Mais que um vendedor de plano de saúde. A minha gerente é insaciável.
- Temas: casada, safada, corno, puta, anal, oral,
- Publicado em: 01/09/26
- Leituras: 5832
- Autoria: Empresario55ES
- ver comentários
Conheci a Marcela através das redes sociais quando eu buscava comprar um novo plano de saúde. Confesso que incialmente a sua beleza me chamou mais atenção do que os valores, mas aos poucos eu percebi que além de linda, ela tinha um vasto conhecimento e eu não pensei duas vezes em fechar com ela.
Nos aproximamos por uma séria de coincidências. Frequentamos a mesma academia, só que em horários diferentes, gostamos de correr e pedalar. Depois que fechamos os planos continuamos a trocar mensagens diariamente. Marcela é uma mulher linda, tem tudo que os homens inseguros temem. É uma morena calara de 50 anos com o corpo impecável, cabelos pretos, na altura dos ombros, inteligente, segura, independente e mãe de gêmeos, que pasmem, já têm 30 anos. Ela se casou cedo, foi mãe aos 20 anos e aos 25 se separou. De lá pra cá, somente namoros rápidos, sem grandes planos, ela não se vê mais casada.
Era nítido que entre nós que entre a gente havia uma sinergia, apesar de nunca termos nos encontrado pessoalmente, algo entre nós era diferente.
Foi numa dessas conversas que eu comentei que estava de saco cheio de trabalhar com consultoria de comunicação. Na mesma hora, ela me fez uma proposta que mudaria a nossa relação para sempre:
- Vem trabalhar comigo?
- Como assim, Marcela?
- Você conhece muitos empresários, muitas pessoas que decidem uma compra. Eu vendo seguros, consórcios e planos de saúdes para essas pessoas. Será perfeito.
- Você está falando sério? Nunca me viu pessoalmente.
- Eu sei, mas eu sinto que te conheço como a palma da minha mão. Vem aqui no meu escritório amanhã de manhã e eu te explico tudo.
Confesso que não dormi direito com a proposta. Depois de 26 anos, mudar de carreira era uma coisa que eu não tinha pensado. Mas a ideia me agradava, falta ver os números dessa mudança.
Na manhã seguinte eu pulei da cama cedo. Fui correr na praia, a planilhava dizia 10 km, mas a ansiedade me fez desistir quando completei 7km. Voltei para casa, tomei meu café com calma, meu banho e me arrumei como se fosse a reunião mais importante da minha vida e de certo modo, era, afinal de contas eu poderia sair de lá com novos desafios.
O dia estava nublado, meio frio, ideal para um terno preto. E foi isso que eu fiz. Junto ao terno, uma camisa azul no tom mais escuro, uma gravata da mesma cor, sapatos preto, barba bem aparada, cabelo molhado e o fiel Armani Code em locais estratégicos.
Não demorei muito a chegar no endereço, de carro foi bem rápido. Me identifiquei na portaria do prédio e peguei o elevador rumo ao décimo andar. Meu coração estava acelerado, parecia que eu estava indo fazer uma entrevista para o meu primeiro emprego, mas o que me esperava era muito melhor que uma nova oportunidade.
Bati na porta e foi a própria Marcela quem me atendeu. Pessoalmente ela era muito mais bonita que nas fotos e mais baixinha também. Ela usava uma blusa azul escuro e uma saia, bege, longa com uma pequena fenda na lateral. Estava de salto alto, brincos e uma correntinha discretos, assim como a sua maquiagem. Por um segundo eu fiquei viajando na sua beleza e voltei ao normal quando ela falou para eu entrar.
O seu escritório era pequeno, mas decorado com muito capricho. Ela tinha uma mesa grande ao fundo, um notebook em cima da mesa. Também havia uma espécie de barzinho, um tapete, mesa de centro, um sofá de couro branco e duas cadeiras. Na parede uma TV de 55 polegadas.
