Dando o Dia Todo na Serra pro Namorado Gostoso
- Temas: baba, babá, babazinha, sâmia, samia, anal, cu, cocô, coco, sujo, natureza, escatologia
- Publicado em: 12/12/25
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- Autoria: babazinha_samia
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Essa foi a vez que passei um fim de semana na serra com o meu namorado logo que a gente se conheceu.
Fomos no sábado. Depois que passou da meia noite, armamos as barracas numa área aberta. Usamos lanternas porque tava bem escuro longe do abrigo. Eu tava morrendo de medo de bicho e pedi ao Murilo pra gente entrar logo na nossa barraca. Ele mandou eu entrar. Tava suado e foi tomar um banho no riacho. Eu também tava me sentindo meio suja, mas não tive coragem de ir pro riacho naquela escuridão toda. Nem morta que eu ia.
Então já me deitei no colchão de ar meio sonolenta. Dormi, mas depois acordei com o Murilo me encoxando. Tava querendo me comer, o safado. Mas o problema é que eu nem tinha tomado banho nem nada. Então pedi a ele pra gente não transar e só dormir. Só que, ao invés de me deixar no meu canto, foi metendo a mão no short do meu pijama e me beijando. Gente, eu tava sem calcinha e ele passou os dedos na minha xota. Nossa! Que me deu um tesão danado os dedos mexendo na minha xana, viu. Aí já era. Eu mesma baixei o short e colei a bunda nele. Decidi que ia dar logo. Ele já tinha me deixado acesa e eu nem ia mais conseguir dormir sem levar pica na xota.
Mas aí, gente do céu! Senti que minha buceta tava bem fedidinha de suor, viu! Morri de vergonha porque naquela barraca dava pra sentir bem o meu cheiro. Mas quem disse que o Murilo se importou? Parece que ficou foi mais louco farejando aquele aroma de buceta suada. Já puxou o pau pra fora da cueca e mandou eu ficar de quarto. Como assim de quatro? Pra meter no meu cu? Só podia ser, né? Fiquei bastante tensa porque eu não estava preparada pra dar o cu naquela hora, tá? Nem tinha feito cocô naquele dia e tava bem sujinha. Se ele metesse no meu cu, podia dar problema, né?
Mas obedeci e fiquei na posição que ele queria.Tava um pouco complicado porque era um colchão inflável e balançava um pouco pra se equilibrar. Aí ele desceu meu shortinho. Ai, Jesus! Eu tava a fim, mas ao mesmo tempo torcia pra ele não querer comer meu cu ainda. Eu precisava estar preparada e limpinha, né? Então eu disse assim pra ele sem nem pensar muito: você quer meter sem camisinha na buceta? Eu deixo, tá?
Gente, ele tava era querendo aquilo mesmo. Já me segurou pela cintura e enfiou na xota sem camisinha. Ai que delícia! Que gostoso sentir ele daquele jeito, bem quentinho e duro. E aí foi fodendo minha bucetinha assim por trás. Às vezes me segurando pelos peitos e me beijando. E eu me remexendo de prazer.
Teve um momento que ficou abrindo minha bunda. A lanterna tava pendurada no teto. Ficou parado, sem meter, só abrindo meu rabo pra olhar pra ele. Devia estar querendo meu cu. Mas podia estar com medo de pedir e me chatear porque era começo de namoro.
Mas aí voltou a bombar na xota. Não demorou e notei que já ia gozar e gozou logo mesmo. Dava pra sentir lá dentro os jatos da gozada potente dele. Despejou um montão e caiu pro lado.
Eu não tinha conseguido gozar porque ele foi rápido demais daquela vez. Mas tudo bem. Já era tarde e a gente tava cansado, né? Pelo jeito ele só queria dar uma gozadinha ligeira antes de dormir, porque assim que gozou, simplesmente apagou. Eu até ri de ver ele dormindo de boca aberta e o pau molenga caído numa coxa dele. Tadinho, né? Mas ok, a gente ainda ia ter o domingo todo pra curtir juntos. Apaguei a lanterna, fechei os olhos e dormi em pouco tempo.
Amanheceu e eu acordei sozinha no colchão. Devia ser por volta das 7 horas. Troquei de roupa, apanhei minha mochila e deixei a barraca. Fui rapidamente num banheiro improvisado de madeira que tinha num lugar lá. Gente, eu já tava querendo fazer cocô, tá? Só que lá nesse banheiro não tinha nem onde fazer nada. Mas tudo bem. Me segurei. Depois ia falar com a Márcia sobre isso. Então tomei banho, escovei os dentes e fui tomar café ao lado do Murilo.
