Inocentemente cai no prato da carnívora. Final
- Temas: teen, Jrjuju, heterosexual
- Publicado em: 23/07/26
- Leituras: 4940
- Autoria: Jrjuju
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Olá! Como estamos na última parte do relato de quando Fernanda me fez descobrir minha masculinidade sendo um marco em minha vida, vou ser mais direto no conto pulando descrições repetitivas, e até incentivando a leitura das primeiras partes do conto confessando que eu eu mudei tanto fisicamente tanto moralmente após essas férias. Mas voltamos ao que interessa.
... Após comermos pizza, meus tios foram dormir, minha prima emprestou o quarto para eu e Nandinha ficarmos mais a vontade, lógico que com todo deboche do mundo antes da boa ação sendo a figura que era. Primeiro eu e Nanda conversamos por horas falando coisas como, estavamos muito cheios e ficamos nos conhecendo foi o papo mais maduro que tive em minha vida nessa fase, ela perguntava quantas bocas tinha beijado e se eu tinha namoradinha na minha cidade e eu fui sincero das poucas garotas e que eu era mais na minha e lógico escondendo aquelas que eram íntimas e secretas até eu conhecer o site aqui, quem tiver interesse todos meus relatos se encontram exclusivamente aqui no clímax contos, e em ordem cronológica com as minhas melhores lembranças. Nandinha me contou algumas coisas que havia feito e até falou que nunca tinha dado o cu, que tentou mas doeu e nunca fez, foi bem íntimo e bacana, nos abrimos mesmo foi o momento mais emocional e de vínculo que tivemos em todo nosso convívio, ela sabia que eu era virgem antes dela então não tinha muito o que dizer, em determinado momento argumentei que ela sabia fazer um monte de coisa diferente e já devia ter feito várias vezes com monte de gente, e ela riu dizendo que pode até parecer isso mas que eu era o quinto que ela fazia na vida, que beijava muito na boca e que fez muitas vezes mas com as mesmas pessoas. E foi aquele papo tipo de se abrir mesmo, afinal íntimos já éramos mesmo que meio rápido demais e do jeito torto como tudo aconteceu. Eu lembro que em determinado momento estava eu deitado no peito dela e com a perna por cima da sua abraçado enquanto acariciava sua coxa, me deliciando com seu corpo farto durante nossa conversa. Até que foi rolando aquele clima e começamos a nos beijar bem calientes, eu já mais ousado e a vontade com ela, abocanhei seus seios que sobravam na camisola ela chegou a dar um suspiro e falou em tom irônico que eu era safado e já fui logo querendo os peitos dela, e eu fiquei até sem graça e pedi desculpa e parei de chupar o peito dela por uns instantes, quando ela dar uma risada safada e com uma voz sedutora diz:
-Que gracinha! Com essa carinha de cachorrinho pidão você consegue oque quiser comigo garoto, eu não aguento, você é muito fofo, pena que vocês depois mudam!
Eu lembro que não entendi o final mas também não questionei mas não esqueço suas palavras. E voltei a chupar aqueles peitões redondos me acabando naquela menina maravilhosa, ela tinha presença apesar de pouco juízo também, eu ficava falando que parecia que eu estava sonhando, e lembro que ela ficava com uma cara de admiração olhando para mim nessas horas, era fofo, acho que era o único momento que ela não me olhava com cara de predadora prestes a atacar sua presa, eu estava com a mão na coxa dela quando sinto sua mão segurando a minha e guiando em direção a buceta dela, e começou a fazer uns movimentos com a mão por cima da minha tipo guiando mesmo, foi a primeira vez que tateei o calor umedecido de uma buceta pele na pele, dava para sentir a fartura que Nanda tinha entre as pernas sobre meus dedos, em determinados momentos eu apertava forte no impulso de tanto que era quentinha aquela buceta carnuda, quando Nanda diz:
- Aprendeu como faz o movimento? Guarda bem que vai ter qualquer garota aos seus pés, agora repete sozinho ! Brinca com a minha bucetinha!
