Cecília - minhas confissões – final
- Temas: Amante, bunda, prazer, fantasia, vida que segue
- Publicado em: 15/01/26
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- Autoria: new_lorde
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Nosso casamento caminha cada vez melhor, nosso amor se consolidou de tal forma que passou a causar inveja em outros casais, alguns dizem:
- Como conseguem não se largarem um só momento.
Tenho amigas com o mesmo tempo de casamento que dizem não aguentar mais o marido, vivem reclamando de tudo e eu sempre só elogiando o meu. Em casa, a única coisa que sou cobrada é para ter novas aventuras. Não estou fechada a isso, até mesmo porque quero fazer meu corninho cada dia mais feliz, mas também não vou sair com qualquer um, tenho que estar atraída.
Continuo frequentado a mesma academia, mas meu personal agora é outro e decido que não haverá envolvimento com ele, apesar de ser um gato também. No entanto, a questão de um mês um novo homem apareceu para seus exercícios matinais. Maduro, acho que uns cinquenta anos, mulato, corpo atlético, braços fortes, coxas de jogador de futebol, grossas, pernas longas, além de ter feição muito bonita. Um detalhe que me chamou a atenção, é o fato dele não ter barriga alguma, malhado, sem ser bombado. É o tipo de homem que chama a atenção.
Sempre muito em vestido, certa vez ele estava num aparelho que eu pretendia usar. Na posição que ele estava, não pude evitar de olhar para a sua bunda maravilhosa, rígida, empinada, coisa de fazer inveja a muitas mulheres e ela estava ali, bem na minha frente, tenho fixação em bunda de homem, acho excitante. Envolvida na minha admiração, com um desejo incrível de tocar naquela bunda e de repente sou flagrada, ele me olhava pelo espelho à sua frente, fiquei sem chão.
Senti uma vergonha enorme, meu rosto corou e sai correndo dali, mesmo sem ter terminado minha série de exercícios, me troquei e fui embora. Não comentei nada com meu marido, achei que não merecia destaque naquele momento. Passados uns três dias, lá estava eu na lanchonete da academia quando o vejo entrar, nossos olhares se cruzaram, meu rosto queimou. Ele pegou seu lanche e o único lugar disponível era na minha mesa, ele se aproximou e perguntou:
- Posso sentar com você?
- Por favor, fique à vontade – eu disse envergonhada e com a voz trêmula.
Embora eu me sentisse atraída por ele, não sabia muito bem como me portar:
- Meu nome é Sandro, muito prazer.
- O meu é Cecília, encantada – eu falei quase que sussurrando.
Atento aos detalhes, ele percebeu meu incômodo e falou:
- Se preferir eu me retiro.
- Não por favor, desculpa meu jeito, é que sou casada.
- Estou vendo pela aliança, seu marido é ciumento?
Ah se ele soubesse da verdade:
- Não, claro que não, muito pelo contrário, ele é maravilhoso.
Ele sorriu e disse:
- Agora entendi.
- O que você entendeu – eu quis saber intrigada.
- Um homem maravilhoso só pode ter uma mulher maravilhosa – que galanteio mais gostoso.
Ele me olhou por uns segundos e continuou:
- No lugar dele eu teria, tem muito gavião que não perdoa uma mulher linda e sozinha.
Já mais confortável eu o desafiei:
- Você é um gavião?
- Não, sou apenas um homem que aprecia a beleza quando vejo uma.
Definitivamente ele sabe como conquistar uma mulher:
- Meu marido não tem com que se preocupar, ele sabe que o amo.
Ficamos ali conversando por pouco mais de uma hora e isso me fez lembrar de algo que assisti algum tempo atrás. Era um programa de TV, onde numa roda de pessoas entrou o tema traição, um homem da roda deu a seguinte explicação: “se minha mulher for para a cama com uma outra pessoa, eu não me sinto traído, agora, se ela conversar com ele por mais de uma hora, aí sim, pois houve afinidades”, achei interessante.