Depois de o pessoal bater bem muito papo, um grupo foi comprar coisas pra fazer churrasco e mais bebedinhas. Foram numa vila um pouco longe. O Murilo foi com eles e eu preferi ficar. Um casalzinho que tava lá logo desapareceu dizendo que iam fazer trilha na mata. Sei bem o que eles foram fazer, viu?
Então aproveitei e perguntei à Márcia como que a gente fazia o número dois ali. Ela disse assim: ah, foi bom você tocar no assunto porque eu também quero. Gente, ela era completamente desencanada, inteiramente louca, sabe? Foi pegar uma enxada, colocou no ombro e disse pra eu seguir ela.
Tá, fazer o quê, né? Aí pegou um caminho descendo a serra e fomos parar num lugar isolado que tinha um monte de bananeiras. Ai cavou um buraco no chão e depois foi cavar outro um pouco mais longe. Simplesmente baixou a calça e se agachou ali onde tinha acabado de cavar. Ela era bem gordinha e nem tinha vergonha de se mostrar nua. Mas eu também era fofinha, né?
Mas continuando, ela estava de frente pra mim. A buceta dela ficava bem visível naquela posição, de cócoras. Era peladinha, gorda, e dava pra ver bem a fenda quando ela soltava xixi. Sério, foi desse jeito mesmo, tá? Eu fiquei ali de pé, de boca aberta. Tava morrendo de vergonha daquela doida. Ela viu como eu tava chocada e começou a gargalhar. Disse assim: amiga, fica à vontade. Esse é o jeito mais natural de se fazer isso. Só se fosse nas ideias loucas dela, né?
E ficou lá fazendo o negócio e rindo. Bem, o que eu fazer? Tava morta de vontade também. Já desci logo o shortinho, fiquei de cócoras sobre o buraco e comecei a fazer o meu troço também. Gente, vocês podem me achar louca de participar daquilo, mas não tinha outro jeito mesmo, ok? Ah, e pra quem tá chocado de eu contar esses detalhes, como que não vou contar uma passagem tão importante da história do meu cu, hein? Nunca ele se sentiu tão livre.
Ah detalhe: Que sensação boa fazer assim ao natural, viu? É uma mistura de liberdade e alívio que chega a dar tesão. Juro que fiquei com a xoxota úmida fazendo daquela forma.
Aí ficamos ali de cócoras, rindo uma pra outra, fazendo um xixi gostoso também, admirando a xoxota uma da outra e sentindo o vento geladinho entrar no cu, né? Tava simplesmente uma dilícia. Foi bom demais.
Que alívio quando fiz tudinho, viu! Aí acabamos o serviço. Passei um papel pra limpar a bunda. Mas a gente ainda foi tomar banho numa cachoeira que tinha perto. Foi outro momento que amei porque tomamos banho nuas e a água tava geladinha. Usei shampoo e sabonete líquido e deixei meu cu bem limpinho e cheiroso, tá? Só pra informar vocês que estavam com dúvidas.
Quando terminamos o banho, voltamos bem alegrinhas pro abrigo. E depois aproveitei pra trocar de roupa também. Meti meu shortinho azul que amo muito. Ele é curtinho e fica bem socadinho na xota. Adoro, tá? Só o Aurélio odiava, meu ex na época. Me xingava de putinha quando eu vestia.
Deu nove horas. O dia ainda estava fresco e eu tava energizada. Queria que o Murilo voltasse logo pra gente ficar juntos, quem sabe dar um passeio pela mata ou no riacho. Já entenderam minhas intenções, né?
Ele não demorou. Voltou com o resto do pessoal e as comidas e bebidas. Ai que bom!
Fui lá ficar com ele. Ele tava bem gostoso sem camisa, só de calção. E eu já sentindo a xota assim se alvoroçando sem motivos. Só que ele tava animado na conversa com o pessoal e nem ligava pra mim. Aí eu disse assim bem baixinho no ouvido dele: Murilo, vamos ficar um pouco só nós dois, por favor.
Então ele olhou pra mim com mais atenção. E eu até dei uma puxadinha no shortinho pra deixar mais metidinho ainda. Ele sorriu. Tava entendendo o que eu queria, o safado. Então respondeu assim: eh, vamos dizer que vamos pegar água e ficamos lá no riacho. Você quer?