Eu lembro que ficamos entre beijos na boca, no pescoço e chupadas no peito por longo tempo em conjunto com a masturbação, depois de quase uma aula de anatomia sexual com Nanda, peguei um pouco o jeito e só circulava os punhos deixando os dedos descansar acolchoados e sentindo aquela delícia de sensação em minha mão, quase um expert em ciririca já. Naquela empolgação apertava friccionando forte o clitóris dela enquanto mantinha o movimento circular, nessa hora a garota pareceu ficar possuída, começou a gemer e se contorcer enquanto dizia de maneira intercalada durante o momento:
- Isso! Continua! Não para não! Que mãozinha gostosa garoto!
Eu na hora entendendo o recado, dei o meu melhor aprendendo a arte de masturbar uma garota que foi muito útil por toda minha vida, ela já estava eufórica e gemia cada vez mais frequente deixando escapar gemidos altos as vezes, acredito que a casa toda ouviu aquilo no meio da madrugada se estavam acordados. A essa altura do clímax a buceta dela já melava em meus dedos, pena que cheguei no limite a mão nem conseguia mexer doendo, cheguei a fazer aquele movimento clássico de bater a mão no ar quando dói que todo mundo faz e disse a ela que não dava mais que estava doendo minha mão e ela só disse quase sem voz:
- Garoto você tem uma boquinha e uma mãozinha, você fez uns movimentos que nem eu nunca pensei, que isso! Aprendeu rapidinho.
Eu lembro que o ego foi lá nas alturas me senti o maioral, apesar que provavelmente ela dizia aquilo mais brincando e para me deixar animado do que verdade, não acreditava que dava prazer a ela, sei lá, eu não sabia nada basicamente ela que ensinava tudo e eu só ia no embalo improvisando com o passar do tempo na prática e próprio calor do momento. Mas foi gostosinho aprender apesar da dor no punho e dedos. Quando ela manda eu deitar no meio da cama e abaixar o travesseiro, eu sem saber oque fazer curioso com oque poderia ser afinal era tudo novo para mim, ela se movimentou se colocando de quatro deixando aquela bunda enorme e buceta negra e carnuda bem na minha frente, era uma explosão de sensações, arrepios, calor corporal e desejo sendo descobertos, as primeiras vezes de um homem são sempre as melhores, pois é aquele primeiro contato com as sensações, e vamos ser sinceros sexo só é mágico mesmo nos primeiros encontros depois é bom, e até tem momentos aqui e ali, mas não tem mas aquela curiosidade do " como poderia ser" que mexe com a mente de todo ser humano no início das relações.
Fernanda tira o shortinho do conjuntinho rosa de renda que usava e joga para o lado deixando somente a camisola que mau tampava a raba da minha beldade, ela atravessa a perna ficando arreganhada e uma perna em cada lateral em relação a meu corpo, eu não entendi nada apesar de hoje saber que ela estava se ajeitando para o meu primeiro 69, e hoje penso que foi minha terceira vez tendo relação com uma garota e ja estava tendo o privilégio de ter sido tão mágico e perfeito, ao menos para mim foi. E sou muito grato por ter aprendido com alguém que tem experiência, tinhas uns amigos casais virgens que perdiam a virgindade e contavam as cenas, era grotesco e imagino que nada prazeroso, alguém tem que saber guiar a parada. E eu dei essa sorte, apesar de achar que fui iniciado a sexualidade cedo demais quando olho para trás hoje, mas foram boas lembranças. Provavelmente possa ser que fui molestado todas as primeiras vezes apesar ironicamente de ter gostado muito.
Eu ali sem saber o que fazer enquanto aquela bunda enorme vinha em direção ao meu rosto e aquela buceta ficando cada vez maior quase na minha boca e lembro que só perguntei:
-O que eu faço, não sei oque é para fazer.
Nanda: - Calma meu amor que já vou te mostrar é só chupar no lugar que já te mostrei mas nessa posição, cuidado para não sufocar tá ? Afobadinho!
