Marido e mulher. A Lua De Mel. 1° Continuação

  • Temas: virgindade, romance, militares, núpcias, defloração, enxoval, fetiche, limusine, luxo, clímax
  • Publicado em: 21/04/16
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  • Autoria: 16_Fisher
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Private Muse

Oi, eu sou a Bela. Tenho 22 anos e meu marido tem 28; estamos casados há dois anos. Bom, eu vou contar a minha primeira noite de amor. Eu me casei virgem. É isso mesmo que você leu: eu me casei virgem, por opção.


Quando conheci meu marido, eu me apaixonei rapidamente, e ele também. Meu marido, Rodrigo, é sargento da Aeronáutica e, por isso, viaja muito. Na época do nosso namoro e noivado, nos comunicávamos mais por cartas ou Skype. Eu sempre tive o sonho de me casar por amor e só perder a virgindade com o homem da minha vida. E foi exatamente o que aconteceu. Rodrigo ficou espantado quando eu disse que ainda era virgem, mas, ao mesmo tempo que ficou assustado por eu já ter 21 anos, amou-me ainda mais. Ele disse que sempre achou lindo as mulheres que se preservavam para algo sério e prometeu que eu merecia uma lua de mel incrivelmente perfeita.


Vou descrever como somos fisicamente para apimentar sua imaginação. Sou morena, tenho 1,59m de altura, cabelos cacheados e castanhos, olhos cor de mel e um sorriso largo. Tenho pernas bonitas, coxas grossas e um bumbum bem avantajado. Minha barriga é lisinha e meus seios são bem fartos, algo que herdei de minha mãe; são durinhos, com mamilos pequenos e rosados.


Meu marido é lindo! Ele é loiro, de olhos cinzentos e boca carnuda, torturantemente beijável. Tem 1,90m de altura; Rodrigo é um homem grande e forte, com músculos rígidos por todo o corpo. Um peitoral largo, braços musculosos que me fazem derreter quando me abraçam e coxas torneadas. Suas mãos são ásperas e fortes — eu as amo, elas me levam à loucura.


Nosso casamento foi à noite. Nos despedimos dos convidados e, com a ajuda de minha mãe e madrinhas, retirei o longo e pesado vestido. Quando entrei no carro rumo à lua de mel, não sabia para onde estava indo. Rodrigo havia guardado segredo. Estávamos no banco de trás da limusine enquanto o motorista dirigia rapidamente.


— Agora você é minha mulher — ele disse, devorando-me com seu olhar cinza.

— Sempre fui — respondi com um sorriso provocador.


Eu não estava nervosa; estava ansiosa! Esperei muito por esse momento. O carro andou por mais 30 minutos até entrarmos em uma estrada de terra cercada por árvores.

— Onde estamos? — perguntei.

— Já estamos chegando, meu amor — ele disse, colocando a mão sobre minha perna e lançando um olhar intenso. — Se não estiver pronta para essa noite, eu posso esperar.


— Eu não quero mais esperar — respondi, olhando em seus olhos. — Quero fazer amor com você. Quero ser sua, esta noite e todas as outras.


Naquele momento, Rodrigo puxou-me forte contra seu corpo. Senti o calor que emanava dele.

— Bela... você não tem noção do efeito que me causa ao dizer isso — sussurrou.


Sua língua dançava na minha boca em um beijo insano. Senti sua mão subir pelo tecido do meu vestido, acariciando a pele macia da minha coxa. O toque quente me deixou instantaneamente molhada. Ele se inclinou sobre mim, fazendo-me deitar no banco acolchoado da limusine.

— Hoje, vou fazer o que sonho todas as noites desde que te conheci: vou beijar seu corpo todinho, curva por curva.


Ele deu um "chupão" no meu pescoço, perto da orelha, o que me arrepiou da nuca até os dedos dos pés. O carro parou. Havíamos chegado a uma construção em estilo barroco, belíssima. Rodrigo dispensou o motorista, apressado para entrarmos.

— Agora é só você e eu.


Ele me pegou no colo e subiu as escadas correndo até o quarto. A cama era grande, com dossel e uma sacada maravilhosa.

— Você é perfeita — ele disse.

— Nunca fiquei nua na frente de nenhum homem — confessei, envergonhada.

— Isso me alegra muito — ele sorriu.


Virei-me de costas e ele desabotoou meu vestido. Senti seus lábios quentes na minha pele. Como eu estava sem sutiã, meus seios ficaram logo descobertos. Quando me virei, vi seus olhos escurecerem de desejo.

— Eu já os tinha imaginado antes, mas são muito mais deliciosos do que eu poderia supor.


Ele começou a massagear meus seios, apertando os bicos que já estavam endurecidos. Soltei um gemido alto quando ele abocanhou meu seio direito, sugando e passando a língua. Ele arrancou o que restava do meu vestido, deixando-me apenas de calcinha de renda branca. Suas mãos agarraram minha bunda com força, aumentando meu tesão.


Ele me colocou na cama e começou a se despir. Quando tirou a cueca box, meus olhos se arregalaram. Pelo meu cálculo, seu pênis tinha uns 25 cm; estava duro e com a cabeça avermelhada.

— É muito grande — sussurrei.

— Relaxe. Olhe só nos meus olhos — ele pediu, deitando-se ao meu lado.


Rodrigo voltou a chupar meus seios enquanto suas mãos desciam para a minha virilha. Ele se ajoelhou entre minhas pernas e retirou minha calcinha. Quando viu minha vulva, olhou-a como se fosse a coisa mais preciosa do mundo. Ele começou a me lamber, descendo da barriga até o clitóris. Dei um grito! Sua língua fazia círculos que me deixavam entorpecida.

— Rodrigo... você tem um gosto delicioso — ele disse, após me fazer gozar pela primeira vez apenas com a boca.


Ele se posicionou na minha entrada.

— Isso pode doer um pouco.

— Eu não me importo. Eu preciso de você!


Ele entrou em mim de uma vez, rompendo o hímen. Senti-o me abrindo, mas foi apenas um leve incômodo, não senti dor. Ele esperou que eu me acostumasse com o tamanho.

— Posso colocar tudo agora?

— Não foi tudo? — perguntei, surpresa.

— Só a metade — sussurrou.


Quando ele enfiou o restante, dei um grito. Ele começou a se mover devagar, mas logo o prazer cresceu.

— Eu te amo! — ele dizia, enquanto acelerava o ritmo.

— Mais rápido, amor! — eu pedia.


O vai e vem era intenso. Ele segurava minha bunda com força enquanto me penetrava profundamente. Eu não sabia como tudo aquilo cabia em mim, mas era maravilhoso. Ele saiu de mim por um momento e vi um pouco de sangue em seu membro, a prova da minha virgindade. Ele se agachou e voltou a me chupar freneticamente até que eu gozasse novamente em sua boca.


Ele limpou os lábios com um sorriso malicioso e voltou para dentro de mim.

— Agora eu quero que você goze comigo dentro de você, Bela.


Ele recomeçou as estocadas, fortes e profundas. Nossas virilhas se chocavam com força. Ele gemia rouco no meu ouvido e, quando não aguentamos mais, explodimos juntos em tremores de puro êxtase. Foi apenas a primeira da noite.


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