Cecília - minhas confissões – parte 3
- Temas: Personal, vizinha casada, shopping, outra mulher, tesão
- Publicado em: 12/01/26
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- Autoria: new_lorde
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Como venho relatando, essa viagem à Europa para uma segunda lua de mel, se transformou numa grande revelação para mim, quando meu marido expôs seu desejo de ser corno. Certa de que era isso mesmo que ele queria, acabei confessando uma aventura que tive anos antes com o meu personal. No conto anterior eu revelei ao meu marido, até o momento em que o personal gozou na portinha da minha buceta, não conseguiu meter de tanto tesão e ao revelar isso meu marido gozou na punheta, como bom corno manso.
O curioso é que, a princípio eu tinha me recusado a chama-lo de corno, achando que era muita humilhação, agora sinto até um certo prazer em trata-lo assim, mesmo porque ele adora. O gozo do meu marido foi tão intenso que sua respiração ficou entrecortada, seu peito arfando, cheguei a ficar preocupada:
- Amor, você está bem?
Ele fez um gesto com a cabeça dizendo que sim. Se no começo eu tinha um certo receio em contar os detalhes da minha aventura, agora eu estava tranquila, o sorriso e olhar apaixonado do meu marido era o sinal que ele não estava bravo comigo, pelo contrário, feliz.
O corpo dele estava suado, eu precisava tratar bem daquele homem que eu amava tanto e agora mais ainda, por ter desabafado algo que me consumia, ele ter ficado feliz e de hoje em diante não ser necessário esconder mais nada. Fui até o banheiro, umedeci uma toalha e comecei a passar no seu corpo. Eu fazia isso encantada em saber o tesão que ele sentiu ao ter conhecimento da minha aventura e dos detalhes que contei. Seu olhar sobre mim era de pura paixão:
- Eu te amo muito querida – ele disse de forma carinhosa.
- Mesmo depois de eu ter te contado tudo isso, de como traí você? Confesso que se fosse o contrário eu mataria você.
Fomos tomar banho juntos. Ele saiu antes e deitou pelado na cama. Terminei de me secar no quarto, em frente à cama, com gestos sensuais, caprichando em mostrar a bunda e a buceta, para o olhar faminto do meu marido:
- Caralho, como você é linda amor, linda e puta, do jeito que eu gosto.
Eu sorri e não tinha vontade de estragar nada, mas ainda estava muito curiosa:
- Juro amor, está sendo maravilhoso, mas ainda não entendo esse seu desejo de me ver com outros.
- Quando voltarmos para casa vamos entrar na internet e vou te mostrar que esse desejo reina para muitos homens casados e mais, secretamente faço parte de um grupo de homens que gostam de partilhar suas esposas.
Respirei fundo e disse:
- Me parece que esse é um mundo de mentiras e traições – expressei minha opinião.
- Você não está totalmente errada, olha seu caso, depois de quanto tempo veio me contar sua pulada de cerca?
- Três anos, mas acredite, isso me consumia.
- Aí está a prova, três anos de mentiras e traição – ele disse sorrindo.
Confesso que cheguei a pensar que ele estivesse magoado comigo, mas não, seu olhar de paixão sobre mim denunciava o quanto ele estava feliz.
Eu fiz uma correção:
- Não acho que foram mentiras, nunca menti para você, apenas omiti.
- São pontos de vista e não posso deixar de concordar em parte com você, mas me responda, se tivesse ocorrido o contrário e eu omitido minha traição, seria perdoado?
- Nem fodendo, já falei para você que não tenho vocação para ser corna.
Ele estava deitado e mexendo no seu pau duro. Sentei na sua frente com as pernas cruzadas, deixando minha buceta bem à mostra e falei:
- E aí corninho, quer saber o que mais aconteceu lá na academia?
- Pode apostar que sim, agora mesmo.
Ele sorriu e falou:
- Você contou até o momento em que ele gozou na portinha da sua buceta.
- Isso mesmo, mas o mais complicado eu não te contei ainda.
- Chegou a hora.
