A crise me fez trair!
- Temas: oral, anal, proposta, traição, dinheiro, dominação, orgasmo
- Publicado em: 17/03/16
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- Autoria: EnzoLopes
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Eu me chamo Marcia e meu marido, Paulo, somos casados há cinco anos. Tenho vinte e quatro anos e Paulo, vinte e sete. Nos conhecemos quando comecei a trabalhar numa indústria de calçados em Franca, SP; ele trabalhava na mesma empresa. Porém, numa época de crise, em que as empresas estavam demitindo, acabamos por perder nossos empregos e ficamos vários meses desempregados. Não conseguíamos outra colocação no mercado de trabalho de jeito nenhum. A situação estava difícil e as contas só acumulavam, com cobranças todo santo dia. Já estávamos ficando desesperados e não víamos nenhuma saída a curto prazo.
Conversa vai, conversa vem, fiquei sabendo de um senhor viúvo que estava precisando de uma diarista que pudesse fazer uma faxina em seu apartamento pelo menos três vezes por semana – "ufa", até que enfim, uma oportunidade. Não perdi tempo e fui atrás do tal senhor. No prédio, o porteiro me informou que ele só chegava depois das dezoito horas. Fiquei aguardando até o tal senhor chegar. Depois de falar com ele sobre a possibilidade de ser a diarista que ele precisava, ele me convidou a subir para conhecer o apartamento e me explicou o que necessitava que fosse feito.
O Sr. Rogério era um senhor bem afeiçoado, devia ter uns sessenta anos. Depois de mostrar o apartamento, que não era muito grande, ele me disse o que precisava: que eu limpasse seu apartamento – basicamente, limpar o pó, já que estava tudo bem arrumado e, como ele morava sozinho, não tinha nenhuma bagunça – e pediu que eu fizesse o almoço durante esses dias, pois já estava cansado da comida da empresa, coisa que certamente eu tiraria de letra. Combinamos os três dias da semana, o pagamento – que não era muito – de cinquenta reais por faxina (o que dava cento e cinquenta reais na semana); mas, pra quem estava sem nada, já era alguma coisa, e que eu deveria pegar a chave na portaria do prédio.
Passei a limpar o apartamento do Sr. Rogério todas as segundas, quartas e sextas, e ele combinou que, nesses dias, viria almoçar em casa. Comecei a trabalhar normalmente: chegava de manhã cedo, limpava o apartamento, arrumava tudo, depois fazia um almoço "simples". Ele chegava, almoçava e ia embora; rapidamente eu lavava seu prato, guardava a comida na geladeira, missão cumprida, e por volta das 13:00 eu ia embora.
Depois de uns três meses trabalhando no apartamento dele, me senti mais à vontade e com mais liberdade para conversar sobre meus problemas. Acabei comentando que meu marido estava sem emprego e que a situação estava muito difícil, que só estávamos comendo porque eu estava fazendo limpeza no seu apartamento. Ele disse: "Mas o que eu pago não é suficiente pra isso; numa casa tem outras prioridades: água, luz, gás, telefone e outras contas que certamente eu tenho." Respondi: "O senhor tá certo, mas eu só tenho essa faxina pra fazer; é com o que ganho aqui que estamos nos virando." Durante esses três meses, o Sr. Rogério mostrou-se um senhor educado, gentil e muito respeitador. Sempre me convidava pra almoçar com ele – claro que não rejeitei, pois almoçar com ele significava um gasto a menos pra mim, algo importante pra quem tem dinheiro curto, três dias por semana.
Alguns dias depois, quando ele chegou e, depois de almoçarmos, o Sr. Rogério perguntou se eu tinha muitas contas a pagar, eu disse que sim, que chegavam cobranças todo dia e que minha água e luz estavam para serem cortadas a qualquer momento. Ele perguntou se eu queria que ele pagasse todas as minhas contas, para que eu não ficasse devendo para mais ninguém. Respondi: "Claro que quero." Aí pensei comigo: "Ele vai pagar minhas contas e vai descontando na faxina que estou fazendo; vou ter que trabalhar um bom tempo pra ele até pagar tudo que devo."
