Me mudei para uma República
- Temas: novinha, interracial, exibicionismo, submissão, sexo com anão, boquete
- Publicado em: 28/07/25
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- Autoria: Liviamor
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Essa é uma continuação da última história que postei (Provocando o Porteiro). Contém algumas referências, mas não precisa ler as anteriores. ;)
Um resuminho: Eu resolvi trocar a segurança e o conforto do apartamento dos meus tios pela liberdade que eu teria ao morar em uma república. No dia de mudar eu chamei o porteiro, que tinha curtume de transportar coisas para os outros moradores do prédio. Eu acabei o provocando e como fiquei bem excitada acabei deixando ele me comer.
Mas esse relato não é mais sobre o porteiro, é o que aconteceu quando cheguei na república naquele mesmo dia, uma segunda feira.
A roupa que eu estava vestindo ainda era a mesma, uma blusinha soltinha, um shortinho branco curtíssimo o qual não usaria em uma casa de família ou entre amigos, tênis básico e uma leve maquiagem.
Quando cheguei na república, eu conheci o Clélio, um senhor que era o zelador e responsável pelo funcionamento do lugar. O local era consideravelmente grande, ele me mostrou todos os quartos disponíveis e eu acabei escolhendo um bem no fundo do corredor, no segundo andar da casa, o qual achei o mais adequado para mim. Mas o Clélio teve grande influência na minha escolha, mesmo tendo quartos melhores, acabei escolhendo esse que ele apontou, que era o menor quarto disponível em toda república. Eu trouxe minhas coisas para o meu quarto e comecei a organizar, não demorou muito para conhecer o meu vizinho de quarto, como estava com a porta aberta, assim que ele passou na frente, me cumprimentou.
- Vizinho: Olá, você mudou para cá hoje?
- Eu: Oi, isso... cheguei agora.
- Vizinho: Eu sou o Paulo, esse quarto aqui do lado é o meu, sou seu vizinho.
- Eu: Oi, Paulo, prazer, sou a Livia.
- Paulo: Muito prazer, Livia.
Conversamos um pouquinho sobre de onde a gente é, o que a gente faz e toda aquela conversinha básica de quando conhecemos alguém novo. Mas o Paulo, digamos que ele é... diferente, ele era negro, tinha em média uns 35 anos, mas o que mais o diferenciava é que ele é um anão. Era a primeira vez que eu tinha conhecido um pessoalmente. Depois de um tempinho de conversa, ele foi para o quarto dele e eu continuei arrumando minhas coisas. Nisso, o meu "amigo" Rogério me ligou e ficamos conversando. Minutos depois, o Paulo saiu do quarto e passa por ali no corredor.
- Paulo: Está conseguindo se ajeitar aí?
- Eu: Estou sim, haha, só o espaço que é pequeno.
- Paulo: Você prefere que eu deixe essa porta aqui fechada mesmo?
Ele apontou para uma porta que tinha no corredor, o qual separava o quarto dele e o meu dos demais, era bem provável que antes esses dois quartos eram apenas um, ao dividir manteram a porta original.
- Eu: Prefiro sim, que aí deixo essa aqui aberta, fica parecendo que tem mais espaço, haha.
- Paulo: Tranquilo.
O Paulo estava sem camisa e segurando uma toalha, certamente ele estava indo tomar banho. Percebi que ele era bem fortinho, com certeza vai à academia, mas por ser anão, os braços e pernas eram bem curtinhos. Mas quando o Paulo falou comigo, não deu para ele perceber que eu estava com o fone nos ouvidos falando com o meu amigo de Campinas, o Rogério, que ficou maluco quando ouviu que tinha um outro homem perto de mim, então ele começou a perguntar quem ele era, se eu já transei ele e por que estou ali falando com ele no celular em vez de estar na cama com o Paulo.
Eu contei que o Paulo era meu vizinho de quarto ali na república e que ele era um anão, quando disse isso, aí que ele ficou mais transtornado. O Rogério logo pediu para eu pegar o celular e começou a mandar alguns links de pornô com anão, que eu tinha que experimentar de qualquer jeito.
Tentei explicar para ele que ali na república não poderia tentar nada ousado, que minha colega do cursinho também mora na república e que se soubesse das coisas que faço, com certeza iria fofocar para outros e isso estragaria a minha imagem. Mas ele não quis saber, tentou me convencer de todas as formas que tenho de ser uma cadela obediente, mas especificamente a cadela obediente dele, que nossa relação somente continuaria se eu obedecer e fazer tudo o que ele mandar.
