A minha vida de fêmea - Cap. VIII
- Temas: gay, transsexual, lesbica, bissexual, prisao, humilhacao
- Publicado em: 26/04/26
- Leituras: 2019
- Autoria: jcb0909
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CAPÍTULO VIII
A minha vida começou a entrar na rotina.
Acordar, levantar, comer, trabalhar, comer, deitar.
Sexo, sexo, sexo, sexo.
De início era obrigado a vestir-me de mulher ocasionalmente. No entanto, à medida que o tempo ia passando, essa obrigação tornou-se mais frequente, até que por fim, se tornou permanente, de tal modo que todo o meu guarda roupa, que usava obrigatoriamente ao fim de cada dia de trabalho, era constituído por roupa feminina.
A humilhação e vergonha que sentia sempre que acompanhava Carlos à cantina foram-se desvanecendo.
Tornaram-se habituais alguns piropos que me eram enviados por guardas e reclusos, que, ao contrário do Carlos, que se mostra desagradado ao ouvi-los, fui normalizando.
Passaram-se dois meses sobre a minha detenção e estava resignado à minha situação.
Há uns três meses que não tinha um orgasmo, o que me fazia ter, ao longo do dia, desejos nas mais inusitadas situações, deixando-me frequentemente embaraçado, principalmente quando ocorriam ao pé do Carlos e este se apercebia.
Já havia sido apanhado algumas vezes a estimular os meus mamilos quando estava sozinho na minha cama, a tentar acalmar os meus desejos, o que me tinha deixado muito constrangido.
Essa nova zona erógena que agora descobri não me levava ao orgasmo, mas provocava-me efetivamente sensações agradáveis e acalmava os meus impulsos sexuais.
Esses episódios acabaram invariavelmente com uma masturbação ao Carlos, enquanto ele me acariciava os mamilos.
E com a minha cama cheia de sémen dele e líquido seminal meu.
Felizmente, as práticas sexuais não avançaram para o sexo oral ou anal. Até quando, pensava eu?
Durante este tempo, sempre que apanhava o Carlos bem-disposto, tentava convencê-lo a que permitisse encontros com a minha mulher, e que se travava de uma necessidade de saúde que me fossem permitidos orgasmos.
- Tudo a seu tempo. - Respondia, invariavelmente.
- Mas eu nunca mais a vi, desde que aqui estou.
- Tudo a seu tempo.
Ao final do dia, quando regressei à cela, lá estava o Carlos à minha espera, como habitualmente.
Hoje, no entanto, mostrava-se muito satisfeito, valendo-me um beijo ainda mais apaixonado que o habitual.
- Vai tomar banho, querida. E depois veste estas roupas novas. - Disse, apontando para um conjunto deixado em cima da minha cama.
Era composto por uma minissaia que mal chegava para tapar as nádegas, um top, uma cueca fio dental, e, novidade, um soutien com dois implantes, para simular as mamas.
- Não posso vestir isso depois do jantar? - Perguntei, bem sabendo qual seria a resposta.
- Ora, querida, não sejas envergonhada. Quero deixar aqueles cabrões a babar, quando te virem, e a morrer de inveja. - Disse, orgulhoso.
Resignei-me, como sempre.
Ao colocar o soutien e os implantes, reparei que estes tinham uns mamilos bastante pronunciados, que se notavam até por fora do top que vesti a seguir.
De facto, seria bastante sensual num contexto onde eu estivesse a olhar para uma mulher, e não quando a suposta mulher era eu.
O jantar correu como esperado. Aquele aspeto de “boazona” valeu-me mais um coro piropos por parte de guardas e reclusos, ao que Carlos respondia com irritação aparente, mas com visível satisfação.
Mas desta vez, para além dos piropos daquela gente abrutalhada, notava que o faziam com visível lascívia.
Cada um deles pregou os olhos em mim, e era evidente o desejo sexual que lhe causava.
Por algum motivo fiquei satisfeito com aquela sensação de poder que acabara de descobrir.
Também o Carlos não me tirou os olhos de cima durante o jantar, principalmente das minhas novas mamas.
Manteve uma conversa casual e bem-disposta durante todo o jantar. De ora em vez aproximava-se de mim, fazendo com que eu o beijasse, para seu deleite, ao constatar a atenção que estes atos despertavam em toda a sala.
Um macho a exibir o seu troféu… Vinha aí coisa, eu sabia.
