasmos incontáveis, estimulava-me os mamilos, a púbis e o ânus. Neste último apenas passava os dedos com lubrificante, nunca entrando lá dentro, dando-lhe tempo para que se recompusesse.

Nunca me tocava no meu pénis enjaulado nem nos testículos. Penso mesmo que essas partes o repugnavam, por não fazerem parte de um corpo de mulher.

Os avanços sexuais pareciam ter estagnado. Até à data o Carlos nunca me obrigou a sexo anal ou oral. Bastava-se, ao que parece, com as constantes humilhações a que me submetia, frequentemente à frente dos seus companheiros, tratando-me como a sua mulher.

Era agora obrigado, diariamente, a vestir um soutien com as mamas falsas lá dentro. As restantes partes da roupa nada deixavam à imaginação, tornando-me num objeto sexual à sua disposição.

Frequentemente, antes do jantar, esfregava-se entre as minhas mamas falsas, espalhando o seu farto esperma por entre o pescoço e peito, escorrendo depois pela barriga e pernas abaixo. Nunca me era permitido trocar de roupa e lavar-me, obrigando-me a suportar o seu cheiro enquanto jantava, para além da humilhação de me apresentar naquele estado perante os outros reclusos e guardas.

Eram tantas as vezes em que era obrigado a andar e a dormir com o sémen do Carlos na minha roupa e na minha cama, que quase já nem notava.

Quase…

De tempos a tempos a Rita vinha depilar-me, fazendo com que criássemos uma relação de amizade. Segundo ela, éramos amigas. Amigas…Também ela.

No fim, à Rita era servido o prato principal, com a minha língua e dedo, proporcionando-lhe dois ou três orgasmos.

Eu ficava com a sobremesa, aproveitando aqueles momentos para ver e apreciar uns seios de mulher, as suas auréolas rosadas e mamilos eriçados, pele suave, e o cheiro e o sabor femininos.

Ao fim restava o êxtase da Rita e a minha frustração.

A visualização do vídeo da minha mulher alterou o estado em que me encontrava, e que de alguma forma já havia normalizado.

A vontade de sexo aumentou desmesuradamente e passava o dia a pensar nisso, bem como o meu pénis, que tentava, em vão, libertar-se da jaula em que se encontrava.

O Carlos apercebia-se disso, na medida em que frequentemente inspecionava as minhas cuecas quando eu chegava do trabalho e via as manchas do meu líquido seminal.

Por vezes encontravam-se ainda molhadas, deixando o Carlos louco de luxúria. Quase sempre acabava empurrado contra a parede, enquanto o Carlos se esfregava da minha barriga, me estimulava os mamilos e me beijava sofregamente. Era das poucas situações em que atingia o orgasmo rapidamente, descontroladamente. Limpava-lhe o pénis com a camisola e nesses dias não vestia a roupa de mulher, levando aquela roupa suja para o jantar.

Naquele dia a rotina foi alterada.

Na sequência da habitual inspeção às minhas cuecas, verificando que se encontrava molhada, mandou-me tomar banho, porque me queria “linda e cheirosa”.

Fiquei imediatamente em alerta. A quebra das rotinas significava que vinha lá coisa, que provavelmente não seria do meu agrado.

- O que se passa? - Perguntei.

- As mulheres são muito curiosas. Faz o que te digo. - Disse, com um sorriso, beijando-me de seguida. - Depois vem ter comigo. Não te vistas.

Claramente, algo iria acontecer.

Sem pressa, obedeci. Deixei-me ficar debaixo do chuveiro o mais que pude.

- Joana, despacha-te.

Saí do duche, sequei-me, enrolei-me na toalha e fui ter com ele.

Quando cheguei tinha um conjunto de roupas na minha cama, com as inseparáveis mamas falsas.

Vesti-me.

- Esqueceste-te das cuecas. – Disse-lhe.

- Não, não esqueci. És uma porquinha, estás sempre a sujá-las. Hoje vais sem elas.

Fiquei em alerta. Algo se preparava para acontecer.