Eu tive escolhas, mas eu gosto de receber ordens ser ordenada a fazer coisas que talvez, por si só, eu nunca teria coragem de fazer, então eu disse que tentaria. Ele disse que tinha que ser feito aquela noite, que não poderia passar dela e que se não conseguisse, não era para ligar até cumprir o combinado e que haveria punição.
Ao encerrar a chamada, eu não tinha ideia do que fazer, o Paulo poderia aparecer ali a qualquer momento e como ainda estava arrumando minhas coisas, acabei tirando o shortinho e colocando uma calcinha rosa asa delta e uma regata branca que vai até o meio da barriga, ficando bem a vontade pra quando ele aparecer. Não vou mentir que não estava ansiosa, eu vi no pornô que meu amigo mandou como era o corpo de um anão, na minha cabeça era uma situação interessante e por isso fiquei excitada, eu estava curiosa. Quando escutei a porta abrindo, eu fiquei de costas fingindo trocar de roupa, virei para ele como se estivesse surpresa por ele ter entrado ali naquele momento. Já ele deu aquela expressão de quem ganhou na loteria, sem conseguir esconder que estava animado ao me ver quase toda nua, com os peitos de fora e vestindo apenas uma calcinha. E, por causa da altura dele, estava com uma visão privilegiada para o meio das minhas pernas. Também não consegui deixar de notar que ele estava com a roupa que usava antes do banho na mão e segurando uma toalha enrolada na parte inferior do corpo, não uma toalha de tamanho normal, parecia ter o dobro de tamanho que uma toalha de rosto.
- Eu: Ahhh, esqueci que a porta estava aberta... Desculpa.
- Paulo: Tá tudo bem. Hehe.
- Eu: Tava tão ocupada aqui que esqueci...
- Paulo: Relaxa, não dá nada.
Apesar de fingir a surpresa, não tentei me cobrir, continuei vestindo apenas aquela calcinha e regata enquanto conversava com ele. Ele ficou ali parado, falando comigo e me olhando de forma maliciosa, bem focado nos meu seios. Conversamos mais um pouco, até ele decidir continuar para o quarto dele, percebi que ele estava tentando esconder de mim que estava com o pau duro.
- Eu: Nossa, esqueci que tenho que anotar uma coisa... Você tem uma caneta para me emprestar? Não sei em qual caixa estão as minhas ainda...
- Paulo: Empresto sim... vou pegar para você
Eu fui burra, eu queria evitar que ele saísse dali, mas pedir uma caneta faria ele entrar no quarto dele, então decidi ser intrometida e segui-lo para dentro do quarto. Ele abriu a porta e eu fui atrás, não ia perder a oportunidade.
Já dentro do quarto, de frente para a porta, tinha um guarda-roupa, seguido de uma bancada até a parede da esquerda com mais algumas portas, um frigobar embaixo e uma TV ligada em algum seriado no suporte da parede. Do lado esquerdo estava a cama, encostada na parede que divide nossos quartos. Ele jogou a roupa suja no chão perto dos pés da cama e andou até o lado da cabeceira, achei engraçado que tinha até uma escadinha. Ele passou pelo frigobar, pegou uma cerveja e me ofereceu, mas recusei. Depois, subiu na cama e começou a fuçar nas coisas ali na bancada.
- Paulo: Não quer cerveja mesmo?
- Eu: Não, haha, não tenho muito costume de beber.
- Paulo: Entendi... Essa aqui serve?
Disse ele, virado para mim e apontando uma caneta para o meu lado. É lógico que servia, na realidade eu nem precisava de uma caneta, só não consegui pensar em uma forma melhor para me jogar pra cima dele.
- Eu: Ah... serve sim.
Ele estava em pé ali na cama, próximo da cabeceira. Assim que cheguei perto dele, ignorei a caneta e fui direto com a mão na toalha que ele usava pra cobrir o corpo e puxei, não dei tempo pra ele reagir, antes mesmo dele pensar em segurar, eu já fui me curvando e direcionando minha boca aberta direto no pau dele. Como ele estava em cima da cama, não foi difícil, o pau dele já estava duro antes mesmo de eu pegar, só deslizei para dentro da minha boca enquanto eu forçava o corpo dele na minha direção, a única reação que ele teve foi um gemido, nenhum homem iria resistir à minha sede, minha boca quentinha estava ali mamando no seu pau gostoso de forma muito gulosa.