De volta ao quarto o Carlos não perdeu tempo. Agarrou-me pelas faces e beijou-me sofregamente.
Depois uma mão desceu para a minha mama, cujo mamilo parecia ereto, o que provocou uma nova onda de desejo naquele homem.
Aos poucos, lentamente, à medida que me beijava, foi-me retirando a roupa até ficar completamente nu.
Foi buscar a televisão, que misteriosamente tinha aparecido naquela cela, acompanhada de uma pendrive, para junto da minha cama, bem como gel lubrificante, e despiu-se em três segundos. No máximo.
Recostou-se na cama, de forma a poder ver televisão e disse para me juntar a ele.
Sentei-me à sua frente e recostei-me também. Quando o fiz senti o seu pénis ereto contra o fundo das minhas costas, à medida que o Carlos me puxava contra si e me acariciava o peito com uma mão, manejando o comando da televisão com a outra.
- Vamos ver um filme. - Disse. - Sei que tens andado com muita tesão. Vamos remediar isso. Até aprenderes a vir-te, como as fêmeas.
Fiquei em alerta, apreensivo.
Iniciou o vídeo.
- Recosta-te um pouco mais. - Disse à medida que ponha lubrificante na mão. - Vou brincar um pouco com a tua cona.
Mais uma vez obedeci. Cheguei o rabo um pouco mais para cima, expondo o meu ânus, que estava prestes a ser invadido mais uma vez.
O Carlos não perdeu tempo e começou a acariciar o meu buraquinho, sem, no entanto, entrar lá dentro.
- Começa a acariciar os teus biquinhos, querida. Sei que gostas.
- Não é preciso.
- É sim, preparei isto para ti, querida.
Comecei a fazê-lo, a contragosto. Como habitualmente, ao estimular os mamilos, o meu pénis endureceu, o que me fazia tentar, em vão, conter aquelas sensações.
Por esta altura, o estímulo do ânus já não me provocava desconforto, não me ajudando a diminuir a ereção e a dor.
Aquele vídeo parecia conter apenas quatro câmaras apontadas para um quarto com uma cama, e assim permaneceu durante algum tempo, até uma mulher em lingerie muito sexy, que quase não deixava espaço para a imaginação, entrou.
Olhou e exibiu-se ostensivamente para cada uma das câmaras.
- Olá. Sou a Rute. Disse, em voz sensual.
Era uma mulher bonita, loira, altura mediana, com peitos pequenos mas muito bem torneados, com três ou quatro quilos a mais, mas extremamente sensual.
Mais uma vez estava numa situação de excitação tremenda, que me provocava também muito desconforto no meu pénis aprisionado, e também bastante dor.
Parei de estimular os mamilos, tentando ganhar tempo para me controlar novamente.
- Gostas dela? - Perguntou o Carlos.
- Sim.
- Achas que é boa?
- Sim.
- Gostavas de a foder?
- Sim.
- E sabes como fazer? - O Carlos começou a fazer um pouco mais de pressão no meu ânus.
- Como assim? - Perguntei, com a respiração ofegante, enquanto procurava controlar a musculatura do meu ânus para deixar entrar o dedo.
- És uma fêmea, querida, ainda nem sabes foder com um homem. Como farias para foder uma mulher?
Por momentos pensei que me poderia ser permitido ter sexo com aquela mulher, mas como fêmea. Seria isso?
- Não sei. - Disse, tristemente, enquanto tentava ignorar aquele dedo a fazer pressão no meu buraquinho.
- Já vais aprender. Vá, agora volta a brincar com as tuas mamas. - Ordenou.
Voltei a estimular ao de leve os meus mamilos, procurando ignorar ao máximo as sensações que provocava para tentar acabar com a ereção.
Passado algum tempo, entrou outra mulher no quarto, usando uma mascarilha.
Como a Rute, estava em lingerie, mas nada sexy, ao contrário dela.
Era quase lingerie de avó.
Era um pouco mais baixa, morena, peitos generosos e muito bonitos, sem serem enormes, ligeiramente cheinha.
Fiquei ainda mais excitado.
Lembrei-me da minha esposa, Maria, com quem não consegui contactar desde que estou aqui. Fui tomado por um forte sentimento de culpa, atendendo aos pensamentos lascivos que me vinham à mente a ver aquelas mulheres.
Esperava que ela pudesse entender, quando um dia lhe contasse, que eu preciso mesmo de sexo, como de ar para respirar, não havendo lugar a traição caso eu pudesse vir a ter relações com aquelas mulheres.
