Uma casada no Japão

  • Temas: Outro país, escolhas, nova cultura, bunda bonita, tesão, surpresa final
  • Publicado em: 12/08/26
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Anos atrás minha situação financeira, que já era delicada, piorou quando perdi o emprego. Se apenas isso não bastasse, a economia aqui no país ia de mal a pior, contrário do Japão que navegava em águas calmas e com um acelerado processo de crescimento. Se aqui conseguir uma boa colocação, era algo quase que impossível, lá no país oriental faltava mão de obra. Eu e minha esposa, sendo descendentes de japoneses, conversamos e resolvemos ariscar a sorte no país dos nossos antepassados. A língua não seria problema, pois crescemos e convivemos com a comunidade japonesa.


Apesar de ter formação superior, eu tive que me sujeitar a trabalhar como operário, numa fábrica que fornecia peças para a Toyota. Confesso que o início não foi fácil, na época a carga horária era de quarenta e seis horas por semana, mas em função da alta demanda, horas extras eram normais. Se por um lado isso gerava um certo desgaste, por outro os rendimentos eram muito bons. Os estrangeiros, “gaijin” como são chamados, eram muitos brasileiros, assim como de outros lugares da américa latina.


Por dominar corretamente o idioma e arranhar bem no castelhano, eu me destaquei e logo fui promovido líder de um grupo. Apesar de ter a descendência japonesa, fui criado no Brasil, o choque cultural é brutal, somos totalmente diferentes deles. Somos marcados pelo calor humano, espontaneidade, coletividade familiar e flexibilidade. No Japão são priorizadas a harmonia social, a hierarquia, a pontualidade estrita e o respeito profundo às regras.


O trabalho era essencialmente braçal, marcado por operações cadenciadas, num ambiente limpo e organizado. Com disciplina e respeito aos processos bem detalhados, a qualidade das peças era quase que perfeita, uma ou outra apresentava falha, as especificações eram seguidas com rigor. Havia uma mescla de trabalhadores, entre homens e mulheres, essas, no entanto, eram mais detalhistas e cuidadosas nos seus afazeres. Dentre todas uma se destacava, pelo seu biotipo singular, totalmente diferente das japonesas, um pouco mais alta do que o padrão, seios mais cheios, cintura fina, quadril largo, uma bunda de fazer inveja, coxas grossas e pernas longas.


Cabelos escuros e lisos, cortados no estilo Chanel, sempre encobertos pelo boné que fazia parte do uniforme de trabalho: calça comprida, camisa, além é claro dos sapatos de segurança. Assim como a maioria das japonesas, sua pele é bem clara, aveludada. Dona de um sorriso bonito, sempre que o fazia deixava à mostra seus belos e perfeitos dentes. Bonita e desejável, era assunto nas rodinhas dos homens, alguns até mais impetuosos, arriscavam algum elogio carregado de segundas intenções.


Apesar de casada, a Yumi não se constrangia com os galanteios mais ousados, muito pelo contrário, participava da brincadeira, o que poderia insinuar alguma liberalidade da parte dela. No Brasil temos a imagem dos orientais como um povo retraído, sem muitas brincadeiras, mas, convivendo com eles no dia a dia, mudamos esse conceito. As mulheres sim são um pouco mais fechadas, mas a Yumi fugia dessa regra, era desbocada e adorava falar umas besteiras. Com a minha facilidade no idioma, a Yumi tinha curiosidades sobre os brasileiros, um dia ela me perguntou:

- Me diz uma coisa Shingo – apesar de brasileiro meus pais me deram um nome japonês – é verdade que lá no Brasil os homens são bem dotados?


Apesar de não ser nenhum puritano, fiquei um pouco sem jeito com sua pergunta, não queria colocar meu emprego em risco, por isso fui cuidadoso:

- Tem muito folclore Yumi, mas não posso negar que tem alguns que mereçam essa denominação.

À medida que fui convivendo com os japoneses, assimilei um pouco da cultura local. Na minha visão o sexo é tratado de forma natural e não como pecado. Era necessário que eu aprendesse o máximo possível sobre os costumes locais, só assim eu evitaria qualquer constrangimento de falar ou interpretar algo de forma errada.


