Sexo oral debaixo da mesa

  • Temas: Chantagem, Adultério, Exibicionismo, Gangbang, Oral, Submissão, Riscos, Humilhação, Engolir, Voyeur
  • Publicado em: 16/09/16
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  • Autoria: rosiane
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Private Muse

Este relato é verídico; peço que leiam também meus outros contos, o que tornaria mais fácil entender o que venho sentindo ultimamente.


Meu nome é Rosiane, sou casada, estou atualmente com 31 anos de idade, sou muito vaidosa, cabelos lisos escuros e bem cuidados; me considero uma mulher bastante atraente.


Como eu relatei anteriormente, meu chefe me flagrou. Com uma câmera escondida, ele gravou eu me masturbando no local de trabalho, me chantageou ameaçando vazar o vídeo na internet; fui vendada e fiz sexo com ele e com outro homem anônimo. E eu adorei isso!


Eu sabia que ele iria querer fazer mais safadezas comigo e, só de imaginar, fico louca de tesão.


A semana seguinte passou rápido, e ele só me procurou na sexta-feira. No final do dia, ele me chamou para conversar na sala dele. Eu fui toda envergonhada, já desconfiando das intenções depravadas dele.


Assim que eu entrei, ele fechou a porta e me chamou de "putinha gostosa", veio com o celular na mão para o meu lado e começou a me mostrar outro vídeo. Desta vez ele filmou o que fizemos na sala dele na sexta passada; logo descobri quem era o outro cara "anônimo": era o Fábio, sócio dele. O Fábio não fica muito na empresa, tem fama de ser "folgado", mas eles são muito amigos.


Fiquei furiosa com o novo vídeo. Eu já estava fazendo o que ele queria, por prazer, não precisava ficar gravando para me chantagear. Eu disse que, mesmo que ele ameaçasse vazar o vídeo e estragar meu casamento, eu não aceitaria mais ser filmada; prefiro acabar com o casamento, mas não quero viver em chantagem. E, se tentasse isso novamente, nosso caso acabaria.


Ele concordou, viu que eu falava sério. Mas me convidou para sair com ele, para irmos a um barzinho apenas para um happy hour. Eu argumentei, falei que nas sextas-feiras meu marido chega mais cedo em casa e não posso passar muito do horário. Ele garantiu que me levaria em casa em segurança e no horário, mas, por precaução, liguei para meu esposo e avisei que ficaria até mais tarde "trabalhando". Ele nem desconfiou, pois normalmente fazemos horas extras mesmo.


Chegamos ao barzinho; era bem aconchegante, tipo um restaurante, tinha umas mesas bem nos fundos, com poltronas tipo sofás. Pegamos uma no canto, bem isolada. O ambiente era meio escuro, o som tocava músicas suaves e as mesas tinham toalhas grandes que cobriam até embaixo. Sentamos à mesa e, para minha surpresa, sentaram conosco mais 4 homens, amigos dele. Um homem grandão, meio gordo, mas até charmoso; um rapaz jovem loirinho e bem bonito; um homem de uns 30 e poucos anos; e um outro senhor, com mais idade (velho, para falar a verdade). Todos estavam bem vestidos.


Logo que começamos a conversar, eu percebi os planos maliciosos deles; acho que já estava tudo combinado. O meu chefe contou para eles o que fizemos, na minha frente mesmo, sem se importar com minha presença. Foi contando os detalhes de nossa transa na sala dele. Eu via o tesão nos olhos daqueles homens me devorando; fiquei excitadíssima na hora, um pouco envergonhada, mas com muito tesão também. Meu chefe começou a me tocar por baixo da mesa, por baixo da minha saia, puxou a calcinha de lado e enfiou um dedo, depois dois dedos em mim. Notou como eu estava excitada, tirou os dedos molhados e mostrou para os outros dizendo: "viu o que falei? é uma safada mesmo!". Todos riram.