Sentia a respiração um pouco mais ofegante do Carlos, o seu dedo a brincar lentamente à entrada do meu ânus, fazendo breves incursões lá dentro, mas apenas a pontinha, o seu pénis babado a contrair-se contra as minhas costas.
A outra mulher ficou imóvel depois de entrar. Parecia desconfortável.
A Rute juntou-se a ela, segurou-a pela cintura e, lentamente, começou a beijar-lhe o pescoço.
A mulher colocou as mãos nos ombros da Rute como se a fosse empurrar, não o fazendo, à medida que parecia afastar a cara o mais que podia.
O dedo do Carlos ia agora mais fundo.
- Continua a brincar com as mamas, querida.
Ele sabia que isso me fazia gemer de prazer e de dor, deixando-o louco.
A Rute, com a mão, virou para si a cara da mulher, aproximando-se da sua boca para a beijar.
A mulher virou a cara. Rute voltou a virá-la para si.
Sussurrou-lhe qualquer coisa ao ouvido que não percebi, mas que terminou com a sua resistência, e começou a beijar-lhe os lábios ao de leve.
A mão que estava na cintura começou a subir aos poucos, à medida que os beijos se tornavam mais intensos.
Rute dava agora pequenos chupões nos lábios da mulher, à medida que a sua língua os degustava, forçando, aos poucos, a entrada naquela boca deliciosa.
Enquanto aquela mulher se submetia, praticamente imóvel, aos avanços da Rute, que a beijava agora sofregamente, enquanto lhe acariciava um peito, o dedo do Carlos ia agora até ao fundo.
Rute, Carlos e eu, cada um à sua maneira, gemíamos de forma cada vez mais descontrolada. A Rute estava numa fase de excitação crescente, o Carlos, à beira do orgasmo e eu… a sofrer de excitação e dor.
Rute colocou as mãos atrás das costas da mulher e despertou-lhe o soutien. Esta juntou as mãos ao peito para evitar que aquela peça caísse.
- Não te preocupes, está tudo bem. - Disse a Rute, docemente.
Voltou a beijá-la enquanto puxava lentamente o soutien para baixo.
O Carlos aumentava a intensidade com que se roçava em mim, à medida que o dedo aumentava a cadência do vaivém.
E os suspiros. E os gemidos. O líquido seminal dele escorria-me pelas costas. O meu líquido seminal escorria-me pelos testículos até aos lençóis, que sentia molhados.
O soutien finalmente caiu, expondo os belos seios daquela mulher.
Pareciam-se com os da Maria, mas neste momento penso que qualquer figura do corpo feminino se parecesse com a minha esposa.
A Rute levou a mão a um peito indefeso.
Suavemente, pegou nele e acariciou-o docemente, à medida que a beijava carinhosamente.
A mulher parecia estar a baixar as defesas. Começava a retribuir alguns beijos, e já não procurava evitar o contato nos seus seios, como de início.
Dei por mim a pensar que se fosse um homem em vez da Rute, por esta altura aquela mulher estaria totalmente nua, com mão a explorá-la por todo o lado. Isto fez aumentar a minha excitação e, consequentemente, a dor, o que me fez deixar de estimular os mamilos.
O Carlos apercebeu-se imediatamente. Aumentou a cadência do vaivém e com a mão livre começou a estimular-me um mamilo.
- Brinca com o outro. - Ordenou.
Comecei a gemer mais alto, impotente para conseguir controlar a dor. E o prazer envergonhado. Ao contrário de Carlos, cujo orgasmo estava iminente, o meu era apenas uma miragem.
Rute chegou finalmente ao mamilo da mulher, que estremeceu com o toque, chegando-se para trás para o tentar evitar.
- Shuuuu… Está tudo bem. Está tudo bem. - Disse a Rute, dando um passo para se voltar a juntar a ela, voltando a beijá-la carinhosamente.
A mão voltou ao mamilo. A mulher estremeceu novamente, à medida que a sua respiração começava a ficar ofegante.
Rute aproveitou a deixa. Inesperadamente, apertou com firmeza os dois mamilos àquela mulher, o que a fez soltar um grito de prazer, à medida que o seu corpo estremecia, e manteve-os apertados durante alguns segundos, enquanto a mulher revirava os olhos de êxtase e dor.
O Carlos fazia agora um movimento ritmado, entre um dedo no meu ânus, outro no mamilo e o seu pénis nas costas.
