Minha cunhada e eu ganhamos varas grandes e grossas na pescaria. - Cap. 1/3
- Temas: traição, grupal, coroas
- Publicado em: 04/08/26
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- Autoria: Dakeng
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Nossos maridos tem "varas" e tralha de pesca, mas nessa aventura descobrimos que há pescadores que usam "varas" maiores e grossas para "fisgar" piranhas, e há vários tipos de piranhas, até piranhas humanas. E o que aconteceu não tem como esquecer, e essa noite foi 28 de setembro de 2024. De início foi agoniante, mas com o decorrer se tornou prazerosa. Jamais imaginaria que se pudesse chegar a tantos orgasmos deitadas numa cama em apenas três horas, na primeira noite.
Sou Abigail, 42 anos, morena jambo, corpo bem cuidado, e apesar da idade ainda chamo a atenção, sou casada com Mauricio, o primeiro homem e único que me comeu até esse fatídico dia. Já, minha cunhada, lógico, irmã de meu marido, é Flora, 38 anos, branquinha, italianinha, também tem um corpo bem atraente, e é casada com Abel. Em alguns finais de semana acompanhamos nossos maridos nas pescarias. Ali no rancho, durante o dia rola um almoço, as vezes churrasco, e claro, cervejinha à vontade, um peixinho pego e frito na hora. Somos bem íntimos, e quando eles chegam de madrugada da pescaria, um bom banho e uma transa caprichada no rancho à beira do rio.
Nesse dia, ali pelas dezesseis horas, enquanto nossos maridos arrumavam as redes e varas para irem pescar, nós usando shortinhos tipo pijaminha bem soltos e tecido fino, preparávamos lanches para eles levarem, como também um pequeno isopor com latinhas de cerveja, momento que surge um trator rebocando um bote grande com dois rapazes, deviam ter uns vinte e dois anos, se mostraram educados, nós ainda não os conhecíamos, mas nossos maridos sim. Logo tiraram o bote e colocaram na água e depois colocando a tralha de pesca dentro. Disfarçadamente dava para perceber os olhares cobiçosos em nós. Oferecemos para eles também um lanche e café antes de partirem.
Partiram alegres rio acima, indo armando redes, depois parariam em um ceva e pescariam de vara ou molinete, só voltavam de madrugada recolhendo as redes e os peixes. Flora e eu fizemos uma limpeza no rancho, fomos para o quarto assistir televisão. Estranhamente, uma hora depois de terem saído, ouvimos o barulho do motor do bote chegando, e preocupadas saímos para saber o que estava acontecendo e percebemos que só os garotos Lauro e Júlio estavam nele. Perguntamos o que tinha acontecido e Lauro disse: - Júlio começou a se queixar de muita dor de cabeça e "seu" Maurício pediu para voltarmos ao rancho que tinha remédio.
Atenciosamente demos o remédio para ele e pedimos para deitar numa espreguiçadeira até a dor passar. Ficamos conversando, mas percebemos neles uma coisa que não tínhamos observado antes, eles estavam com dois facões pendurados na cinta. Mas a farsa da dor de cabeça e de terem voltado para o rancho surgiu, e foi Lauro que abriu o jogo e disse: - Por favor, nos desculpem, vocês foram boas com nós, mas queremos "brincar" com vocês duas. - Como assim Lauro, "brincar" com nós? - Queremos ir para a cama com vocês. - Já assustadas com a fala dele dissemos: - Vocês são amigos de nossos maridos, confiam em vocês, mesmo assim querem fazer essa coisa feia com as mulheres deles?
- Dona Abigail, vou lhe contar a verdade, já fazem três meses que não temos uma mulher, o carro da fazenda está quebrado e o patrão não conserta, de trator não tem jeito de ir à cidade procurar mulher, estamos sentindo muita falta disso, somos jovens, sentimos a falta de sexo e hoje vendo vocês com essas roupinhas mostrando os corpos nos deu muita tesão, então Júlio e eu estivemos conversando, não queremos ter vocês na marra, na força, colaborem que vamos tratá-las com respeito, você são bonitas e gostosas, só queremos nos aliviar, matar a vontade de possuir uma mulher. - Flora começou a chorar e precisei de um tempo para acalmá-la.
- A preocupação nossa era grande com a situação, isso tinha que ser resolvido com calma, então disse: - E os nossos maridos podem ficar sabendo e vai dar uma grande confusão, perderiam a cabeça, até morte. - Só se vocês contarem, nós não vamos contar para ninguém e depois de "brincar" com vocês por um bom tempo até ficarmos "aliviados" nós vamos buscar seus maridos, sem ser pelo rio e sem o bote eles não tem jeito de voltar, mas se colaborarem não vamos pegar vocês na marra e apontando o facão, e fazendo isso depois vamos ter que fugir da fazenda, aí vocês pegam o bote e vão procurar seus maridos. - Por favor, não façam isso, vamos deixar vocês fazerem o que quiserem com nós, mas jurem que depois vão buscar nossos maridos. - Claro que sim, se vocês não contarem nada para eles, tudo vai acabar bem. - Lauro me escolheu para ser possuída por ele, e Júlio ficou com minha cunhada Flora, já a elogiando por tem uma bundinha branquinha muito gostosa.
