Transei gostoso com meu melhor amigo

  • Temas: Amizade, Desejo reprimido, Massagem, Confiança, sedução
  • Publicado em: 18/08/15
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  • Autoria: kristian bonny
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Private Muse

O que passo a contar aconteceu comigo há uns três anos. Meu nome é Anna, sou morena, 1,68m, seios firmes, coxas grossas, bumbum delicioso como dizem meus amigos e amigas, o que acho ótimo.


Quando entrei na faculdade, logo conheci uma loira que o povo achava estonteante, a Ju; se me acham bonita, ela era perfeita. Ela era casada, e qual foi a surpresa quando, depois de certo tempo, fui com um namorado convidada a jantar em sua casa e assistir a filmes, quando conheci o marido dela. Ele bem magro, para não dizer esquelético, uns até achavam que ele tinha AIDS. Uns 20 anos mais velho que ela, cabelos bem grisalhos. Nunca imaginava que uma loira linda daquelas fosse casada com um cara que não dá para considerar bonito, mas não era feio de tudo. Em compensação, a simpatia, inteligência, sinceridade, companheirismo, fez-me ver que beleza não era tudo. Depois de certo tempo ela me confessou também que o que atraía não era a beleza, mas apesar de sequinho kkkkk, quando pegava ela de jeito era no mínimo umas três ou quatro gozadas daquelas de ficar com as pernas bambas e não conseguir levantar da cama. Era viciado em chupar uma xana e de preferência bem depiladinha. Eu sinceramente nunca me senti atraída pelo ET, e imagina: este era o apelido dele. Sempre tivemos amizade até que eles se separaram, e por coincidência eu saí de casa e fui morar no mesmo prédio onde o ET morava. Nossa amizade foi crescendo e nos tornamos muito amigos, o famoso melhor amigo. Eu conseguia contar tudo para ele, era incrível, e ele um ótimo ouvinte. Sabia das minhas frustrações, meus amores, minhas transas. Ele era doido para dar uma comigo, dava para sentir, mas mantínhamos a amizade em primeiro lugar.


Um dia eu, cansada do serviço, reclamei de dores nas costas; o ET mais que prontamente ofereceu uma massagem. No começo achei que ele só queria era me foder. Mas aceitei para ver se ele era tão bom quanto a Ju tinha falado na massagem. A princípio ele ficou do meu lado na cama e começou a me massagear, com um óleo delicioso e cheiroso de amêndoas. Suas mãos pequenas ora me apertavam, ora me acariciavam; sua respiração já estava ofegante, senti que estava com tesão. Falei que, se quisesse, para massagear melhor as costas podia sentar em minhas pernas, não tinha problema. Lógico que mais que ligeiro lá estava. Foi ótima a massagem, relaxei tanto que quase dormi. Senti aquele pau duro roçando na minha bunda cada vez que ele vinha massagear meus ombros. Vi que ele tentava disfarçar, mas minha buceta já estava molhadinha; mas não podia dar para ele, pois era ex da minha melhor amiga de faculdade. Foram muitas massagens excelentes, mas nunca rolou mais nada além do pau duríssimo passando em meu traseiro. Logo que acabava ele ia para o banheiro e eu tinha certeza que estava tocando uma para mim, eu adorava. Falávamos muito de sexo, mas nunca de algo entre nós; amigos, amigos, sexo à parte — isto que eu sempre falava para ele.


Lembrei-me agora de uma vez: nós numa boate perto de casa, eu vi um cara que tinha um pau enorme e comentei com o ET: "Nossa ET, fiquei molhadinha só de lembrar daquele cacetão."


— Sua tarada — disse ele. E comecei a lembrar e comentar que a Ju sempre falava que com ele era muito bom.


— Bom saber, Anna. Mas melhor você parar pois já estou muito excitado.


Quando reparei, ele estava com uma mão no bolso segurando o pau para não aparecer. Pois estava com uma calça social e a cueca não segurava. Mandei soltar para ver o volume e deu para notar que era sim avantajado, deu água na boca. Mas já tinha uma foda marcada para aquela noite.


Passou-se o tempo e nós sempre na mesma, até que um dia o ET veio com a notícia que iria embora para o Maranhão, não queria mais morar em Toledo no Paraná pois tinha recebido uma proposta de trabalho muito boa. Ele viajou e ficamos uns dois anos com contato somente pela internet. Tive vários namoros, mudei de cidade para tentar melhorar a vida, mas sempre na mesma.


Recebi em julho de 2011 uma, digamos assim, proposta indecorosa: um coroa que conheci em Santa Catarina, na cidade de Florianópolis. Ele era tio de uma amiga que fui junto passar uns dias na casa dele na praia. Eu moraria com ele, faria as vontades dele, sexuais é claro, e em compensação ele me daria uma mesada gorda todo mês, mais roupa, casa, comida e roupa lavada. Comentei com o ET o que ele achava.


— Acho meio arriscado, Anna, mas você faz o que quer da vida. Não vou interferir não, ok!


— ET, vou tentar; se não der, dou um jeito e vou embora.


— Se eu pudesse você viria para cá, mas não tenho condições de bancar a proposta dele, heheheheh!


— Ah ET, você sabe, você é meu melhor amigo, não rola.


— Fazer o quê, tenho que me contentar com sua amizade, né?


— Nossa, assim parece que você não dá valor, amigo.


— Desculpe, me fiz entender errado, você sabe que eu te amo, amiga!!!


O ET sempre foi o amigo que nunca teve medo de dizer que me amava mesmo como amiga. Apesar de sentir atração por mim, não forçava a barra, e mulher gosta disso.


