Inocentemente cai no prato da carnívora.

  • Temas: virgem, Jrjuju, hétero, teen
  • Publicado em: 16/07/26
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  • Autoria: Jrjuju
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Private Muse

Oi! Eu sou o Júnior e venho compartilhando aqui no site minhas experiências e descobertas sexuais da juventude, quem me acompanha sabe que eu já tinha sido iniciado na sexualidade, mas que ainda era "virgem" e nunca havia transado com uma garota, nunca tendo tido nem atração muito intensa, apenas amassos e uma vez tinha conseguido chupar um peitinho de Milena uma garota que fiquei na festa da cidade, mas somente isso, no geral era mais troca de beijos na saída após as aulas e eu ainda era tímido, não sabia como tomar iniciativa, maioria que eu ficava era através de recado de terceiros na verdade maioria dos meninos e das meninas ainda eram cabaço na época, as coisas não eram como na atualidade.


Após o relato do último conto, eu estava vulnerável e confuso, e com o chegar das férias resolvi passar na casa de uma tia minha no interior de Minas Gerais, minha prima Duda era uns 2 anos mais velha que eu e era o holofote da semente negra da família, a menina era julgada coitada. Eu era o inocente "puro" com boas notas. Eu tinha na época por volta de 1, 65 metros de altura, coxas grossas, não era gordo mais sempre fui mais parrudinho, rosto arredondado e cabelo liso levemente ondulado de franja de lado na altura do queixo, talvez um pouco maior nessa época, meu traços eram bem femininos, pessoal mais próximo me chamava de carinha de moça implicando, por que eu não tinha nem aqueles bigodinhos ainda dos outros garotos, nem no corpo eu tinha muito pelo, só no púbis que tinha um punhado mas mesmo assim eu raspava, por que coçava quando estava maior. Meus olhos são cor de mel, e sou Carioca de nascença apesar de depois ter saído do estado devido as decisões familiares.


Eu lembro que minha prima era muito linda, morena clara olhos verdes e cabelos lisos, mas era magrinha só aqueles limõeszinhos no peito e uma poupinha na bunda, não era o tipo de mulher que eu tinha desejos.

Mas ela era meio atirada, e ficava toda hora implicando falando que eu estava gatinho, que me pegava, que eu devia estar arrasando com as meninas, mordia e apertava minha bochecha toda hora na brincadeira, dava para perceber que não tinha intenção real só era o jeito dela. Lembro que os primeiros dias foram de boa, apenas saímos, vemos filmes, lanchamos e as sobremesas deliciosas que minha tia fazia.


Mas a minha vida estava prestes a mudar e me transformar em outra pessoa, eu nem fazia idéia mas estava prestes a vivenciar a data mais marcante da vida de um homem, no fim de semana seguinte ao da minha chegada na cidade na casa de titia. Minha prima queria ir a uma festa que começaria tarde e ia se arrastar na madrugada, minha tia não era muito de prender mas tinha os limites, e falou que deixaria mas eu teria que ir junto, para aproveitar e me mostrar a cidade. Minha prima disse que era melhor não , que eu não estava acostumando no ritmo dela. Eu lembro que nessa hora eu disse assim mas zuando:


- Nossa prima isso porque fala que me ama, de boas precisa me levar não!


Ela respondeu: -Não é que eu não queira meu amor, mas meus amigos bebem, fumam, não sei se é o melhor ambiente para você, mas por mim eu te levava igual chaveirinho colado em mim 24 horas por dia, você é minha fofura.


E realmente sempre ela foi agarrada comigo, desde mais novinhos ela sempre cuidou de mim, era aquele amor fraternal mesmo, aquele carinho sem ser forçado na base do vínculo da vivência. Mas minha tia deixou claro que ela só iria se eu fosse que eu ia vigiar ela. E minha prima só diz que por ela tudo bem. E eu me arrumei, lembro que pus uma calça jeans stretch, eu gostava de roupas mais apertadas, coloquei uma blusa preta estampada com uma caveira em camurça branca que era minha preferida na época e lembro que minha prima ficou zuando falando que eu tinha a bunda maior que a dela que tinha inveja, e que eu estava meio gay, mas na zoação mesmo nada ofensivo.

