Cecília - minhas confissões – parte 2
- Temas: Corno, revelações, prazer, personal, marido feliz
- Publicado em: 09/01/26
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- Autoria: new_lorde
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No conto anterior eu revelei como meu marido ficou excitado quando contei sobre o flerte do italiano na praia e isso me incentivou a revelar o caso que tive com o meu personal. Ao saber do ocorrido, meu marido se transformou, virou um atleta sexual e chegamos a trepar duas vezes, quase que seguidas, nunca havia acontecido isso, nem quando recém casados. Estávamos exaustos, não só pelos orgasmos, mas pela intensidade deles, nossos corpos quase convulsionaram e tudo isso pelo relato da minha pequena traição.
Refeitos do prazer eu estava preocupada:
- Amor, seja sincero comigo, como sempre foi, está de verdade sentindo tesão pelo fato de eu ter brincado com outro homem?
Ele me abraçou com carinho e falou:
- Não é só tesão amor, é muito mais que isso, eu vinha sonhando com essa possibilidade e agora que sei, é muito melhor do que imaginava.
Ficamos abraçados e acabamos cochilando. Acordamos quando o dia ainda estava claro, eu estava me sentindo leve, livre de qualquer pudor e, mesmo pelada eu fui até a sacada do quarto.
Meu marido chega sorrateiro por trás e diz:
- Se exibindo?
Dei um sorriso displicente e falei que não tinha sido essa a intenção, apenas apreciar o belo final de tarde e a vista linda, mas se alguém estivesse vendo, que fizesse bom proveito. Voltamos para a cama e com ele deitado eu segurei no seu cacete. Passei a mão pelo seu saco também e havia um acúmulo de pelos, reclamei:
- Precisa podar essa matinha aqui de baixo.
- Pelo jeito minha putinha tem pego machos depilados.
Olha só, dei apenas um escorregão e já sou julgada como ter dados a vários machos, já que é assim vou judiar do meu marido:
- Se for seu desejo eu paro de procurar machos – como seu eu fosse a maior especialista no assunto.
- Nem pensar – ele se apressou – tem que continuar sendo a minha putinha tesuda e de outros também.
Ele dá um profundo suspiro e diz:
- Por falar nisso, você precisa se encontrar de novo com o coroa lá da praia.
Olhei para ele:
- Como assim encontra-lo de novo?
Ele deu um sorriso sacana e disse:
- Precisamos armar um jeito de você dar para ele.
- E você lá sabe se eu quero dar para ele?
- Você chegou em casa com a buceta melada e agora vai me dizer que não ficou com vontade!
Seu pau endureceu e começou a pulsar, eu dei uma apertadinha e falei:
- Parece que você fica tesudo comigo falando de outros machos, está gostando?
- Adorando.
Dei mais um aperto e falei:
- Você é safado.
Ele sorriu e disse:
- Safada é você, eu apenas o seu corninho.
Senti um certo arrepio ao ouvi-lo proferindo a palavra corninho:
- Que feia essa palavra amor.
- Mas verdadeira, sou ou não um corno?
- Não acho que seja, estou lhe contando tudo, corno seria se não soubesse.
- São pontos de vista minha querida, se não soubesse seria um corno traído, como sei sou um corno manso e estou amando isso.
Sua mão mexia na minha buceta que já estava melada, além de cheia de porra:
- Está uma delícia assim toda melada amor.
- Meu Deus amor, você nunca foi assim tão tarado, o que está acontecendo?
- Adorando ser seu corno e quero que me chame assim daqui para frente.
- Não gosto, não me sinto bem te chamando assim.
- Mas sou eu que estou pedindo.
- Porque?
- Por que me dá mais tesão ainda.
Dei um beijo no pau dele e falei:
- Você está ficando louco, só pode ser.
- Louco de tesão, louco por você, louco de vontade de vê-la dando para outro macho.
Ponderei rapidamente, será que ele está fazendo tudo isso para depois cobrar o retorno, envolvermos outra mulher? Fui objetiva:
- Se a sua intenção com tudo isso é depois cobrar uma outra mulher, esquece.
- Nunca pensei nisso.
- Acho bom mesmo, não tenho a sua vocação, não me presto a ser chifruda.
Apesar de ele ter dito que nunca pensou no assunto, eu fiz questão de deixar bem clara a minha posição:
- Nem paquera com outra mulher, ouviu?
- Aliás – continuei eu – nem troca de casais, não quero vê-lo com outra mulher.
- Juro, nunca pensei em nada disso.
- Mas quero que fique bem claro, antes que comece a ter ideias idiotas.
- Pode confiar em mim, meu tesão é apenas vê-la com outros, gozando na rola deles, chupando seus paus, fazendo de tudo com eles.
