Sâmia e Mônica, Amigas para Sempre

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  • Publicado em: 04/12/25
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  • Autoria: babazinha_samia
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Private Muse

Logo quando cheguei em Fortaleza para trabalhar como babá, eu não conhecia ninguém na cidade. A primeira amizade que fiz foi com o Aurélio, um coroa, professor de canto que ia dar aula pra uma menina do prédio.


Minha segunda amizade foi a Mônica, uma moça rica do andar de cima. Foi ela quem me incentivou a voltar a estudar.


Só fizemos amizade porque comecei a passear com o bebê e ela sempre queria brincar com ele.


Depois comecei a achar ela uma fofa. Além de simpática, era uma linda, alta, cabelo bem curtinho e boca pequena e bonita.


Quando o pai dela viajava, às vezes a gente subia pra ficar no apartamento dela.


Foi nessa época que conheci o Murilo no supletivo. Eu tava louquinha por ele e falava dele toda hora pra Mônica. Ela também tava com um cara, mas a gente falava mais de mim porque, além do Murilo, eu transava ainda com o Aurélio, o tal coroa.

Então teve uma vez que eu tinha combinado de sair com o Murilo pra uma festa mas eu já tava enjoada das mesmas roupas. Falei isso pra Mônica só por falar. Ela disse que talvez tivesse alguma coisa pra mim no guarda-roupas dela. Era pra eu passar lá no ap dela pra experimentar algumas roupas que ela não usava mais. Respondi que ia à noite, quando a patroa pudesse ficar com o neném.


Cheguei lá e ela me recebeu com um sorriso e já foi me puxando pro quarto dela.


O guarda-roupa era enorme. Ela começou a tirar um monte de roupa e jogar na cama. Blusas, saias, vestidos. Disse pra eu ir experimentando.


Um pouco tímida pra me trocar na frente dela, peguei umas três peças e fui pro banheiro.


Tava experimentando as roupas quando a porta abriu e a Mônica entrou com mais umas peças na mão.


"Achei essas aqui também", ela disse.


Fiquei meio sem jeito ali parada só de calcinha e sutiã, mas ela nem ligou. Botou as roupas em cima da pia e me fez vestir uma saia.


"Essa aí tá legal. Mas tem essa aqui também."


Ela pegou outra e me passou. Vesti.


"Deixa ver como ficou. Hum... vira pra eu ver atrás."


Virei de costas. Senti ela puxar o tecido, ajustando.


"Hum... não sei. Vamos tentar o vestido preto."


No final a gente escolheu o vestido preto que, por causa do meu tamanho, ficava bem colado. Mas eu amei.


Então, sem que eu nem esperasse, ela deu um tapinha na minha bunda e disse:


"Nossa! Amiga! Que assim o cara vai infartar!"


Me olhei no espelho. Me senti toda gostosa no vestido preto, que marcava bem as curvas de forma elegante. Sorri e agradeci muito a ela.


"Bobagem! O importante é você não deixar o gato escapar." Ela disse.


Semanas depois, quando consegui terminar com o Aurélio, não tinha mais um lugar pra dormir nas minhas folgas. Ficava na casa da patroa mesmo e era bem chato. Então a Mônica disse que, se eu quisesse, podia dormir umas noites no ap dela, quando o pai estivesse viajando. Gostei da ideia. Só perguntei se não ia atrapalhar. Talvez ela quisesse ficar com o namorado dela lá. Ela respondeu que de jeito nenhum. Que nunca nem levava namorados pra casa.


Lá no ap dela foi tudo tranquilo. Só conversamos e comemos muita porcaria no quarto dela, vendo séries.


Antes de ir pro meu quarto, ela disse que tinha brigado com o namorado, que tava um pouco chateada. Fiz perguntas sobre a briga. Ela disse que era melhor nem falar daquilo. E foi então que me fez o pedido, toda tristinha:


"Amiga, você dorme comigo aqui no quarto hoje? Não queria ficar sozinha, sabe?"


Respondi que claro que dormia, sim.


"Tem algum colchão pra colocar aqui no chão?"


"Tem, sim. Mas pra quê dormir no chão? A cama cabe nós duas!"