- Pensávamos estar sozinhos na academia, mas não estávamos.
- Puta que pariu, que porra foi essa?
- Uma porra que você vai ficar de boca aberta, sabe aquela loira boazuda do quinto andar lá do nosso prédio?
- Sei.
- Ela mesma, estava lá com o personal dela.
Ele arregalou os olhos e quis saber:
- Ela é casada também, não?
- Assim como eu.
- Eita, então o marido dela também é corno.
Eu ri da dedução lógica:
- Com certeza, só fica a dúvida se ele é manso como você.
- Precisamos descobrir, mas o que aconteceu lá na academia quando ela chegou?
Adoro a curiosidade do meu marido:
- Foi engraçado, para não dizer trágico, eu sem calça abraçada ao meu personal e ela só de shortinho com os peitos de fora e que peitos, empinados.
-Ela falou alguma coisa?
- Nem ela, nem eu, aliás, nenhum dos quatro falou nada, ficamos mudos, não tinha o que falar né.
- Que situação amor, você deve ter ficado preocupada.
- Na verdade não fiquei, afinal ela também é casada, nós duas estávamos fazendo coisa errada.
- Que foda hein, quebrou o barato das duas.
Eu sorri e continuei:
- Muito pelo contrário, meu tesão ficou mais acesso ainda, só de saber que alguém estava me olhando.
- Mas é uma putinha mesmo.
- Naquele momento as duas eram, a safada se encostou na parede ao meu lado, tirou o short e chamou o personal dela, que aliás estava pelado e de pica dura.
- Mulher casada em academia com personal, marido em casa com chifre – meu marido disse sorrindo.
- Não vou dizer todas, mas uma boa parte faz isso mesmo.
Só de lembrar minha buceta estava melada e meu marido morrendo de tesão com a minha aventura:
- Sabe amor, se ela estava pelada, eu também quis ficar, já estava sem calça, então tirei o top.
- O cara deve ter ficado louco com seus peitos.
- Ficou mesmo, tanto que começou a mamar neles e a vizinha olhando.
- O personal dela não fez nada?
- Fez sim, ficou de joelhos e começou a chupar a buceta dela.
- Que sacanagem boa hein.
- Nem te conto, é muito tesudo ver alguém transando do seu lado.
Lembro de cada detalhe como se fosse hoje:
- O mais curioso é que parecia haver uma competição entre nós duas, quando ela ficou de joelhos para chupar o pau do cara, eu não quis ficar atrás e fiz o mesmo.
- Mamou no seu personal?
- Sim, eu estava morrendo de tesão e você sabe como gosto de chupar uma pica.
- Sei bem.
- E vou te dizer amor, foi bom hein, aquele pau grosso entrando na minha boca, fiz uma chupeta babada, lambi o cacete inteirinho, as bolas, suguei uma de cada vez, o cara delirava, eu mamava e olhava para o lado para ver o que a vizinha estava fazendo e você não vai acreditar, ela engoliu o cacete todinho e vou te dizer, o cara era bem servido.
Meu marido estava ofegante, seu tesão era visível:
- Você não conseguiu engolir o seu todinho?
- Não amor, pau dele era muito grande, tentei, mas engasguei e deu ânsia.
- Ele gozou na sua boca?
- Ainda não, eu estava fora de mim, não pensava em mais nada, minha buceta chegava a pingar de tão molhada e a vizinha ali, do meu lado, eu vendo tudo o que ela fazia, assim como ela também não tirava o olho de mim.
- Porra, estavam competindo.
- No fundo acho que sim, mas ela ganhou né, não consegui engolir a minha rola inteira e ela sim.
Ele sorriu e me tranquilizou:
- Isso não quer dizer nada, sei que o cara ficou satisfeito com sua mamada.
- Acho que sim e mamei viu, até que ouço a vizinha dizer: “vamos dar para eles?”.
- Ela quebrou o silêncio.
- Sim, eu tirei o pau da boca e concordei com ela, parece até que ensaiamos, nós duas apoiamos as mãos na parede, abrimos as pernas, empinamos a bunda e pedimos para eles meterem.