Claro que eu queria! Que pergunta boba, né?
Aí pegamos os baldes e fomos.
Gente, mal chegamos lá no riacho, ele já me atacou. Me agarrou com força e lascou um beijão de língua. Tava daquele jeito, me querendo. Oh, assim, tava um pouco suadinho, mas eu tava amando sentir aquele cheiro de macho, tá?
E aí foi me beijando e me apertando a bunda com força. Já nem lembrava mais aquele cara tímido que eu tinha conhecido, que ficava cheio de dedos pra me apertar. Tava bem safado mesmo. Eu tava amando ele se soltando daquele jeito.
Logo enfiou a mão dentro do meu shortinho, pegando na minha xota. E muita beijação e dedadinhas na minha vagina.
Mas não demorou, já tirou o calção e depois meu short. Aproveitou que eu tava com a bunda nua pra apertar ela mais ainda. Tava com a pica pra fora, pulsando de dura na minha barriga. Eu disse assim: vamos ali pro cantinho escondido. Ele concordou.
Lá ele me fez deitar de costas na areia branquinha e molhada, onde fazia sombra. Montou em mim e eu me arreganhei todinha, daquele jeito, com as pernas pra cima. Ele colocou na entradinha da xoxota. E aí já era. Atolou tudinho, me deu um puxão pra cima e disparou as bombadas. E foi metendo. Tava louco. E eu levando pica e gemendo. Meu Deus! Jesus! ai, GOSTOSO! Assim vou gozar.
Mas eu me segurei. Eu tinha outras ideias na mente. Já tinha passado a manhã pensando naquilo. Ia ser um passo arriscado, mas eu não estava aguentando. Gente, eu tava doida de vontade de dar o rabinho pra ele, sabe? Eu queria muito. E ali tava perfeito. Tinha chegado o momento.
Então eu disse assim: pera, pera. Pega aí sua carteira. Ele não entendeu e eu gritei pra ele pegar logo a carteira. Então pegou a carteira. Me dá aqui. E tirei o sachê com o gelzinho anal de dentro. Abri o pacotinho, melei bem os dedos e comecei a passar um monte no meu cu. Dei uma socadinha pra deixar bem untado. Gente, só vocês vendo a cara dele, tá? Ele não tava acreditando. Ficou com cara de bobo, abismado. E eu sorrindo bem safadinha e passando o gelzinho no cu. Aí depois eu disse assim: era isso que você queria? Então vem logo.
Gente, ele deu um sorriso e já foi encaixando a cabecinha da pica lá no lugar. Só deu uma empurradinha e meu cu já abriu. Escorregou que foi uma delícia. Que enfiada tesuda. Fez devagarinho, sabe? Pra não me machucar. Foi bem delicado no começo. Mas aí passou a bombar. E eu pirando com aquela sensação gostosa dentro do cu. Ai que maravilha! E depois foi acelerando. Sem nem saber o que fazer com as pernas, cruzei elas nas costas dele. Fiquei assim, me pendurando no pescoço dele. E tome socadas no meu cuzinho. Cada vez mais rápidas. Eu já tava gemendo de tanto prazer que tava sentindo.
Quando vi, ele tava fodendo meu rabo igual um louco. Fazia um barulhão as socadas que tava dando agora. E eu gemendo, mas amando. Ai ai ai ai. Eu já tinha feito daquela forma com o Aurélio e tinha doído um pouco porque vai muito fundo, né? Só que a pica do Murilo era do tamanho perfeito. Só me dava prazer. Dilícia!
Aí teve um momento que eu achei que ele tava gozando. Só que não parou de meter. Meu cu tava bem melado que até estranhei. Ele gozou ou não? Fiquei na dúvida, sabe? Mas ele continuava e tava uma coisa louca aquela sensação. Ai Jesus! Assim eu não aguento, não. Isso é bom demais. Esse homem vai me enlouquecer com essa pica gostosa enfiando assim em mim.
Mas aí ele parou finalmente. Dessa vez tive certeza que tava gozando. Quando ele tirou de dentro, foi que senti meu cu todo inundado. Ai, não aguento esse homem, não. É muito gostoso.
