Provocando o Porteiro

  • Temas: novinha, velho, exibicionismo, submissão
  • Publicado em: 26/07/25
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  • Autoria: Liviamor
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Private Muse

Hoje, uma história mais leve, faz parte de uma série de acontecimentos de uma mesma semana. :)


Nas histórias anteriores, contei que por muitos meses eu fiquei andando de táxi só para ficar dando para os taxistas e que isso não era só um passatempo, era praticamente meu estilo de vida. Mas quando descobri que o taxista que arranjava os encontros, na verdade, mentiu para mim e estava me prostituindo para aqueles homens, fiquei tão decepcionada que parei com essa brincadeira, pelo menos por um tempo.


Mas eu mantive muito contato com o Rogério, o último homem que conheci em Campinas, a gente conversava muito por celular, conversas picantes e com muita putaria, um homem o qual muitas vezes implorei para ele vir para São Paulo me comer, mas que me fez sentir um pouco insignificante, pois sempre justificava que ir me encontrar era muito esforço e que não valia a pena o tempo que iria gastar.


Em poucos meses, algumas coisas na minha vida acabaram mudando, eu não tinha mais aquelas caronas para minha cidade, muito menos tinha algum taxista me aguardando sair da escola ou do cursinho para me levar em algum lugar aleatório e se divertir comigo, mesmo assim era difícil esquecer as coisas que fiz e seguir fingindo como se nada tivesse acontecido.


Alguns meses se passaram, fiz aniversário e agora estava com dezesseis anos, consegui um estágio de meio período em uma 'startup', então eu estudava pela manhã, trabalhava à tarde e fazia cursinho em algumas noites, até fiz amizades com algumas meninas do curso, elas moravam em uma república e durante uma das nossas conversas me despertou uma vontade de querer sair da casa dos meus tios. Conversei com meus pais sobre morar em uma república e depois de muita insistência ficou combinado que eu ficaria durante a semana na república e na casa dos meus tios nos finais de semana. Para me mudar, escolhi uma semana com feriado prolongado em que meus tios estariam ausentes, o porteiro do prédio me ajudaria com a mudança, pois moradores do prédio tinham o costume de chamar ele para transportar coisas.


Enquanto aguardava o fim do expediente dele, guardei minhas coisinhas em algumas caixas, tomei um banho e me troquei, fiz uma make caprichada, vesti um shortinho bem curtinho, deixei as pernas todas à mostra e coloquei uma blusinha mais soltinha, estava com um visual jovial e bem bonita, nada vulgar. Enquanto arrumava minhas calcinhas, comecei a recordar das situações em que algumas delas foram usadas, lembranças bem nítidas dos pecados que cometi. E com isso, comecei um monólogo comigo mesma: "Será que se o porteiro visse essas calcinhas ele acharia que sou uma vadia? Se bem que, muitas vezes, os porteiros do prédio viram como eu estava saindo de madrugada. O que será que eles pensavam de mim? Eu poderia deixar umas calcinhas jogadas para ele ver... Ou melhor, eu poderia espalhar todas na cama e pedir para ele me ajudar a guardar, seria divertido, imagina ele ver essas daqui então, isso não cobre nada, com certeza ele vai ficar me imaginando com ela. Talvez ele até tente me comer...".


E sim, acabei deixando minhas calcinhas todas misturadas e espalhadas pela cama, muitas delas eram totalmente indecentes e insinuavam o tipo de mulher que eu estava me tornando. E já que eu estava saindo do prédio, achei que seria interessante dar uma provocadinha. Então, quando ele tocou o interfone e disse que estava subindo, nossa, já me sentia ansiosa, quase tinha me esquecido dessa sensação, eu fiquei atrás da porta de entrada esperando ele chegar, até que ouvi ele batendo.


- Porteiro: Oi, Livia, tá tudo certo?


- Eu: Oiee, está sim, tudo bem com você? Já deixei quase tudo embalado...


- Porteiro: Tá certo... Já está tudo pronto?


- Eu: Falta só umas coisinhas, mas já estou terminando. É rapidinho.


- Porteiro: É coisa grande? Precisa de ajuda? Se quiser, já vou levando o que está pronto para a garagem.


- Eu: Tá bom, entra aqui... As coisas estão ali no meu quarto.


Ele pediu licença e entrou, me olhava normalmente e não demonstrava outras intenções, seria difícil ele reparar que eu estava excitada por ele estar ali. Os porteiros sempre foram muito amigáveis comigo, mas duvido muito que, das várias vezes em que me viram de madrugada vestida igual a uma prostituta, nunca ficaram com vontade de me pegar de jeito.


