Estudei pra Conseguir um Emprego e Acabei Chupando Pica

  • Temas: traição, traiçao, traicao, baba, babá, sâmia, babazinha, boquete, chupada, abuso, assédio, assedio
  • Publicado em: 08/12/25
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  • Autoria: babazinha_samia
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Private Muse

Nessa época eu tinha conseguido concluir meus estudos de segundo grau. Não demorou e a minha amiga Mônica me deu o endereço pra eu ir falar com um tal de Heitor, que era sócio do pai dela e administrava três papelarias no centro de Fortaleza. Ia ser meu primeiro emprego depois de estudar tanto. Fiquei super emocionada, tá?


Então fui lá falar com o homem. Muito nervosa, claro.


O escritório dele ficava no segundo andar, bem em cima da loja. Depois de subir uma escadinha fui bater na porta e ouvi uma voz de homem assim bem enjoado. Disse pra eu entrar. Aí entrei e vi que ele tava sentado detrás da mesa dele guardando uns papeis nuns envelopes. Eu fiquei ali de pé esperando ele dizer alguma coisa, mas ele só de cabeça baixa. Oh, era tipo assim como se eu nem estivesse ali.


Fiquei só aguardando e observando. Eu nem imaginava que meu futuro patrão fosse um homem assim bonitão. Na minha cabeça só podia ser um velho feio e careca. Só que não! Ele devia ter uns trinta e cinco anos. Usava uns óculos de aro fino, tinha uma barba grossa e vestia um terno bem elegante, no dia. Era alto e bem bonito mesmo. Mas, oh, assim gente, eu não tava pensando nada de mais. Tava era muito focada em conseguir o emprego.


Quando ele finalmente levantou a cabeça pra olhar pra mim, disse assim: fecha a porta. Falou bem seco que até me senti mal. Nossa! que cavalo! Mas tudo bem. Fui fechar a porta rapidinho e voltei.


Depois ele mandou eu sentar. Ele disse que eu ia substituir uma funcionária antiga que tava sendo transferida pra outra loja. Ela ia ficar uns dias pra me treinar e depois eu assumiria no lugar dela. E que o trabalho não era difícil, ainda mais que eu já tinha trabalhado de caixa antes. Só exigia que eu fosse responsável. Enfim, eu já tava sendo contratada! Fiquei doida de contente.


Minha função era dupla: vendedora e gerente da loja ao mesmo tempo.


Com três dias de treinamento eu já tava dominando bem as tarefas. Nem tinha muita coisa pra fazer porque a loja, além de pequena, era pouco movimentada.


Tava tudo indo bem até a Lidiane, a moça que me treinou, ir embora pra outra papelaria e eu assumir o lugar dela. Vi logo que meu patrão era grosso. Até se a outra menina errasse, eu é que levava esporro, tá? Às vezes ele insinuava que eu era burra e eu ficava com ódio, mas nem tinha coragem de falar nada. Tinha dias que eu ia pra casa quase chorando, mas não contava nada pro Murilo porque eu queria muito ficar no emprego.



Bem, aí teve uma vez que uma cliente chata, amiga dele, arrumou uma confusão com a moça do caixa e advinhem pra quem sobrou? Pra mim, claro.


O Heitor me chamou na sala dele e já foi me dando bronca, que tinha recebido reclamação do péssimo atendimento na loja. Eu tentei explicar que eu não tive culpa. E ele disse assim: mas você é a gerente! Sua responsabilidade é fazer aquela idiota trabalhar direito.

O homem era uma besta! Nem adiantava falar nada que era só patada. Fiquei só ouvindo, bem caladinha e de cara amarrada.

Ele notou que eu já tava bem chateada e quase chorando. Parou de me dar bronca. Aí sem eu nem esperar, se aproximou de mim e disse assim: você deve me odiar. Mas sabia que você fica mais bonita quando tá zangada?

Nossa! O que tava acontecendo? De onde tinha saído aquele elogio assim do nada? Meu patrão tava me cantando? Era sério aquilo? Eu não soube nem como reagir. Só permaneci calada. Tava simplesmente chocada, tá?


Ele continuou falando menos bravo comigo. Ah, na verdade, ele tinha um leve sorriso. Disse assim: vem aqui pra eu te explicar umas coisas.