- Adorei seu escritório.
- Eu passo mais tempo aqui do que na minha casa. Por isso caprichei.
Marcela se sentou no sofá e cruzou as pernas, com ajuda da fenda suas belas pernas torneadas saltaram diante dos meus olhos. Eu me sentei numa das cadeiras. Ela nos serviu café e água e antes mesmo começarmos a falar da proposta, lembramos a forma que nos conhecemos. A conversa estava tão boa que não percebemos o tempo passar.
A conversa foi fluindo, os assuntos variando, os toques acontecendo e por fim ela elogiou meu perfume, disse que certamente eu seria o vendedor mais cheiroso da sua equipe. Eu não perdi meu tempo:
- Vendedor cheiroso ganha mais?
Ela riu.
- Tem algumas bonificações.
Eu sai da minha cadeira e me sentei ao lado ela. Senti seu cheiro, sua respiração ficando mais intensa.
- Quais bonificações?
- Depende da sua dedicação. – Respondeu ela me olhando na alma.
Eu sorri, passei o polegar no seu rosto, nos seus lábios. Marcela fechou os olhos, respirou fundo e eu a beijei. Um beijo que incialmente começou cheio de ternura, era como se a gente realmente já nos conhecêssemos. Mas o que era calmaria foi escalando, as nossas mãos foram ficando mais ousadas, as minhas deslizavam sobre suas pernas, as mãos delas, apertavam as minhas e a essa altura a reunião já tinha ido água abaixo. A gente era uma coisa só, tesão.
Eu já beijava seu pescoço a apertava seus seios quando a campainha da sala tocou. Tomamos um susto, ela havia esquecido que tinha uma reunião com a sua contadora. Aquele som caiu como uma bomba entre nós. Estávamos afoitos, corações acelerados, respiração descompassadas, pernas trêmulas.
Ela se levantou e foi abrir a porta enquanto eu tentava me recompor. A contadora entrou, fomos apresentados e eu entendi que era hora de ir embora. Marcela me entregou uma pasta com todos os valores de comissionamento e disse que poderíamos bater o martelo no dia seguinte ali mesmo, no mesmo horário.
Eu cheguei em casa subindo pelas paredes. Tentei trabalhar, mas não consegui.
Final do dia minha esposa chegou e eu estava ardendo de tesão, chamei ela para um banho e nada, propus uma massagem na hora de dormir e ela educadamente disse que estava se sentindo cansada, então fui dormir, ou melhor dizendo, tentar dormir.
Na manhã seguinte, sexta-feira, chovia muito em Vila Velha. Normalmente, às sextas eu dispenso o terno e a gravata e foi exatamente isso que eu fiz. Coloquei uma calça jeans, um calçado informal, uma camisa branca e não dispensei o meu perfume, aliás, eu nunca saio de casa sem ele. Por causa da chuva e do transito acabei me atrasando, mas cheguei e como já estava cadastrado na portaria subi imediatamente. Bati na porta e ela abriu, e estava perigosamente linda. Marcela usava um vestido preto, menos formal, mas extremamente sensual. Nos pés, um salto não muito alto, mas de muito bom gosto. Os cabelos impecáveis como sempre, seu perfume com a mesma imponência do dia anterior.
Marcela fez sinal para que eu entrasse, dei dois passos e já estava dentro da sua sala. Assim que eu ouvi o clique da fechadura e o som da chave trancando a porta eu me virei e fiquei frente a frente com ela.
- Não consegui dormir direito essa noite pensando em você.
- Nem eu. – Disse ela.
Foi a senha, a faísca que precisava para acender aquela fogueira. Eu puxei seu corpo pequeno para junto do meu, nossas bocas grudaram uma na outras e as nossas línguas começaram a travar uma guerra sem fim. Minhas mãos deslizavam sobre seu corpo, o tecido fino subia e descia deixando a sua pele desnuda. Marcela também não se conteve, tirou a minha camisa, abriu o zíper da minha calça. Nos despimos quase que simultaneamente, eu a deixei apenas de calcinha, preta, minúscula, de rendas. Eu diante dela, apenas com uma cueca Box cinza gravite.