Seu pau pulsava e já estava todo melado, ele completou:
- Você me fazendo de corno será a mulher completa e eu seria muito feliz.
Na verdade, aquilo tudo também me deixou muito tesuda, eu que no princípio achei aquilo tudo uma grande loucura, agora já estava gostando da ideia de ter outros homens, com a complacência e incentivo do meu maridinho, eu precisava deixa-lo sempre feliz:
- Vem corninho, minha buceta está piscando de tesão, chupa sua putinha.
Muito obediente ele se posicionou entre as minhas pernas e foi logo metendo a língua bem fundo na minha buceta, ele é um excelente chupador.
Esse primeiro contato da sua boca com meu corpo foi incrível, meu corpo vibrou como se uma onda de choque o estivesse percorrendo. Estava bom demais, mas eu já tinha entendido a situação como um todo, por isso eu precisava dar mais tesão ao meu marido:
- Vai corno, chupa essa buceta melada de porra do meu outro macho.
- Isso putinha continua contando para mim.
Agora sim, o que será que ele está querendo que eu conte:
- Contar o que?
- Como você me traiu vadia.
O que será que ele queria ouvir, mas se pediu para eu continuar contando, é porque parei em algum momento:
- Onde foi mesmo que parei?
- Quando seu personal meteu o dedo no seu cuzinho.
- É verdade, ele meteu mesmo.
- Ele enfiou o dedo todo?
- Todinho amor, mas não estava bem lubrificado, então doeu um pouco.
Meu marido ouvia e me chupava, olhando para mim, uma cena digna de ser filmada.
A expressão de prazer estampada no rosto de meu marido era algo indescritível, seus olhos brilhavam de desejo e ansiedade pelo que eu tinha para contar:
- Reclamei que estava um pouco seco, por isso está doendo um pouco e aí ele quis enfiar o dedo na minha buceta.
- Você deixou?
- Falei que não, mas ele insistiu que era só para melar o dedo.
- Então ele não enfiou.
- Na verdade enfiou um pouco sim.
Ele sorriu e falou:
- Essa minha mulher é mesmo uma putinha vadia.
Eu já estava escolada nessa brincadeira:
- Tudo bem, a partir de hoje não serei mais.
- Não, pelo amor de Deus, não mude, quero que seja mais vagabunda ainda.
Eu sorri e falei que iria fazer o meu corninho bem feliz. A curiosidade do meu marido não tinha fim:
- Ele te beijou gostoso?
O fato curioso é que até aquele momento ainda não tinha rolado nenhum beijo:
- Sabe que ainda não tinha rolado beijo.
- Não acredito, você adora beijar.
- Verdade meu querido, mas adoro beijar você, naquele momento eu pensei que o beijo seria a verdadeira traição com você.
Ele parou de chupar e me olhou incrédulo, eu continuei:
- Eu nunca tinha tido nada com outro homem, você sabe muito bem que foi o primeiro e até aquele momento o único que colocou as mãos no meu corpo, para mim beijar era a pior das traições.
Ele deum uma risadinha safada:
- Bem puta mesmo, puta que não beija na boca.
- Mas sou uma puta diferente, vai ver só.
- Tudo bem, continua contando.
- Como eu desviava de beija-lo, ele se aproveitou e enfiou dedo na minha buceta.
- Mas você disse que ele não tinha enfiado.
- Até aquele momento.
- Você gozou?
- Caramba amor, até parece que não conhece mulher, não é só enfiar o dedo que ela sai gozando.
Ele sabe que não sou assim, até gozo num dedinho, mas é preciso mais empenho e ali onde estávamos não tinha como acontecer:
- E aí, ele enfiou o dedo na sua buceta e ficou só nela?
- Não, ele melou bem o dedo e voltou a enfiar no meu cuzinho.
- Você não gosta nada, né safada.
- Claro que adoro, principalmente quando você mete a rola nele.
- Nem nesse momento vocês se beijaram?
- Eu ainda evitava, então ele lambia meu pescoço, mordia a pontinha da minha orelha, eu estava entregando os pontos.
Meu marido estava sugando meu grelinho e eu estava quase a ponto de gozar, mas precisava satisfazer a curiosidade dele:
- O dedo dele estava tão gostoso no meu cuzinho, mas ele tira tenta voltar para a buceta, juro que tentei evitar, mas o tesão era maior e abri as pernas para facilitar.
- Ele mexia gostoso?
- Pior que sim viu amor, o safado tinha jeito para a coisa.
- Achou seu grelinho?
- Foi justo ali, ele era experiente, vai saber quantas alunas já não passou pelas suas mãos.
Ele deu um sorriso e falou:
- Mãos e rola, com certeza e você não pegou no cacete dele?
- Sim, estava apalpando seu caralho.
- Por dentro da calça?