O Carlos abriu uma caixa que também estava sobre a cama e tirou de lá algo que não percebi bem o que era, mas tinha qualquer coisa que se assemelhava à cauda de um animal.

- O que é isso? - Perguntei.

O Carlos sorriu, aproximando-se de mim e beijando-me carinhosamente.

- És tão fofinha. - Disse, embevecido.

E continuou: É um plug anal. Este tem uma rosca e dá para colocar uma coisinha lá dentro.

De seguida desenroscou-o, colocou lá dentro uma pequena chave, e enroscou-o novamente.

Nunca tinha visto tal coisa.

- Mas isso serve para quê?

- É para enfeitar a tua cona.

Empurrou-me contra a parede e pegou-me numa perna por trás do joelho, obrigando-me a levantá-la um pouco.

Passou um pouco de lubrificante na ponta metálica daquela cauda e encostou-a à entrada do meu ânus.

Não era muito grande, mas era certamente um pouco mais grossa que um dedo.

- Não faças isso. É muito grande. - Supliquei.

- Calma, vamos fazê-lo juntos. Vá, olha para mim.

Assim fiz.

O Carlos ia pressionando aos poucos o plug contra o meu ânus, que se recusava a ceder e rejeitava aquele objeto.

Por entre beijos, Carlos não se cansava de me dizer que olhasse para ele.

A pressão sobre o meu ânus ia aumentando aos poucos, provocando-me dor, que até então não tinha sentido, com as incursões do seu dedo.

- Espera, espera… - Suplicava por entre gemidos de dor, sempre que o plug era empurrado.

Depois o Carlos aliviava a pressão, deixando o plug apenas encostado ao meu rabinho, permitindo-me respirar.

De seguida novo empurrão, novo pico de dor aguda, nova súplica para parar.

- Querida, a tua cona foi feita para receber coisas maiores. Tens que relaxar, e deixar entrar.

O Carlos obrigou-me a partilhar aquele momento de dor com ele através do olhar, o que me deixava muito envergonhado.

Mantinha-me submisso aos seus desejos, perante os seus beijos e olhar. As respirações aceleradas de ambos misturavam-se, por entre os meus gemidos de dor e os de excitação do Carlos.

A dor aumentava a cada empurrão, no meu ânus já muito dorido, mas o Carlos, implacável, mantinha o seu plano, perante o meu desespero.

Até ao momento em que chegou um pico de dor, que me fez estremecer e soltar um grito, e o meu ânus engoliu o plug numa fração de segundo.

Com o meu ânus dorido e muito ofegante, o Carlos deixava-me quase sem ar com os seus beijos apaixonados.

Estava claramente excitado, mas conteve-se, mantendo-se apenas a beijar-me, cada vez mais levemente, até as nossas respirações normalizarem.

A dor aguda no meu rabinho havia passado, restando agora o desconforto de ter o plug lá dentro.

Quando o Carlos tirou a mão, pude finalmente baixar a perna, mantendo-a afastada da outra.

- Dá uma volta sobre ti, quero ver como ficou.

Raios, porquê fazer-me passar por isto, só para ficar com uma cauda de animal?

Com aquela coisa no rabo, fui-me virando, mantendo as pernas afastadas, para acomodar aquilo dentro de mim.

- Foda-se, Joana, pareces uma puta com o cio, assim toda aberta.

Olhei para ele com ar de incredulidade, que continuou:

- Junta as pernas, e vira-te como uma mulher normal.

Preparei-me para fazer o que ele dizia e sofrer ainda mais. Para minha surpresa, o facto de juntar as pernas não me provocou mais dor no meu ânus ainda dorido.

- Estás linda, linda. Não fazes ideia da tesão que me estás a dar.

Juntou-se outra vez a mim e beijou-me novamente, enquanto apalpava as minhas mamas falsas.

- Agora vai até ao posto médico. - Disse, acrescentando logo de seguida - Quero essa cauda posta quando chegares, mas pode ser tirada e recolocada até lá. Mas não por ti. - Acrescentou, em tom severo.

Beijou-me novamente e chamou o guarda Sousa para me levar.

- Estás boa como o caralho. - Disse o guarda após estarmos fora da vista do Carlos.