E gemia, gemia, gemia. E eu também.
Estava quase.
Finalmente a Rute libertou-lhe os mamilos, ao que se seguiu novo beijo carinhoso, plenamente correspondido, que lhes permitiu abrandar um pouco as batidas cardíacas.
Dirigiu a mulher para a cama, deitando-a de costas, exibindo-nos a nós, espectadores, dois belos seios, com mamilos eriçados, ávidos de estímulos e prazer.
Rute pôs-se por cima, começando com um longo beijo naquela boca sedenta, e desceu vagarosamente, primeiro pelo pescoço, e depois até àqueles maravilhosos seios.
Enquanto beijava um seio, explorando-o com a sua boca e língua, acariciava o outro. Sempre sem pressa.
Quando finalmente chegou ao mamilo, a mulher começa a aumentar o ritmo dos seus tímidos gemidos. Percebendo-a no ponto, começou a mordiscar um mamilo enquanto que com a mão lhe apertou o outro. A timidez esvaiu-se.
Agora gemia descontroladamente, enquanto o seu corpo se mexia em movimentos sem nexo.
Eu gemia e o meu corpo mexia-se também em movimentos sem nexo.
O Carlos gemia, gemia, gemia, até que explodiu num orgasmo violento.
Esfregava-se vigorosamente contra as minhas costas enquanto o dedo no ânus me empurrava contra ele, causando-me alguma dor, que felizmente fez diminuir a ereção do meu pénis aprisionado.
Aliviado, o Carlos deixou-se ficar imóvel, agarrado a mim.
- Podes tirar o dedo? - Perguntei. - Está a magoar.
- É porque estás seca, querida.
O Carlos tirou o dedo e espalhou nele mais lubrificante, introduzindo-o novamente.
- Vês? Agora já não dói!
- Sim… - Respondi, bem sabendo que não adiantava dizer o que quer que fosse em contrário.
De volta aos lábios daquela bela mulher, Rute ordenou que lhe retirasse o soutien.
Embora a mascarilha não me permitisse ver-lhe a expressão, aparentava vergonha enquanto desapertava o soutien da Rute, expondo as suas pequenas, mas muito bem delineadas mamas.
De seguida, levou-lhe uma mama à boca, com um mamilo que estava, sem qualquer tipo de dúvida, duro como rocha.
De início a mulher manteve-se imóvel, obrigando Rute a fazer movimentos em círculos com seu mamilo à volta dos lábios dela, de forma a incentivá-la a beijá-los.
Ao fim de algum tempo começou timidamente a beijar ao de leve o mamilo. Parecia ser a primeira vez que o fazia.
Com o tempo, mostrou-se mais confortável e começou a mordiscá-lo.
- Pega-lhe com as mãos. - Disse.
Era agora vez da Rute a gemer às mãos daquela mulher.
- Isso, querida, assim, continua, não pares. - Dizia, enquanto se roçava nela, que permanecia imóvel.
Estiveram assim durante algum tempo, o suficiente para os dedos do Carlos voltarem a trabalhar: um no ânus, outro no mamilo, deixando-me mais uma vez sem saber o que fazer para controlar a ereção.
A Rute pôs-se de joelhos e começou a tirar as enormes cuecas da mulher, que desta vez lhe facilitou a vida.
Quando terminou nem tive tempo para uma reação de espanto, porque os movimentos dos dedos do Carlos se intensificaram consideravelmente, estimulando o meu ânus e o mamilo, já longamente torturados.
- Olha o que ela não dava agora para eu lhe esfregar a cona e o bico da mama como faço contigo.
Num primeiro momento tinha tirado os olhos da televisão, mas quando me foquei novamente nela, até se me arregalaram os olhos.
A mulher estava com um cinto de castidade. Em bom rigor, nem sei porque fiquei espantado.
- Alegra-te. - Disse a Rute. - Já vou começar a foder-te.
Pôs-se em posição de 69 por cima da mulher, exibindo-lhe bem perto da sua cara a sua lingerie minúscula, enquanto lhe retirava o cinto de castidade.
A mulher permanecia imóvel, com a cueca ensopada da Rute praticamente colada à sua boca.
Quando a Rute lhe retirou finalmente o cinto de castidade, começou a estimular-lhe o clitóris em círculos, tornando os seus abundantes pelos púbicos esbranquiçados, tal a quantidade de secreções que lhe brotavam da vagina.