Fiquei sabendo que ele é divorciado, empresário e que mora numa chácara, num bairro nobre da cidade. Nos dias que se seguiram, passamos a nos encontrar sempre na academia e toda vez que estávamos perto, ele aproveitava para colocar a mão na minha cintura, ao fazer um comentário ou outro, isso fazia meu corpo tremer. Passei a usar tops mais curtos, assim minha barriga ficava mais exposta e o toque dele na minha pele me causava frisson, estava ficando cada vez mais interessada nele, mas não contei nada para o meu marido.
Toda vez que sentia o toque dele era inevitável, os bicos dos meus seios ficavam durinhos, ele percebeu isso e me olhava com cumplicidade, sempre com um sorriso maroto. Não sei explicar, mas quase sempre eu saía da academia com a bucetinha melada, tanto era a excitação que eu sentia. Uma certa intimidade entre nós vinha crescendo, talvez por isso, ao encontra-lo num restaurante onde almoçava com meu marido e filho, eu fiquei sem jeito quando ele se aproximou e me beijou no rosto, como era nosso costume. Apresentei meu marido que foi muito gentil e o convidou a sentar conosco, mas ele disse que estava esperando um amigo e se retirou para a sua mesa.
Quando ele se afastou, meu marido olhou para mim desconfiado, mas não disse nada, meu marido é muito esperto, com certeza ele estranhou o clima que se formou. Já no dia seguinte encontrei com ele na academia. Chegou me beijando como de costume e ousou:
- Seu marido me pareceu um cara super legal, fiquei balançado com meus objetivos.
- Que objetivos são ou eram esses – fui cautelosa.
Ele não recuou:
- Tê-la em meus braços, não só isso, tê-la por inteiro, estou muito atraído por você.
Apesar de já esperar por isso, meu coração disparou, eu sentia o mesmo e antes que qualquer arrependimento pude bater na minha porta, eu fui ligeira:
- Também estou atraída por você.
Ele segurou na minha cintura e propôs:
- Vamos sair daqui para um lugar mais discreto?
- Só se for agora – eu disse sem pensar muito.
Saímos no seu carro com vidros escurecidos, isso nos dava uma certa privacidade, longe de possíveis olhares curiosos. No primeiro semáforo que ficou vermelho ele me beijou. Um beijo delicioso, molhado do jeito que eu gosto, suguei sua língua invasora da minha boca, que tesão eu estava sentindo.
Quando o semáforo abriu, ele deu partida e com o coração disparado eu falei:
- Sabe que você é o terceiro homem que beijo na vida?
- Você só beijou três pessoas em toda a sua vida?
- Na verdade foram quatro, mas homem você foi o terceiro e ... – eu falei dando uma pausa.
Ele encostou o carro, segurou meu queixo e completou a frase:
- ... e uma mulher, que loucura Cecília, você é melhor do que imaginei.
- Surpresas acontecem – eu disse sorrindo.
Ele dirigiu até um motel que eu já conhecia com meu marido, muito luxuoso. Com piscina e até uma cascata. Apesar de não ser uma novata na arte da traição, eu estava insegura e ele percebeu isso. Me abraçou e pude sentir seu pau duro espetando meu ventre. Mais uma vez ele me beijou e sua boca me incendiou. Suas mãos corriam pelo meu corpo, apertou minha bunda do jeito que eu gosto e aquilo derrubou as últimas incertezas que eu tinha se devia estar ali, me entreguei.
Ele foi gentil:
- Fica tranquila, não faremos nada que não tenha vontade, mas eu afirmo, se fizermos tenho certeza que não vai se arrepender.
Nesse momento meu marido veio à minha lembrança, ele que tanto vinha me pedindo isso:
- Estou certa que sim, mas... – mais uma vez fiz uma pausa.
- Mas... – ele quis saber.
- Você vai ser o terceiro homem em toda a minha vida.
Ele sorriu e disse:
- Um tanto lógico, partindo do pressuposto que só beijou três.
Um novo beijo aconteceu e como os outros molhado. Ele parou de me beijar olhou nos meus olhos e falou:
- Posso fazer uma pergunta? Responda se quiser.
- Claro.
- Seu marido foi o segundo a te comer?