- Eu: Pode entrar, meu quarto é ali... Meus tios estão viajando, só voltam no próximo fim de semana, mas já estou aproveitando para fazer a mudança.


Deixei claro para ele que estávamos sozinhos e que meus tios não chegariam tão cedo. Ofereci água, café e até mesmo refrigerante, mas ele não aceitou nada. Fomos para o meu quarto e logo deu para ver que, ao entrar, o que mais chamou a atenção dele foram aquelas calcinhas espalhadas em cima da cama, não tinha como não reparar.


- Eu: A maioria eu arrumei, mas só falta separar as minhas calcinhas.


- Porteiro: Entendo... Quer que eu leve essas caixas que estão aqui?


- Eu: Ah... Se puder me ajudar a guardar minhas calcinhas, aí já descemos juntos.


- Porteiro: Tudo bem... O que precisa fazer?


- Eu: Acho que vou separar, para não levar tudo bagunçado, quero colocar essas mais normais nessa caixa, aí essas outras menores e diferentes vou colocar nessa outra aqui.


Eu disse isso pegando uma calcinha normal e outra transparente bem pequena, fio dental. Até que eu tinha bastante calcinha e mais do que a metade eram bem indecentes. Isso era só para dar aquela provocada, queria ver a reaçao dele. Ele ficou um pouco vermelho, talvez de vergonha ou excitação, ainda era cedo para dizer, então ele aproximou e começou a revirar minhas calcinhas. Ele pegou uma bem pequena e apontou para mim, motrando ela aberta e segurando com dois dedos de cada mão.


- Porteiro: Você diz para separar essas pequenas?


- Eu: Isso, essas mais sensuais, pode botar elas nessa caixa aqui.


Coloquei a caixa do lado dele, para forçar ele a pegar somente as mais ousadas.


- Portaria: Você tem bastante calcinha assim...


- Eu: Muito... Mas ainda bem que vou mudar, aí não preciso esconder elas da minha tia.


- Porteiro: Se ela ver, briga com você?


- Eu: Acho que sim, ela é bem careta, ela não aprova nem roupa curta.


- Porteiro: Entendi, ainda mais vocês, meninas de hoje em dia, gostam de usar bastante coisas desse tipo.


- Eu: Sim, nossa, tanto que essas outras mais normais, acho que ainda vou me livrar delas todas. Haha


Ele estava mais vermelho que pimentão, já as minhas bochechas com certeza estavam bem coradas e eu já estava excitada, alias, eu sentia que estava MUITO molhada. E o fato de ver ele separando minhas calcinhas com tanto fervor era excitante a ponto de não conseguir me segurar. Eu queria que ele me visse pelada.


- Porteiro: É muita calcinha.


- Eu: Você acha? Sempre que passo no shopping, eu não resisto, acabo comprando uma ou duas. A última que comprei, acho que foi essa aqui... Deixa eu ver...


Eu dei uma revirada nas calcinhas que ele guardou na caixa e peguei uma preta com detalhes em nude, fio dental, partes transparentes e bem pequena, essa era bem ousada.


- Eu: Essa aqui, acho que foi semana passada...


- Porteiro: É bem bonita mesmo, já chegou a usar?


- Eu: Infelizmente, ainda não, acabei não saindo esse fim de semana.


- Porteiro: Deve ficar muito bonita em você.


- Eu: Você acha?


- Porteiro: Com certeza.


- Eu: Hmmm... Vamos ver...


Peguei a calcinha e segurei com as duas mãos, meio que medindo e o deixando imaginar como ficaria em mim. Eu não resisti, tinha que provocar mais do que isso.


- Eu: Acho que vou experimentar ela.


- Porteiro: Pelo tamanho, vai ficar perfeita em você.


- Eu: Também acho, eu sempre acerto o tamanho, vira de costas só um pouquinho, só para eu me trocar.


Ele ficou espantado, levou alguns segundos para entender que eu ia trocar ali do lado dele. Ele virou de costas para mim e até gaguejou na hora de falar.


- Porteiro: A-Assim... Assim está certo? Estou de costas...


- Eu: Isso... Só um minutinho, não vira...


Eu tirei meu shortinho, aquele líquido melado que saía da minha boceta até esticou enquanto eu deslizava o shortinho para baixo, já logo coloquei a calcinha, respirei fundo e deixei ela bem encaixadinha em mim, até partindo a minha boceta.


- Eu: Prontinho, deu certo.