Meu marido batia punheta enquanto me ouvia:
- Amor, você não faz ideia, o personal chegou por trás, pincelou a rola na minha buceta, encostou a chapeleta na portinha e forçou, caralho que coisa boa, o pau foi me alargando toda, senti minha buceta completamente preenchida, nunca tinha sentido sensação igual.
- Melhor do que quando eu meto em você?
Seu olhar era de súplica, mas eu entendi o que ele queria ouvir e fui sincera:
- Não vai ficar chateado comigo?
- Claro que não, pode falar a verdade.
- Melhor viu, quando ele começou a bombar então, foi divino.
Nesse instante meu marido parou a punheta:
- Se eu continuar vou acabar gozando.
- Então espera para gozar na buceta da sua putinha, quando eu terminar de contar.
- Continua.
- Olhei para o lado e a vizinha também estava sendo espetada, eu e ela gemíamos feitos duas cadelinhas no cio e os machos nos chamando de putinhas casadas, eu e ela ficamos nos olhando enquanto éramos fodidas.
- Eu teria dado qualquer coisa para ter visto a cena.
- Você ia ficar doido, principalmente quando eu e ela gozamos quase que ao mesmo tempo.
Só de lembrar fico toda molinha:
- Nós duas gozamos e eles não, ela perguntou se eu ia deixar gozar dentro, eu disse que não e ela falou que também não, sorrimos uma para o outra, ficamos de joelhos e mamamos os caras até eles gozarem nas nossas bocas.
- Engoliu?
- Eu e ela, tudinho.
- Caralho, que mulherzinha mais safada eu tenho.
- Não gosta?
- Adoro e depois?
Não tinha muito mais o que contar:
- Fomos os quatro tomar banho, nos trocamos e fomos embora.
- Nunca mais conversou com a vizinha?
- Isso que é curioso, nos cruzamos na academia, lá nosso prédio, mas nunca tocamos no assunto.
- Você deu outras vezes para o personal?
- Ele bem que queria, mas nunca mais dei.
- Foi só uma vez mesmo.
- Pode acreditar que sim, tive medo de alguma coisa vazar e eu te perder.
Ele sorriu e disse que agora estava me intimando a ter outras aventuras. Nós dois não estávamos mais aguentando de tanto tesão e transamos loucamente. No dia seguinte meu marido quis voltar na praia onde o coroa flertou comigo, na tentativa de encontra-lo, mas não aconteceu. Meu marido ficou frustrado, queria me ver dando para o coroa, eu nem tanto, mas devo confessar que teria dado com prazer, afinal o cara era bem charmoso. Como não o encontramos, meu marido insistiu e eu topei em me exibir, várias mulheres faziam topless e eu fiz também, foi uma sensação deliciosa de exibicionismo.
Voltamos da viagem e os anos que se seguiram foram embalados pela aventura que tive. Meu marido fazia questão que eu revivesse cada momento, cada detalhe e isso era motivo de fodas intensas entre nós. Ele insistiu que eu tivesse outros casos, até tentamos, mas nunca achei alguém que me atraísse o suficiente para ir até o fim. Alguns meses atrás teve uma situação que realmente foi excitante, quando acompanhei meu marido a uma reunião de trabalho dele e passei o dia no shopping que era perto. Ao final do dia ele me pegou no shopping, mas esperei até à noite para contar a ele.
Já em nossa cama, nós dois pelados eu falei:
- Tenho uma novidade para te contar.
- Trepou lá no shopping?
- Mais ou menos, não foi com homem.
- Uma mulher?
- Sim.
- Me conta.
- Eu estava numa loja de lingerie e uma morena se aproximou de mim, dizendo que tinha peças lindas lá.
E na verdade tinha mesmo:
- Educadamente eu respondi que sim e ela puxou conversa.
- Era bonita?
- Normal, não era aquela beleza que chama a atenção, mas muito simpática.
- Nova?
- Da minha idade mais ou menos, compramos alguma coisa, saímos da loja juntas, fomos andando pelo shopping e almoçamos.