- Não queres trocar isso por um caralho a sério? - Continuou, sorrindo, puxando de seguida a cauda, causando-me novamente dor no meu esfíncter já contraído.

Dei um pequeno grito de dor, abstendo-me de lhe responder, apercebendo-me do estado em que ele se encontrava, atendendo ao volume proeminente por debaixo das suas calças.

Quando chegámos ao posto médico, deixou-me lá dentro e saiu, enquanto dizia, sorrindo:

- Se precisares de ajuda, pede.

Fiquei atónito.

Embora fosse fora do horário habitual, estava à espera de um encontro com a Rita, mas quem lá estava era a Maria, minha esposa.

Fiquei ali especado a olhar para ela, sem reação.

A Maria olhou para mim nitidamente constrangida, não me tendo reconhecido, naquela figura.

- Maria? - Balbuciei.

Ao ouvir a minha voz, a minha esposa arregalou os olhos, boquiaberta.

Olhava-me de alto a baixo, uma e outra vez, enquanto eu corava de vergonha, não me ocorrendo nada para dizer.

Ficámos ali parados durante uns minutos até que nos vieram as lágrimas aos olhos.

A Maria finalmente conseguiu falar.

- O que é que se está a passar, Mário? - Perguntou, já em soluços.

Quis responder, mas sempre que abria a boca perdia a capacidade de falar. Finalmente lá consegui expulsar umas palavras, com os olhos ainda em lágrimas:

- Estou a ser transformado na mulher do Carlos. É um criminoso perigoso e manda em toda a gente aqui dentro.

- O Carlos. Sim. Já ouvi falar nele. - Disse, tristemente.

- O que é que ele te fez? - Perguntei. - Ameaçou-te?

- Sim, disse que a tua vida dependia de mim, que tinha que lhe fazer as vontades.

- Obrigou-te a estar com ele? - Perguntei, irado.

- Não, com a mulher dele.

- Sim, eu vi-vos. - Disse com os olhos a lacrimejarem novamente.

- Viste como?

- Ele gravou o vosso encontro.

- Oh meu Deus! Não posso acreditar. Olha a posição em que nos colocaste! Eu avisei-te para não fazeres aquele desfalque. Se me tivesses dado ouvidos, agora não estaríamos nesta situação. - Disse, irada, em tom acusatório.

- Desculpa, desculpa…

- Sabes porque estou aqui? Sabes? Porque me ordenaram que viesse aqui para um encontro conjugal. E agora apanho-te nessa figura de mulher.

- Desculpa, desculpa…

Não conseguia dizer mais nada para além do pedido de desculpas. Aproximei-me dela e abraçámo-nos, durante uns minutos, enquanto lágrimas continuavam a escorrer.

- Ele viola-te?

- Não. Quer dizer, sim. Quer dizer, mais ou menos.

Fiz uma pausa, enchi os pulmões e continuei:

- Estou com ele porque quero. Quer dizer, se não estivesse com ele era enviado para a ala 13, onde estão os presidiários comuns, e lá seria certamente estuprado. - As palavras saíam-me com dificuldade. - Ele não me sodomiza, nem me obriga sexo oral. Mas o resto sim.

- Qual resto?

- Beija-me, masturba-se em mim, tenho que masturbá-lo, mete-me o dedo no rabo, esse tipo de coisas.

- Foda-se, Carlos. Não foste enrabado nem lhe fizeste um broche, e por isso parece que está tudo bem. - Disse, quase histérica.

- Tem calma, não digas asneiras.

- Quero lá saber da merda das asneiras, Mário! Olha a situação em que estou. Sou mulher. Tenho necessidades. Nos últimos três meses só fodi uma vez. E foi com uma mulher. E hoje nem sei se me apetece. Por causa das tuas merdas não posso ter um orgasmo quando me apetece. Foda-se. Foda-se.

- A mim não me foi permitido ter nenhum. - Disse, enquanto pensava como continuar a frase e falar-lhe do meu cinto de castidade.

Lembrei-me naquele momento que a Maria devia estar com o cinto de castidade.