O garçom veio anotar o pedido, quebrando um pouco o clima. Eles pediram somente bebidas e eu, para não chegar em casa alterada, pedi uma água, pois sou fraca com bebidas alcoólicas. Logo o garçom serviu as bebidas e foi embora. Assim que ficamos isolados novamente, meu patrão olhou em volta, certificando-se de não ter ninguém por perto. Então ele me pediu na cara dura: "vai, minha putinha casada, desce debaixo da mesa e alivia um pouco a gente". Eu olhei para ele assustada: "como assim? Aqui em público é loucura!". Mas ele foi me falando que neste horário é bem tranquilo, que ninguém ia ver nada, e completou: "eu mostrei nosso videozinho para eles no começo da semana e nós estamos o dia todo com tesão esperando este momento. Vai, amorzinho, seja boazinha!".


Ele é muito bom negociador; estas palavras me convenceram. Imaginei o tesão que aqueles homens estavam sentindo por mim e não resisti. Eu não acreditei no que estava prestes a fazer; aquilo era humilhante para mim, principalmente porque ele contou para os outros que eu era casada, mas a vontade de fazer aquela safadeza era maior. Conferi se realmente não tinha ninguém olhando e fui descendo bem devagarinho para baixo da mesa, tentando disfarçar, e com o coração disparado pela adrenalina.


Assim que fiquei coberta pela toalha, me senti segura e mais à vontade. Eles começaram a tirar os pênis para fora das calças; todos já estavam muito duros. Decidi ir em um de cada vez. Comecei pelo meu chefe, mas logo o gordo, que era mais safadão, me puxou para chupar ele primeiro. Ele estava muito excitado e notei que não iria demorar muito para ele gozar. Ele levantou um pouco a toalha da mesa para me ver, e eu olhei para ele também; vi seu rosto, ofegante, parecia estar com muito tesão. Então ele me falou: "engole tudo, vadia! Eu estou há dias sem gozar, toma toda minha porra, sua puta". Me deu raiva de ele falar assim comigo, mas chupei ainda com mais vontade depois de ouvir isso. Então ele abaixou a toalha novamente e não demorou nem 10 segundos, já encheu minha boca. Era um esperma grosso, gosmento e com um gosto forte; acho que estava acumulado mesmo. Eu engoli tudo, nem fiquei pensando muito, pois ali debaixo da mesa não tinha muitas opções. É melhor engolir rapidinho, pois, se ficar segurando na boca, a gente perde a coragem. Eu tinha nojo antes, mas agora até que eu gosto.


Olhei para os outros; estavam todos se masturbando devagar. Debaixo da mesa estava escuro, mas dava para ver bem aquele monte de pinto à minha disposição, um mais gostoso que o outro. Estava em um local público, mas eu me sentia segura ali debaixo; sabia que ninguém iria nos incomodar. Fui no loirinho agora; estava super duro, era branco e tinha uma cabeça vermelha grande. Comecei bem devagarinho, lambendo a cabeça, como eu vejo nos vídeos que tenho assistido na internet. Estava quente e pulsava. Tinha um gostinho meio salgado. Eles eram todos homens bem cuidados e limpinhos, mas estavam trabalhando o dia todo, não tinha como estar muito cheiroso. Aquilo me excitava; lambi ele passando a língua por todo o pênis, segurei um pouco o saco sentindo o peso, senti as bolas grandes, fiquei passando só a pontinha da língua na ponta do pênis, cheirei um pouco e meti na boca; comecei a chupar com força e ouvi o gemido dele lá em cima e os outros rindo. Fiquei orgulhosa; sabia que estava dando muito prazer para ele e sabia que logo ia encher a boca novamente.


Não deu outra: o pau dele começou a pulsar muito e eu continuei chupando forte; queria fazer o safado gemer mesmo! Senti os jatos na garganta, vários jatos seguidos que quase me afogaram, mas continuei chupando forte; aumentei a velocidade da chupada enquanto ele gozava. O loirinho gemia lá em cima, tentava disfarçar para não chamar atenção, fazia de conta que estava tossindo; os outros só riam. Eu judiei dele mesmo, engoli tudo e continuei chupando forte até ele não aguentar e tirar o pau da minha boca.