- Ela flertou com você?
- De certa forma, ela me olhava de uma forma diferente e quando terminamos de almoçar ela falou: “quer ir até minha casa, moro aqui perto, meu marido está viajando e meus filhos na fazenda dos avós”.
- Você foi?
- Falei que você logo terminaria sua reunião e passaria ali para me pegar.
- Se não fosse isso teria aceitado?
Pensei um pouco antes de responder:
- Nunca olhei para uma mulher com outras intenções, mas não vou mentir, algo nela me fez pensar em aceitar o convite.
- Eu teria gostado de saber no que daria.
- Não deu na casa dela, mas quando fomos ao banheiro juntas, ela me puxou para dentro o reservado, dizendo que precisava fazer xixi.
- Você foi?
- Ela me puxou, não tive nem reação contrária, ela levantou o vestido, baixou a calcinha, sentou no vaso e começou a fazer xixi.
Meu marido sorriu:
- Danadinha essa mulher hein, como ela chama?
- Maite.
- Bonito nome.
- Mas o curioso amor, eu estava de pé na frente dela e ao ouvir o som do xixi, eu fiquei excitada, sem que eu esperasse, ela puxa o zíper da minha calça, baixa minha calcinha e diz: “agora sua vez, também deve estar com vontade”.
- Estava?
- Até que sim e enquanto eu fazia, sem cerimônia ela levantou o vestido, pegou um pedaço de papel e só então se secou, não tive como não olhar para a sua buceta e um detalhe chamou minha atenção.
- Qual?
Fico excitada só em lembrar:
- Seu grelinho era enorme, saltado para fora dos lábios.
- Ficou com vontade de chupar?
- Não vou negar, deveria ser muito bom mesmo tê-lo na minha boca, mas eu acabei de fazer xixi, me sequei ainda sentada e quando fui subir minha calça ela não deixou.
- O que ela fez?
- Deslizou um dedo na minha racha, enfiou o dedo que saiu melado, eu estava excitada.
- Primeira vez que teve algo com outra mulher?
- Sim, ela tira o dedo, leva na boca, lambe e diz: “delícia”.
O pau do meu marido pulsava de tão duro:
- Sabe amor, muito embora estivesse excitada, eu também estava sem jeito, nunca tivera nada com outra mulher, não sabia como me comportar naquele cubículo, principalmente quando ela puxa o meu pescoço e me beija.
- Gostou?
- Diferente de beijar um homem, é mais calmo, terno, sublime, tanto que não resisti e retribuí o beijo, nossas línguas se tocaram ternamente, foi um beijo apaixonado viu.
- Imagino que tenha sido mesmo.
- Eu estava a ponto de me entregar, principalmente quando ela ficou dedilhando meu grelinho e sussurrando ao meu ouvido: “vamos lá para casa, liga para seu marido e diz que vai se atrasar”.
Ele suspirou e disse:
- Deveria ter ligado.
- Não vou negar, fiquei tentada, mas alguma coisa dentro de mim freou meu desejo.
- Ela deve ter ficado frustrada.
- Com certeza ficou mesmo e eu também fiquei, pode apostar nisso, fui com ela até seu carro no estacionamento, lá nos beijamos de novo e ela foi embora.
Nem é preciso dizer que eu e meu marido transamos loucamente e a todo instante falando na Maite.
Quando me despedi da Maite no shopping, ela pediu meu telefone, eu passei, mas nunca ligou. Foi uma situação totalmente inusitada para mim, jamais imaginei que um dia sentiria tanto tesão por outra mulher, principalmente como aconteceu, assim do nada. Pensando no caso, talvez a única vez que pensei em ter algo com outra mulher foi na minha adolescência, eu tinha uma amiga inseparável, daquela que contamos tudo uma para outra, segredinhos de meninas. Certa vez tive o ímpeto em beija-la, mas não aconteceu. O fato bom de tudo isso é que a Maite passou a ser o alimento do nosso tesão durante as transas.
Continua...