Aí veio a surpresa. Ele colocou a mão sobre a minha e falou que eu era uma mulher linda, que certamente era desejada por muitos homens. Gelei na hora; puxei minha mão, meu coração disparou, e um calor imenso tomou conta do meu corpo, fazendo-me ficar vermelha como um pimentão maduro. Ele disse: "Eu pago tudo que você deve, mas tem um preço." Aí comecei a tremer, mesmo antes dele dizer qual era o preço, mas eu já imaginava qual seria. "Eu vou te fazer uma proposta indecente; não precisa me responder agora, pense se vale a pena pra não se arrepender depois. Se você aceitar, ótimo; se não, você pode continuar fazendo sua faxina normalmente – não falo mais no assunto e nem te importuno. Quando você tiver uma resposta, é só dizer: aceito ou não aceito." A proposta foi: "Eu quero chupar sua buceta e lamber seu cuzinho." Depois disso, ele se levantou, foi escovar os dentes e se foi.
A situação em casa não havia mudado muito; continuava difícil, meu marido continuava sem emprego e as contas sempre chegavam, o dinheiro nunca dava! Aquela proposta do Sr. Rogério, no princípio, me deixou nervosa, com raiva, fazendo-me sentir uma puta. Engoli em seco para não fazer uma besteira, pois era o único emprego que consegui e não queria perdê-lo. Passei o fim de semana cabisbaixa, pensando… Apesar de indecente, como ele mesmo disse, era uma proposta tentadora. E, como ele já tinha seus sessenta anos, chupar uma buceta e lamber um cuzinho deveria ser o máximo que ele conseguiria fazer – aquele pau já não deve levantar mais, pensei eu – e só quem tem muitas contas a pagar e só vê cobrança chegando, e nada de dinheiro entrando, sabe como essa situação é sufocante.
Meu marido, ao me ver daquele jeito, acabou desconfiando de que algo não estava bem e me perguntou o porquê da minha tristeza. Enrolei, enrolei, pois não sabia qual seria a reação dele, mas acabei contando, pois nunca escondi nada dele e não queria que ele pensasse que eu estava lhe traindo. Falei da proposta do Sr. Rogério, da quantidade de contas que tínhamos, e ficamos conversando por um bom tempo, eu tentando convencê-lo de que, no momento, não havia outra saída. Mesmo eu não querendo, a situação estava complicada e precisávamos nos livrar das contas. "É só umas chupadas e umas lambidas na buceta e no cu", dizia eu, tentando convencê-lo, mas nada dele aceitar. Ficou com raiva e me disse para sair do emprego, que aquele velho era folgado demais, que isso não era proposta pra se fazer a uma mulher casada, e ficou falando um monte na minha cabeça.
Fui trabalhar na segunda, e estava esperando a hora do almoço para dizer ao Sr. Rogério que não aceitaria sua proposta e que sairia do serviço, que não faria mais faxina no seu apartamento. Mas, lá pelas dez horas, meu marido me ligou dizendo que nossa luz fora cortada e nossa água também. Fiquei muda, pois não tinha mais argumento para convencê-lo de que a proposta do Sr. Rogério, apesar de indecente, era a única possível para nos tirar do sufoco. E agora, o que vamos fazer? Ele ficou mudo por alguns instantes e depois respondeu: "Vou aí, tô levando todos os carnês, boletos, contas e faturas dos cartões pra você." Aquele era o sinal verde para que eu pudesse aceitar a proposta do meu patrão.
