Minha esposa alargando o cuzinho
- Temas: Cuckold, Anal, Dilatação, Adúltera, Chefe, Escritório, Plug, Voyeurismo, Exhibicionismo
- Publicado em: 23/01/16
- Leituras: 46625
- Autoria: wk1wk2wk3wk4
- ver comentários
Bem, para aqueles que ainda não leram os meus contos anteriores: eu sou casado há cinco anos. Minha esposa tem 40 anos, é baixinha (1,55m), morena, de coxas grossas, buceta rosadinha, bunda gostosa (agora ainda mais) e seios fartos, que adoro chupar.
Na semana seguinte ao final de semana em que minha esposa me corneou com seis homens, chegaram na quinta-feira os brinquedinhos que comprei para ela alargar o cuzinho, pois ela quer dar o cu também, mas tem medo. Cheguei em casa mais cedo com a encomenda, já que ela tinha chegado no meu escritório. Passei a tarde inteira imaginando aqueles brinquedinhos no rabo da minha amada. Quando ela chegou, fui logo avisando:
— Amor, chegaram os seus consolos.
— Deixa eu ver, amor, deixa eu ver! — Ela abriu a caixa e se assustou: — Nossa, amor, que tamanho! Isso não vai entrar no meu cu, não.
O primeiro que ela viu tinha 25x6,5cm e realmente era muito grande. Mas eu havia comprado mais: um de 18x4,5cm, outro de 16x4cm e um menorzinho de 14x3,5cm. Ela olhou todos, mas gostou mesmo foi do de 25cm. Olhou para mim com aquela carinha meiga, com o consolo do ladinho do seu rosto, e me disse:
— Amor, quero esse ainda hoje no meu rabo. Será que consigo?
— Como você é corajosa! Tenho certeza que sim. Espera aí que vou pegar o KY.
Fui para o quarto e ela foi colocar uma música. Quando cheguei, estava tocando um funk que, segundo ela me falou, é "música de periguete", e ela seria uma "putiguete". Logo se pôs no sofá com as pernas abertas, buceta já meladinha e o cu arreganhado, me pedindo para passar KY no seu cuzinho, o que fiz de pronto. Começou com o menorzinho, que, com a vontade que ela estava, não deu nem para o começo; enfiou quase a metade de uma vez.
— Nossa, amor, parece que não é a primeira vez que enfia algo no seu cu.
Ela rebolava e enfiava mais, gemendo para mim:
— Imagina, amor, um negão comendo o cuzinho da sua esposa. Imagina a pica dele entrando. Olha como é um pinto entrando no cu, olha! — E eu filmando tudo. — Ai, ai!
Enfiava mais; os 14 centímetros já estavam todos dentro do rabo da safada.
— Olha, amor, não para de olhar. Quero que você imagine um macho fudendo o cu da sua esposinha linda que você tanto ama. Imagina!
— Estou imaginando, amor, mas esse consolo é pequeno para o macho que estou imaginando para você.
Tirei aquele consolo e dei-lhe o segundo, de 16cm. Passei mais KY e ela enfiou esse de uma só talagada, dando um puta berro: "Caralho!". Apesar da música, os vizinhos devem ter ouvido.
— Ai, amor — gemia ela — você sabe escolher rola para sua esposinha, né? Que rola gostosa enfiada no meu cu! — E enfiava e tirava aquele caralho de plástico do seu rabo.
Nessa hora toca o telefone: era o seu chefe. Ela olha para o aparelho e me diz: "Vai, continua socando no meu rabo que vou atender".
— Oi, Sr. Marcos, o que está precisando? — perguntou com aquela vozinha de quem está quase gozando. — Está tudo bem, sim. O que o senhor precisa hoje? Precisava levar aqueles relatórios na reunião? Poxa vida... em 40 minutinhos estou aí.
E eu continuando a socar naquele cuzinho gostoso, já todo arreganhado e a buceta toda melada. Ela desliga o telefone e berra de novo:
— Caralho, que gostoso é uma pica no rabo! Amor, vou ter que ir rapidinho no escritório, tá? Me espera aí que já volto.
Colocou o vestido novamente, sem nem colocar a calcinha. Colocou um plug anal que tínhamos comprado também e saiu às pressas. Segundo ela, o plug foi dando um tesão enorme. Chegou no escritório, ligou o computador, fez as correções no relatório e em 15 minutos já estava pronto. Imprimiu e foi levar à sala do chefe.