Lembro que a festa foi na casa de alguém que os pais estavam viajando, mas na sei se conheci ou não o anfitrião já que não conhecia ninguém ali além de minha prima , no começo foi de boas ela me apresentou as amigas dela e uns 2 meninos, pessoal era bem animado e receptivo, eu lembro que minha prima começou a beber e disse que era segredo e não podia contar para minha tia, que depois me daria oque eu quisesse em troca, que ela ficaria me devendo quando eu precisasse e depois me deixou até provar , era doce mas estranho não curti muito os primeiros goles não, minha garganta ficou quente por dentro e os sons ficando distorcidos, e eu comecei a rir do nada. Foi realmente diferente meu primeiro contato com o álcool apesar de não saber oque era exatamente.

Quando aparece uma amiga da minha prima que me chamou a atenção, acho que foi a primeira vez que fiquei de pau duro só em ver uma garota na vida, Ela era negra, olhos pretos e grandes igual jabuticabas, tinha um rosto liso sem uma espinha e traços afinados, e o nariz não era de batata ( como meus amigos de raça costumam dizer) era até pequeno o cabelo meia altura nas costas espichado de progressiva, mas era muito bonito. A boca era carnuda e o sorriso branquinho, ela estava de mini saia jeans , e meia de redes até a coxa e uma blusa decotada vinho escura brilhante, a maquiagem estava bem feita, e aquele tracinho prolongando os cílios. Eu fiquei quase paralisado olhando ela cumprimentar minha prima e quando elas se abraçaram a saia da jovem subiu deixando a mostra uma polpa farta de bunda e aquelas coxas grossas e torneadas, que pretinha maravilhosa. Quando me dei conta estava de pau duro sem pensar em nada apenas admirando a garota. Ela foi mechendo de um a um abraçando alguns, outros dois beijinhos, e quando chegou em mim acho que ela me confundiu com menina porque disse assim enquanto me dava dois beijos no rosto e se apresentava:


-E você gata, nunca te vi mas se está com meus amigos e minha amiga também! Prazer eu sou a Fernanda mas pode me chamar de Nandinha e o seu miga qual é?


Eu lembro que eu fiquei com muita vergonha na hora, e devo ter ficado vermelho me conhecendo. Como o pessoal que encontramos primeiro minha prima já chegou me apresentando como primo, não teve isso, mas ela chegou depois e foi aquelas risadas ela não entendeu nada e ficou perguntando oque foi que estavam todos rindo que ela queria rir também. Aí minha prima falou :


- É meu primo do Rio o Juninho, eu te falei primo que essa calça apertada tinha ficado meio gay, ainda mais com essa perna e bundona sua marcando, você está mais gostosa que eu vei.


E foi aquela resenha por alguns minutos e eu fui ficando a vontade o pessoal era realmente de boa demais e tinham brincadeira pesadas mas sem ofensa, lembro que após minha prima revelar que eu era menino Fernanda mudou o semblante e começou a dizer :


-Desculpa ! É que você tem um rosto tão fofinho , que gatinho seu primo Dudinha, da vontade até de morder , você nunca disse que tinha uma gracinha dessa na sua família disponível.


Minha prima: - Iih pode sair de perto, meu primo é puro e você não é confiável, não fica perto dela primo essa aí se te chamar pra algum lugar, não vai, você vai ser atacado pela vampira, essa aí é a famosa vampirinha.


Eu não entendi bem, mas ri por que parecia ser algo interno deles e as risadas me contagiaram o povinho era alegre mesmo, não paravam de falar e se implicarem um minuto. Lembro que no decorrer da festa que bebi mas uns goles de algo alcoólico com minha prima até que Duda sumiu eu estava com os amigos dela. E lembro que me deu muita vontade de ir no banheiro, e eu virei pro menino amigo da minha prima que estava junto desde o início e falei :

- Aí mano estou doido pra dar uma mijada mas não conheço a casa, você sabe aonde fica o banheiro?