Ao fim de algum tempo começou a soltar breves gemidos, movimentando a anca para potenciar os estímulos que lhe eram conferidos pela sua parceira, ou lá o que fosse.
- Seria a Rita? - Pensei.
- Tira-me as cuecas. - Disse-lhe a Rute.
Enquanto a mulher lhe retirava as cuecas encharcadas, virando a cara de lado, não fosse a Rute sentar-se em cima dela, aumentavam os sons dos suspiros e gemidos.
Entretanto a Rute resolve virar-se para a mulher e volta a beijá-la apaixonadamente, introduzindo-lhe de seguida dois dedos naquela vagina desesperada, começando um vaivém desenfreado, que o Carlos acompanhou em mim.
- Fode-me também. - Disse a Rute.
Ela introduziu-lhe um dedo na vagina.
- Põe outro.
O Carlos começou novamente a esfregar-se em mim, puxando-me contra ele através do meu ânus já muito massacrado.
As mulheres gemiam e suspiravam de prazer, tal como o Carlos, aproximando-se todos do orgasmo.
Eu gemia e arfava de desconforto, dor, ereção em castidade, humilhação, e, embora estivesse desesperado por um orgasmo, não conhecia o caminho para lá chegar.
E todos explodiram num barulhento orgasmo, comigo a ver.
Novos jatos de sémen esbarraram nas minhas costas, urros ao meu ouvido, enquanto o meu mamilo e ânus eram torturados. Não aguentava mais.
- Já chega, para, por favor. - Supliquei.
- A culpa é das gajas, que não há maneira de pararem.
- Já não aguento mais, deixa o meu rabo por favor.
- Tens a aprender, querida, estou farto de te dizer. A tua cona veio ao mundo para ser usada por mim. Tens de aprender a controlá-la.
- Por favor!
- Agora cala-te. Vamos continuar a ver.
Parou com o vaivém, mas deixou o maldito dedo lá dentro.
As mulheres, depois de pararem por uns segundos, voltaram a beijar-se serenamente durante muito tempo.
- Agora vais ver como partilhamos os nossos fluídos.
Rute sai de cima da mulher, levanta-lhe uma perna, e encaixa-se nela, juntando as suas vaginas todas besuntadas, e começa a roçar-se nela, fazendo uma deliciosa tesoura.
Como sempre, os movimentos mais frenéticos das mulheres, aumentavam a intensidade dos movimentos do Carlos em mim, e aquilo que inicialmente era essencialmente desconforto, tornou-se agora em dor.
No meio daquele frenesim, a Rute retira a mascarilha da cara da mulher.
- O quê? - Disse, atónito, à medida que me tentei levantar.
O Carlos estava evidentemente à espera e segurou-me vigorosamente, não me deixando mexer.
A outra mulher era a Maria. A minha esposa!
- O que é que ela está ali a fazer?
- Explicámos-lhe a situação em que te encontras e que ainda não sabes ser uma mulher. Não sabes como é que te vens. Ela está a aprender a foder com fêmeas, para poder vir aqui foder contigo.
O Carlos mostrava-se genuinamente feliz, enquanto dizia aquelas palavras.
E eu já não tinha forças para tentar contestar.
Aquelas palavras tiveram o condão de excitar novamente o Carlos, começando novamente roçar-se em mim e a estimular-me.
Outra vez.
Nisto ouço a Maria e a Rute a atingirem novo orgasmo, empurrando-se uma contra a outra feito loucas.
O Carlos continuava a roçar-se, enquanto eu me deixava ficar imóvel, inerte, resignado.
- Foi bom? - Perguntou a Rute, enquanto se deitava ao lado dela, dando-lhe um beijo de seguida.
- Sim.
- Sim o quê? - Perguntou com um sorriso.
- O sexo.
- Qual parte?
- Todo.
- Já alguma vez estiveste com uma mulher?
- Acabei de estar!
- Não, não.
- Como assim?
- Ainda não comeste uma mulher.
A Maria estava a ver o caminho que a conversa levava e não respondeu.
- O acordo era que me comesses.
- Mas nós fizemos amor!
- Mas não me comeste.
- Rute, ainda não estou preparada. - Disse, ao fim de algum tempo, suplicante.
- Tu é que sabes.
O Carlos, já cansado, parou, encostando o seu queixo ao meu ombro.
Ao fim de alguns minutos e outros tantos suspiros, Maria exclamou, finalmente.
- OK.
Dirigiu-se com nítida relutância para a vagina encharcada da Rute, mas esta interrompeu-a.