Bem, eu posso ser um pouco ingênua às vezes, mas também não sou tão boba assim, né? Eu só não tava era querendo acreditar em todos os sinais que já tinha recebido. Ai! Meu Deus! Eu não gosto de mulher! Eu gosto é de macho, de homem safado, apanhar na bunda e coisas assim. Gente, num nasci pra me esfregar com mulher, não!


Mas como que eu ia conseguir dizer não pra Mônica? Depois de tudo que ela tinha feito por mim? Me senti num beco sem saída. Fiquei rindo sem graça e sem saber o que dizer por uns segundos. Mas pensei comigo: vou dormir com ela, mas se ela tentar alguma coisa, vou embora!


Aceitei e ela disse que ia tomar um banho, que só dormia depois disso.


Ela saiu pro banho e eu fiquei ali na cama esperando, meio tensa.


Uns quinze minutos depois ela voltou enrolada na toalha, o cabelo molhado. Foi direto pro guarda-roupa, pegou uma camisola e voltou pro banheiro pra se vestir.


Quando saiu, já de camisola, disse: "Você não vai tomar banho?"


Respondi que ia, sim. Fui pro banheiro, tomei meu banho e fiquei pensando se devia colocar a camisola que ela tinha me emprestado ou se era melhor dormir de shortinho mesmo. Acabei optando pelo shortinho e uma camiseta.


Voltei pro quarto. Ela já tava sentada num lado da cama. Fui me deitar do outro lado.


Bem, não tinha acontecido nada até ali. Achei que eu tivesse julgado mal minha amiga. Conversamos um pouco e, já mais relaxada e vendo que tava ficando tarde, eu disse que ia dormir. Dei boa noite e virei as costas pra ela.


"Boa noite", ela disse.


Ficamos ali quietas. Fechei os olhos e tentei dormir. Mas ela não deixou. Ainda ficou conversando comigo, o que não achei ruim porque nem tava com sono ainda. Só que, do nada, ela passou a mão pelos cabelos e começou um papo nada a ver, tipo perguntando o que eu usava que deixava meu cabelo tão bonito. Quando fui ver, tava deitada por trás de mim. Colou tanto que pressionava os bicões dos seios nas minhas costas. Fiquei calada, sem saber o que fazer.


Pensei comigo: enquanto ela ficar só assim, tudo bem. Não era nada que incomodasse muito. E ela tava sendo tão carinhosa que fiquei meio sem forças pra reagir. Eu nunca tinha imaginado que um dia iria aceitar que uma mulher fizesse aquilo comigo. Me senti muito esquisita, meu coração batendo diferente. Estava ficando excitada.


Minha cabeça girava a mil. Ai, num tô acreditando no que tá acontecendo! A Mônica é minha melhor amiga! Minha única amiga! Eu achava ela linda, mas nunca tinha sentido atração por ela nem por outra mulher! Tava uma confusão na minha cabeça! E tem o Murilo! O que ele vai pensar se descobrir que eu durmo com outra mulher desse jeito?


Quando me virei pra dizer à Mônica que não tava a fim, ela aproveitou e me beijou na boca, já passando as pernas sobre mim.


O beijo não demorou nem cinco segundos porque eu me remexi toda e ela parou. Mas, por um instante, eu tinha correspondido. E tinha gostado.


"Você não quer?" Ela perguntou, sorrindo.


"Amiga, é que... que eu gosto mesmo é de homem, sabe?" Respondi olhando bem nos olhos dela.


Eu tinha dito a única coisa que achei sincero dizer.


"Mas eu também gosto! Não tem problema a gente brincar um pouquinho só nós duas!"


"É que tem o Murilo... e gosto dele."


"Mas ele nunca vai saber! É só entre nós duas!"


E nem deixou eu responder. Me beijou de novo na boca. Não resisti mais. Que sensação estranha era aquela! Como que eu tava gostando de beijar outra mulher se eu nunca nem tinha pensado numa coisa parecida antes?!


Ela levantou minha camiseta e beijou meus seios. Os bicos já tavam durinhos. Não perdeu tempo nisso e puxou meu shorts, minha calcinha. Me deixou completamente nua. Em um segundo, já passava a língua no meio da minha buceta peluda. Lambeu com força, subindo até o grelo. E começou a brincar com ele com a pontinha da língua. Fiquei louca, gemendo como se estivesse chorando, e empinando a buceta, de tão gostosas que eram as linguadinhas molhadas que ela dava.