Então fomos sentar num sofá que tinha no terraço da sala dele. Eu tava desconfortável de ficar tão perto dele. E tava também confusa. Antes ele só tinha me tratado muito mal e agora tava sendo gentil comigo? Com assim? Não entendi nada. Eu tava suando frio. Mas por outro lado era melhor do que ser tratada como lixo.


Ele segurou minha mão entre as duas mãos dele e disse que só tava tentando me ajudar a fazer o trabalho direito, que se ele não fosse duro com as funcionárias, o negócio não ia pra frente e tals. Ele tava fazendo um carinho na minha mão, tipo me acalmando. Aí de repente ele já mudou de assunto. Começou a fazer perguntas sobre mim. Quis saber se eu era casada ou tinha namorado. Eu disse que estava junta com meu noivo.


Ele reagiu assim: ah, noiva, é? Que interessante.


Nesse momento já tinha largado minha mão e começou a acariciar minha coxa. Eu tava usando um vestidinho curto. E ele continuou acariciando minha coxa de leve e me fazendo perguntas e falando dele também, que era casado mas não transava mais com a mulher e tals.


A conversa já tava ficando perigosa. Meu coraçãozinho já batia ligeiro. Eu tava muito assustada.


A mão dele subia e ficava quase entrando pela parte interna das minhas coxas. Tava bem atrevido mesmo. Eu tive que ficar segurando a mão boba dele pra não entrar no meu vestido. Eu tava passando o maior aperto. Queria me levantar dali mas tava sem coragem.


Teve uma hora que baixei os olhos e vi que a calça dele tinha um volumão. Era uma calça de linho cinza e dava pra ver bem o contorno do membro dele. Tava bem duro e inchado. Oh, eu não tava conseguindo tirar o olho, tá? Minha raiva já tinha até passado. Tava era dando umas olhadinhas rápidas pro pau dele. Era uma coisa assim muito escandalosa e tava mexendo demais comigo. De forma alguma eu queria ter nada com meu patrão, tá? Mas aquele volumão na calça dele me dava uma inquietação de ver.

Aí de repente minha xana deu uma apertadinha. Ai Jesus. Ah não pode ser. Como que eu podia tá ficando excitada? Eu já tava sentindo o molhadinho brotar na xoxota. Ela ficou apertando e sentindo meu rosto pegar fogo. Devia estar bem corada porque tava excitada demais. Noss!


Parece que ele notou os meus olhares e colocou minha mão bem em cima do volume da calça, pra eu pegar no pauzão duro. Eu nem acreditei. Ele apertou minha mão pra ela se fechar segurando o troço dele. Eu tava sendo forçada a apertar o pau do meu patrão. Achei aquilo muito feio da parte dele. Não estava certo fazer aquilo comigo. Mas eu continuava com a mão sendo forçada a apertar o pau dele e fui sentindo bem a grossura. Aí começou a me dar um calor. Assim uma vontade de apertar mais. Eu não sei nem explicar. Eu tava gostando. Mas foi coisa de dois segundos. Logo puxei o braço e tentei me levantar. Tava pensando em sair correndo dali.


Então ele me prendeu pelo ombro e tentou me beijar na boca. Eu caí pro lado, ficando quase deitada no sofá. Só que ele veio e se deitou por cima de mim, sempre querendo me beijar. Eu evitando o beijo e o cara caindo sobre mim.


Logo ele prendeu minha cabeça com a mão e lascou um beijo na minha boca. Não sei o que me deu que fiquei toda mole e fui deixando ele me beijar. Enquanto me beijava, apertava minha coxa. E em seguida tava era enfiando a mão dentro da minha calcinha, pegando na xana.

Mas nessa hora entrei realmente em pânico. Ele já tava indo longe demais. Como que ele tava fazendo aquilo comigo se eu nem tinha dado mole? Eu tinha deixado bem claro que tava comprometida. Tava muito errado aquilo. Eu não ia fazer aquela sacanagem com o Murilo. Então fiz força pra me soltar e virei o rosto. Fiquei com a cara enfiada no sofá pra ele não me beijar mais. Enquanto eu ficava ali de cara escondida, ele aproveitou pra ficar passando a mão na minha bunda. Ele tava muito abusado e então eu dei um pulo pra fora do sofá e fiquei de pé escondendo meu rosto nas mãos como se tivesse chorando. Mas eu tava fingindo, tá? Mas deu certo porque ele disse assim: tá bem. Relaxa. Foi só uma brincadeira. Pode voltar pro trabalho.