Bem, aí a gente descansou um pouco ali deitados na areia bem fria. Então eu perguntei: você gozou duas vezes? Ele sorriu e balançou a cabeça, confirmando que sim. Nossa, gente! Gozou duas vezes no meu rabinho? Como que era possível? Tinha sido a primeira vez que um homem fazia aquilo comigo. Achei tesudo demais. Muito bom, tá?
Aí quando a gente se levantou um tempão depois, ele se vestiu e pegou a carteira dele e o sachê. Ainda tinha um restinho de gel. Eu disse assim: guarda pra mais tarde. Se você aguentar, né?
Ele fez uma carinha de espanto. Talvez não imaginasse que eu ainda ia querer mais pica no cu, né? Ainda mais depois daquela foda dupla. Mas eu queria ainda. Tava ali era pra dar o cu mesmo.
Bem, retornamos pro pessoal. O casalzinho tinha voltado já. A menina era novinha. Tava toda contente depois do passeio com o namorado. Eu pensei assim: essa aí bem levou umas boas socadas no cu também. Tá contente demais pra quem só foi fazer uma caminhada. Minha cabeça louca pensando, né? Eu tava num daqueles dias de só pensar em sexo e putarias.
Aí almoçamos e fomos cochilar um pouco. Acordamos umas três da tarde. Tinha dado pra descansar bastante. Mas ainda ficamos deitados um pouco na rede abraçadinhos. Mas não demorou minha xana deu uma esquentadinha. Aí já comecei a me remexer um pouco. Tava esfregando a bunda no pau do Murilo, que ficou duro rápido. Eu tava com um fogo louco naquele dia. Já queria dar de novo. Eu disse assim pra ele: quer fazer aqui? Ele olhou ao redor. Ninguém por perto. Tinha bem menos gente daquela vez e o povo tava dormindo lá em baixo, perto do abrigo. Ele disse: vamos então.
Aí eu fiquei por cima dele, montada na rede como se fosse num cavalo. Coloquei os pés no chão. Fui puxando o shortinho e a calcinha pra deixar só a minha bunda nua.
Ele já tava com o pau livre, apontando pra cima. Eu falei: passa o gelzinho. Ele pegou o gel, melou bem a cabeça do pau e depois passou o resto no meu cu. Ai comentou: você gostou assim, né? Nossa! Deu até vergonha ele falar aquilo. Só dei uma risadinha sem graça. Mas tava claro que eu amava, né?
Bem, então só fiz levantar um pouco a bunda, segurei o pau dele e coloquei no lugarzinho. Aí fui sentando devagar. Mesmo com meu cu já machucadinho foi gostoso com o gel. Hum... sentei que minha bunda esparramou na virilha dele. Nossa! Que entrou tudo, viu! Que que delícia! Deixei bem atoladinho e fui remexendo.
Quanto mais eu remexia, mais sentia tesão no cu. E fui rebolando. Já tava gemendo de novo sem nem perceber. Aí não aguentei. Me segurei nos punhos da rede e comecei a pular naquela pica delícia. Eu nunca dei o cu tão gostoso. Já tava quase chorando de prazer. Eu que tava fodendo o Murilo com minha bunda. Mas eu já tava toda suada e ficando um pouco cansada. Mas vi que ele tava gemendo, já perto de gozar. Isso me deu mais tesão e vontade de continuar. Queria que ele gozasse no meu cuzinho daquele jeito.
Passei a mão na xoxota e ela tava ensopada. Hum, que tesão! Eu tava era batendo uma siririca já. Aí quando vi que o Murilo tava gemendo pra gozar, acelerei as socadas na xana e logo comecei a gozar também. Meu cu tava piscando rápido e apertando o pau dele. Nossa que gostoso! Mexendo na buceta com aquela tora linda no cu. Dilícia! Ai, vou gozar! Hum, que maravilha. Ui Jesus! Aff!
Gente, eu gozei e meu corpo amoleceu todinho. Eu não tinha mais energia. Fiquei parada, com a cabeça encostada na rede enquanto ainda tava sentada na pica dele.
Aí ele disse assim, nervoso: o pessoal acordou!
Eu olhei e vi que tinha gente conversando lá embaixo no abrigo. Levantei a bunda e vesti logo meu shortinho. O Murilo guardou o pau já mole e a gente ficou só deitados. Tava calor e a gente tava bem suado, mas continuava grudado um no outro, se beijando de leve. Só que não tinha mais energia pra fazer nada. Meu cu também já tava satisfeito e eu bem contente, né?
Fim