Nos arrastamos até o sofá, eu a deitei e suas pernas abriram automaticamente. Nossas bocas ainda estavam grudadas quando eu comecei a explorar seu corpo. Beijei seu pescoço, desci até seus seios, duros, bicos rijos, turbinados. Minha boca sedenta desceu pela sua barriga, minha língua rabiscava a sua pele, o cheiro que seu sexo exalava já dominava o ambiente. Me aproximei da sua calcinha, respirei fundo, senti o cheiro da sua buceta. Com a boca eu coloquei o Lingerie de lado e lá estava uma buceta linda, depilada, com lábios carnudos e pingando.
Comecei a chupar a sua buceta e Marcela arfou, sua respiração era outra, seu coração pulsava enquanto eu apertava seus seios, suas pernas tinham movimentos involuntários. Ela gemia, pedia para que eu não parasse pois estava quase lá.
Quando seu gozo veio, foi avassalador, seus músculos travaram de uma forma incrível. Marcela chegou a solução durante o gozo.
Me sentei ao seu lado com a cara e a barba lambuzada dela. Ela riu, subiu em cima de mim e começou a me beijar. Meu pau pulsava e encostava na porta da sua buceta, eu queria penetra-la logo, mas Marcela tinha fome e não pressa. Sua boca fez o mesmo caminho que a minha, desceu pelo meu corpo até alcançar meu pau.
A dor do tesão era enorme. Com maestria ela me engoliu, começou a me chupar com vontade. Mordeu meu pau, deixou a marca dos seus dentes na minha pele, fez uma pressão absurda na cabeça, desceu até meu saco e me chupou inteiro.
Depois ela se encavalou em mim novamente, a buceta estava derretendo, meu pau melado da sua saliva. A pica entrou num golpe só, Marcela passou a rebolar com vontade, com urgência e pressa. Outro gozo se aproximava, sua buceta apertava a minha rola, parecia querer mastiga-la.
- Eu vou gozar.... eu tô gozandoooooo....me fode, não para.....
De baixo para cima eu acelerava as estocadas. Seu mel escorria da buceta pelas minhas pernas, o cheiro de sexo era forte na sala.
- Fica de quatro.
Quando Marcela se posicionou eu tive noção de como a sua bunda era perfeita, a pequena marca de biquini dava um charme a mais. Posicionei meu pau na porta da buceta e comecei a foder com força, sem parar, fazendo o som dos nossos corpos ecoarem por todo andar. Meu pau entrava e saia de dentro dela melado, brilhando.
- Eu vou gozar Marcela...
- Goza...eu quero sentir você dentro de mim...
Acelerei as estocadas e senti meu corpo ferver, o pau pulsava dentro dela, a porra jorrava com força. Minhas unhas estavam cravadas em suas ancas e eu não parava de socar. O suro escorria pelo meu corpo, a sua pele estava marcada, mas a gente estava saciados.
Quando eu sai de dentro dela a porra escorreu, melou o sofá, o tapete e suas pernas. Foi ai que Marcela ajoelhou e chupou meu pau de novo, deixou ele limpo, pronto para outra.
Naquela manhã, passamos a ser parceiros comerciais e amantes. Sempre que possível visitamos alguns empresários juntos e dentro do carro rola de tudo um pouco. Por vezes comemoramos os contratos na cama de um motel.
Marcela não quer e nunca quis compromissos. Ela sabe do meu casamento e também das minhas aventuras. Somos uma dupla incrível.
Fim.

Gostaria de comentar este texto?
Faça seu login ou cadastro para poder comentar e se comunicar diretamente com seus autores favoritos.