Respondi sem pensar nas consequências:
- Foi o primeiro.
Ele ficou me olhando por uns instantes, não disse nada, apenas sorriu.
Ele voltou a me abraçar, com aquele corpanzil todo e me senti acolhida. Ele cruzou suas mãos pela minha bunda puxando-me para cima, tirando-me do chão. Eu entendi o que ele queria e cruzei minhas pernas em torno do seu corpo. Nossas bocas coladas e minha buceta na altura do seu pau sentia toda a rigidez. Ele sabia como tratar uma mulher, com carinho, e passei a sentir uma enorme ternura por ele, me sentia segura na sua companhia. Eu estava completamente à vontade, parecendo até que já o conhecia de muito tempo. Acredito que essa sensação seja importante para toda e qualquer mulher, todo homem que entender isso fará uma mulher feliz.
Com meus braços em volta do seu pescoço eu quase implorei:
- Me leva para cama, faça o que quiser comigo.
Como seu fosse uma pena ele me deitou na cama, passou suas mãos desde os meus pés até chegar na base do meu top. Ele ficou olhando para mim, como se pedindo permissão. Levantei os braços e ele tirou a peça com delicadeza. Olhou para meus seios com avidez, levou as mãos, os acariciou e brincou com os biquinhos enrijecidos. Experiente, ele sabe como proporcionar tesão a uma mulher, sem pressa, com calma.
Ele tirou a camiseta e colou seu peito nu contra o meu, sua boca procurou a minha e eu tremi toda, era como uma carga elétrica me estimulando. Minhas mãos corriam pelo seu corpo, puxei seu short junto com a cueca e joguei no chão. Apertei sua bunda, meu Deus como é dura, fazia tempo que eu tinha vontade disso, apertei tão forte que ele sentiu:
- Gosta de uma bunda, não gosta?
- Gosto, mas a sua é linda demais, fiquei apaixonada por ela desde a primeira vez que vi.
- Ela é toda sua, divirta-se.
Eu sorri e deixei que ele soubesse:
- Pensou bem no que disse, não sabe do que sou capaz ou o que tenho vontade de fazer, depois não vá reclamar.
- Acredite, não vou reclamar.
- Olha.
- Você manda e eu obedeço.
Eu sorri, seria hoje que eu daria vazão aos meus desejos mais secretos? Ordenei:
- Fica de costas para mim.
Ele ficou e mais uma vez admirei aquela bunda linda, toda à minha disposição. Passei as mãos nela, que delícia. No passado tentei algumas vezes com meu marido, mas ele não gostou, a partir daí só fiquei na vontade mesmo, mas agora ia me divertir. Deslizei minhas mãos até suas coxas e voltei acariciando até chegar na bunda de novo:
- Está gostando? – ele perguntou:
- Estou adorando, mas a questão é, você também está?
- Não tenho preconceito algum, minha bunda também é uma fonte de prazer para mim.
Apesar de ser maduro, ele é um homem moderno, sua bunda é lisinha, sem pelo algum, toda depilada. Fiz ele separar um pouco as pernas e dessa forma pude ver um grande saco pendurado e por incrível que pareça, ainda não tinha visto sua rola, mas pelo tamanho do saco deduzi que deve ser grande. Continuei acariciando sua bunda até deslizar minha por entre as suas pernas e tocar no seu saco, apenas com quatro dedos, pois o polegar eu deslizei no seu rego até tocar no seu cuzinho. A reação dele foi imediata, empinou a bunda, claro sinal que tinha gostado.
Com o sinal verde, eu lambi meu polegar para lubrificar e voltei no seu cuzinho, agora exercendo uma leve pressão nas suas pregas, ele gemeu:
- Era isso que tinha vontade de fazer?
- Posso continuar?
- Fique à vontade.
Eu estava muito excitada com tudo isso, minha buceta melada, não tinha como parar. Forcei mais o polegar e ele entrou naquele cu mulato, naquela bunda que eu já amava. Ele rebolou no meu dedo feito uma putinha. Levei a outra mão até seu pau e levei um susto, não era muito grande, mas grosso, muito grosso, será que eu aguentaria?