Ele virou e olhou para mim vestida com aquela calcinha minúscula e bem vulgar, deu até para ver ele passando a língua nos lábios e engolindo a saliva.


- Eu: O tamanho ficou certinho.


Dei uma voltinha para mostrar para ele como ela ficou na minha bunda.


- Porteiro: Ficou perfeita em você, sem palavras.


- Eu: Eu gostei bastante dessa quando eu vi, bem confortável.


- Porteiro: Muito boa mesmo, tem mais alguma que você nunca usou?


- Eu: Tem bastante que não usei. Haha


- Porteiro: Você lembra qual?


- Eu: Deixa eu ver...


Enquanto estava ali escolhendo as calcinhas, dava para sentir que ele me queria, até respirava de forma mais acelerada, minhas mãos estavam bem trêmulas com a exitação do momento, jamais imaginei que faria algo assim dentro da casa dos meus tios, eu estava adorando estar ali só de calcinha e blusinha do lado dele, estava me sentindo muito viva.


- Eu: Hmmm.... Me diz, você viu alguma que gostou?


- Porteiro: Com certeza essa aqui.


Ele não demorou para responder, foi assertivo e já foi logo apontando e pegando uma calcinha, ele mostrou ela para mim com as duas mãos. É lógico que ele escolheria essa, era aberta embaixo e atrás, dava acesso a tudo, essa tinha o mínimo possível de tecido, eram apenas três linhas de cor preta.


- Eu: Nossa, essa ainda não usei...


- Porteiro: Achei essa bem diferente.


Os olhos dele estavam até brilhando, como se implorassem que eu experimentasse ali, bem na frente dele.


- Eu: Tá bom vai, deixa eu provar ela também, essa nem lembrava que tinha.


- Porteiro: Eu viro de novo?


- Eu: Isso... Rapidinho...


Eu tirei a calcinha atual e troquei por essa, assim como ele queria ver a minha boceta, eu também queria mostrar tudinho para ele.


- Eu: Pode virar...


Quando ele virou, eu estava de frente, com uma postura um pouco acanhada, mas sem esconder nada, só fingia estar envergonhada, então eu dei uma voltinha para ele poder ver por todos os ângulos.


- Porteiro: Nossa...


- Eu: Gostou dessa?


- Porteiro: Adorei essa... Que coisa mais gostosa.


- Eu: Também gostei bastante dela.


Eu separei minhas pernas para dar um pouco mais de visibilidade, puxei minha blusinha para cima e dei uma ajeitada nas alcinhas puxandoas bem pra cima, até puxei a parte da alcinha que estava na minha boceta, colocando uma de cada lado dos lábios dela.


- Eu: O que achou dessa?


Dei mais uma voltinha, mostrando minha bunda para provocar.


- Porteiro: Gostosa demais, se fosse para eu escolher uma para você vestir todo dia, eu ia escolher essa.


- Eu: Haha... Você gostou mesmo dela.


- Porteiro: Você pode dar mais uma voltinha para eu ver.


Fiquei de costas para ele mostrei minha bunda.


- Eu: Assim tá bom?


- Porteiro: Está muito bom isso.


Dei aquela empinada e me posicionei só nas pontas dos pés, coloquei as duas mãos para trás e abri minha bunda, para deixar ele ver minha xoxota e meu cu à vontade. Dei uma olhadinha para trás e ele estava fissurado, babando e passando a mão no pau por cima da calça jeans. Eu perdi tanta coisa nos últimos meses, não acreditava que tinha desistido de fazer essas coisas. Eu desejei, com toda minha alma, que ele viesse para cima de mim e me fodesse bem gostoso, com força, o desejo tomou conta de mim e não não conseguia mais resistir, então, ainda de costas, tirei a minha blusa e fiquei parada, abrindo minhas partes íntimas para ele, era um convite pra ele me comer.


- Eu: Você gosta assim?


Ele se aproximou de mim e começou a passar a mão na minha bunda, dando uns apertões.


- Porteiro: Não acredito que isso vai acontecer, depois de tanto tempo... Até que enfim...


- Eu: O que? Era isso que queria que aocntecesse?


Ele deu um tapa na minha bunda e passou a acariciar mais acima, chegando perto dos meus seios e os apertando.


- Porteiro: Menina, você deixava a gente maluco... Não estou acreditando que vou ser o primeiro.


- Eu: Você diz, vocês da portaria?


- Porteiro: Isso, a gente só fala de você na portaria, mas agora... Não tô acreditando que estou aqui com você.