Sempre nas rodinhas em que participei, é comum os adultos conversarem sobre sexo com naturalidade, mas a demonstração de afeto em público é bem rara. Se eu tive a preocupação em entender um pouco mais sobre a cultura do país em que estava vivendo, não posso dizer o mesmo dos demais brasileiros, afinal cada um é dono dos próprios atos. Sendo assim, a Yumi com seu jeito despachado de ser, era chamada de biscate nas rodinhas. Assim como no Brasil, lá no Japão a fofoca também corre de boca em boca e desta forma se torna inevitável que os envolvidos nela não acabem sabendo. No meu setor, por ter o perfeito domínio dos idiomas, eu servia como uma espécie de tradutor.


Foi usando dessa minha habilidade que a Yumi um dia me perguntou:

- Shingo, quando olham para mim dizem biscate, o que significa?

Que saia justa ela me colocou, o que responder? Pensei rápido e falei:

- Lá no Brasil, quando uma pessoa faz trabalhos temporários, ou bicos, assim como você que não é registrada na empresa, dizemos que faz um biscate.

Ela me olhou um tanto desconfiada, mas não falou nada. Passou um tempo e ela foi admitida na fábrica, na primeira oportunidade ela falou para mim:

- Agora não sou mais biscate.


Vez por outra o grupo se reunia para comemorar qualquer coisa que fosse, a Yumi era presença constante e nessas ocasiões minha esposa ia junto. Numa das festinhas a Yumi e mais umas três mulheres beberam tudo que tinham direito, se soltaram, falaram besteiras, foram apalpadas e apalparam alguns. Nesse dia minha esposa estava junto e falou:

- As mulheres daqui parecem ser mais liberais que lá no Brasil.

- Aprendi que é a cultura deles, encaram isso como coisa normal.

- Pode ser – disse minha esposa – mas assim na frente de qualquer um, se fosse mais reservado quem sabe.

Fiquei pensando no que acabara de ouvir, o que será que minha esposa quis dizer com isso?


A Yumi ficou em pé, de costas para onde eu estava e logo parei de pensar no que minha mulher falara, pois, a danada da japonesa usava uma calça branca, agarrada, fazendo com que sua bunda ficasse ainda mais desejável. Meu pensamento voou: como ela deve ser gostosa numa cama. Naquela noite transei com minha mulher pensando na Yumi. No Japão não existem muitos feriados, mas aconteceu de encavalar dois, o que gerou um fim de semana prolongado de quatro dias. A direção da empresa aproveitou para fazer o balanço das áreas e solicitou voluntários para o trabalho, que seria supervisionado pelos líderes. Imaginando a possibilidade de ficar sozinho com a Yumi, perguntei a ela se não queria vir trabalhar nesses dias e ela mais que depressa aceitou:

- Dinheirinho a mais sempre bom né.


Minha responsabilidade foi a de fazer o levantamento do estoque e lá fomos eu e a Yumi para o local a ser vistoriado. Um galpão de prateleiras bem organizadas. Nosso trabalho se desenvolveu bem e por volta das dez horas fizemos uma parada para o café. Sentei do seu lado, deixando meu corpo encostar no dela, que não demonstrou nenhuma reação contrária. Percebendo isso, fiz elogios e disse que dia a dia ela ficava mais bonita. Ela sorriu e disse:

- Você também é um homem bonito, sua esposa tem sorte.

- Seu marido é que tem sorte, deve passar bem com você.


Ela me olhou intrigada e quis saber:

- O que significa passar bem?

Estava na hora de ser mais atrevido:

- Na cama Yumi, você deve ser um vulcão.

Ela deu uma sonora gargalhada e falou:

- Quem dera Shingo, meu marido não liga para sexo, fica meses sem me procurar.


Não perdi a oportunidade:

- Você não sente falta?

Ela não se intimidou:

- Muita, eu adoro sexo.

Com certeza ela era carente no sexo e resolvi testar. Como estávamos apenas nós dois no galpão, escondidos entre as prateleiras e caixas, cheguei por trás e encoxei sua bunda. Ela não reagiu e até senti um leve suspiro, ela gostou. Levei as mãos nos seus peitos, apalpei e falei ao seu ouvido:

- Como seu marido pode não sentir tesão por você.


Ela tentou afastar minhas mãos, mas resisti e ela falou:

- Pode chegar alguém.