Estava tão envolvida comendo aquele cuzinho gostoso quando ele diz:
- Melhor você parar, do contrário vou gozar antes do tempo.
Eu parei e pedi que ele ficasse de frente para mim, meu Deus, que rola grossa. Tenho uma amiga cujo marido, segundo ela, é assim e ela sempre diz: “se um dia experimentar uma igual, nunca vai querer outra”, será que ela tem razão? Eu estava hipnotizada olhando para aquele caralho, isso mesmo, aquilo que estava na minha frente é o que a gente pode realmente chamar de um senhor caralho. Ele me levanta pelos braços, se ajoelha na minha frente e com delicadeza tira minha calça, fico nua na sua frente, sem pudor algum.
Ele beija a minha barriga, passa a língua no meu umbigo, sinto minhas virilhas sendo lambidas, suas mãos apertando minha bunda e deliro quando ele lambe a minha racha, que loucura deliciosa. Abro as pernas para facilitar sua ação e ele suga meu grelinho, eu estava em transe, que homem meu Deus. Segurei na sua cabeça, puxei para cima, beijei sua boca e falei:
- Agora é minha vez.
Ajoelhei, acariciei aquela tora com as duas mãos, ainda não acreditando no que via, mas minha boca salivava. Eu queria sentir o sabor, esfreguei na minha cara, cheirei e abocanhei como pude, mal cabia na minha boca. Suguei com voracidade como jamais tivera feito antes, a dureza do pau era incrível.
Eu estava alucinada, lambi ele todinho, até seu saco, tudo muito lisinho, voltei a chupar a rola, minha vontade naquele momento era senti-lo gozando ali, ele gemeu, sinal que seu prazer era inevitável. Ele sussurrou que eu parasse, mas ignorei seu pedido e segurei seu saco com uma das mãos. Queria seu gozo na minha boca, por isso melei meu dedo na buceta e procurei seu cuzinho. Enfiei meu dedo médio todinho e isso foi fatal, ele gozou na minha boca. Apertei forte meus lábios em torno da pica e senti os jatos no interior da minha boca, eu não queria desperdiçar uma gota se quer e consegui.
Sem nojo algum eu engoli toda a porra do meu macho. Ele me ergueu, me deitou na cama e me beijou, ainda com resquícios da sua porra na minha boca, foi divino. Abracei ele forte, queria sentir seu corpo cobrindo o meu e quando ele o fez eu fiquei espantada, sua rola permanecia dura, enlouqueci. Abri minhas pernas e pedi:
- Me fode, soca esse caralho na minha buceta.
Levei uma mão ao pau dele e o direcionei para a portinha da minha gruta, ele disse:
- Preciso colocar a camisinha.
- Não, quero você no pelo, quero sentir o contato da sua pele me penetrando e se aguentar, sua porra na minha buceta.
Ele tentou argumentar, mas fui incisiva:
- Fica quieto e me foda.
Sem reclamar mais, ele atendeu meu desejo e forçou a chapeleta contra a minha buceta, aquela tora foi abrindo caminho, alargando minha xana que nunca foi acostuma com tal calibre, confesso, cheguei a sentir uma leve dorzinha, mas o prazer era maior. Ele metia e me beijava com aquela boca lasciva, molhada. Ele metia um pouco e tirava, foi assim até que entrou tudo e me senti completamente preenchida, muito mais do que quando o personal me comeu, um sonho.
Seu pau duro entrou e saiu de mim em movimentos cadenciados, contínuos. Sua rola grossa tocava no meu grelo a cada movimento, não resisti mais e subi aos céus num orgasmo como jamais havia sentido, sublime. Gozei, urrei, apertei seu corpo contra o meu, cravei minhas unhas nas suas costas e ele ficou ali, firme, permitindo que eu usufruísse do seu corpo. Ficamos assim por um bom tempo, sem que ele saísse de dentro de mim. Fui me recuperando aos poucos, seus carinhos e beijos me conduziram ao um novo estágio de excitação, eu queria ser fodida de novo.