Com vários beijos no pescoço, ele me deu um selinho e eu correspondi, ficou olhando nos meus olhos e depois lascou mais um beijo em mim, mas dessa vez com a língua. Com isso, ele passou a mão na minha boceta e eu deixei sair um gemido.


- Eu: Hmmm...


- Porteiro: Já está molhadinha.


- Eu: Desde que você chegou... Nossa...


Ele me virou de frente para ele e começou a passar uma mão na minha bunda e os dedos da outra mão no meu clitóris, enquanto ao mesmo tempo me beijava. Os beijos eram intensos e molhados, eu estava nua na frente daquele homem, tínhamos quase a mesma altura, ele tinha idade para ser meu pai.


- Porteiro: Depiladinha assim é muito bom...


Ele me pegou pela cintura e foi me colocando de costas para ele na beira da cama, ele desceu e começou a me chupar e meter o dedo na minha boceta, ele meteu a boca como se chupasse uma manga, usou bastante a língua no meu clítoris, até que ele levantou e me deu uma puxada, já sabia como ele queria que eu ficasse, então fui ajeitando na posição de quatro com os joelhos na beirada da cama. Ele soltou o cinto, tirou a calça jeans, a cueca e a camisa social, depois senti aquela mão subindo pelas minhas costas, indo até o meu cabelo, até dar um agarrão, ele começou a passar o pau bem na entrada da minha boceta. Com uma mão no meu cabelo e outra na minha cintura, ele começou a esfregar o pau duro na minha boceta molhada, bem devagarinho e começou a me penetrar. Ele metia a cabeça, tirava para ficar mais molhado e metia de novo. Eu ia gemendo com a penetração avançando cada vez mais, ia entrando lentamente até o momento em que ele meteu tudo, eu sentia ele todinho dentro de mim. Ele deu mais algumas penetradas completas, tirando e entrando bem devagar enquanto gemia junto comigo. Aí ele se ajeitou, começou a puxar meu cabelo e começou a dar umas metidas fortes e vários tapas na minha bunda.


- Eu: Hmmmm... Aiii, Nossa, Isso... Que gostoso...


- Porteiro: Isso, que gostosa, geme pra mim... Geme...


- Eu: Aiii... Hmmmm... Hmmm... Me fode... Delícia...


Ele puxava meu cabelo com força e alternava com uns tapas na bunda, até que sem aviso nenhum, ele deu aquelas tremidas e deu um gemidão, senti o que estava acontecendo, ele estava me enchendo de porra. Ele não aguentou segurar mais do que isso.


- Porteiro: Ahhhh.... Ahhh...... Gozei... Ahhh...


- Eu: Nossa...


Rapidamente, ele foi tirando o pau de dentro da minha boceta, fazendo a porra que ainda estava jorrando pingar no chão. Foi muito rápido e, como eu estava na seca, queria muito mais do que isso, mas tentei não demonstrar minha frustração, quando estava ficando bem gostoso, acabou. Não acreditei como consegui ficar os últimos meses sem transar, aquela sensação de descontrole todo veio a minha cabeça, senti que estava tudo ativo novamente. Eu precisava de muito mais do que aquilo, muito mesmo.


- Eu: Nossa... Gozou bastante...


- Porteiro: Porra... Não consegui aguentar.


- Eu: Tá tudo bem... Haha.


Ele já foi logo pegando a roupa e se vestindo. Eu respirei um pouco e tentei fazer o mesmo, com minhas mãos trêmulas, tirei aquela calcinha e vesti meu shorts. Mas deu para ver que ele percebeu minha frustaçao e ficou decepcionado consigo mesmo, ficou em silêncio e voltou a separar minhas calcinhas, ele estava bem envergonhado.


- Eu: Tá tudo bem... Haha... Não se preocupa.


- Porteiro: Não aguentei e acabei te deixando na mão.


- Eu: Eu já disse... Não se preocupa, eu estou bem, foi gostoso. Haha


Depois de me trocar, eu cheguei perto do ouvido dele e cochichei, só para quebrar o clima de decepção.


- Eu: Mas vou te contar um segredinho... Precisa de mais de um homem para me fazer chegar lá...


Ele me olhou com cara de espanto. Mas eu dei uma risada e isso quebrou o clima estranho que ficou entre a gente. Ou talvez, deixaria mais estranho ainda.


- Eu: Entao não se preocupa. Tá? E me diz, então você foi o primeiro? Haha.


- Porteiro: Pois é, a gente fala muito sobre você, principalmente as roupas que você usa de madrugada. Uma mais gostosa que a outra.


- Eu: Mas sabia que eu ficava puxando assunto com vocês de propósito?