- A única lâmpada da varanda foi desligada, era noite de lua cheia e o luar, um pouco ofuscado, mas dava para ver o que acontecia com nós duas, uma em cada lado da mesa, praticamente uma defronte à outra. Lauro afastou um pouco sua cadeira, pegou em minhas mãos e me fez sentar em seu colo e disse: - Você está tremendo, se acalme, vai ser gostoso para nós dois. - E as carícias começaram, mas disse a ele para nos tratarem como se fossemos mulheres deles. - Fausto puxou meu rosto, e os vários beijos eram de puro tesão, carinhosamente beijava meu pescoço, as orelhas, e ao mesmo tempo acariciando minhas coxas, e por cima do pijaminha acariciava minha "preciosa", levantou minha blusinha, afastou meus peitinhos do sutiã e os mamava alternadamente, dizia a ele que estava gostoso, mas falava se eles iam mesmo buscar nossos maridos. - Fique sossegada que vou sim.
- Ali na minha frente, minha cunhada Flora já tinha se entregado para Júlio, estava inebriada com as carícias dele, principalmente quando chupava seus volumosos seios. Já meu marido dessa noite, pegou em minha mão e a colocou em seu pau por cima da calça, mas era de jeans e bem apertada, praticamente não dava para apalpá-lo direito e disse: - Tire a calça menino, desse jeito não tem jeito, não dá para pegar no que quer que eu pego. Ele tirou, a cueca era um calção de jogar bola e observei que a barraca já estava armada, bem armada. Mas veio até mim e abaixou meu shortinho pijaminha, agora na parte de baixo de meu corpo, só a calcinha preta.
- Talvez vendo o que Lauro e eu fazíamos, Júlio se levantou e também tirou a calça, a cueca era também de jogador de futebol, a barraca também estava armada, levantou a cunhada e abaixou seu shortinho, a calcinha era vermelha, a virou e viu que a calcinha estava enfiada no meio das nádegas, passava a mão, beijava e dizia para minha cunhada que a bundinha dela era deliciosa.
- Tinha que manter a calma, agradá-los para não sermos agredidas e nos pegar na marra que era pior, então disse: - Poxa Lauro, Júlio elogiou a bundinha de minha cunhada e você não falou nada da minha. - A sua também é maravilhosa Abigail, muito gostosa, você vai deixar eu "brincar" com ela também? - Se você prometer mesmo que vai buscar nossos maridos, ela será sua. - Então vai ser, até hoje nunca "brinquei" com alguma. Lauro tornou a se sentar e sentei em seu colo, as carícias foram mais ousadas, já enfiou a mão por dentro de minha calcinha e acariciava toda minha "rachinha", era gostosa a sensação de ser pela primeira vez bolinada por outro homem, a sensação de ser desejada por outro homem, minha tesão só aumentava e dessa vez fui eu que procurei seus lábios para beijar, tinha que retribuir, tinha que agradá-lo, enfiei a mão por dentro de seu calção e peguei aquele pau vigoroso, realmente era grosso, enchi a mão com ele, bem perto do saco e tateando sobrava uma grande parte para cima até chegar na cabeçona, e na minha imaginação já fantasiando "aquilo" dentro de mim.
- Lauro, isso está gostoso demais, você já quer me comer para ir buscar meu marido? - Claro que sim, já não estou aguentando mais. - Então vamos tomar um banho para ficarmos limpinhos e cheirosos. - Chamamos Flora e Júlio, e fomos para o banheiro. - Quatro corpos nus dentro do banheiro, nuas pela primeira vez diante de outros homens, Lauro e Júlio com os olhos percorriam nossos corpos com ganância, sabendo que dentro em breve iriam possuí-las, principalmente porque faziam três meses que não enfiavam seus membros em alguma "xaninha", e as nossas eram lindas e estavam gananciosas para agasalhar aqueles membros, e aí disse: - Lauro e Júlio, vocês não são irmãos, mas seus pintos parecem gêmeos, grandes e grossos, quanto tem o seu Lauro? - Tem 18,5 Abigail. - E o seu Júlio: - Tem 18. - O do meu marido tem 14, e o do seu Flora? - Também só tem 14. - Hoje cunhada, vamos enfrentar quatro centímetros a mais, será que nossas "xaninhas" irão aguentar? - Temos que aguentar cunhada para salvar nossos maridos, e hoje vou perceber que apenas 4 centímetros nessa situação é grande demais. - Só na "xaninha" não, queremos também o "roxinho", disse Júlio.