Ela parece nem ter ouvido o que lhe disse, mas mudou claramente o chip:

- Tira essa roupa ridícula e fode-me. Não quero saber do resto.

Tentando ganhar algum tempo, agarrei-a pela cintura e comecei a beijá-la sofregamente. Que saudades eu tinha dos beijos da minha mulher.

Puxei-lhe a camisola para cima, enquanto a beijava e retirei-a de seguida. Sempre a beijá-la, pus-lhe uma mão nas costas e desapertei-lhe o soutien, retirando-o completamente, expondo os seus lindos seios.

Fui de imediato assolado por uma forte ereção, provocando-me gemidos de dor, que a Maria pensou serem de prazer, o que também correspondia à verdade.

Baixei-me e comecei a apalpar, beijar e mordiscar aqueles peitos lindos, levando a minha mulher à loucura.

Que saudades tinha do seu calor, do seu cheiro, dos seus gemidos.

- Tenta oferecer-me um orgasmo querido. - Disse a Maria à medida que empurrava a cabeça para baixo.

Deixei-me ir. À medida que ia descendo aumentava o calor e o odor que emanavam do seu poço dos desejos. Por aquela altura empurrava os seus quadris contra a minha cabeça, à medida que gemia intensamente.

Finalmente tirei-lhe as cuecas de avó, expondo o seu cinto de castidade, que se encontrava firmemente preso à cintura. Tinha uns pequenos furos na zona da vagina e outro um pouco maior no ânus, tornando impossível a penetração. Tinha uma película almofadada entre a parte metálica exterior e a zona do clitóris. Imagino que neutralizasse a ação de um vibrador, impedindo-a de chegar ao orgasmo, como se queixava.

Sentia o seu cheiro mais intensamente, à medida que lhe beijava a púbis e depois a zona entre as pernas, o mais próximo possível da sua vagina em chama.

- Faz-me vir, faz-me vir. - Suplicava.

Naquele momento lembrei-me que trazia comigo uma chave. Seria para a Maria ou para mim.

Era mesmo coisa do Carlos. Só um de nós chegaria ao orgasmo, mas quem? Era mesmo perverso aquele tipo.

Só havia uma forma de saber, mas isso obrigava a expor-me perante a minha esposa, não só quanto à jaula de castidade, como também ao plug anal, que teria de ser retirado pela minha mulher, cujo mero pensamento de deixava imensamente constrangido.

Mas tinha que ser.

Interrompi os estímulos que provocava à minha esposa e levantei-me.

- Não pares. - Suplicou.

Ignorando-a, despi a minha pouca roupa, expondo a minha nova nudez à minha esposa.

- Tu também? - Perguntou, quase indiferente, olhando para a minha jaula de castidade, humedecida com o meu líquido seminal.

Naquele momento, no pico da excitação, a Maria não se quis preocupar com o assunto e colou o seu corpo ao meu, roçando-se, permitindo-nos apreciar o contacto das nossas peles.

- Espera. - Disse-lhe à medida que me virava de costas, e de abaixava, exibindo a minha cauda, presa através do plug anal. - Retira isso se faz favor.

- O que é isso!?

- É um plug anal que o Carlos me colocou. Tem uma chave lá dentro.

- De quê?

- Espero que seja de um dos nossos cadeados.

De repente fez-se uma expressão furiosa na Maria.

- É que nem penses que te vais vir sozinho se a chave for a tua.

- Calma, querida, tira lá isso, depois vemos.

- Tira tu, não quero mexer no teu cu que anda a ser comido por outros.

- Não me fales assim, por favor. Estou a sofrer como tu. E não posso ser eu a tirar. O Carlos proibiu-me.

Contrariada, começou a puxar, mas fê-lo de forma abrupta, provocando-me dor, o que fez com que me chegasse para trás.

- Aiiiii… Puxa devagarinho, por favor.

- Desculpa.

Sempre que a Maria puxava um pouco, eu gemia de dor e chegava-me para trás. Uma e outra vez. A minha mulher não tinha experiência a manusear a minha porta dos fundos, não sabendo qual seria a melhor forma para retirar aquilo.