Mas decidida fui para Florianópolis; não durou duas semanas. O cara queria é que eu comesse ele com um vibrador toda noite, ainda queria que eu fizesse programas com uns conhecidos dele e queria que dividisse a grana com ele. Estava fudida, sem grana para voltar para casa, não queria dar o braço a torcer. À noite encontrei o ET na net e contei o que estava acontecendo. Na hora ele comprou uma passagem de avião para eu ir para o Maranhão. Saí escondida do velho e fui.


O ET dividia a casa com uma colega de serviço e, como só tinha dois quartos, eu teria que dormir com ele. Não vi problemas, pois no horário do almoço sempre dormia na casa dele quando morávamos no mesmo prédio. Não sei como ele se controlava, pois via que ele ficava com o maior tesão, mas a meu pedido não tentava nada. E eu, para provocar, pedia para ver todos os filmes pornográficos dele. Ele colocava a mão por dentro do pijama e ficava se masturbando; eu com a calcinha toda molhada, mas não tinha coragem de pedir para ele me comer pela amizade.


Um dia deixei uma calcinha meladinha de tesão no banheiro e ele veio pedir se podia pegar ela para tocar uma cheirando ela. Adorei e disse que sim. À noite, quando fomos dormir, vi que a calcinha estava debaixo do travesseiro dele. Assim que apagou a luz, ele tocou uma punheta cheirando ela. Minha buceta ficou toda melada e enquanto ele gozava eu enfiava o dedo dentro dela, mas sem ele ver. Foi uma semana assim: todo dia ele tocava uma depois que víamos um filme e íamos dormir.


Como eu tinha uns parentes na cidade, fui conhecê-los e passei uma semana por lá. Acabei dando para o meu primo de tanto tesão recolhido que estava. E decidi: se desse oportunidade, ia dar para o ET, era muita judiação o que eu estava fazendo com ele.


Ia ter uma festa na cidade no sábado e pedi para o meu primo me levar para Balsas na sexta. Quando cheguei na casa do ET estava tudo fechado, descobri que ele estava numa casa de espetinho tocando violão com os amigos e tomando umas cervejas. Meu primo me levou até lá e foi embora. Ficamos mais algumas horas lá; estava tendo uma banda de forró tocando na cidade, então a amiga dele e os outros amigos foram todos para lá. Antes de chegar em casa ainda passamos num bar de um amigo do ET e tomamos uísque com energético.


Quando chegamos em casa sentamos um de frente para o outro e fiquei contando os acontecimentos da semana, e ele na hora sacou que eu tinha dado para o meu primo. Contei, como sempre, tudo para ele. Estava com saudades e pedi para que fizesse uma massagem nos meus pés. Ele atendeu de prontidão. Ficamos um bom tempo conversando e ele me massageando. Ele perguntou se queria massagem nas costas e aceitei e fomos para o quarto; pensei: hoje eu sento nesse pau tortinho.


Ele fez a massagem e se preparava para dormir; tirei a calcinha no banheiro e, quando vim deitar, entreguei para ele mostrando que estava molhadinha pela massagem e pelo pau duro na minha bunda. Ele adorou e quando apagou a luz ele começou a tocar uma. Nisso ele comentou que morria de vontade de chupar minha buceta. Respondi: "por que não vem?". Nunca vi um homem tremer de tesão como ele.


Mordia por cima da calcinha e me deixava doida, depois tirou de ladinho e ganhei a melhor chupada em minha xana. Eu rebolava e gemia baixinho naquela língua. Ele estava meio afobado, aí com jeitinho fui mostrando para ele como que eu gozava, falando quando era para acelerar ou ir mais de leve; gozei umas duas vezes. Mandei pegar uma camisinha pois queria aquele pau na minha buceta. Nunca tinha visto alguém colocar uma camisinha tão rápido rsrs.


Tirei a calcinha, ele se ajoelhou na minha frente e ficava passando o pau na minha xana, toda gozada, de baixo para cima abrindo ela com ele e não enfiava. Quando o pau passou novamente na entradinha dela, levantei a cintura e fiz o pinto dele entrar todo. Que pau gostoso, ele socando e atolando tudo, sentia o saco dele batendo na minha bunda, adorei. Gozei de novo.


Ele me virou de costas e disse que queria sentir minha bunda do jeito que fazia massagem e imaginava me comendo assim. Veio por cima e foi enfiando aquela vara gostosa toda dentro de mim e por baixo apertava meus seios, que delícia. Começou a acelerar numa velocidade e fui subindo pela cama até quase bater a cabeça na parede. Muito bom.


Virei de lado e ele continuou com o pau dentro de mim socando forte e gostoso, e ficava olhando e falando que não acreditava que estava comendo uma buceta que ele desejava há quase 8 anos. Eu mandando ele socar forte, levantei a perna direita segurando com uma mão e ele socando cada vez mais gostoso, gozei logo. Aí ele falou que queria gozar comigo de quatro. Aí eu fui entender o que a Ju falava, que gostoso dar assim; ele pegou na minha cintura e foi enfiando; horas lento, quando via que ia gozar ele reduzia e se segurava, depois voltava a meter forte até que gozou enchendo a camisinha. Tirou com cuidado e chupou minha buceta ainda nessa posição. Íamos continuar, mas a outra moradora da casa chegou e tivemos que ficar quietos.


Dei para ele mais uma vez antes de ir embora, mas isso é um outro conto. Espero que gostem, apesar de ter ficado meio longo.


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