- Porteiro: Era para ficar provocando a gente?


- Eu: Sim, eu aproveitava quando estava esperando o táxi.


Nisso, fui pegando todas as calcinhas e colocando na mesma caixa.


- Porteiro: Não vai mais separar?


- Eu: Não, já consegui o que eu queria. Haha.


- Porteiro: Você queria transar?


- Eu: Sim, acabei ficando com muita vontade e não aguentei.


- Porteiro: Eu tentei resistir o máximo, achei que estava brincando comigo.


- Eu: Haha, mas me diz, então você está feliz por ser o primeiro dos porteiros?


- Porteiro: Você é gostosa demais, deixa qualquer um louco. Uma vez a gente brincou de apostar quem saia com você primeiro, deveria ter apostado de verdade.


- Eu: Mas vocês fizeram aposta?


- Porteiro: Só apostamos brincando, não achava que ia acontecer de verdade.


- Eu: Só não provoquei mais vocês por causa de que meus tios moram aqui. Mas já que vou mudar, aproveitei que você subiu aqui.


- Porteiro: Se eu soubesse disso antes, eu teria te contado que a gente tem uma salinha.


- Eu: Como assim?


- Porteiro: Como revezamos a guarita durante a madrugada, a gente tem uma sala de descanso, tem até cama e uma área de cozinha.


- Eu: Nossa... Não sabia... Então me leva lá da próxima vez?


- Porteiro: Então você vai voltar aqui?


- Eu: Vou precisar porque vou deixar algumas coisas minhas aqui ainda, mas eu quero voltar só pra conhecer essa salinha de vocês.


- Porteiro: Jura? Anota o meu número, aí você me avisa quando vai voltar que eu levo você lá.


- Eu: haha, tá bom, mas se eu te avisar, já sabe o que eu quero, né?


- Porteiro: Sei sim!


- Eu: Você vai contar para os outros que me comeu?


- Porteiro: Se quiser, eu guardo segredo.


- Eu: Não, pode contar, quero que conte pra todos eles que você foi o primeiro. Até porque quero que todos saibam o que é para fazer quando eu estiver na salinha com vocês, pode falar pra eles que eu sou fácil. Haha.


- Porteiro: Mas mesmo que eu conte, tenho certeza que eles não vão acreditar.


- Eu: Faz assim, quando me virem aqui no prédio, fala para eles perguntarem se eu quero visitar a salinha, que aí deixo qualquer um me levar lá, assim vão saber que você está falando a verdade. Vai ser a nossa senha, tá? Qualquer um que falar isso pra mim pode me levar pra essa salinha. Haha


- Porteiro: Você vai fazer isso mesmo?


- Eu: Vou... Lembra o que eu disse no seu ouvido? Então... Haha.


- Porteiro: Lembro sim, vou falar então. Quando voltar, traga umas dessas calcinhas que você tem, dá muito tesão.


- Eu: Vou trazer umas lingeries, só para experimentar para vocês.


- Porteiro: Mas liga pra mim primeiro, pra gente marcar a hora, porque eu quero fazer de novo com você.


- Eu: Tá bom, se eu vier, vai ser de madrugada, porque aí evito de encontrar meus tios, vai ser um segredinho nosso.


- Porteiro: Você não vai subir aqui?


- Eu: Se for durante a semana, não.


- Porteiro: Então você vem só para transar?


- Eu: Isso, posso passar a madrugada toda aqui, deixo vocês fazerem o que quiser.


- Porteiro: Nossa... Assim você deixa a gente louco.


Juntamos as caixas no elevador e levamos para a garagem, de lá fomos para a república, mas a nossa brincadeira não acabou por aqui, essa semana foi bem fogosa para mim, eu fiquei completamente maluca, mas vou descrevendo os dias em histórias separadas.


Não vou dizer que foi bom com o porteiro, porque o sexo mesmo não foi, acabou tão rápido. Mas me exibir daquele jeito, me entregar tão fácil assim, isso me deixa maluca. Amei deixar ele me ver peladinha e ainda acabei indo para a república com a xoxota cheia de porra, até secou um pouco no shortinho branco que eu estava vestindo. E uma coisa muito importante mudou, diferente das outras vezes eu não estava mais condicionada a depender de uma viagem de táxi para acontecer algo, eu criei asas e agora iria conquistar mais liberdade, mas não quer dizer que isso seria positivo, eu ainda não sabia como ter controle sobre o meu desejo e isso era perigoso.


Mas em breve, continuo contando o meu descontrole, são muitas histórias.


Beijinhos. 3


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