Então ela estava preocupada se alguém chegasse e não pelo fato deu estar bolinando seu corpo. Levei uma das mãos à sua bunda, apertei, beijei seu pescoço e falei ao seu ouvido:

- Ah se eu te pegar de jeito você vai gozar feito uma putinha.

Em seguida levei minha mão na frente, apertei sua buceta sobre a calça mesmo e senti seu calor. Sua respiração já era ofegante, ela estava com tesão, mas resistiu:

- Outro dia, em outro lugar.


Já era hora de irmos e ficou a promessa de outro dia e outro lugar. A oportunidade surgiu quando um problema na fábrica do cliente exigiu a presença nossa para avaliação e seleção das peças. Eu fui designado pela chefia e deveria escolher uma pessoa para ajudar, claro que indiquei a Yumi. No dia seguinte saímos cedo e rumamos para a fábrica do cliente. No caminho eu perguntei:

- Seja sincera Yumi, com seu marido pouco ligando para sexo, você já deu suas escapadinhas?

Ela sorriu e falou:

- Você é bem curioso hein Shingo.


Para mim ficou como uma confissão de sim, por isso levei minha mão à sua coxa, apertei e insisti:

- Me conta vai, estamos sozinhos agora.

- Tudo bem, já sim, se ele não gosta não posso fazer nada, eu sinto falta então procuro quem gosta também.

Meu pau já estava duro, puxei sua mão até ele e falei:

- Sinta como ele está duro por você.

Desa vez ela não se fez de rogada, segurou a minha rola, apertou e gemeu baixinho:

- Que delícia.


Atrevida ela abriu minha calça, tirou meu pau para fora que pulsava de tão duro. Ela punhetou um pouco, se livrou do cinto de segurança e caiu de boca. Estávamos numa estrada, diminuí um pouco a velocidade e deixei que se divertisse chupando minha pica. A danada é boa de boquete, chupou com gula dizendo:

- Ah como eu gosto disso.

Pena que estávamos próximos do cliente e ela teve que parar. Parei o carro no estacionamento e antes de sairmos eu a puxei e nos beijamos, um beijo molhado, sugado e cheio de promessas.


Durante o dia fizemos a avaliação do problema e concluí que seriam necessários uns quatro dias para a seleção total dos lotes. Liguei para o meu chefe expondo a situação e ele disse que eu fizesse o que fosse necessário, mas o cliente tinha que ficar satisfeito. De fato, os três primeiros dias foram intensos, mas no quarto acabamos um pouco antes do almoço. Como estávamos dispensados o dia todo eu sugeri a ela:

- O que acha de irmos almoçar num “rabu hoteru” – como o motel é chamado por eles.

Ela abriu um belo sorriso e concordou.


Eu nunca tinha ido em nenhum, por isso ela indicou o caminho. Ao chegar achei estranho, na entrada um painel luminoso indicava como fazer o check in, era só escolher os quartos disponíveis, apertar o botão e um cartão de acesso surgia, nada de recepcionista, tudo muito discreto. Assim que entramos na suíte eu a agarrei por trás e encostei minha rola já dura na sua bunda tentadora. Beijei e lambi seu pescoço, segurei seus seios e apertei levemente, desci uma das mãos e toquei entre suas pernas. Ela gemia dengosamente, dizendo que estava com muito tesão. Girei seu corpo e nos beijamos ardentemente. Nossas roupas foram ficando pelo chão e logo estávamos pelados.


Fomos para a cama e com ela deitada eu engatinhei até o meio das suas pernas e deparei-me com uma buceta linda, com pelos bem aparados e os lábios perfeitamente fechados, parecia a buceta de uma menina moça. Deslizei minha língua na sua racha, ela tremeu e pediu:

- Vai Shingo, chupa forte que eu gosto.

Intensifiquei a felação, enfiando a língua o mais profundo que consegui e pude sentir toda a sua umidade. Fiquei ali, chupando e metendo dois dedos na sua buceta gulosa e apertada, meu Deus, como ela é apertada.


Fodendo com os dedos e com a ação da minha boca, não demorou para ela gozar, gemendo e sussurrando palavras desconexas. Com a boca melada eu procurei a dela e nos beijamos com sofreguidão. Ela segura meu rosto com ambas as mãos e diz:

- Adorei gozar assim, mas quero ser penetrada, mete gostoso na minha bucetinha.