- Flora e eu tomamos banho juntas, e eles com os pintos duríssimos nos olhando. Peguei o chuveirinho e lavei muito bem o ânus e pedi também para a cunhada lavar pois eles iam querer enfiar em nossos ânus. - Atrás com esses pintos grandes e grossos eu não vou aguentar, com o do meu marido já dói, disse Flora. - Nós só vamos enfiar o tanto que vocês aguentarem, é só dizer que não aguenta mais, nós paramos. - Vocês juram que vão cumprir? - Pode confiar, disse Lauro. - Está vendo Abigail o que vamos ter que passar para salvar nossos maridos, disse Flora.
- O rancho só tinha dois quartos pequenos, duas camas de solteiro em cada um, mas resolvemos ficar num só, todos juntos, a distância de uma cama da outra devia ter um metro, com isso, com certeza, uma veria a outra sendo penetrada, uma ouvindo a outra gemendo, claro que iríamos gemer, qual mulher não gemeria com 18 centímetros se locomovendo para lá e para cá dentro da "xaninha", dava medo mas "eles" eram maravilhosos.
- Com o passar de 20 anos de casamento, o amor continua, o companheirismo, só que o sexo vai diminuindo, no começo quase todos os dias, depois uma ou duas vezes por semana, e estranhamente, mesmos sabendo da minha traição involuntária, estava empolgada, pois Lauro me faria reviver no sexo o que acontecia durante um período de meu casamento. Estava desorientada, tarada e queria dar de qualquer jeito. Lauro ali deitado na cama, com aquele pinto enorme e duríssimo, não teve jeito, o peguei e comecei a chupar como um picolé de chocolate delicioso, Lauro se contorcia de tesão vendo eu chupar seu pinto. De soslaio via minha cunhada se engasgando com o pinto de Júlio, a via passar a língua na cabeça cabeçuda do cacete dele.
- Parei de chupar o pinto de Lauro, fui perto de seu ouvido e sussurrei no ouvido dele para minha cunhada não ouvir: - Minha bucetinha está limpinha e cheirosinha, se você não gostar de fazer isso não tem importância, mas gostaria muito que você a chupasse. - Não precisei repetir, já se moveu na cama, abriu minha coxas e a língua dele foi magistral, já fazia muito tempo que meu marido não fazia isso, fez muito. Era uma dádiva de Deus a língua do meu Lauro, sem pudor algum disse a ele que tinha me proporcionado uma gozada de ficar toda arrepiada, veio até mim, chupou meus peitinhos, como também me beijou gostoso. Era incrível uma mulher com vários anos de casamento sentir esse momento tão maravilhoso.
- Eu estava acabada pela gozada, mas Lauro não, queria mais, acariciava minhas coxas, chupava meus peitinhos, e quietinha observava minha cunhada com as pernas arreganhadas e Júlio chupando a bucetinha dela, ela delirava baixinho até o momento da gozada que teve, e a hora que aconteceu, de tanto tesão, se virou ficando de bunda para cima e Júlio começou a beijar sua bundinha, mas acabou abrindo suas nádegas, com certeza passou a língua em seu cuzinho, minha cunhada rebolava para ele continuar.
- Era o momento de sentir o pinto de Lauro e falei para ele que já estava preparada. Carinhosamente abriu minhas pernas, minha bucetinha não estava molhada, estava é alagada pelo tesão, a cabeça daquele pinto groso foi passada para cima e para baixo em minha rachinha, a famosa pincelada, a cabeça logo entrou e senti, não queria nem saber, queria aquele pinto dentro de mim, só pedi a ele para ter paciência, ter calma, e sentia aquele brutamonte me penetrando, não reclamei pois era o que queria, entrou tudo, só ficou o saco para fora, pedi para Lauro ficar quietinho, sem se movimentar, mas não teve jeito, não teve piedade, socou... socou... socou e já gozei e ele continuou firme socando, mas logo minha bucetinha foi inundada de porra, ele suspirava, estava ofegante, me beijava.
- A falta de gozar em uma mulher por três meses, mesmo após ter gozado o pau de Lauro continuava duro dentro de mim e socando, desse jeito, por incrível que pareça tornei a gozar, e ele continuava socando, ele me disse que a bucetinha era apertadinha, uma delícia, gostosa demais, e eu respondia que o pinto dele que era grosso, continuou socando e finalmente gozou, aí lhe disse: - Você me fez gozar duas vezes, e nunca imaginava que poderia acontecer o que você fez, gozar duas vezes seguidas sem tirar o pinto de dentro, estava sentindo muita falta de transar, né meu menino. - Quando percebemos, Flora e Júlio estavam olhando para nós, e Flora disse: - O que foi isso cunhada, que transa foi essa, que gemidos absurdos, o pinto dele estava te machucando? - Cunhada, foi algo extraordinário, Lauro me fez gozar chupando, depois duas vezes com o pinto dentro, e ele gozou duas vezes sem tirar o pinto de dentro de minha bucetinha, estou acabada, quase desmaiei.
