Papai Noel existe. Me deu uma fêmea tarada na noite de Natal!
- Temas: Surpresa, garota tarada, sexo oral, sexo anal, fome de rola, fodas natalinas
- Publicado em: 23/07/26
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- Autoria: Ele018
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Noite de Natal, eu estava de plantão no lugar do gerente-sênior, que gozava férias, em uma empresa de vigilância monitorada, com inúmeras casas luxuosas em bairros nobres para vigiar, junto com uma equipe motorizada, enquanto os donos foram ver a virada na Times Square (Nova York), e minha família, mulher e filhos, foram para o litoral, para a casa dos meus sogros.
Lá pelas duas da madrugada já do dia 25, entra na minha sala a Janaína, morena alta, mais alta que eu, forte, linda de rosto, mas cujo corpo eu apenas imaginava como seria, debaixo daquele pesado fardamento.
— Boa noite, seu Lucas, Feliz Natal.
— Feliz Natal, Janaína, apesar de estarmos no trampo, enquanto outros se empanturram e se embebedam — falei sorrindo, acompanhado por um belo sorriso da moça, que trabalhava externamente, como vigilante, de motocicleta, assim como o restante da equipe, de 25 profissionais.
— Senta aí, menina, pode trocar de roupa, não vá mais para a rua, não!
— Não, seu Lucas, tenho de ir, parei apenas para tomar água, descansar uns cinco minutos e lhe desejar Feliz Natal!
— Fica, moça, tô te dispensando, pronto. Sabe, Janaína, se nada aconteceu no horário crítico, entre 23 horas e duas horas, nada mais vai acontecer, como você sabe, depois de anos nas ruas, nas madrugadas. A essa altura, até os ladrões estão bêbados.
Novamente Janaína, que contava com 28 anos de idade, mas parecia bem mais jovem, abriu um belo sorriso.
— Tá bom, então, mas posso registrar isso em relatório, essa dispensa antes das seis da manhã?
— Pode sim, a responsabilidade é minha, inclusive, vou passar um rádio dispensando mais 19 colegas seus, vamos deixar somente cinco nas ruas. Eles decidem entre si quem vai ficar até o fim do plantão.
Janaína aprovou a ideia, se retirou, mas não se despediu. Dez minutos depois retornou, era outra mulher, sem aquele capacete preto, sem colete à prova de balas, sem aquele coldre, sem aquele cinturão de equipamentos, sem as luvas grosseiras e pretas, de motociclista, sem o suporte do rádio, sem aquele macacão preto de tecido grosseiro e sem os coturnos de couro, duros.
Fiquei — literalmente — boquiaberto. Janaína, de saia curta, cabelos soltos, pelo meio das costas, blusinha de alças, bustiê e sandalinha aberta, ali na minha frente, estava irreconhecível, eu nunca a havia visto assim. A mulher era um tesão!
Ela percebeu a minha admiração e logo perguntou:
— O que foi, seu Lucas?
— Nossa, Janaína, como você é bonita e sensual sem aquela tralha toda em cima do corpo. Eu nunca havia te visto assim, estou embasbacado ¬— confessei, completando: me desculpe, Janaína, pelas palavras. Por favor, não considere cantada ou assédio!
— Ô, seu Lucas, fique tranquilo, pelo contrário, eu amei o que o senhor disse, vindo de um homem maduro (eu estava como 48 anos), como o senhor, que tem experiência de vida, e, principalmente, porque adoro elogios e isso me deixou até excitada — falou já com uma cara de safada, o que me surpreendeu, porque a tinha como uma moça muito séria.
E, dizendo aquilo, ela passou a chave na porta da minha sala e mais uma vez me surpreendeu, sentou-se no meu colo e procurou os meus lábios. Nossa, eu estava vivendo um momento inusitado. Logo o meu pau deu sina de vida!
Me deu um beijo daqueles, de língua, pegou a minha mão e colocou sobre a volumosa boceta, por cima da roupa mesmo, sussurrando:
— O senhor me provocou, sabe ganhar uma fêmea, gostei. Agora “coma” o meu presente e Natal e coloque todo o seu presente em mim, coroa tesudo, gostoso, me fode logo, seu Lucas, tô numa seca filha da puta.
Mesmo assustado com aquela transformação, mas excitado, sentei Janaína de frente, tirei a calcinha dela, joguei no chão, abri a braguilha baixei as calças e de uma só estocada, enfiei e rola na boceta já supermelada da vigilante taradinha. Caralho, que sensação gostosa pra porra, quando ela começou a cavalgar na minha pica, que pulsava dentro dela, que tirou blusa de alcinhas, sacou o bustiê fora e me deu os peitos médios e duros para mamar.
Puta que pariu — obrigado, Papai Noel existe — pensei, sorrindo por dentro. Eu mamava os seios maravilhosos de Janaína, lambia e roçava os mamilos com os dentes, chupava, beijava, enquanto a segurava pela gostosa bunda e estocava, enquanto ela ia para frente a para trás, ora me beijando, ora me apertando contra o peito, ora acariciando a minha cabeça e gemendo, gemendo muito.
