A minha vida de fêmea - Cap. V

  • Temas: gay, transsexual, lesbica, bissexual, prisao, humilhacao
  • Publicado em: 01/04/26
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  • Autoria: jcb0909
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Private Muse

CAPÍTULO V


De volta à cela, o Carlos não perdeu tempo.

Empurrou-me contra a parede e começou a beijar-me apaixonadamente.

Pegou-me nas mãos e encostou-as às suas nádegas.

De seguida segurou-me pela cintura e apertou-me contra ele, sempre a beijar-me.

Eu permanecia imóvel, apenas retribuindo, a contragosto, os seus beijos ardentes.

A sua respiração ofegante misturava-se com a minha, deixando-me quase sem ar.

- Puxa-me contra ti. - Disse, à medida que começava a desabotoar-me as calças.

Puxei-lhe as nádegas vigorosamente, tentando impedir que o Carlos me tirasse as calças, mas esta ação só o excitou ainda mais, soltando de imediato um gemido de prazer.

Com os botões desapertados e o caminho livre, começou a deslizar uma das mãos por dentro das minhas cuecas de encontro aos meus pelos púbicos.

Com a outra começou lentamente a desapertar-me a camisa, enquanto ia soltando gemidos enquanto me beijava. Ora me mordiscava os lábios, ora os chupava. A sua língua enrolava-se com a minha, explorava incansavelmente os meus lábios e toda a boca.

Eu estava de olhos fechados à espera que aquilo passasse, mas cada segundo parecia-me horas.

Quando finalmente acabou de desapertar a camisa disse:

- Estou com tanta vontade de te foder, querida…

- Não, por favor. – Supliquei. - Não estou preparado… preparada…

- Tudo a seu tempo querida, tudo a seu tempo.

Tirou-me a camisa e empurrou-se para a minha cama. Depois puxou-me de uma vez as calças e cuecas. Colocou-se por cima de mim e tirou a camisa.

Começou novamente a beijar-me enquanto se roçava sobre mim, ofegante.

Cada vez o fazia mais intensamente, mais descontroladamente.

- Puxa-me as nádegas contra a tua cona, Joana, com força, com força… - disse por entre gemidos.

Puxei-lhe novamente as nádegas contra mim, o que fez aumentar instantaneamente o som dos seus gemidos.

- Mexe-te, mexe-te…

Sentia o seu pénis a querer explodir dentro das suas calças, à medida que sentia que o seu orgasmo estava eminente.

Mas o Carlos parecia não ter pressa.

Levantou-se e tirou as calças, mostrando as suas cuecas completamente molhadas.

Tirou-as e voltou a sentar-se por cima de mim, sobre o meu abdómen. Depois apertou as suas pernas contra mim de forma a prender-me os braços.

O seu pénis saltitava no meu peito, espalhando o líquido seminal sobre ele. O seu odor era intenso, estranho, desagradável.

Eu tentava afastar a cara o mais possível do seu pénis, à medida que continha a respiração, procurando evitar sentir aquele odor.

- Não, não - balbuciei, sabendo perfeitamente que era inútil.

Ato contínuo, o Carlos pegou nas suas cuecas molhadas e dirigiu-as à minha cara.

Virei-a de lado o mais que pude, tentando impedir os seus intentos.

- Olha para mim, Joana. - Disse enquanto esfregava ao de leve o seu pénis no meu peito. - Sentes o meu caralho todo molhado só para ti? Agora partilhamos tudo, querida. Vá vira-te para mim.

Sabia que era inútil resistir. Virei-me para ele e fechei os olhos.

Logo de seguida comecei a sentir aquele odor, agora mais intenso, junto de mim.

Prevendo o que se seguiria, cerrei a boca com os lábios para dentro.

- Não, querida, lábios para dentro não. Deixa passar-lhes com o meu suminho.

Obedeci, resignado.

Sentia as cuecas molhadas do Carlos a deslizar nos meus lábios, de um lado para o outro, deixando-os húmidos com o seu líquido seminal. A certa altura fez mais pressão, esfregando as suas cuecas nos meus dentes.

- Isso querida, prova o meu suminho. Vais ver que gostas. - Dizia o Carlos, enquanto eu me mantinha de dentes cerrados, procurando evitar que colocasse aquelas cuecas na minha boca.

Eu estava tenso, de punhos cerrados e olhos fechados.

Finalmente parou com aquilo e chegou-se mais para cima, colocando os seus testículos por cima de mim.

- Beija-me os colhões, querida.

Abri os olhos. O Carlos estava com os testículos bem à frente da minha boca. Conseguia ainda ver o seu pénis a saltitar, todo babado.

Dei-lhe um beijo ao de leve o escroto.

- Foda-se! - Disse, irritado - Quando é que começas a fazer as coisas como deve ser à primeira? Vou ter que me chatear?

- Desculpa…

Respirei fundo, e comecei novamente a beijá-lo.

Primeiro passando-lhe ao de leve com a língua, depois com pequenos chupões.

- Suga-me uma bola, querida, devagarinho... - Disse por entre suspiros.

Abri a boca o mais que pude e abocanhei um testículo.

- Isso… Agora chupa-o, devagarinho.

A sua respiração estava ainda mais ofegante, parecia que o orgasmo estava iminente, mas eu nem sequer lhe tocava o pénis, mas do Carlos já esperava tudo…

Enquanto fazia aquele ato mecanicamente, por entre o sentido de repulsa, os meus pensamentos vagueavam sem destino.

