Mais que um vendedor de plano de saúde. Fodendo o casal novinho
- Temas: Sexo, casal, casada, anal, oral, corno, traicao
- Publicado em: 27/08/26
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- Autoria: Empresario55ES
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Comecei a usar as minhas redes sociais para divulgar os planos de saúde e seguro da empresa que eu estava trabalhando. Muita gente pedindo informação, até que apareceu o Gabriel querendo comprar um plano para ele e a esposa. Passei as primeiras informações e marcamos uma reunião na casa deles para que eu tirasse as dúvidas finais, é comum acontecer isso.
Por incrível que pareça, o casal morava no mesmo bairro que o meu, isso facilitou a minha ida, nem precisei tirar o carro da garagem. É claro que essa informação eu não passei para eles.
Gabriel pediu que eu fosse no final do dia, marcamos por volta das 18 horas e como sempre, caprichei no visual. Terno, porém desta vez, sem gravata, barba aparada, perfume de sempre e no horário marcado eu estava em frente ao apartamento 301.
Foi o Gabriel quem abriu a porta. Branco, cabelos negros, acima do peso, cara de Nerd, mas extremamente educado e gentil. No começo eu o achei um pouco afeminado, depois ficou pior. Ele apontou para uma poltrona no canto da sala muito bem decorada com quadros, pelas de decoração, um aparelho de som antigo, muitos LP´s, papel de parede e um abajur de canto que deixava a iluminação do ambiente bem agradável. Em seguida, veio a esposa, uma ruivinha branca como porcelana, também um pouquinho acima do peso, mas nada que não me fizesse reparar em suas curvas. Um sorriso lindo, uma cara de quem adora aprontar, 1,55 de altura.
- Essa é a Jessica, a minha esposa.
Me levante, apertei a sua mão e fui surpreendido por dois beijos no rosto. Cheirosa, usando um vestidinho florido, descalça., por mais que eu quisesse, não tinha como não pensar sacanagem naquele momento.
Jessica e Gabriel vieram do Rio de Janeiro. Ele transferido pelo banco e ela como decoradora ainda mantinha alguns clientes na sua cidade, o que lhe fazia viajar frequentemente para lá.
Eles eram bem mais novos que eu, ele uns 30 anos e ela talvez uma 26. Sem filhos, educados, gostam de vinho, boa música, teatro, exposições e odeiam quem acorda cedo para praticar esportes. Quando ela disse isso eu ri, e falei que corria às segundas, quartas e sexta e pedalava às terças, quintas e sábado.
- Nossa, fiquei cansada só de ouvir. – disse ela.
- Pra que tanto treino? – Perguntou Gabriel.
- Estou com 55 anos, não posso parar. – Respondi.
- 55 anos? Não parece. – Disse ela ao cruzar as pernas.
Voltamos a falar dos planos, apresentei todas as propostas e ficamos de bater o martelo na sexta-feira. Eles queriam conversar com outros corretores. Nos despedimos e na sexta-feira Gabriel me mandou mensagem logo cedo.
- Desculpe o horário, mas acho que você já está acordado né,w
- Sim, acabei de chegar em casa.
- Foi correr ou pedalar?
- Hoje eu pedalei 90km.
- Nossa...quanta disposição. – disse ele.
- Bem, resolveram algo sobre o plano?
- Sim, vamos fechar com você. Pode passar aqui hoje?
- Claro. Que horas?
- Agora, se for possível.
- Ok, vou apenas tomar um banho.
Quando cheguei na casa do casal, apenas Gabriel veio falar comigo. Antes de elogiar meu perfume, ele deixou escapar, ou não, que Jessica estava no Rio de Janeiro e voltaria em dois dias. Gabriel estava de pijama e eu confesso que achei aquilo muito estranho.
Conversa vai, conversa vem, eu anotando os documentos dos dois para montar o contrato e do nada ele perguntou se os treinos me ajudava a transar mais e melhor.
Olhei fixamente para ele e disse que sim. Percebi que Gabriel estava inquieto, era como se ele quisesse me perguntar alguma coisa. Faltava coragem a ele. Quando terminei de anotar tudo, perguntei se ele queria algo mais, seus olhos brilharam, eu saquei o que ele queria e resolvi ajuda-lo. Ele estava sentando na mesma poltrona da reunião passada, me aproximei, abri o zíper da minha calça e deixei meu pau diante do seu rosto.
- Chupa. Não é isso que você quer?
Ele meteu a boca na minha rola. Seguei sua cabeça pelos cabelos e comecei a foder a sua boca como se fosse uma buceta. Metia a rola até o talo, ele engasgava, eu o segurava e eu o chamava de viadinho. Ele babava no meu pau. Disse que eu ia gozar e ele chupou com mais vontade. Meu pau pulsou na sua garganta, os jatos de porra foram explodindo e lhe enchando a boca de leite.