Pedi para ele deitar de costas e cavalguei seu pau. Com as mãos apoiadas no seu peito eu quiquei como uma amazona, eu não estava me reconhecendo. Ele me puxava pela bunda, fazendo sua rola entrar fundo dentro de mim. Me esfreguei, rebolei e gritei de tanto tesão. Quando ele anunciou que logo gozaria, eu cavalguei com mais força e quando ele me puxou anunciando seu gozo, eu também gozei ao sentir sua porra dentro de mim. Me senti inundada, realizada como nunca tinha me sentido. Minha buceta se contraía em torno daquela vara poderosa, que tanto prazer me proporcionou.
Eu estava completamente saciada e o Sandro também. Tomamos banho, nos trocamos e fomos embora. Ao sair do carro ele perguntou:
- Vamos repetir isso outras vezes?
- Pode estar certo que sim.
Nos beijamos e fui para casa. Dirigindo meu carro eu estava confusa, tudo tinha sido muito maravilhoso, ele me tratou como mulher, como fêmea, me deixou completamente satisfeita e nesse instante meu coração bateu mais forte, já estava sentindo a falta dele, devo estar louca, ou seria apaixonada? Como revelar isso tudo ao meu marido?
Cheguei em casa nesse dilema, conto ou não conto, fiquei muito tempo refletindo sobre isso. Ponderei tudo e concluí que estava sim apaixonada pelo Sandro, lembrei do ditado: amor de pica fica, mas, ao mesmo tempo eu tenho a convicção que amo meu marido, são coisas bem distintas. No sexo com o Sandro, eu tive algo que não terei com o meu marido, ele não será capaz de me dar uma rola igual, mas, por outro lado, o Marcelo é completo em todos os sentidos, como homem, como pai, como marido, como companheiro e como cúmplice, não me vejo sem ele. Depois de muito refletir eu cheguei à conclusão que iria contar tudo, sem esconder nada, mas também decidi, o Sandro vai ser meu amante, se ele quiser.
Esperei meu marido chegar à noite, preparei um jantar a luz de velas, estávamos sozinhos em casa e escolhi nosso melhor vinho na adega. Vesti meu melhor lingerie e por cima um robe de tule completamente transparente, fiz o ritual perfeito para a minha revelação. Ele chegou, o recebi com um beijo caloroso, ele me olhou com aqueles olhos gulosos e quis saber:
- Meu Deus, será que mereço tudo isso?
- Isso e muito mais, agora vai tomar banho, deixei sua roupa em cima da cama.
Ele foi e pouco depois voltou vestido apenas com o robe curto que separei para ele, sem cueca.
Eu já tinha servido o vinho nas taças:
- Vamos brindar a que meu amor – ele perguntou.
- A você meu corninho.
Antes mesmo dele experimentar o vinho seus olhos brilharam com mais intensidade:
- Será que é o que estou pensando?
- Pensou no que corno – apesar de ser um desejo do meu marido ser tratado assim, isso também já me excitava.
- Saiu com alguém hoje?
- Saí, dei bem gostoso num motel.
Desconfiado que ele ficou quando conheceu o Sandro, ele foi certeiro:
- Foi o Sandro que te comeu?
- Foi.
- Imaginei que tivesse algo entre vocês.
- Até hoje não tinha acontecido nada, mas não vou negar a você, eu estava com tesão nele, ficou chateado em saber?
- Claro que não, não é isso que venho pedindo para você?
- É sim.
Sentamos para jantar e durante todo o tempo eu fui contando tudo o que aconteceu durante o dia e claro, meu marido tinha muitas curiosidades:
- Você gozou gostoso com ele?
- Nunca gozei igual na minha vida.
- Nem com o personal?
- Nem se compara.
Ele se calou por uns instantes, mas não resistiu:
- Nem comigo?
Agora fui eu que me calei. Servi mais vinho, respirei fundo e fui sincera:
- Não amor, nem com você.
Vi no seu semblante uma certa decepção, eu não queria estragar a noite:
- Você não tem me pedido sempre para ser sincera em tudo?
- Sempre.
- Então não vamos começar a construir uma nova relação baseada em mentiras.
