Peguei a prima no flagra na siririca
- Temas: primos, tabu, voyeurismo, masturbação, anal, sexo no chuveiro, flagra, coroa, sedução, fetiche
- Publicado em: 13/05/16
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- Autoria: morenocambh
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Eu estava na casa da minha tia passando um fim de semana. Ela morava com a filha, uma bela morena de 23 anos, com uma bunda deliciosa e um belo par de seios. Ela era sapeca e gostava de aprontar, deixando sua mãe quase louca. A mãe, sabendo como ela era, tomava todos os cuidados para não nos deixar sozinhos. Porém... ah, porém... sempre tem o dia em que a casa cai. A mãe dela teve de se ausentar por uma tarde inteira. A prima estava namorando um carinha bem safado que vivia telefonando para ela e fazendo sexo por telefone; ela adorava isso.
Pois bem, em uma tarde ela estava sozinha em casa, já que a mãe tinha saído. O namoradinho ligou e, como sempre, sendo um tarado completo, pediu que ela tirasse a roupa e ficasse só de calcinha em cima da cama, se masturbando enquanto ele falava coisas picantes. Ela entrou no ritmo logo, pois adorava aquilo. Estava conversando e falando baixinho, apesar de saber que não havia ninguém em casa. Ela se masturbava, enfiava o dedo na xotinha e narrava tudo para o namorado, rindo do que ele comentava. Estava tão entretida que não notou que eu tinha chegado.
Qual não foi a minha surpresa quando cheguei perto do quarto, vi a porta entreaberta e ouvi minha prima sussurrando. Olhei pela fresta e a vi se masturbando; ela chegava a levantar o corpo, devia estar maravilhoso. Fiquei olhando, o pau endurecendo, querendo ver até onde aquilo ia levar. Ela enfiava o dedo na xotinha e esfregava o grelinho de olhos fechados, quase gozando. Não aguentei: abri a porta e deixei que ela me visse. Vermelha, ela desligou o telefone e tentou tampar os seios, sem saber bem por quê.
— Puxa, que susto... eu achei que você ainda estava fora — disse ela.
— Cheguei e vim para a gente fazer alguma coisa, já que a tia não está em casa. Aí ouvi você sussurrando e batendo essa siririca, não aguentei...
— Era o seu namorado? — perguntei.
— Era, sim. Quase todo dia ele telefona.
— Mas agora que eu cheguei, você pode desistir do sexo por telefone e fazer um de verdade, não pode?
— Claro! Tem certeza de que a mamãe vai demorar?
— Ela me falou que sim.
— Então tira essa roupa e vem aqui para a cama comigo. Estou com saudades desse pintão!
Rapidinho, tirei minha roupa e pulei na cama. Nos beijamos e eu já fui chupando aquela bucetinha e aqueles peitões gostosos. Depois, fui enfiando o pau nela. Coloquei a prima de quatro na cama, fiquei parado e pedi que ela mexesse o corpo. Ela o fez e... hummm... assim também era muito bom! Mas logo comecei a bombar, segurando na cintura dela. Enquanto eu metia, enfiei o dedo no cuzinho dela, que gemeu de dor. Afinal, eu nem tinha pensado em lubrificar primeiro. Mesmo assim, ela gostou de ser penetrada ao mesmo tempo por uma pica e um dedo.
Ela gemeu, gemeu e gozou. Aí pediu para eu tirar o pau de dentro dela. Ela foi chupar o meu cacete com vontade, me deixando enlouquecido.
— Eu não costumo fazer isso na primeira transa com alguém — ela disse — mas não sei quando a mamãe vai nos dar outra folga como essa... então... quer comer meu cu?
— Adoraria!
Ela correu, pegou um óleo e lambuzou o meu pau. Pediu para eu passar no cuzinho dela, o que fiz com um prazer enorme, aproveitando para já enfiar um dedo lá dentro. Depois, entrei com o pau. Cuzinho delicioso, quentinho e apertadinho. Essa prima era tudo de bom! Foi lá que gozei bastante.
— Vamos aproveitar que ela ainda deve demorar e tomar um banho? — sugeriu ela.
— Só se você prometer que vai me comer de novo debaixo do chuveiro!
— O plano é este! Você tinha alguma dúvida?
Rindo, corremos de mãos dadas para o chuveiro. Nos lavamos, nos beijamos e nos chupamos. Eu sentei no chão, ela sentou no meu pau e cavalgou até gozar de novo. Foi uma tarde inesquecível. Agora era continuar nos fingindo de santos e esperar a mãe ficar fora de casa novamente. Com certeza essa chance viria!