Ele chegou e me entregou um envelope grande com tudo dentro. Perguntei, olhando para ele: "Tá tudo bem?" Ele respondeu, com lágrimas nos olhos: "Tá, mas e se ele quiser mais do que isso?" Respondi: "Terá que pagar muito mais. Você concorda?" Ele me deu um beijo, disse "tudo bem" e foi embora. Entrei e joguei o envelope sobre a mesa com as contas a pagar – cerca de dois mil e oitocentos reais – quando o Sr. Rogério chegou, abriu o envelope e, vendo as contas, deu um leve sorriso de satisfação e a certeza de que conseguira o que queria. Levou o envelope para o quarto e, depois de um tempo, voltou e me entregou. Cada conta tinha uma quantia em dinheiro grampeada, referente ao seu valor, e mais cerca de duzentos reais, que só vi na hora de pagar as contas. Almoçou e disse: "Quando você for embora, passa numa lotérica e paga. Eu sou um homem de palavra. Na quarta eu dou um trato em você: quero lamber esse cuzinho e chupar essa buceta até você gozar em minha boca; mas se você não vier na quarta, vou entender que você se arrependeu – não vou lhe cobrar mais nada, nem mesmo o valor das contas."
Ele almoçou sozinho; não tive coragem de sentar à mesa com ele. Depois, voltou para a empresa onde trabalhava. Logo em seguida, saí também e fui à lotérica, paguei as contas, pedi religamento da água e da luz e fui para casa! Quando meu marido chegou, viu sobre a mesa o dinheiro que eu havia deixado. Eram cerca de duzentos reais, sobra do dinheiro que o Sr. Rogério havia me dado e, já imaginando que minha buceta tinha sido chupada por outro homem, perguntou: "Tudo consumado?" Respondi: "Não, ele ainda me deu até amanhã para eu pensar se não vou me arrepender." E esse dinheiro? Perguntou ele. Eu disse: "Ele pagou todas as contas, como havia prometido. Isso é o que sobrou." E você, vai se arrepender? Fiquei calada, pois ainda não sabia o que fazer, mesmo tendo acertado as contas para ele pagar como demonstração de que aceitaria sua proposta. Meu marido disse: "Mesmo não gostando, tenho que admitir que ele honrou a palavra dada, e você deve fazer o mesmo: cumpra a sua parte e estaremos quites um com o outro."
"Amor, eu vou cumprir, mas quero que saiba que nunca te traí..." Ele me deu um beijo e disse: "Não é traição; a partir do momento em que você me contou e eu concordei, você não está me traindo. Lembra quando eu perguntei: 'E se ele quiser mais?' Você disse: 'Vai ter que pagar mais caro'." Então, se ele quiser mais, pode cobrar caro, já que vou ser corno mesmo – tem que valer a pena. Meu coração disparou, eu gelei; meu marido estava me liberando para fazer mais o que eu quisesse ou o que o Sr. Rogério quisesse fazer comigo. Fiquei feliz com o que ele disse, e aquilo começou a me encher de tesão. Com cinco anos de casada, meu marido tinha sido o único homem que havia possuído meu corpo; agora o Sr. Rogério poderia ser o próximo. Na quarta-feira, quando voltei para o apartamento, fiz tudo o que havia para fazer, inclusive o almoço, e fiquei ansiosa pela chegada dele. Quando ele chegou e me viu, disse: "Pensei que não te encontraria aqui hoje." Respondi: "Eu também sou uma mulher de palavra." Ele me pegou pela mão e me conduziu até seu quarto, me pediu para tirar a roupa, o que fiz, muito envergonhada por estar me despindo na frente de outro homem, ainda que tranquila por não estar fazendo nada às escondidas. Sr. Rogério deitou-se e me chamou: "Vem, põe sua buceta na minha boca."
Segurei na cabeceira da cama, ajoelhei entre sua cabeça e fui descendo meu corpo até sentir sua língua quente a me invadir. Ele vasculhava o interior da minha racha, mordia meu grelo, lambia meu cuzinho enquanto eu gemia baixinho, quase em transe, e dizia: "Aiii que tesão!" De olhos fechados, eu me contorcia, esfregando minha buceta em sua cara, acariciando meus seios: "Aiiiii, isso, aiiii, delícia!" Que gostoso ouvir ele gemer, com a cara lambuzada pela minha buceta molhada, lisinha – podia sentir o cheiro dela invadindo minhas narinas, cheiro delicioso, cheiro de buceta, cheiro de fêmea no cio. Continuava rebolando, enquanto seus movimentos de língua e dedos estimulavam minha racha. Eu gemia, queria gozar. Ele ficava a loucura e eu também; aumentei a velocidade, rebolando e me esfregando em seu rosto. Comecei a gemer mais alto, minha bucetinha babava ainda mais com ele afundando seu dedo e acariciando minha buceta. Eu suava de tanto tesão; meus seios pareciam maiores, os mamilos pareciam pedra, começaram a tremer e meu corpo se contorcia – "aiii, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiiinossaaaaaaa". Que delícia. Gozei na sua cara e boca, deixando-o todo melado e quase afogado no meu melzinho. Ele, com o pau duro – coisa que eu duvidava que pudesse acontecer – soltou um jato de porra que atingiu minhas costas. Sai de cima dele, num ato talvez de carinho; me virei e chupei seu pau ainda duro, podendo contemplar seu tamanho e rigidez.