Quando terminei, ele continuou sentado, com a boca melada de porra.
- Daqui a dois dias eu volto para assinarem o contrato.
Ele sorriu, não se levantou. Sai do apartamento com o pau todo babado de porra. Agora, só faltava comer a Jessica na frente do marido.
Os dias passaram rápido, fim de tarde de uma quinta-feira e Gabriel me mandou uma mensagem informando que Jessica chegaria no dia seguinte pela manhã. Perguntei qual melhor horário para buscar os documentos com a assinatura dela e ele respondeu imediatamente: logo cedo. Venha tomar café com a gente.
Sexta-feira, 8h da manhã, eu já estava pronto para ir até a casa do casal. Desta vez me vesti de forma mais informal. Calça jeans, camisa Pólo branca, tênis. O perfume era o de sempre e meus cabelos ainda estavam molhados quando eu toquei a campainha do apartamento.
Foi a Jessica que abriu o apartamento. Estava linda, usava uma espécie de Kimono japonês,. feito de seda, típico vestimenta das gueixas. Nos cumprimentamos com dois beijos na face, ela elogiou meu perfume, eu elogiei a sua pouca roupa. A porta fechou, ouvi o giro da chave na fechadura.
- Senta, o Gabriel está no banho.
Me sentei e ela sentou ao meu lado.
- Fiquei sabendo que a reunião de vocês foi muito produtiva.
- Se saber que seu marido mamou a minha rola é produtivo, então foi.
Ela riu, se aproximou. Eu já sabia o que eles queria, não pensei duas vezes e a beijei na boca e ela correspondeu. Um beijo intenso, molhado, barulhento. nos levantamos do sofá e eu soltei seu laço, o Kimono deslizou pelo seu corpo, ela ficou totalmente nua no centro da sala.
Comecei mamando seus seios, cada um deles recebeu a devida atenção. Meus dedos já bolinavam seu grelinho, a buceta já estava molhada, escorrendo entre as suas coxas. Foi quando Gabriel apareceu na porta, só de short.
- Senta ai que hoje você vai assistir a sua esposa fodendo que nem puta.
Ele sentou sem dizer nada. Jessica ajoelhou na minha frente, se livrou do cinto, abriu o zíper. Me ajudou a tirar os sapatos, a calça e em seguida a cueca. Meu pau estava duro que nem pedra. Ela meteu na boca e começou a chupar com vontade. Pediu que eu me sentasse e continuou mamando a minha rola. Gabriel estava olhando fixamente, fiz sinal para ele sentar de frente e apenas assistir.
Foi a minha vez de colocar a mulher dele deitada, de pernas abertas no sofá de couro. Abri sua buceta e meti a língua lá dentro. Jessica gemeu alto, puxou meus cabelos e disse que queria gozar na minha boca. Mandava Gabriel olhar e aprender como se chupava uma buceta. O pau dele estava duro, mas ela ordenou que ele não se masturbasse.
Quando ela gozou na minha boca, eu me levantei, ela voltou a chupar meu pau. Dei dois tapas na sua cara e a mandei ficar de quatro. Jessica obedeceu, Gabriel estava incrédulo com a passividade da esposa. Comecei a foder a sua buceta com força, sem dó. Os tapas na sua bunda branca iam acontecendo e deixando marcas. Eu socava fundo, forte. O cheiro de sexo na sala era intenso, o ar estava pesado.
Quando Jessica gozou de novo, pedi para ela cavalgar na minha rola. Ela nem pensou duas vezes e já sentou. Passou a quicar no meu pau com toda força que as suas pernas suportavam e o som dos nossos corpos se chocando ecoavam no apartamento.
Fomos mudando de posição até que eu gozei e lhe enchi a buceta de porra. Eu sentia os jatos de porra explodindo dentro da sua intimidade, meu pau pulsava. Meu coração estava acelerado, cada músculo do meu corpo reagia de forma diferente.Quando eu terminei de gozar, olhei pro Gabriel e dei a ordem.
- Chupa a buceta da sua esposa e limpa.
Ele se ajoelhou e caiu de boca naquele buceta inchada e avermelhada. A minha porra começava escorrer quando ele começou a chupa-la. Bebeu cada gota e Jessica acabou gozando de novo na sua boca.
Passamos a manha trepando. Comi dos dois. Arrombei o cuzinho de Jessica enquanto ela mamava a rola do marido.
Hoje somos amigos. Semanalmente a gente se encontra para trepar. Quando Gabriel viaja, ela fica liberada para trepar comigo onde e quando quiser.
As vendas dos planos de saúde continuam de vento em polpa e as aventuras também.
Fim.

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