Ele só apontou para um corredor e disse que era a única porta logo no fim a direita. E nessa hora ouço a voz da Nandinha dizendo deixa que eu levo ele lá e foi segurando minha mão e me guiando no caminho, eu lembro que eu na época não entendi, eu era inocente mas ela ficou passando o dedo na palma na minha mão por todo o caminho e descobri depois que esse gesto significa que ela queria me dar, ela mesma me disse tempos depois, mas eu na época "virjão" nem entendi, quando chegamos na porta do banheiro eu entrei e quando eu ia fechar a porta ela entrou junto eu fiquei sem saber oque fazer e sem reação.

Ela percebendo só falou que queria ver a maquiagem dela e que eu podia ficar a vontade. Eu juro que não entendi nada mas estava com tanta vontade de urinar que só tirei o pinto para fora e mijei de costas pra ela no sentido de não ser abusivo, olha o nível de inocência, achei que ela só era meio doidinha mesmo.

Mas quando eu terminei e fui fechar a calça, eu senti a presença dela do meu lado em seguida ela levou a mão no meu pau que estava meia bomba mas da vontade de mijar mesmo pois eu nem estava excitado com nada naquele momento eu lembro que fiquei meio assustado e comecei a tremer o corpo e perguntei :


- Oque você está fazendo ?


Ela: - O que você acha? Vai dizer que não tem ideia do que eu quero.


Eu: O que você quer ?


Nessa hora ela fez uma cara de incrédula mas totalmente ansiosa e aquele sorriso envolto em desejo que eu já tinha visto antes em algum lugar.

E ela começa a dizer :


-Então você nunca fez ? Que lindo eu nunca tinha achado um, eu vou ser a primeira então. Sempre quis ser inesquecível para alguém, nem acredito que achei um pra mim.


Na hora eu ainda estava boiando sem entender oque ela estava dizendo, até eu dar por mim que meu pau estava duro e ela estava punhetando ele, eu comecei a dar gemidos e uns tremores no corpo, mão dela era quentinha e um pouco áspera me fazia arrepiar a cada carícia, ela ficava alisando meu saquinho apertava forte o pau as vezes, era tudo novo e tão gostosinho. Acho que ela percebeu que eu estava tremendo, eu não sei porque eu estava tremendo exatamente, mas sei que não era de medo era aquele tremor que a tempos não sentia, poucas vezes senti na vida para ser exato. Ela perguntou:


-Oque foi gatinho ? Está com medo de mim? Você está tremendo todo, quer que eu paro ? Não está gostando não? Que gracinha você está todo vermelhinho. Está com vergonha de mim ? Pode ficar a vontade só relaxa e deixa rolar, garanto que você vai gostar do que vou te mostrar hoje!


Eu só consegui responder quase sem voz:


- Não sei, meu corpo está tremendo, sua mão é gostosa! Continua!


Ela só rir de forma safada e diz:


-Minha mão é gostosa é? Você acha isso só porque você não sentiu minha bucetinha ainda.


Nessa hora que realmente me caiu a fixa do que estava acontecendo, eu não sabia como reagir ou oque fazer mas sentia que era o momento, meu corpo me mostrava nos arrepios e tremores, sempre que senti isso rolou algo nas vezes anteriores, ela foi me puxando para perto da pia e jogou água no meu pau, acho que para limpar o mijo, em seguida se ajoelhou no chão mesmo do banheiro, e abocanhou meu pau inteirinho até a garganta não sobrou nem um centímetro para fora , nunca fui muito dotado era 14 centímetros no ápice em seus melhores dias na época, e espessura normal, não era muito grossa e nem fina, era branco e a cabeça rosada e esticada. As bolinhas eram pequenas e durinhas ainda. Quando eu senti aquela boca quente e molhada que ficou uns 4 segundos com meu pau na garganta até engasgar e tirar a boca deixando aquela baba escorrer pela rola, e olhando nos meus olhos e dizendo :


-Nossa até que é grandinho me fez até engasgar , que pintinho lindo nunca tinha ficado com um branquelo antes. Não é pequeno nada.


Em seguida já abocanhou minha rola novamente e começou a mamar bem lento, ela engolia tudinho depois voltava chupando forte até a cabeça e dava umas sugadinhas parecendo que ia engolir, lembrando até um chupão, depois de umas cinco chupadas lentas dessa eu sentia meu pau pulsando tanto eu nunca havia sentido ele tão duro, chegava a sair da boca dela no espasmo do tesão me arrancando gemidos prazerosos e me recordo que revirei até olhinho varias vezes no prrocesso, enquanto no ápice do prazer apenas ouvia ela dizendo enquanto pegava ar entre as mamadas alternadas:

-Que lindo ele geme, que gostoso ouvir macho gemer, geralmente ficam igual a morte em silêncio, está gostando da minha boquinha está, nossa está até escapando da minha boca! Gostando né safadinho?