Que situação injusta. Ao mesmo tempo que estava com uma jaula de castidade, impedindo-me de obter um orgasmo, passava o tempo a proporciona-los ao Carlos.

De repente, chegou-se um pouco para trás e tentou introduzir o pénis na minha boca, mas rapidamente cerrei os dentes e os lábios para o impedir.

- Não cerres os lábios, querida.

Anuí, mantendo os dentes cerrados com todas as minhas forças.

O Carlos deslizava o seu pénis todo molhado nos meus lábios, de um lado ao outro.

O seu líquido seminal era tanto que trespassava os dentes e entrava na boca.

O odor era intenso.

Sentia um sabor salgado na boca. Não sabia se era do seu líquido seminal ou da transpiração, mas não via hora de acabar com aquilo.

Era repugnante.

Tinha vontade de cuspir, mas se abrisse a boca o seu pénis invadiria imediatamente a minha boca.

O Carlos parece que me leu os pensamentos e disse:

- Isso, querida, sente o meu sabor. Não cospe, não cospe… É tudo para ti está bem?

Depois levantou-se ligeiramente, libertando-me os braços, e ordenou:

- Acaricia-me até ao fim. Como deve ser.

Peguei-lhe no pénis com uma mão e comecei a masturbá-lo lentamente.

O Carlos baixou-se um pouco, deixando o pénis por cima da minha cara.

O seu membro estava duro como uma rocha e os seus gemidos eram cada vez mais fortes.

- Calma. Mais devagar, querida, devagarinho…

Pegou-me na outra mão e guiou-a até aos seus testículos, que comecei a acariciar.

- Quando chegar a hora, quero vir-me na tua cara, querida. Todo o meu suminho é para ti.

Naquele momento tinha o pénis praticamente colado a mim.

De tempos em tempos, por entre os gemidos, caiam umas gotas de líquido seminal na minha cara.

O Carlos estava quase a chegar ao orgasmo e resolveu começar a dar instruções.

- Isso amor, assim, assim... - Dizia o Carlos por entre gemidos à medida que começava a fazer pequenos movimentos de vaivém.

- Tudo para ti, tudo para ti… Não vira a cara… Tudo para ti...

- Mais rápido, mais rápido.

Finalmente o Carlos soltou a tensão acumulada, ejaculando abundantemente na minha cara.

Estava de olhos e boca fechados. Ouvia os gemidos de prazer do Carlos, acompanhados de incessantes jatos quentes dirigidos contra a minha face.

Não sei durante quanto tempo o Carlos esteve a ejacular sobre mim. Pareceram-me horas.

Tinha esperma por toda a minha cara. Não podia abrir a boca para respirar porque também havia esperma nos meus lábios, o que me obrigava a respirar pelo nariz, tornando o seu cheiro ainda mais intenso.

Eu só queria que aquilo acabasse rápido para poder sair dali e me poder limpar, mas o Carlos não tinha pressa.

Ao fim de uns momentos de repouso pegou na base do seu pénis quente e com ele começou a espalhar o esperma que tinha sobre mim.

- Isto é o resultado do meu prazer, querida, estás cada vez melhor.

Carlos entreteve-se durante uns minutos a espalhar o esperma pela minha cara, uma e outra vez.

- Olha o que fizeste querida, deixaste o meu caralho todo sujo. Tens de o limpar, não é?

Finalmente abri os olhos, à medida que o Carlos saía de cima de mim.

Limpei-lhe o pénis com o lençol.

- Muito bem, querida. Vou para a minha cama. Vai lavar-te e depois vem ter comigo. Não te demores.

Fugi dali tão depressa quanto pude.

Tinha a boca cheia de saliva que não quis engolir, fazendo com que o gosto dos fluidos do Carlos se tornasse agoniante.

Cuspi tudo na bacia da casa de banho. Uma e outra vez.

O esperma que ficara na minha cara escorria corpo abaixo.

O sabor e o cheiro eram intensos e teimavam em não desaparecer.

De seguida lavei os dentes rapidamente e meti-me debaixo do chuveiro. Deixei-me lá ficar durante alguns minutos enquanto ensaboava e enxaguava a cara repetidamente.

A certa altura ouvi o Carlos:

- Joana, despacha-te!

- Já vou, está quase.

Quando saí do banho lavei novamente os dentes.

Já me sentia melhor, mas tinha ainda a sensação de que estava sujo.

- Joana!

Enrolei-me na toalha de banho e fui ter com o Carlos.

- Tira isso e vem para aqui comigo.

Atirei com a toalha para o chão e deitei-me na ponta da cama dele.

- Muito bem, querida, muito bem. Tens de aprender a corresponder sem que tenha que estar sempre a dizer-te o que fazer, está bem?

- Sim…

- Então?

Aproximei-me dele e beijei-o, ao que me puxou vigorosamente contra ele e retribuiu com beijos apaixonados.

Pensei que ia começar tudo novamente, mas enganei-me.

O Carlos saiu de cima de mim, pôs-se de lado virado para mim e disse:

- Vira-te, vamos dormir em conchinha.

Virei-me, pensando que naquele momento era o melhor que me podia acontecer.

O Carlos pôs o braço por cima de mim e começou a acariciar-me os pelos púbicos.

- Tens os pelos muito grandes, temos de os aparar.

E ficou ali alguns minutos até adormecer.

Por hoje acabou, pensei.


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