Naquela quarta, ele nem almoçou; sustentou-se apenas com o melzinho da minha buceta, que ele chupou durante seu horário de almoço. Mas, antes de voltar para o trabalho, pegou um maço de dinheiro e me mostrou; depois, colocou-o sobre a mesa e disse: "Na sexta quero comer seu cu! Se eu chegar à tarde e o dinheiro não tiver mais aqui, é porque você aceitou essa nova proposta." Logo que ele saiu, peguei aquele maço de dinheiro, guardei na bolsa e voltei para casa, louca para que a sexta chegasse logo. Eu nem sabia quanto de grana estava ali; o que eu queria mesmo era dar meu cuzinho pra aquele homem, experiente, carinhoso, e sentir aquela pica entrando em mim, experimentar algo novo, pois até então só meu marido tinha comido meu cuzinho e minha buceta – e quando chupei a pica do Sr. Rogério e ele falou de comer meu cuzinho, fiquei cheia de tesão.
Cheguei em casa e contei ao meu marido como tinha sido ser chupada pelo Rogério e a respeito da nova proposta. Falei que ele já tinha até pago adiantado – ele contou o dinheiro, dois mil e quinhentos reais! "Fiu fiu, que cuzinho caro?" perguntou ele, "se ele não quiser comer o meu, talvez saia mais barato?" "Olha que pergunto, hem, kkkkk", rimos. "Se ele quer comer o cu, vai querer também a buceta? Bem, se ele comer meu cu direitinho e eu gostar, a buceta pode até sair de graça pra ele!" Velho felizardo, respondeu meu marido, rsrsrs. Agora, mais relaxado, ele já estava conformado com a situação de ser eu, "puta do seu Rogério", e acho que até já estava gostando.
Aquele dia, dormi feliz da vida depois de uma trepada magistral com meu marido, que me fodeu umas três vezes, lembrando do velho Sr. Rogério. Na sexta, já de manhã, fiz todo o serviço, o almoço, e estava ansiosa para dar meu cuzinho ao Sr. Rogério. Tão logo ele chegou, me levou para o quarto, tiramos nossas roupas, e logo ele caiu de boca na minha bucetinha, que já estava melada pelo tesão que eu sentia. Pôs-me de quatro e passou a dar um trato na minha bunda: enfiava a língua no meu cuzinho e ia me levando à loucura. Abriu a gaveta, junto à cabeceira da cama, pegou um potinho de creme, untou meu buraquinho, depois meteu um dedinho e logo dois dedos, passando a foder meu cu com movimentos circulares, lubrificando bem e massageando meu anelzinho, e depois num vai e vem com muita rapidez. Aquilo estava delicioso. Depois de untar também seu pau, colocou-o na entradinha e foi pressionando, fazendo a cabeça passar pelo meu esfíncter. Ardeu muito, mas nada que eu não pudesse aguentar. Depois de uma pausa para eu me acostumar com aquele trabuco no meu rabo, ele disse que agora meu rabo teria o que ele merece, um pau de verdade. Deitou-se sobre mim e foi empurrando sua rola para dentro do meu cu, fazendo pressão e alargando meu reto até que estivesse tudo dentro. Deu umas três bombadas, retirou tudo de dentro, untou novamente meu cu e seu pau e enterrou tudo de novo. Como era gostoso sentir meu corpo balançar a cada estocada que ele dava! Como aquele homem sabia comer um cu de uma maneira tão gostosa! Começou uma saraivada de rolas no meu cu, e depois que senti ele engrossar e alargar meu anel, disse: "Agora vou gozar dentro desse cuzinho maravilhoso." Me segurou forte, pressionando sua rola bem fundo, e soltou vários jatos de porra lá dentro, urrando, enchendo meu cu de porra. Ficou em cima de mim, me elogiando, falando frases picantes ao meu ouvido e me enchendo de tesão. Seu pau continuava dentro do meu cu, pulsando e sem amolecer – parecia um garoto fodendo um cu pela primeira vez. De repente, começou a bombear de novo, devagarinho; eu contraía meus músculos anais, apertando e soltando sua rola – era muito gostoso e acabei gozando. Ele acelerou o ritmo, bombando com força e gozou de novo no meu cu, deu duas sem tirar de dentro.