- Paulo: Ahhhhhhh...
Era estranho, mas ao mesmo tempo era diferente, excitante, por assim dizer, errado. Caí de boca no anão na primeira oportunidade que tive, não fui tão direta quanto queria, mas acredito que tinha cumprido a minha ordem, a minha vontade. Ele reagia tão gostoso enquanto o pau descia pela minha garganta no vai e vem, ele até curvava o corpo e apoiava as mãos na minha cabeça, como que estivesse se segurando para não cair, eu mamava com gosto, o pau dele todo dentro da minha boca, eu tirava mais da metade e em seguida já mandava ele todo para dentro de novo, até a base, o pau preto e peludo desse anão estava fodendo minha garganta e pulsando mais a cada chupada.
- Paulo: Isso... delícia... ahhh...
Eu estava em chamas, sedenta, tentava mamar ao mesmo tempo que olhava para a face dele, ele levantou os braços e colocou as mãos atrás da cabeça, ficando em uma posição bem folgada, dando uma leve separada nas pernas e ficou fazendo contato visual comigo ali, sendo uma cadela bem mais do que obediente, minha submissão perfeita.
- Paulo: AHHH, COISA BOA DO CARALHO!
Ele disse bem alto, não me importei se alguém podia ouvir ou não, eu estava ali um pouco abaixada e o Paulo com as mãos atrás da cabeça indo para frente e para trás com força, batendo até a pélvis na minha boca, eu já estava mais do que treinada para aguentar um pau fodendo minha boca e garganta como se fosse uma boceta. Aquele pau preto com a base peluda, cheio de veias e bolas enormes, entrava e batia com tudo na minha face, minhas pernas estavam tremendo por ficar curvada naquela posição.
- Paulo: Ficar nessa posição aí... tá ruim para você? Vou sentar aqui na cama para facilitar...
Ele parou de meter o pau na minha boca, encostou um travesseiro na parede, sentou e balançou o pau.
- Paulo: Vem mamar aqui, vem!
Eu passei a mão nos lábios para tirar a saliva que escorria e dei um sorriso malicioso.
- Eu: Tá gostando, é? Haha
- Paulo: Lógico, não é todo dia que aparece uma gostosa para me mamar assim do nada.
- Eu: Então vou mamar até você não aguentar mais.
- Paulo: Acha que vai ser rápido?
- Eu: Haha, não sei... Você aguenta muito?
- Paulo: Vem descobrir.
Me posicionei na cama e comecei a beijar o pau preto do Paulo, beijava, lambia, acariciava, era como se eu o idolatrasse. Eu chupei com tudo e com gosto, foi ele todo pra dentro, saiu e entrou inúmeras vezes e por um longo tempo, eu mamava sem parar, usava até as mãos pra acariciar as bolas e nada dele gozar. Eu já estava tão molhada que chegava até a pingar da calcinha, o tecido não conseguia mais absorver o líquido que minha boceta estava babando. Sem contar que eu ainda estava com a porra do porteiro dentro da minha xoxota, não fazia muito tempo que outro homem tinha me comido. Então eu foquei em apenas mamar aquele anão, eu sabia que depois dessa, por ele ser meu vizinho, teria de fazer isso mais vezes.
- Eu: Nossa... Você resiste bem... meu maxilar está até doendo.
- Paulo: Não vai ser fácil, vai precisar usar mais que a boca.
- Eu: Acha que não consigo te fazer gozar só com a boca?
- Paulo: Só acho que vai ter muito trabalho, consigo resistir.
- Eu: Então levanta e senta aqui na beira da cama, vou mamar com gosto até você não aguentar mais.
Ele levantou com cara de cínico e sentou bem onde eu indiquei. Assim que ele se posicionou, eu fiquei de joelhos e coloquei uma mão em cada uma das pernas curtas dele.
- Eu: Eu sou mais do que sua vizinha, agora virei sua putinha, virei sua vadia, você vai poder abusar de mim sempre que quiser.
- Paulo: Porra!