Num clássico papai-mamãe eu deitei sobre seu corpo e ela mesma guiou minha rola no caminho da sua buceta. Ao sentir que eu estava na entrada, ela diz:

- Força que ele entra.


Foi nesse momento que pude sentir de fato o quanto ela é apertada, meu pau entrou forçado, abrindo caminho com bravura, já que ele chegava a doer de tão duro. Ela enlaçou meu corpo com suas pernas e falou manhosa ao meu ouvido:

- Agora me fode gostoso.

Seu pedido era uma ordem, movimentei meu corpo no ritmo certo e foi incrível, ela comprimia mais ainda sua buceta, apertando meu pau como eu nunca tinha sentido antes. Ela também moveu seu corpo e no vai e vem da foda ela anunciou que ia gozar. Eu já não estava suportando mais e também falei que ia gozar, no que ela pede:

- Goza dentro, goza junto comigo, sou sua putinha.


Se ela pediu é porque não haveria problema e assim nós dois gozamos quase que simultaneamente, enchi sua buceta de porra e nesse instante ela forçou mais ainda suas pernas ao redor do meu corpo, me prendendo dentro dela. Aos poucos fomos nos restabelecendo, beijei sua boca e falei:

- Caralho Yumi, nunca meti numa mulher tão apertada.

- Gostou?

- Adorei.


Abrimos um refrigerante e ficamos conversando amenidades, até eu falar:

- Yumi, você sabe qual é um dos motivos pelo qual você é cobiçada?

- O que quer dizer cobiçada?

Eu sorri de forma safada:

- Cobiçada é o mesmo que ser desejada.

- Não, qual é?

- Sua bunda, todos tem vontade de foder com você muito por causa da sua bela bunda.


Ela deu uma sonora gargalhada e falou:

- E o meu marido nunca quis comer.

- Nunca deu a bunda?

- Eu disse que meu marido nunca quis, não falei que nunca dei.

Fiz ela deitar de bruços, comecei beijando sua nuca, desci pelas costas até chegar na bunda. Beijei e apalpei, abri suas nádegas e beijei seu cuzinho:

- Ui – ela suspirou – isso nunca fizeram nele.


Satisfeito de ser o primeiro, eu caprichei nas lambidas e até enfiei a pontinha da língua no seu cuzinho que piscava, ela disse:

- Assim dá mais vontade ainda de liberar o rabo.

- Então fica de quatro putinha, vai sentir minha piroca dura desbravando esse rabicó.

Ela não se fez de rogada, ficou de quatro, empinou a bunda, olhou para trás e falou:

- Vai tesão, mete gostoso no meu cuzinho.

Lubrificado do jeito que estava, encostei o cacete nas preguinhas que piscavam e forcei, santo Deus, parecia a sua bucetinha, justo, tanto que forcei para a glande romper a resistência e quando passou ela gemeu:

- Ai que gostoso.


Com delicadeza fui metendo e meu pau entrando naquele túnel apertado, que mulher maravilhosa. Meti com gosto naquele rabo convidativo ao mesmo tempo em que ela acariciava o grelinho. Não precisou muito para mais uma vez nós dois atingirmos o ápice do prazer. Saciados das nossas vontades, tomamos uma ducha, nos trocamos e fomos embora ao final da tarde. Ao deixa-la próxima da sua casa, ela me beijou e perguntou:

- Vai querer sair outras vezes?

- Todas que forem possíveis.


Como trabalhamos muito, pouco tempo nos resta para manter um álibi seguro, por isso não vejo a hora de poder estar de novo nos braços daquela gueixa deliciosa. Como bom come quieto, nunca contei a ninguém da minha aventura, mas observei um fato curioso, algumas mulheres olhavam para mim de uma forma diferente, com sorrisos maliciosos e até comentários entre elas, mas olhando para mim, com certeza a Yumi deu com a língua nos dentes, ainda bem que a minha esposa não trabalha na mesma empresa.


No entanto, coisa de umas duas semanas depois, sentados na sala vendo TV, a minha esposa começou com essa conversa:

- Você está satisfeito comigo sexualmente falando?

Confesso que minha barriga gelou, porque essa pergunta agora:

- Claro que estou, você trepa muito gostoso, não tem frescuras, topa tudo.