Eu estava louca de tesão nesta hora; o meu chefe me deu um pênis de borracha por baixo da toalha. Na hora eu não quis, achei humilhação enfiar aquilo em mim. Nisso, o velho pegou minha mão e colocou no pênis dele; eu movimentei um pouco e não perdi tempo, me coloquei de frente para ele e comecei a chupar também, mais um. Ele tinha um pau grosso, com um saco grande pendurado, com pelos meio grisalhos. Foi o que tirou mais da calça; desabotoou bem e abaixou as calças para deixar o saco bem à mostra, o safado. Ele foi o que mais demorou; fiquei um tempo chupando ele. O outro rapaz, o de 30 e poucos anos, estava sentado ao lado dele, pegou minha mão e colocou no pênis dele para eu ir masturbando também enquanto eu chupava o velho. Eu revesei um pouco, comecei a chupar o rapaz também e voltava no velho de vez em quando. Uma hora estava chupando o velho e com a mão no pau do rapaz, e ele me puxou anunciando que ia gozar. Não deu tempo: antes de colocar na boca, o pênis dele soltou um jato forte de porra, pegou na minha roupa; eu coloquei rápido na boca e recebi os outros jatos todos dentro. Fiquei preocupada em ter manchado a blusa. Acabei de chupar ele e voltei no velho; eu não aguentava mais de tesão, peguei o pinto de borracha que ainda estava ali debaixo e comecei a meter em mim mesma enquanto chupava. O velho já estava quase gozando também; eu percebi que ele ia gozar e comecei a meter bem forte o pinto de borracha em mim mesma, eu queria gozar junto.


Comecei a ter um orgasmo muito forte e o velho safado, foi só ouvir meus gemidos, e ejaculou na hora; acho que ele estava se segurando, por isso estava demorando. Gozou muito, este velho; foi tanto que até me afogava, quase não consegui engolir. Saí dele e fui para o meu chefe, porém estava preocupada com o horário, já era tarde. Então ele não quis, guardou o pênis na calça e me disse que ia me levar embora; me tirou debaixo da mesa. Eu saí toda descabelada, nem me deixou ir ao banheiro lavar a boca, pelo menos.


Se despediu dos outros e saímos. Fomos para o carro dele e, no caminho, ele me fez ir chupando. Eu sabia que ele não ia querer ficar sem gozar, já desconfiava que ele teria alguma ideia depravada. Parou o carro bem na frente da minha casa, o safado! Do outro lado da rua. O carro dele tem vidros escuros, então continuei chupando, meio com medo de alguém ver. Uma hora ele me fez parar e me levantou um pouco para olhar para fora; vi meu marido no portão, olhando a rua, provavelmente estava preocupado por eu não ter chegado ainda.


Fiquei com um baita remorso por estar fazendo isso, mas meu chefe empurrou minha cabeça de volta e me fez continuar chupando. O pau dele parecia que ia explodir de tanto tesão! Eu fiz ele gozar ali mesmo, em frente à minha casa; acho que meu marido ainda estava no portão nesta hora. Ele me falava: "engole tudo, vadia! Não vai deixar sujar os bancos do carro!". E eu obedeci, como uma vadia mesmo. Depois que gozou, tocou o carro mais para frente e eu desci no outro quarteirão para não chamar atenção. Vim andando para casa com aquele gosto de porra na boca e tentando limpar a mancha da blusa com medo de alguém perceber; até que limpou fácil.


Entrei em casa e dei de cara com meu marido, que estava me esperando. Ele me deu um beijinho na boca; eu fiquei com medo de ele sentir algo diferente no gosto ou no meu hálito, mas ele não falou nada. Aquilo me deixou louca de tesão novamente, então puxei ele e dei outro beijo, mais gostoso ainda; fomos para o quarto e transamos muito esta noite. Normalmente não mudamos muito de posições, quase sempre é ele por cima de mim, mas esta noite eu fui por cima, controlando o ritmo, e gozei muito naquele pau gostoso dele. Meu maridinho acordou todo feliz e carinhoso no sábado de manhã...


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