- Não é assim que se faz. É uma viagem. Começas nuns lábios e acabas noutros. O fim é bom mas o prazer está no caminho.
- OK. - Disse novamente, enquanto se voltava para a Rute.
Esta ajeitou-a por cima de si, conduzindo os lábios de Maria aos seus.
Inicialmente, os beijos da Maria pareciam um pouco mecânicos, mas, percebendo isso, Rute começou a acariciar docemente aquela mulher.
Primeiro as costas, depois desceu até às nádegas, voltou a subir, lentamente, terminando a acariciar romanticamente os seios da minha mulher, que, a julgar pela respiração, reagiu ao estímulo.
Carinhosamente, Rute empurrou a cabeça da Maria para baixo.
Esta não ofereceu resistência e viajou até aos seus lindos seios, cujos mamilos se encontravam novamente duros.
A Maria parecia querer aplicar aos seios da Rute o mesmo tratamento que recebera nos seus. Primeiro puxões, depois beijos e mordiscadelas, até deixar a sua parceira louca de desejo, bem patente nos seus audíveis gemidos.
E o Carlos recomeçava a esfregar-se.
Finalmente Rute empurrou novamente a cabeça de Maria para baixo.
Esta foi descendo muito lentamente, até chegar bem perto do poço dos desejos da sua parceira.
Nunca tinha estado tão perto de uma vagina, e não sabia como continuar.
Tentou, por várias vezes, beijá-la, mas sentia repulsa por aquela vagina. Por todas as vaginas. Pela forma, pelo cheiro.
A Rute parecia já não ter paciência para esperar, e pegou nas faces de Maria e levou-a até aos seus pelos púbicos, bem perto da vagina.
Maria respirou fundo, fechou os olhos e beijou-os com os lábios.
- Isso, continua.
Mais uma estocada mais forte do Carlos.
Maria deu um e outro beijo, até que Rute a conduziu um pouco mais para baixo.
Mas alguns beijos, e mais para baixo outra vez.
Tinha agora o botãozinho todo lambuzado à sua frente.
Era evidente que o odor forte que emanava daquela vagina a repugnava, mas tinha uma missão e não iria desistir naquele momento.
Fechou os olhos e beijou-a ao de leve no clitóris.
- Isso. Vês? Não tem mal nenhum. Vá, outra vez. - Disse docemente.
Mais um beijo, depois outro, e outro.
- Sim, querida, disse por entre suspiros. Agora passa a língua…
Maria continuou a beijar ao de leve, enquanto tentava arranjar coragem.
Rute, desesperada, puxou a cabeça de Maria contra a sua vagina, enquanto de arqueava um pouco para potenciar o contato.
- A língua, vá, a língua. - Suspirava.
E finalmente soltou a língua, enquanto a Rute se esfregava nela com luxúria.
Largou-lhe a cabeça e instruiu-a a fazer sozinha.
A custo, Maria foi acariciando o clitóris da Rute com a ponta da língua.
- Agora mete-a na cona.
Não havia como resistir. Maria respirou fundo e introduziu a língua dentro da vagina melada da Rute, que arfava de excitação e prazer, que ia instruindo a sua parceira:
Mais fundo, mais fundo, agora para o clitóris, em círculos, agora mais fundo…
Estava a comê-la, sentia o seu calor, o seu odor, o seu sabor.
- Estou quase, estou quase… põe um dedo dentro…, e a língua no clitóris…Não pares…, sim…, continua…, continua…
Até que explodiu num orgasmo épico.
Rute segurava a cabeça de Maria com as pernas, enquanto lha puxava contra a sua vagina faminta, completamente em transe.
Maria acabara de aprender a comer uma mulher.
O Carlos libertou-me finalmente e deitou-se na cama de costas para baixo.
- Põe lubrificante no meu caralho e esfrega-o com a tua cona. E olha-me nos olhos para nos virmos juntos. - Ordenou.
Assim fiz. Pus-me sobre ele e masturbei-o com o meu ânus dorido, esfregando-me nele, enquanto ele me estimulava os mamilos.
Ao contrário do habitual, o orgasmo do Carlos chegou em segundos, e pareceu tão sublime como a criação do universo.
Como pode ter um terceiro orgasmo assim tão forte?
Não me foi permitido lavar-me nem limpar a cama. Eram os fluidos do meu homem, não fazia mal, dizia o Carlos.
Resignei-me. Amanhã seria outro dia.