- Você acha que eu tenho uma bunda bonita?

Caralho, pensei, onde ela quer chegar, nunca teve esse papo comigo:

- Claro, sua bunda é uma delícia, nada a ver com as japonesas daqui.


Ela ficou pensativa por uns instantes e falou:

- Mas a bunda da Yumi é maravilhosa, não é?

Perdi a respiração, tentei mudar de assunto, mas ela insistiu:

- Não foge do assunto, não acha a bunda dela bonita?

Gaguejando falei que ela tem sim uma bunda diferenciada. Com o olhar fixo na TV ela continuou:

- Sabe que tenho colegas lá na fábrica que são amigas da Yumi?

- Verdade! Não fazia nem ideia.


Ainda sem olhar para mim:

- Pois é, me contaram que ela é uma casada safada, pula fora do casamento.

Gelei de vez:

- Aliás – ela continuou – me contaram que a última saída dela foi com o seu líder e que o safado chupou seu cu antes de meter.

Meu coração estava disparado, boca seca, não sabia mais o que fazer ou falar, meu silêncio me condenava e minha esposa continuou implacável:

- E me revelaram mais, que esse tal líder é brasileiro.


Eu estava suando frio, só esperando a facada final:

- Shingo seu filho da puta, se eu sou boa na cama, porque foi comer a Yumi?

Era evidente que eu não tinha mais o que esconder, tentei apenas minimizar a situação, dizendo que foi um momento de fraqueza:

- Fraqueza é o caralho, aposto que você foi mais um dos que sempre quiserem foder com ela.

No meu silêncio ela continuou:

- Mas eu acho que vocês homens até não são de todo culpados, aquela piranha é mesmo uma gostosa e faz de tudo para mostrar aquela bunda linda, gostou de comer o cu dela?


Eu estava em desvantagem, não tinha nada para contra argumentar, até que me lembrei:

- Antes de responder me diz uma coisa, naquela festa onde as mulheres estavam à vontade você comentou que não deixaria passarem a mão em você na frente de todos, mas se fosse no reservado quem sabe, o que quis dizer com isso?

Agora foi a vez de ela ficar um tempo calada, mas respondeu:

- Você acha que só os homens tem fantasias com outras mulheres, nós também temos, veja o caso da Yumi, ela se libertou, seja lá por qual motivo foi.

- O marido dela fica meses sem trepar.


Ela eu um sorriso e foi fulminante:

- Se esse fosse o meu motivo faria o mesmo que ela.

- Ainda bem que não é – eu disse sorrindo.

- Esse não é, assim como não foi o seu, trepou com ela porque sentiu vontade de algo novo.

Comecei a entender o rumo da conversa:

- Você tem vontade de algo novo?

Sem ter qualquer receio ela declarou que me amava, que eu a completava no sexo, mas que depois de quinze anos de casados ela vinha tendo fantasias e isso a estava consumindo, por isso não ficou irritada comigo por ter saído com a Yumi.


Naquele momento eu não tinha a menor condição de recrimina-la, eu já tinha dado o passo para fora do casamento:

- Você tem razão meu amor, a novidade alimenta o tesão, por isso entendo você.

- Já que me entende eu quero te pedir uma coisa, convida a Yumi para vir aqui em casa qualquer dia desses.

Olhei espantado para ela que me tranquilizou:

- Fica frio, não vou armar barraco, muito pelo contrário, mas tem uma condição, ela não pode saber dessa nossa conversa.

Naquela noite tivemos uma das nossas melhores transas, minha esposa estava excitada de tal maneira que gozou cinco vezes.


Na manhã seguinte levantamos para trabalhar e não tocamos no assunto. Passei o dia todo tentando imaginar o que iria querer a minha esposa em levar a Yumi lá em casa. Bom seja qual for o motivo, eu não tinha a menor condição em negar nada. Na hora do almoço eu sentei com a Yumi e falei do convite da minha esposa. Ela ficou preocupada e quis saber se a minha esposa tinha descoberto o nosso caso. Falei que não, o convite era apenas uma gentileza para uma melhor aproximação. No dia seguinte a Yumi falou que poderia ir na minha casa no sábado à tarde. À noite quando eu reveli isso para a minha esposa ela disse apenas:

- Ótimo.


O que será que minha esposa tem em mente? Só me resta esperar para ver.


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