- Os paus de nossos meninos, antes duríssimos, agora estavam murchos e esgotados, e nós com as bucetinhas escorrendo porra, fomos novamente para o banheiro para um banho refrescante, foi quando disse que eles já tinham gozado bastante, mas Júlio disse: - Não Abigail, se vocês nos chuparem novamente, daqui a uma meia hora eles estarão duros novamente, e só vamos buscar seus maridos depois de ver meu pinto entrando e saindo do cuzinho de Flora, olha que bundinha gostosa e branquinha que ela tem. - Na cama novamente, cada um conversava baixinho com sua parceira. Passado um tempo, Lauro começou a acariciar minhas coxas, me beijava e eu segurando seu pau, fui percebendo que seu pinto já estava endurecendo na minha mão, mas ele se moveu e colocou o pau em minha boca, comecei a chupar e ficou duríssimo outra vez.
- Ali do lado, vi também que minha cunhada já estava com o pau duro de Júlio na boca, o pau deslizava dentro da boca dela. Me virei para chupar melhor o meu menino tarado, só que quando desvirei vi minha cunhada de quatro e o pau de Júlio dentro da bucetinha dela e ela euforicamente rebolando, aí eu disse: - Olha ali Lauro, que cena linda, o pau de Júlio entrando e saindo da bucetinha de minha cunhada, quero que faça do mesmo jeito comigo. Já fiquei de quatro e Lauro guardou tudo e na posição que estávamos de frente uma para outra, o que proporcionava uma vendo a outra sendo comida, os meninos segurando nossos quadris e em cada estocada nossos peitinhos ficavam balançando. Não dava para acreditar, duas mulheres maduras, com anos de casamento se entregando desse jeito para dois garotos, só que era para uma boa causa, a volta de nossos maridos.
- Enquanto Lauro me comia, vi Júlio tirar o pinto da bucetinha de minha adorável e cúmplice cunhada, abrir suas nádegas e passar a língua em seu cuzinho, ela fechou os olhos, rebolava e gemia, devia ser gostoso e também pedi para Lauro fazer o mesmo comigo, e quando passou a língua foi como receber um choque, fiquei toda arrepiada, uma sensação diferente. - Júlio parou e se posicionava para comer o cuzinho de minha cunhada, depois de umas tentativas para enfiar só na base de cuspe e Flora reclamando que estava doendo. Fiquei com dó dela, me levantei deixando Lauro com o pau duro na cama, fui na cozinha e peguei o potinho de margarina cremosa, e eu mesmo lambuzei o pau de Júlio e passando no cuzinho de Flora, dizendo à ela que ia entrar mais fácil, para se relaxar, e com isso doer menos.
- Voltei para minha cama, passei margarina no pau de Lauro, lambuzei bastante, principalmente naquela cabeçona vermelha, depois pedi para ele passar em mim. Depois que a cabeça entrou, com cuidado entrou tudo, não é fácil, graças a Deus já dava ele para meu marido, foi aí que compreendi que quatro centímetros e ainda mais grosso do que o do meu marido, quatro centímetros fazia diferença sim, e como fazia. Júlio já tinha colocado, Flora já não reclamava, pedia para ela rebolar e dava tapinhas em sua bunda, cuzinho apertado, pinto grosso, logo ele gozou. Nas estocadas sentia o saco de Lauro batendo em minha bucetinha e isso era gostoso, logo senti que ele tinha gozado, e perguntei se tinha gostado, e ele disse que tinha adorado, que eu era muito gostosa e maravilhosa.
- Já me levantei e disse para eles: - Vão se limpar, se vistam e vão buscar nossos maridos, fizemos tudo que vocês queriam. Antes de saírem, de despedida, nos abraçaram e beijando, dizendo que éramos maravilhosas. Flora e eu fomos para o banheiro, um banho caprichado para tirar o odor de sexo de outro homem, e o juramento entre nós de guardar o segredo para a eternidade. Limpamos bem o banheiro e trocamos os lençóis das camas para não deixar pistas do que tinha acontecido em cima dela.
No 2.o CAPÍTULO, iremos relatar o que Flora e eu ficamos conversando enquanto os maridos não chegavam, preocupadas se eles iam desconfiar de alguma coisa, mas uma certeza era certa, durante o dia iríamos ter que dar para Lauro e Júlio outra vez, pois na saída disseram que depois de 3 meses sem uma mulher, ainda não estavam satisfeitos, queriam mais, queriam descontar o atraso.