Até que perdeu a paciência e puxou com força, de uma vez, quase rebentando o meu ânus, fazendo-me gritar de dor.

Enquanto me contorcia de dor, a Maria, ignorando o meu estado, inspecionou o objeto e rapidamente o abriu, desenroscando a ponta, acedendo ao seu interior oco, onde residia uma chave envolta num pequeno papel com os dizeres: “Ao fim quero tudo como estava”.

Rapidamente experimentou a chave no seu cadeado e, para sua felicidade, conseguiu abri-lo e retirar o seu cinto de castidade.

Ainda a contorcer-me com a dor, pedi-lhe que experimentasse abrir o meu.

Não abriu.

A fúria da Maria desvaneceu-se. Chegou-se a mim, fez-me deitar de costas e beijou-me carinhosamente.

- Vamos fazer isto juntos.

Colocou-se por cima de mim, encostou a sua vagina molhada à minha jaula de castidade e começou a mexer-se, à medida que me beijava.

As mamas dela rebolavam em cima das minhas, provocando-me sensações incríveis, recentemente descobertas.

A Maria esboçava tímidos gemidos, enquanto eu tentava controlar a ereção, de forma a minimizar a dor, bem sabendo que um orgasmo meu estava fora da equação.

Enquanto ela se roçava em mim e nos beijávamos, eu lhe acariciava os peitos, apertando-lhe os mamilos, na esperança de que fosse o suficiente para ela explodir de prazer.

- Assim não consigo. - Disse a Maria, virando-se ao contrário, colocando-se em posição de 69, oferecendo a sua vagina molhada ao marido.

Mais uma vez, o calor, odor e sabor da vagina da minha mulher provocaram-me nova ereção, fazendo-me sofrer, mas mantive o foco, e continuei a lamber, chupar, mordiscar aquela vagina.

A Maria contorcia-se de forma cada vez mais enérgica, ávida de receber todo o prazer possível, enquanto acariciava os meus testículos, até atingir o clímax, o que fez aumentar as secreções que escorriam abundantemente da sua vagina.

Os seus movimentos e gemidos faziam-me mover, instintivamente, o meu quadril, na vã tentativa de assim encontrar prazer sexual.

Após o orgasmo a Maria parou de se mexer, limitando-se agora a beijar-me os testículos.

Os seus beijos e festas naquela zona tiveram em mim um efeito relaxante, fazendo-me esquecer, por breves instantes, a minha necessidade extrema por sexo.

Ao fim de uns minutos começou novamente a mexer-se sobre mim, dando-me ordem para retomar o trabalho.

Ao mesmo tempo passa a mão à volta do meu pénis, besuntando os seus dedos no abundante líquido seminal que escorria.

De seguida leva-os ao meu ânus, o que me fez estremecer.

- O que é que estás a fazer?

- O mesmo que o Carlos.

- Para com isso.

- Cala-te e chupa-me. - Disse, pressionando a sua vagina contra a minha boca, ao mesmo tempo que fez pressão com o dedo no meu ânus para entrar um pouco.

Ela não me estava a magoar. Em bom rigor já estava acostumado. Mas estava a morrer de vergonha.

- Não faças isso.

- Se o Carlos pode eu também posso. Há homens que têm prazer pelo ânus. Tenta aprender a chegar lá. - Disse, enquanto iniciava o movimento de vaivém.

Concentrei-me novamente naquela vagina deliciosa, e nos gemidos que provocava à minha mulher, que invadia o meu ânus, enquanto eu tentava, em vão, experimentar vários tipos de contração naquela zona à busca de prazer. Ao menos a minha ereção tinha diminuído, e já não sofria de dor.

Estava concentrado nesta situação, quando a Maria começou novamente a chegar perto do orgasmo.

- Mete um dedo. - Ordenou, à medida que intensificava os movimentos no meu ânus.

A minha língua e o meu dedo faziam furor no corpo da Maria, culminando num violento e barulhento orgasmo.

Mais uma vez parámos para recuperar fôlego, até que ouvimos o guarda Sousa a berrar lá de fora:

- 10 Minutos.