Quando finalmente ela se ajeitou com a buceta bem na minha cara e eu como bom aluno fui assertivo em localizar aonde chupar, enquanto me deliciava com a visão da montanha enorme de bunda que aquela menina tinha, sobrava raba, foi a primeira vez que me senti no paraíso vendo aquele cuzinho apertadinho piscando ali na minha frente, foi a primeira vez também que vi um tão de perto, sem falar que via a vulva e lá dentro de Nanda quase passando a me deliciar em seu sabor " buceta meladinha" bem excitada oque fazia minha cara lambuzar toda, e eu adorei, até hoje engulo todo o pré-gozo feminino no sexo oral, quando a mulher goza então subindo aquele cheiro único em conjunto com aquele sabor adocicado, sem falar na espessura que não deixo sobrar nenhuma gota, buceta sai até sem lubrificante externo engulo tudo com prazer.
Eu estava dando o meu melhor, quando sinto ela abocanhar meu pau e começou a chupar bem molhado me arrancando um suspiro e aquele tremor gostoso por todo o corpo foi incrível sentir uma boca me chupando enquanto eu me deliciava naquela bucetona quase sem ar naquela delícia, parecia que quanto mais rápido eu chupava a buceta dela e a engolia as vezes dando mini chupões enquanto alternava entre lambidas multidirecionais, mais rápido e mais forte ela fazia o boquete naquele 69 maravilhoso e inesquecível, ela sabia mamar uma pica, ela fazia o vai e vem clássico da chupada, as vezes parava e fazia garganta profunda até engasgar, outrora ficava lambendo e beijando meu pau todinho, quando ela lambia e colocava meu saco na boca dando umas sugadinhas em minhas bolas me levava a delírio, aquele foi o boquete mais gostoso que Nandinha havia me feito e o melhor da minha vida por um bom tempo, e ainda ter aquele misto de prazer de sentir e dar prazer que somente o 69 tem, quando ela começou a chupar tão forte, chegava dar aqueles barulhos de vácuo as vezes quando escapava meu pau da boca dela nos espasmos de tesão.
Eu ja estava entregue ao momento sentindo meus dedos dos pés contorcendo avisando que eu estava cada vez mais próximo ao ápice, estava tão gostoso que comecei a chupar aquela buceta o mais rápido que eu pude no embalo do prazer, me deliciando com seu sabor intensamente, com os minutos passando Nanda começou a soltar uns gemidos altos como se tivesse esquecido que estavamos na casa dos meus tios com todo mundo em casa, passando a rebolar esfregando a buceta na minha cara e quase sentando com aquela delicia de buceta me lambuzando todo o rosto, que apesar de estar difícil respirar me deixou maluco de tesão e ainda sentido aquela predadora mamando meu pau com toda força de sucção do mundo, igual a Nandinha senti poucas mulheres mamando, nem todas mulheres tem o dom da coisa.
Não demorou muito e comecei a sentir o pau pulsar forte e os espasmos durarem mais tempo eu tentei segurar o máximo que consegui, é trágico quando algo está tão bom que não queremos que acabe mas chegamos no ápice, foi impossível resistir e somente soltei dentro da boca dela mesmo o primeiro jato de porra e a safada engoliu tudo em segundo enquanto continuava mamando forte me fazendo contorcer todo, no 69 nesse momento de prazer extremo eu simplesmente quase engoli o clitóris dela e fiquei dando chupões fortes estava tao bom e ainda sentindo aquele gostinho espesso enquanto atingia o ápice enchendo aquela boquinha de porra, enchendo não pensando bem, já que a porra mau saia do meu pau e ela engolia tudo como se quisesse mais e mais, toda sedenta enquanto rebolava na minha cara e continuava sugando forte a ponto de eu começar a sentir aquela dorzinha no pau depois de gozar, quem é homem sabe como fica sensível pra caramba os primeiros minutos após gozar, e na maioria das vezes.
Quando Fernanda começa a gemer mais baixo porém eufórica e ofegante e solta meu pau da boca. E começa a dizer intercalado entre os gemidos:
Assim ! Isso meu gatinho! Só mais um pouquinho, não para! Ai caralho que boquinha é essa não acredito que vou gozar outra vez só com essa boquinha! Uuuuuuuuuunnnn!