- Você está certa, mas porque com ele foi a sua melhor foda?
Tomei mais um pouco de vinho e fui direta ao ponto:
- Ele tem uma rola maravilhosa, não é tão grande... – ele me interrompeu.
- Maior que a minha?
Porque será que os homens fazem tanta questão da comparação entre os tamanhos de rola, vai saber:
- Sim corninho, maior que a sua, mas o mais importante é na grossura, você não imagina como o pau do Sandro é grosso, alagou minha buceta de tal forma que fiquei com aquela sensação deliciosa de um preenchimento total.
- Então ele arrombou sua xereca.
- Podemos dizer que sim e isso você nunca vai poder oferecer para a sua putinha.
Vi a tristeza dele desaparecer quando sorriu, ele sabia que eu tinha razão e como recompensa eu falei:
- Fica tranquilo que vou continuar gostando da sua também.
Ele me olhou com um certo ar de preocupação e quis saber:
- Vai dar para ele outras vezes?
- Meu querido, tenha a mais absoluta certeza de uma coisa, eu amo você, não vou te deixar nunca, é com você que eu quero envelhecer, mas vou continuar sendo sincera, estou apaixonada pelo Sandro, foi paixão a primeira foda, por isso vou continuar saindo com ele, algum problema nisso?
Ele ficou pensativo, calado, não dizia nada e isso forçou a me posicionar:
- Muito calado então vou te dizer, não me force a tomar uma decisão e pode ser até que seja a errada hoje e me arrependa amanhã, mas nesse momento eu não conseguiria ficar sem transar com o Sandro.
Meu marido nunca foi muito emotivo, mas nessa hora uma lágrima escorreu dos olhos dele. Enxuguei com a mão, beijei seu rosto e não deixei me abater:
- Não insistiu para ser corno, acha que esse risco não poderia acontecer, aconteceu, então conviva com ele e me terá pelo tempo que quiser.
Por mais triste que ele pudesse estar, passei a mão no seu pau e ele estava duro. Abri o robe que ele usava, puxei minha calcinha de lado e sentei na sua rola, ela entrou facinha, minha buceta estava melada. Beijei sua boca e falei autoritária:
- Não queria ser corno, então comporte-se como tal, nada de chorinho bobo.
A respiração dele era ofegante, eu estava dominando a situação:
- Está sentindo a buceta da sua putinha mais larguinha?
- Sim.
- Por causa da rola do Sandro, ele a deixou assim para o meu corno.
A tristeza dele foi dissipando e um sorriso voltou aos seus lábios:
- Ele comeu seu cu também?
- Não, só meteu na buceta.
- Se tivesse metido teria feito um estrago e tanto.
- Hoje não meteu, mas com certeza vou dar o toba, quer que a sua cadelinha dê o cu para o amante dela?
- Ele vai ser seu amante?
- Só se ele não quiser, mas pelo que rolou hoje, duvido muito que ele não queira.
Não precisou mais que isso para meu marido encher minha buceta de porra, ele estava feliz.
E assim aconteceu, eu e o Sandro nos tornamos amantes, passamos a sair pelo menos três vezes por semana, ele tem uma situação financeira muito boa, o que lhe dá essa liberdade. Transamos loucamente todas as vezes e a paixão só aumenta. Uma tarde no motel eu falei que estava com vontade de dar o rabo para ele, tentamos, mas doeu demais e desistimos. Depois disso comprei alguns plugs de tamanhos variados e fui usando, até que chegou o dia que ele conseguir romper as minhas pregas de forma definitiva. Depois disso foi só alegria. O Sandro vive dizendo que me ama e se casaria comigo, era só eu dizer que sim. De certa forma eu o amo também, não sei se alguma outra mulher vive ou viveu tal situação, amar dois homens.
No entanto, o amor que sinto pelo meu marido é algo que não se consegue mensurar, é com ele que pretendo passar o resto dos meus dias. A proposta do Sandro eu só aceito se meu marido pedir a separação, mas acho isso pouco provável, pois ele está infinitamente feliz na sua condição de corno.