Em seguida voltava a mamar aquela boca era muito quente e lábios carnudos que sentia deslizando por todo meu pau me levando a loucura, eu lembro que fui me soltando e já estava com a mão na nuca dela e sentindo os dedos dos meus pés se contorcendo no tesão, aquela sensação inicial de que estamos prestes a gozar já começava a ficar mais perceptível, meu pau já pulsava com mais e mais frequência a cada chupada. Quando ela tira a boca e se levanta, e eu no impulso, só consigo dizer:


-Porque parou, só mais um pouquinho estava quase gozando . É gostosinho demais a sensação da sua boca. Chupa mais um pouquinho, só mais um pouquinho?


Nandinha: Minha boca é gostosa né, vou te mostrar uma coisinha mais gostosa ainda agora, ela foi me empurrando em direção ao vaso sanitário fechou a tampa e mandou eu abaixar a calça até os pés e sentar, eu adorei aquilo, ela somente guiou e eu obedeci, submisso como deve ser, sentei no vaso e ela subiu a saia e tirou a calcinha, e vi aquela bucetona dos lábios roxos, e aquelas coxas enormes e ela só apoia uma perna levantada na lixeira que ficava lateral ao vaso e vem se aproximando e leva a mão na minha cabeça me guiando de boca até a sua buceta, hoje sei que ela me guiou direto ao clitóris, mas na época eu só sabia que ia sentir o gosto de uma buceta pela primeira vez:


-Chupa essa buceta vai, agora é sua vez, só relaxa e chupa da forma que achar que deve, deixa rolar e faz oque vier na cabeça.


Senti aquele cheiro de buceta forte, e aquele gostinho que agradou o paladar, eu não sabia nem oque fazer e lembro que fiquei passando a língua pra todo lado igual via nos filmes, enquanto ela me segurava a nuca e me mantia no clitoris dela, mas começou a sair aquele lubrificante natural e comecei a ficar com a cara toda lambrecada enquanto me deliciava com gostinho da buceta dela, aquele líquido viscoso era adocicado e a espessura me deu vontade de engolir e naturalmente comecei a sugar forte aquele líquido, e comecei a dar aqueles chupões no clitoris dela mas na intenção de sugar aquele pré gozo todinho porém acho que nessa hora ela gostou. Ela soltou um gemido alto e apertou meu cabelo forte com a mão que estava em minha nuca que chegou a doer um pouco e empurrou minha cara com força contra a bucetona dela me deixando até sem ar e começou a gemer ofegante dizendo:


-Nossa garoto que boca é essa, desse jeito você vai acabar engolindo minha buceta, que chupada gostosa, parece até experiente, toma seu brinquedinho novo e aproveita, só não apaixona. Gostoso!


Eu chupei ela mais pouco até o momento que ela bruscamente solta minha nuca e me empurra delicadamente apoiado com as costas na parede do banheiro. E com o pau pulsando e melado durinho, eu gostei de chupar era diferente e muito gostoso e por algum motivo eu estava muito excitado com aquilo e confesso que queria chupar mais aquela bucetona naquele momento.

Ela levou a mão no bolso traseiro e tirou uma camisinha e abriu, e ela mesma pôs em mim, acho que nem saberia por, e no fundo ela sabia disso. Eu na hora comecei a tremer dividido entre prazer e ansiedade eu nem acreditava que aquilo estava acontecendo, não estava esperando nem preparado, ela segurou meu pau e veio sentando e encaixou bem na entradinha de sua vagina, senti aquele calorzinho e a entrada envolvendo a cabeça do meu pau em seguida ela foi sentando até meu pau estar todinho dentro dela, era muito quente e gostosa a sensação, parecia que por dentro ficava uma carne macia envolvendo o meu pau que soltei um gemido alto de tesão, e ela só rir dizendo:


Nossa! eles vão ouvir desse jeito. Toma aqui pra você ficar quetinho toma!