Fui engolindo o pau dele com fome, forçando para baixo, mamei ele com gosto e velocidade, eu fiquei chupando sem parar, como se minha vida dependesse daquilo. Ele estava se contorcendo e gemendo, meu maxilar estava doendo de tanto esforço, mas queria mostrar para ele que eu sou uma cadela obediente e que só ia parar quando ele gozar. E olha, demorou muito até ele gozar, mas como eu tinha muita destreza, eu mamava de forma bem intensa, ele gemia com fervor e até tentava me segurar, mas eu não parava de chupar, eu fui até ele não aguentar mais e dar um grito de prazer.
- Paulo: AHHHHHHHHHHHHHH
O grito veio seguido de um jato de porra quente. E como eu ainda continuei mamando, aquela porra ia saindo, enchendo minha boca e um pouco escorria pelos cantos dos meus lábios, ele tentava se recompor, mas ele gozou de forma tão intensa que não conseguia forças pra se manter. Eu só parei quando não saiu mais nada, até achei que tinha matado ele.
Quando eu parei de chupar, saiu todo aquele líquido acumulado na minha boca, muito escorria para fora, eu me levantei e ele estava lá, deitado e ainda suspirando com uma mão na testa. Eu cheguei com o rosto bem perto dele e o puxei pela mão, fazendo-o olhar para minha cara, fiz ele me ver engolindo toda porra que tinha dentro da minha boca, passei os dedos pelos cantos dos meus lábios e empurrei toda tudo que estava escorrendo para dentro, tomei tudo, até chupei os dedos.
- Paulo: Você é louca... Porra...
- Eu: Viu, eu fui até o fim.
- Paulo: Achei que não ia parar... Ahhhh...
- Eu: Mas agora já sabe, virei sua puta.
Ele estava deitado ali, exausto, e olha que foi apenas um boquete.
- Eu: Vou deixar você se recuperar e vou tomar um banho.
- Paulo: Você já vai?
- Eu: Tenho que arrumar minhas coisas, parei só para te chupar mesmo.
Ele levantou meio que desnorteado e me acompanhou até a porta, eu entrei no meu quarto, tirei minha calcinha e me enrolei na toalha.
- Eu: Será que tudo bem eu ir ao banheiro assim?
- Paulo: Ninguém vai reclamar de ver você assim, pelo menos não os homens.
- Eu: Então vou assim mesmo.
- Paulo: Eu vou aproveitar e tirar um cochilo, depois dessa fiquei com sono.
- Eu: E isso é ruim? Haha
- Paulo: Não, mas na próxima você vai ver.
- Eu: Estou ansiosa pela próxima.
Mandei um beijinho para ele e fui para o banheiro tomar banho. Depois, quando voltei, estava tudo escuro, a porta do quarto dele estava fechada e os roncos eram altos. Aproveitei e liguei para o Rogério para contar que cumpri minha tarefa, então ele perguntou os detalhes. Contei tudo para ele, mas ele não ficou satisfeito, porque era para ser mais do que isso, ele estava mais interessado em saber que o anão tinha enchido minha boceta de porra e não apenas um boquete, ele disse que eu seria punida. Mas foi um boquete bem cansativo, fiquei mais de meia hora chupando o pau preto do Paulo, chupando até o talo, eu mamei e tomei a porra de um anão, fora o fato de que foi o primeiro que conheci que aguentou tanto, eu já me considerava quase uma deusa do boquete, percebi que precisava aprender mais coisas.
Mas ali estava eu, agora não era mais dentro de um táxi, não tinha como me esconder disso tão rápido quanto gostaria. Naquele dia já tinha dado para o porteiro e agora chupei um anão. E se ele sair contando para o resto do pessoal que mora ali? Era meu primeiro dia na república, não fazia uma hora que tinha me mudado e já aprontei. Eu tinha certo medo caso isso virasse fofoca, sem contar que faltei do trabalho e do cursinho por causa da mudança, só que passei mais tempo sendo vadia do que resolvendo minhas coisas.
Mas isso não terminou ainda, aconteceram muitas coisas, mas somente nesse dia:
1. Durante a tarde, provoquei o porteiro e ele me comeu,
2. Agora a noite, passei mais de meia hora chupando um anão,
Em breve continuo com acontecimentos da terça-feira, espero que tenham gostado até aqui.
Mil beijinhos. :3

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