Ufa! Eu tava livre então? Ai que bom. Melhor assim, né?


Aí ele ficou de pé e foi se sentar na cadeira dele. Eu ainda ajeitei meu vestido e meu cabelo. Tava tonta de tudo que tinha acabado de passar. Parecia que tinha saído de um carrinho de montanha russa, o coração batendo louco e sem saber que rumo tomar. Aí fui em direção à porta pra fugir logo dali.


Quando me virei, vi o Heitor trabalhando de cabeça baixa, bem sério e de novo já com aquela cara de patrão nojento. No final, antes de eu fechar a porta, ele disse assim, já me dando outra bronca: lembre de explicar aquela idiota lá embaixo que em nehuma situação é pra discutir com os clintes, entendeu?


Eu só respondi que tinha entendido sim. E saí, fechando a porta com uma sensação de alívio.

O que tinha sido tudo aquilo? Que loucura foi aquela do meu patrão? Nem sei como saí dali sem ser comida por aquele animal.


De noite voltei pra casa bem abalada e não contei nada pro Murilo. Só que nem quis muito papo com ele porque tava com dor de cabeça da agitação que tinha passado. Antes de dormir, fiquei pensando se ainda ia continuar no emprego ou não. Eu tava com muitas dúvidas. E se o Heitor me atacasse de novo? Como que devia reagir? E se o Murilo descobrisse que meu patrão tinha me assediado? Não ia dar certo, né?

No dia seguinte ao ataque do Heitor, fui de calça jeans para o trabalho. Era melhor parar de usar roupinhas provocantes perto do patrão. No fim do dia, depois de trancar a loja, fui deixar as chaves no escritório dele. Estava tensa com medo de ele me assediar de novo. Só que ele mal olhou pra mim. Ah, tá. Melhor assim.

Só que teve uma segunda-feira que parecia que ele tinha vindo do inferno. Olhou pra mim e disse assim: por que você tá usando calça comprida? A loja tem uniforme, sabia? Quero que use. Não sei por que ele tava implicando com aquilo de repente. Mas tudo bem. No outro dia fui com o uniforme da loja. Aí me chamou no escritório numa hora que não era muito comum. Entrei um pouco tensa. Olhou pra mim dos pés à cabeça. O uniforme era bem sexy. A blusa apertava meus peitos, e dava pra ver bem como eram grandões. E também a saia mostrava as minhas pernas. Enfim ele disse assim: olha, só. Você fica muito mais bonita desse jeito.

Notei que ele tava babando, pirando nos meus seios e nas minhas pernas. Mas pensei assim: vixe! Vou bem ter problemas com ele desse jeito. Eu queria sair logo dali e então perguntei o que ele desejava. Ele tava sentado no sofá do terraço e bateu assim com a mão indicando pra eu sentar ao lado dele. Arre! Não ia ter jeito, viu. Mesmo com trauma daquele sofá, tive que ir. Fazer o quê?


Aí me sentei toda tensa, com as pernas bem fechadas e as mãos por cima da saia. Ele ficou olhando pra mim e sorrindo. Tava me paquerando, o safado. Mas assim sorrindo ficava muito charmoso, sabe?


Aí eu olhei pra ele e falei assim: o que você queria? Tem cliente lá embaixo, viu?


Ele riu e disse: e isso é jeito de você falar com seu patrão?

Tava todo cheio de gracinha. Eu respondi assim: desculpe, Heitor. É que tô na correria porque essa hora a loja é mais movimentada.


Pois me dê um beijo que deixo você livre.

Nossa! Que eu não esperava aquilo, viu! Já travei todinha, sem conseguir falar nada.


Ele aproveitou que eu tava ali toda paralisada naquele sofá e segurou meu pescoço com uma das mãos e me deu um beijo nos lábios, só que bem de leve, diferente da última vez, que tinha quase me violentado. Então deixei ele me beijar. Só um beijo de leve não ia fazer mal, né?