- Ainda não.
- Quero saber como segurou o pau dele.
- Quer saber é, então para de me chupar, fica sentadinho ouvindo e só na punheta, como um bom corno manso.
Com receio que eu parasse de contar, meu marido me obedece senta ao meu lado, alisando o pau, será que meu marido estava mesmo preparado para toda a verdade:
- Tem certeza que quer ouvir tudo o que fiz com ele?
- Certeza absoluta amor, em detalhes.
- Ok então, eu estava fora de mim, o tesão me consumia de tal forma que eu não medi as consequências do que estava fazendo.
- Lembrava de mim?
- Não vou negar, você passava com flashs rápidos, mas não era o mais importante naquele momento e sim estar com outro macho, coisa que até então nunca tinha feito, você tinha sido meu único homem para mim.
Meu marido continuava na punheta lenta e cadenciada:
- E o pau dele então, nunca tinha posto a mão em outro cacete, mas ele estava duro dentro da calça e parecia ser grande.
Eu percebia a boca do meu marido salivando:
- Eu juro amor, eu não sabia o que estava acontecendo comigo, por me entregar assim a outro homem, sem pudor, sem vergonha.
- Eu entendo minha querida, o tesão tira a gente do eixo.
Meu marido estava prestes a gozar, tanto que ele parou de se punhetar e apertou o pau, mas eu queria ver jorrar porra do seu pau:
- Goza amor, deixa eu ver sair leitinho do seu pau.
- Ainda não amor, quero ouvir mais de você.
- Caralho amor, você tem mesmo vocação para ser corno, ah se eu soubesse disso antes.
- Teria metido mais chifres na minha cabeça?
- Pode apostar que sim.
Continuei a contar minha aventura:
- Ele também estava muito tesudo e sem que eu esperasse, ele tirou o pau para fora.
- Grande?
- Grande e grosso.
- Segurou o bicho?
- Não tinha como meu amor, a vontade era maior que o medo.
- Ajoelhou para chupar?
- Não – respondi de imediato.
Ele olhou para mim com desconfiança:
- Não acredito.
- Pode não acreditar, mas prometi que iria contar tudo, sem esconder ou aumentar nada.
Acreditar ou não, seria um problema dele e não meu, eu seria honesta:
- Mas se não chupei o pau dele, eu estava tão tesuda em segurar sua rola, sentir sua boca no meu pescoço, me lambendo, que não aguentei e eu mesma procurei sua boca para beija-lo.
- Agora sim é minha mulherzinha, ele beija gostoso?
Só de lembrar eu fico arrepiada, oh homem que beija gostoso:
- Beija bem pra caralho amor, foi um beijo molhado, sugado, de duas bocas famintas.
- Estava de calça ainda?
- Não, ela tinha sido jogada de lado, o ambiente não era muito claro, mas o suficiente para ele me ver quase nua.
- O que ele viu de você?
- Com certeza a minha buceta, pois ele ficou de joelhos na minha frente.
Meu marido suspirou:
- Ele chupou sua buceta?
- Isso mesmo, encostei na parede, abri bem as pernas ele veio com a boca e devorou minha buceta.
- Chupava gostoso?
- Nem te conto amor, a língua dele era diabólica, nunca vi nada igual, ela vibrava como a de uma cobra quando busca sua presa.
- Chupa melhor do que eu?
Fiquei na dúvida em responder, meu marido chupa muito bem, não resta dúvida, mas o personal era fantástico, no entanto, eu percebi que meu marido estava gostando da ideia de comparação e, posso estar errada, mas corno gosta de uma certa humilhação:
- Não vou mentir amor, você chupa bem, mas ele era incomparável.
- Que delícia minha querida, quero que você tenha sempre o melhor.
Que maridinho mais fofo eu tenho:
- Você gozou na boca dele?
- Para ser franca eu queria sentir a rola dele na minha buceta, mas estava tão bom que eu deixei ele me chupar até melar a cara dele.
A curiosidade do meu marido não tinha fim:
- Gozou gostoso?
- Muito, tanto que ele teve que me amparar, minhas pernas amoleceram.
- Como ele fez?
- Ele me abraçou, ficamos nos beijando, sua rola roçando no meio das minhas coxas e ele me dizendo o quanto eu era gostosa, que ele não estava mais se aguentando.
- Ele não meteu na sua buceta?
- Eu bem que queria, mas quando ele foi enfiar acabou gozando.
- Chegou a gozar dentro.
- Não deu tempo, acabou nas minhas coxas.
Meu marido que tinha voltado na punheta não se aguentou e acabou gozando, melando sua mão e derramando o leitinho na barriga. Como uma boa esposa, eu lambi sua barriga e a deixei limpinha, meu marido estava feliz.
Continua...