Depois de descansarmos bastante, ele pediu mais uma vez; eu não neguei, afinal, ele pagou bem pelo meu cuzinho. Untou de novo seu pau e, com meu buraco já bem aberto, foi metendo sua rola, que agora deslizava para dentro sem dificuldade. Eu estava levando no rabo pela terceira vez naquela tarde – mas estava uma delícia. Depois de várias estocadas, comecei a gemer e a gozar, e mais uma vez o Sr. Rogério gozou dentro do meu cu, que já não tinha espaço para armazenar mais porra. Me levantei, tapando meu anelzinho, e corri para o banheiro para me aliviar e tomar um banho; depois fui para casa, dolorida e cansada, e ele faltou ao serviço na parte da tarde.
Sábado e domingo descansei, e na segunda, cedinho, estava eu no apartamento do Sr. Rogério, fiz todo o serviço, o almoço e fiquei naquela ansiedade louca para que ele chegasse logo e metesse no meu cuzinho. Assim que ele chegou, já fui pedindo: "Vem, mete logo, arromba meu cu!" Ele me levou para o quarto, pôs-me de quatro, apoiada na cama, baixou meu shorts, pegou o creme, lambuzou meu cuzinho com dois dedos, passou também na sua pica já dura, encostou no meu buraquinho e meteu a rola no meu cu de uma só vez. Entrou rasgando, me fodendo com força e rapidez, dizendo: "Eu sabia que você era puta, sua vagabunda, e que eu iria comer você mais cedo ou mais tarde; era só questão de tempo, e você iria gostar e pedir mais!" O velho parecia tarado, me segurou pelo quadril e me puxava contra ele enquanto socava sua rola no meu cu, até não aguentar e gozar dentro, enchendo-me com sua porra quentinha e grossa. Com minhas pernas bambas, tremendo também pelas suas estocadas e pelo meu gozo, arriamos nossos corpos sobre a cama, e ele ficou grudado em mim, sem tirar seu mastro de dentro. Depois, almoçou e foi embora, me deixando deitada e com meu cuzinho ardendo pela grossura do seu tronco.
Na quarta-feira, quando o Sr. Rogério chegou para almoçar, eu já estava completamente nua na cama à sua espera. Mal ele entrou, falei: "Hoje eu quero na buceta." Ele soltou um largo sorriso e eu aguentei aquele caralho na buceta que dei com o maior prazer. Virei amante fixa do Sr. Rogério, que arrumou emprego para meu marido e continuou pagando nossas contas, não nos deixando faltar nada. Toda vez que chego em casa, mostro para meu marido o estrago no meu cu ou na minha buceta e minha calcinha encharcada com a porra do velho. Ele sabe que fiquei viciada naquela pica e depois me come com a maior vontade, gozando na minha buceta e no meu cuzinho já arrombados. Depois que virou corno, nossas transas melhoraram – e muito – assim como nossa vida. Ele cuida de mim com zelo, carinho, paparicando-me, sempre fazendo as minhas vontades, e diz que eu carrego um tesouro entre as pernas e que o Sr. Rogério o ajudou a descobrir o quanto esse tesouro é valioso.