Aí, enquanto ele me beijava, meteu a mão entre minhas coxas. Gente, eu abri as pernas assim no automático, sabe? Nem conseguia mais raciocinar. A bucetinha já tava toda úmida. Ele suspendeu minha saia e com a mão dentro da minha calcinha, enfiou dois dedos bem lá no fundo da minha vagina. Nossa! que me tremi toda. Como que ele fazia aquilo comigo assim? Ele não podia fazer aquilo. Mas eu não conseguia abrir a boca pra reclamar. Parecia que ele tava era controlando meu corpo com aqueles dois dedos atolados em mim. Tava sentindo muito prazer naquilo. Nem conseguia mais pensar em nada.


Aí, num movimento bem rápido, ele se desabotoou e colocou o pau pra fora da calça. Segurou na minha mão e me obrigou a pegar nele. Aí apertei. Ele nem precisou mais me obrigar. Eu tava fazendo por vontade própria. Era uma pica bem gostosa de apertar. Tava me excitando horrores.


Ele deve ter notado que eu já tava dominada e se levantou de repente e começou a puxar minha calcinha. Tava querendo me deixar nua pra meter, né? Gente do céu! Eu tava louquinha pra dar, mas ainda tinha juízo, tá? Eu não queria dar pro meu patrão e trair o Murilo. Então consegui reagir e fiquei segurando minha calcinha e falei assim nervosa: Heitor, eu não posso.

Ele viu que não ia conseguir nada daquele jeito e largou da minha calcinha. Então, enquanto eu tentava ajeitar ela de volta no lugar, ainda sentada no sofá, ele ficou de pé bem na minha frente e disse assim, balançando o pau segurando ele no tronco: olha como você me deixou.

Que pica era aquela, hein? Nossa! Grande e com uma cabeçona larga que eu nunca tinha visto nada igual. Nem respondi nada. Tava hipnotizada admirando aquele troço. Eu já tava com aqueles meus pensamentos depravados de novo, tipo assim: nossa! como seria essa tora entrando no meu cu, hein? Como que eu podia estar pensando aquilo? Não sei.

Bem, ai quando vi, ele tava esfregando o pau na minha cara, mandando eu chupar. Eu nem consegui resistir muito. Já abri a boca e engoli aquela chapeleta suculenta.

Aí já era. Fui dando umas chupadinhas de leve na cabeça pra começar. Dei uma olhadinha pra cima e o safado mandou eu continuar. Eu nem tava pensando em mais nada. Tava gostoso demais de chupar aquela tora bem quentinha. Ela ficava dando uns pulinhos na minha boca toda vez que eu passava a língua na chapeleta. Ai, dilícia que achei. E fui mamando bem gostoso. Eu já sabia como fazer aquilo muito bem. Achava uma dilícia.

Pra dar mais tesão nele, fiquei alternando umas mamadas fortes com umas passadas de língua na cabecinha da pica. Aí teve um momento que dei uma lambidinha mais embaixo, naquela parte que prende a chapeleta, sabe? Aí o negócio dele deu um tranco. Gente do céu! Sem eu nem esperar, ele deu uma jatada bem na minha cara, que fiquei já toda melecada.

Ele enfiou rapidamente na minha boca. E ficou segurando minha cabeça. Ele gemia e soltava mais porra na minha boca. Eu nem quis saber. Já tava chupando mesmo e engoli tudinho, mamando e sugando bem forte. Quando vi, ele já tava amolecendo que nem saia mais nada. Eu tinha mamado bem direitinho.

Depois disso, ele guardou o pau de volta na cueca. E enfim abotoou a calça. Eu tinha ficado ali sentada só olhando pra ele.

Então ele disse assim já sério: lave o rosto e volte pro trabalho.

Poxa! Como assim? Eu pensei: paguei um boquete super delícia e o cara já tá com essa cara enojada de novo, é? Nem com isso fica satisfeito? Tá bom então. Achei um pouco humilhante, mas fazer o quê, né?

Quando entrei no banheiro, vi no espelho minha cara esporrada e já senti a maior vergonha. Nossa! Por que tinha aceitado aquilo, hein? Caramba! Que loucura que tinha feito. Ah, mas eu não queria ficar pensando, sabe? Já tava feito. Já era. E tinha sido bem excitante, né? Lavei logo o rosto e voltei pra loja.


Fim




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