A Maria lembrou-se da mensagem: “Ao fim quero tudo como estava”. Endireitou-se sobre mim, colocou dois dedos na sua vagina, e besuntou-os no seu suco o mais que pode. Pegou no plug anal e colocou a chave lá dentro.

- Relaxa, querido. - Disse, à medida que empurrava o plug, lubrificado com as suas secreções.

Quando me queixava, ela aliviava um pouco a pressão, voltando depois à carga.

Ao fim de várias tentativas, o plug entrou todo. Mais uma vez dei um grito de dor, e depois o meu ânus engoliu-o de seguida.

Enquanto eu gemia de dor, a Maria colou-me a vagina à minha cara.

- Limpa-a com a boca. - Ordenou.

Passei-lhe com a língua e com a boca em toda a sua zona genital, deixando-a bem lavadinha.

- Agora põe-me aquela merda. - Disse, friamente, apontando para o cinto de castidade.

Assim fiz. Depois vestimo-nos.

Ao fim olha para mim fixamente, numa figura feminina.

- Olha que até és uma gaja bem gira! A minha gaja.

Pensei que fosse uma piada de mau gosto, até olhar para ela, percebendo nesse instante que não era.

Olhava-me com luxúria, com os olhos pregados nas minhas mamas falsas.

Estava a ver-me como Joana.

- Como é que ele te trata?

- Joana. - Disse em surdina.

- Joana… Havemos de nos encontrar mais vezes, querida.

Deu-me um beijo, virou costas e saiu.

Respirei fundo e saí, sendo acompanhado até à cela.

Quando lá cheguei encontrei o Carlos nu, deitado na minha cama, com uma tigela que continha o que parecia ser o seu líquido seminal.

- Finalmente chegaste, Joana. Anda, faz-me vir depressa. Deixaste-me desesperado. Quero a minha esporra toda nesta tigela. Vira a tua cona para mim, e bate-me uma punheta.

Comecei a masturbá-lo, à medida que me ia puxando o plug anal. Quando gritei de dor, o Carlos atingiu instantaneamente o orgasmo, que dirigi para a tigela, tal como ordenado.

O plug estava quase de fora, mas o Carlos introduziu-o novamente, fazendo-me queixar outra vez.

- Outra vez, quero mais. Bate-me outra punheta para dentro da tigela.

Recomecei a masturbá-lo, enquanto ele ia puxando o plug para fora. Aumentei o ritmo na esperança de que aquilo acabasse depressa.

O meu rabinho já estava bastante dorido, quando o Carlos irrompeu em novo orgasmo, libertando outra vez a tensão acumulada, retirando-me de vez aquele maldito objeto do meu ânus.

Ficámos imóveis durante uns minutos, a recuperar energia, até que o Carlos se levantou e pegou numa seringa sem agulha e encheu-a com o seu esperma, que se encontrava na tigela.

- Sabes o que a Maria usou como lubrificante para te meter o plug na cona?

- A sua lubrificação natural.

- Então tens fluídos dela dentro de ti, não é?

-Sim…

- Também quero dar-te os meus, querida. Deita-te de costas.

- Carlos, estou muito dorido, não pode ficar para depois?

- Estás o quê?

- Dorida…

- A tua cona foi feita para isto, querida. Vá, deita-te de costas e levanta a cona.

- Usa os restos das minhas sementes para lubrificar a seringa. - Ordenou, entregando-me a tigela.

Assim fiz, usando o resto do esperma dele como lubrificante.

Encostou a seringa ao meu ânus, e introduziu-a de uma vez, fazendo-me soltar um pequeno grito. De seguida começou lentamente a esguichar aquele líquido no meu intestino.

- Estás a ser inseminada, querida. O resultado do prazer que me dás vai ser absorvido pelo teu organismo, para te dar prazer de volta. Estou muito feliz.

Inseriu o líquido todo, retirou a seringa e disse que nessa noite dormiria comigo.

Quando penso que o pior passou, o Carlos parece sempre arranjar forma de me humilhar novamente.

Adormeci com aqueles pensamentos, à medida que o meu corpo absorvia o sémen do Carlos. Ficarei com um pouco dele em mim.


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