Fodeu a minha rola até não poder mais segurar e gozou urrando, mas continuou a foder e gozou de novo. Ambos estávamos suados, mesmo com o ar-condicionado quase no frio máximo. Aquilo era demais, eu também não já estava ponto de gozar e anunciei. Então, mesmo com as pernas bambas, Janaína desmontou de mim, ajoelhou e mamou meu caralho, que entrou em erupção em segundos. Ela aparou tudo na boca e engoliu, não desperdiçando uma gota sequer do leite grosso e morno.
Mas Janaína parecia insaciável, eu jamais imaginara que aquela vigilante, tão séria, responsável, pontual e compenetrada, fosse tão tarada. Fizemos uma pausa, ela sentou de novo no meu colo, respirou fundo, me abraçou, eu a abracei, nos beijamos como dois namorados, ela sussurrava coisas no meu ouvido e me apertava, me beijava muito. Meu pau começou aos poucos, a levantar novamente.
E num sussurro, ela pediu:
— Chupa a minha bucetinha, seu Lucas, chupa, tá? Eu adoro boca e língua. Se eu gozar muito gostoso, te dou o cu, tá bem?
Ela nem precisou pedir de novo. Tirei notebook e outros objetos da mesa de trabalho, arrumei tudo em um canto, ela deitou ali, abriu as pernas. Eu sentei na cadeira, a puxei para a borda da mesa, onde minha boca ficou à altura daquela xota, lisinha, molhadinha e estufada. Ela fechou os olhos e eu comecei beijando aquelas coxas, ora uma, ora outra, com beijos molhados, detive-me na virilha, e passei a lamber ali. Janaína começou a gemer baixinho. Passei a lamber a aquela racha vermelhinha e cheirando a tesão, enfiei a língua, depois mamei.
Fiz isso várias vezes, enquanto ela rebolava bem lentamente na minha cara e acariciava a minha cabeça. Então, passei a ser mais ousado, colocava toda buceta na boca e mamava muito, ela aumentou o rebolado, mas nem imaginava o que estava por vir. Quando Janaína estava bem excitada, quase sem controle, parti para a melhor parte. Minha boca foi direto naquele grelo, vermelho, inchado e bem saliente. Chupei e linguei muito, parava por uns segundos e, depois, continuava. Chupava bem, a garota rebolava mais, eu parava, de repente e tirava a boca. Ela entrava em desespero e choramingava:
— Ain, ain, ain, snif, snif, não paaaara, malvado, chupa, chuuuuupa, seu Lucas, não me castiga assiiiim, aiiiiii, chuuupa!
Eu, então, ataquei o grelo de Janaína e chupei com vontade, mamei, lambi, suguei com delicadeza, e, por fim, me concentrei no grelo saliente até que Janaína teve uma espécie de espasmo, convulsão, tremor no corpo todo, respiração pesada e um grito com a voz entrecortada:
— Ca-ra-lhooooo, seu Lucas, puta que pariu, nem consigo respirar direito, que língua, que boca. Quer me matar, é? Pega aquela pistola e me mata logoooooo! — Eu sorri muito, com aquilo, mas Janaína queria mais.
Quase caindo de fraqueza, ela desceu da mesa, com as pernas muito bambas, eu cheguei a ampará-la pela cintura. Janaína se debruçou na mesa, abriu as pernas e pediu:
– Bota no meu cu, seu Lucas, bota, mete. Eu nunca havia sido chupada assim, fode o meu cu, fode.
Me abaixei, lambi o anel de couro, enfiei a língua no rabo de Janaína, colei a boca naquele cu, chupei e salivei bastante. Em seguida, atendi ao pedido da vigilante: empurrei devagar a cabeça do caralho traspassando o furico. Ela gemeu e disse:
— A cabeça passou, agora mete tudo, seu Lucas, preenche o meu reto.
E foi o que eu fiz, enrabei Janaína atém gozar muito naquele rabo. A garota saiu daquela posição, procurou a cadeira, puxou e desabou no assento, me abraçando pela cintura para não cair.
— Nossa, seu Lucas, o senhor matou a minha sede de rola, estou completamente saciada e apaixonada pelo senhor!
Eu sorri, e disse, brincando, que era casado, tinha três filhos, que amava minha mulher... — Ela me cortou, dizendo:
— Ah, seu Lucas, não quebra o clima — e ambos sorrimos muito.
Um a um, fomos ao minúsculo banheiro da Gerência, nos lavamos, nos recompusemos, arrumamos o escritório e Janaína me puxou para perto, dizendo:
— Vou indo, seu Lucas. O senhor me conquistou. Feliz Natal e quem sabe a gente se vê noutro plantão noturno, não é?
Nos abraçamos, também deseje Feliz Natal, de novo, Janaína, que se foi.
Não mais coincidiram os plantões, mas aquele Natal, eu nunca esqueci!
(FIM)