Já passava das 21h e não havia mais ninguém. Ela, morrendo de tesão, não resistiu:
— Sr. Marcos, eu sei que o senhor é casado, um homem bonito... acho que o senhor não deve precisar disso, mas, o senhor sabe, sou uma mulher casada, mas o meu marido não dá conta. Se o senhor quiser, estarei à disposição para o que o senhor quiser.
Ele ficou vermelho e perguntou:
— Do que a senhora está falando?
— Olha, se o senhor quiser, não tem problema, a gente faz de conta que nada disso aconteceu. Mas, se quiser, eu posso te relaxar de vez em quando com isso — e, falando isso, levantou o vestido, mostrando a bucetinha raspadinha e toda melada.
Na verdade, ela me disse que já observava que ele reparava no rabo dela todos os dias quando ela saía da sala.
— Nossa, que buceta linda. Minha nossa, que tentador. Não imaginava que você fosse propor isso para mim.
— Como lhe disse, sou casada, bem casada, amo meu corninho, mas ele não dá conta disso tudo, não. Sou uma putona, trepo com qualquer macho, mas amor mesmo só com o meu corninho.
Acho que isso aliviou a consciência dele, que foi se aproximando:
— Então senta na mesa.
Quando ela senta na mesa e abre as pernas, ele observa que ela está com o plug anal.
— Você vem trabalhar sempre assim?
— Primeira vez — respondeu com aquele sorrisinho irônico.
Ele se ajoelhou e cheirou a buceta da minha amada.
— Nossa, o cheiro é bom. Posso experimentar?
— Claro, só pegar a camisinha que está na minha bolsa — ela sempre leva umas 20 camisinhas na bolsa, não sei para que tantas, kkk.
Marcos agasalhou a pica que, segundo ela, devia ter uns 17cm, e começou a socar na buceta melada da minha esposinha linda.
— Soca, vai, soca gostoso, Marcos! Soca forte que eu sei que o senhor quer!
Enquanto ele socava, segurava forte nos peitos da minha lindinha.
— Toma, sua puta! Não quer rola? Toma rola!
Segundo ela, foi rapidinho demais; em três minutos o Sr. Marcos já estava querendo gozar. Ela tirou o pinto de dentro, ficou de quatro na mesa, tirou o plug anal e falou:
— Agora faz igual se faz com uma puta: enraba ela gostoso, faz o que a sua mulher não faz.
Ele ficou louco e socou com tudo no seu rabo. Ela deu aquele berro gostoso:
— Caralho! Devagar, Sr. Marcos!
Ele nem ligou e foi bombando gostoso até gozar como um adolescente no rabo da minha putinha.
— Como seu cu é gostoso, Raquel! Realmente nunca tinha comido um cuzinho tão macio. Minha esposa nunca deu o dela para mim.
— Agora o senhor não precisa incomodá-la. Quando quiser comer um cuzinho, é só me pedir.
— Nem imaginava que pudesse ser tão putinha assim.
— Nem eu! Comecei retrasado nas férias e o senhor já é o 13º, kkk.
— Esse número dá azar — disse ele. — Sra. Raquel, preciso levar essa papelada e já estou atrasado. Vamos fazer assim: nada aconteceu aqui hoje, tá? E todas as quintas precisarei de novos relatórios, tudo bem?
— Claro, chefinho. Aproveito e venho sem calcinha desde cedo, para o senhor já ir sentindo o cheirinho da minha florzinha, tá?
Pegaram suas coisas e ela voltou para casa, com o plug anal novamente no seu rabinho. Passou antes no mercado para comprar umas frutas e, segundo ela, abaixava às vezes para pegar as frutas só para mostrar o brinquedinho para os meninos que pesavam os produtos. Eles ficaram loucos, mas, segundo ela, eram muito novinhos.
Chegando em casa, enfiei o consolo de 18cm no rabo dela enquanto ela narrava o que tinha acontecido. Agora já são 13 machos para esse corninho aqui, e ainda sabendo que toda quinta vou receber minha esposa usadinha. Que delícia! Amo buceta usada; o cheiro de sexo que fica é o que me atiça. Agora uma coisa: pelo jeito que ela usou o cuzinho, acho que ela já não era virgem, não!