Ela deu um gemido alto, prolongado e estridente seguido de uma respiração ofegante, e desabou toda mole soltando o peso todo em cima de mim me afogando naquela buceta gozando minha cara toda, aquele sabor maravilhoso e o cheiro de buceta gozada me dominaram, acho que ela chegou no limite também por que deu um pulo mas para frente tirando a buceta da minha boca enquanto dizia quase sem voz:
- Ta bom! Já ta bom ! que boquinha! Está sensível! Não aguento mais meu bezerrinho!
Aproveitei para me recompor também a bunda dela era grande e a buceta também então apesar de uma vista maravilhosa era difícil respirar, as vezes entrava aquela saliva com lubrificante no nariz, nem tudo é mar de rosas também me esforcei dessa vez, ficamos lá ofegantes eu admirando aquela buceta linda e gozadinha, vendo aquela raba imensa, foi a primeira vez que vi mulher gozada, não é tão branco e espesso como nós homens, mas por ela ser mulata só com a marquinha de sol na buceta certinho o fio dental, dava para ver escorrendo mais esbranquiçado que normal, não é tão espessa como nos homens e sim mais aquosa e menos densa, porém é mais brilhosa e puxado para transparente, e o sabor é único e incomparável, lembro que foi a primeira vez que me senti satisfeito só com oral e acho que foi quando aprendi ali quando uma mulher faz sexo e quando ela tem prazer, a buceta estava inchada e o buraquinho da buceta todo abertinho, meu pau latejou tanto de tesão naqueles minutos anteriores que simplesmente perdeu a vida após o ápice e encolheu sem qualquer resposta motora, eu estava pela primera vez na vida realmente satisfeito, ela começou a se mexer e foi se levantando toda desengonçada, eu me ajeito mas na lateral da cama e ela deita do meu lado e me abraça forte e apertado, com uma carinha safada e sorridente fazendo aquele discurso talvez só para agradar mas o olhar e a carinha de satisfação pareciam ser verdade, olhinhos dela estavam até brilhando:
-Você tem uma boquinha mágica sabia gatinho, nunca tinha gozado só com um cara me chupando antes e você já fez duas vezes, taradinho, parece que quer engolir a buceta da gente, maioria dos caras parece que tem nojo tem uns que nem gosta de chupar. Aprendeu direitinho rapidinho. Com uma boquinha gostosa dessa e essa mãozinha que não para, não precisa de mais nada, já ganhou qualquer garota.
-Vai ser o terror das meninas, mas a primeira vai ser sempre eu! não importa quem venha depois de mim.
Eu fiquei todo bobo vocês devem imaginar, me senti o máximo. Após dizer tais palavras Nanda simplesmente se aconchegou e ficou ali no meu ombro abraçada jogou as pernas por cima de mim em seguida e em instantes dormiu do jeito que estava peladinha só com a parte de cima da camisola e eu só com a blusa peladão como se fossemos um casal, foi a primeira vez que dormi com uma mulher, ela criou uma marca em mim, que mesmo hoje que ela nem está mais entre nós, nunca esqueço e sempre me pego lembrando da nossa juventude e doideiras juntos, sem falar que foi diferente ter alguém do lado, so dormia com minha prima assim e era diferente e inocente, mas ela ali deitada no meu ombro me senti tão seguro é tão bom dormir grudadinho, eu demorei um pouco mais a cair no sono, foi tudo tão incrível e fiquei talvez horas processando tudo aquilo, quase incrédulo nunca tinha visto 69 nem em filme nessa época se bobear, porém apaguei também, sei lá, parecia que tinha sido mais prazeroso do que o sexo em si aquele 69, eu me sentia satisfeito de verdade a nível físico e realizado a nível emocional, não aguentaria mais nada além daquilo. Acordamos já no outro dia quase 9:30 da manhã pelados e abraçados, na verdade eu acordei com o braço dormente e ao tirar a cabeça dela para ajeitar no travesseiro acabei acordando minha Deusa de Ébano, foi a primeira vez que percebi que existe uma diferença bem aparente de uma pessoa acordando e uma pessoa arrumada e maquiada, ela estava toda descabelada com a cara inchada, mas era linda, foi a única negra de pele e rosto fino que conheci e a mais linda que já vi, os traços dela eram muito atraentes mesmo com cara amarrotada e remelenta. Conversamos um pouco ficamos zuando que estávamos com bafo de dragão e soprando bafo um no outro, foi divertido estavamos parecendo namoradinhos mesmo, depois eu quis ir no banheiro e resolvemos sair do quarto no embalo.