A Mônica rapidamente levantou a camisola e, sem calcinha, esfregou os pêlos dela nos meus. Ficou colada assim em mim, levantando minhas pernas e dando uns golpes com a virilha como se estivesse me fodendo. Dava pra sentir nossas fendas pregando uma na outra, se melecando e fazendo um barulhinho de beijo molhado. O grelo dela tava durinho e roçava gostoso no meu, que também tava teso.


Com pouco tempo comecei a gozar. Ela percebeu e me largou pra voltar a chupar minha buceta. Jesus! Que era aquilo? Eu tava gozando na boca da minha amiga!


Fiquei deitada, de olhos fechados e ainda sentindo a buceta se revirar. Mônica parou para me beijar mais um pouco. E depois ficou deitada ao meu lado, só me fazendo um carinho nos cabelos.


Enquanto isso, eu pensava. Que delícia que foi! Mas e agora? Eu chupo ela também? Como que eu ia fazer aquilo? Eu não ia ter coragem de chupar uma xoxota! Por outro lado, eu sabia que ela iria amar se eu fizesse a mesma coisa.


Tá bem. Vou ao menos tentar! Pensei comigo. Tava achando que ia ter nojo, mas também começava a ficar curiosa pra descobrir como era.


Nem pensei muito. Virei por cima dela, assumindo o controle. Vi como ela sorria, aprovando. Até me surpreendi comigo mesma. Aquela nova situação, onde eu ficava por cima, começou a me agradar.


Desci em direção à virilha. Ela tava bem cheirosinha do banho. A xoxota dela era peladinha em baixo e com pêlos em cima, um triângulo bonitinho. Os lábios eram carnudos, e o grelo bem saliente, saindo todo pra fora.


Estiquei a língua e comecei por ele. Provei o salgado e já me deu um nojinho. Mas ela tinha gemido. Abriu bem as coxas, esperando por mais. Essa reação dela me deu tesão. Provei de novo. Passei a língua mais perto da entrada, abrindo os lábios da xoxota. O sabor era mais forte ali. Mas continuei lambendo, me acostumando com o gosto. Depois voltei pro grelo. Hum... eu já tava achando gostoso fazer aquilo, chupar o grelinho empinado dela. Delícia! Quando vi, tava chupando minha amiga e fazendo ela gozar. A buceta dela abria e fechava. Eu já tava tão envolvida e doida de tesão, que enfiei a pontinha do dedo em baixo, na outra entradinha, que não parava de piscar. Nem sei se ela tava gostando, mas eu tava amando tanto que meti o dedo até onde pude. Ela gozou assim.


Não ficamos só nisso. Fizemos mais sacanagens juntas. Gozamos muito e trocamos beijos de língua. Depois de bem cansadinhas da foda, só ficamos deitadas e acabamos dormindo abraçadas, suadas.


Foi tudo uma delícia. O problema foi no dia seguinte, depois da loucura que tinha me atacado. Acordei sem saber como agir na frente da Mônica. Bateu a maior vergonha. Sem contar que não tinha nada a ver a gente ficar transando. Eu tava apaixonada era pelo Murilo, e a Mônica tinha o namorado dela. Se bem que ela mal falava dele, né?


Bem, procurei fingir que tava tudo normal e fui trabalhar. Ela tinha perguntado se eu voltaria na próxima folga e eu disse que voltava, sim. Só que nem voltei. Inventei uma desculpa e fiquei enrolando nas vezes seguintes.


Depois de um tempo ela parou de me convidar. Ficamos mesmo só nos papos do playground e raramente eu ia no ap dela. Claro que ela entendeu que eu não tava a fim de continuar. Não me pressionou.


Acabei me envolvendo mais com o Murilo. Passei a dormir na casa dele. Até que minha patroa se mudou pra Portugal e o Murilo me convidou pra morar com ele de uma vez. Assim eu não precisava voltar pra minha cidade ou pagar aluguel.


Apesar de estar mais distante da Mônica, ela ainda me arranjou a indicação de um emprego nas lojas do amigo do pai dela. Nossa amizade continuou à distância e até hoje ainda tenho o número dela. A gente se fala quando sente saudade uma da outra.


Fim



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