Dali a poucas horas eu iria embora de volta para minha cidade e talvez nunca mais nos veríamos outra vez então aproveitamos o momento e ficamos agarrados no sofá, depois eu ajeitei as coisas para partida, tomamos café e voltamos a ver televisão no sofá de chamego, meu tio havia saído para trabalhar e minha tia fazendo almoço, Dudinha apagada ainda, na sala mesmo no colchão que eu dormiria, quando minha mãe chegou não entendendo nada, porque eu não vi ela chegando e ela entrou na sala logo num beijo meu e da Nanda com direito a mão na bunda e toda saliência possível. Eu todo sem graça:
-Mãe você já chegou?
Nanda com toda ousadia existente no universo, ela era uma pessoa carismática e com presença, aquele tipo de pessoa que gosta de chamar atenção:
-Então essa é minha sogra que veio tirar meu neném de mim? Já estou com saudades! Não leva ele não tia, dá ele para mim!
Minha mãe ficou com uma cara incrédula não disse nada, ficou só rindo sem graça e sem acreditar no que estava vendo. E depois elas se conheceram mais de boa, minha tia fofoqueira falou que dormimos até agarradinhos e sozinhos de porta trancada que ouviu sons suspeitos na madrugada, e lembro que minha mãe uma hora falou:
-Gente como assim, eu nunca vi ele com garota nenhuma, e aqui já está até me arrumando uma nora, beijando na boca na sala, oque eu perdi?
E a Nadinha raxa minha cara :
-A sogrinha, nada que você queira saber, talvez você seja vovó daqui uns meses, nada demais.
Minha mãe em tom descontraído:
-Que isso? Não brinca! Vocês se protegeram né ? Sou nova demais para ser avó e você já é uma moça e ele só um rapazinho. Não brinca comigo assim que eu infarto.
E Nanda ordinária, olhando na minha cara toda sedutora só diz :
-Eu cuidei dele direitinho tia, só estava brincando, nós usamos camisinha todas as vezes, pode ficar tranquila.
Em seguida me deu um último beijo que demoramos uns 2 minutos talvez e se despediu indo embora, e claro que minha mãe quis saber todos os detalhes, mas só disse que ela não entenderia. Nem saberia explicar como tudo começou. Depois disso foram apenas momentos familiares, e Nandinha se tornou a melhor e mais incrível coisa naquelas férias e também por um longo período a única que vinha a minha mente.
Voltei para minha cidade mas não conseguia me encontrar , parecia chato demais, pessoal da minha turma eram bobos e infantis. E quase nem saia de casa, virei um punheteiro danado, lembrando de Nandinha. E até me afastei do pessoal até beijei algumas bocas mas nada demais, não me encontrava mais ali, por sorte ou asar nao sei, minha mãe foi demitida e conseguiu passar em um processo seletivo do hospital do interior de Minas Gerais aonde a maioria da família moravam e passamos a residir lá depois, mas somente no ano seguinte ao relato acima.
Foi entranho no início, mas foram os melhores anos te toda minha vida, e os melhores momentos, inclusive conhecendo minhas duas esposas tanto atual tanto a ex, mesmo que sem saber na época que estávamos fadados a viver juntos no futuro.
E aqui acaba meu relato de quando perdi a virgindade. Espero que tenha conseguido transmitir a vocês uma leitura bem envolvente passando o quão foi incrível e marcante essas férias em minha vida. Fui!

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