E tirou aqueles seios fartos e redondos para fora, o bico era escuro mas tinha uma marca clara do sutiã parece, apesar que nesse dia não tinha sutiã, e começou a esfregar aquelas maravilhas na minha cara, enquanto rebolava no meu pau lentamente com ele todo enfiado dentro da buceta. Eu me senti realizado e no automático eu comecei a chupar aqueles peitos durinhos e redondos e era legal quando o biquinho dos peitos dela se contraiam em minha boca quando eu chupava eles, eu estava empolgado e não sabia oque fazia, chupava um depois o outro enfiava a cara no meio todo afobado. Ela ficava rindo e dizia coisas do tipo:


- Calma! Desse jeito vai acabar se afogando, está gostando está, gostou de uma buceta na sua rola enquanto se afoga safadinho, que pau gostoso, não machuca!


Eu só conseguia murmurar afirmativamente e ofegante com a voz toda excitada:


-UHuuuum! É muito bom!


Ela começou a sentar diferente agora ela vinha até meu pau quase sair da buceta dela depois sentava até ele entrar todinho e dava uma rebolada esfregando aquela bunda enorme na minha coxa, que me deixava ainda mais louco e quase em êxtase, no impulso do prazer comecei alisar aquela bunda e pernas sentindo cada pedacinho que minhas mãos tocavam, a bunda e pernas dela eram durinhas, eu apertava forte mas a sentada começou a ficar tão rápida e frenética, eu sentia deslizar fácil agora, antes a entrada da buceta ficava apertado um pouco, aquela buceta molhada e escorregadia mesmo com camisinha era um calor interno muito delicinha, eu comecei a contorcer as pernas e respirar forte em êxtase profundo a essa altura, era como se nada existisse além daquela garota rebolando, eu sentia meu olhos revirando a todo momento, e o pau vibrando e pulsando tão duro que chegava a doer um pouco as pulsadas de prazer. Eu havia chegado ao meu limite, eu já nem chupava mais seus peitos ou conseguia acariciar aquela garota incrível, eu nem mais conseguia abrir os olhos sem sentir virarem e aqueles tremores por todo corpo quase atingindo o nirvana ( que inclusive era o nome da minha banda preferida).

Eu senti a porra vim quente lá de dentro de mim por todo trajeto até a uretra, meu pau se inchou e depois relaxou sendo comprimido no anel da camisinha e aqueles jatos de porra quentes e espessos envolvendo meu pau a cada espasmo de prazer dentro da camisinha, enquanto meu pau ainda pulsava dentro daquela mulher sentindo as paredes internas dela. Que sensação maravilhosa, lembro que fiquei revirando os olhinhos e tremendo todo nessa hora e ouvi ela dizer?


-Já gozou? Tá quentinho agora, que pena, logo agora que estava ficando bom, aguenta só mais pouquinho vai! Nossa tá possuído bebê que delícia revirando olhinho para dona dele que fofooo!


E continuou rebolando mais um tempo no meu pau até que ela me assustou um pouco. Ela começou a gemer baixinho, depois foi aumentando o os tons e do nada soltou um gemido alto e prolongado enquanto rebolava gostoso no meu cacete, e senti a buceta ficar muito quente e úmida por dentro e a esfíncter da buceta ficava contraindo e apertando meu pau que pulsava feito uma pedra.


-uuuuuunnnn! Caralho que pica gostosa, me fez gozar gostosinho safadinho, quanto tempo eu não gozava assim. Eu devo está ficando louca.


Ela sentou e soltou o corpo em meu colo com o pau já ficando meia bomba dentro da buceta dela e ficou respirando ofegante e beijando e dando chupões em meu pescoço me arrepiando todo, em seguida sinto meu pau sair de dentro dela sem vida e comicamente a camisinha ficou dentro da buceta dela, e nesse momento alguém bate na porta do banheiro e pergunta se ainda ia demorar e tivemos que nos recompor rapidamente, nessa hora ela levantou e se ajeitou e puxou a camisinha da buceta, oque fez começarmos a rir.

Depois disse:


E aí fui a primeira, agora você nunca mais me esquece, gostou? Agora eu sou o amor da sua vida ninguém vai ter meu lugar.


Eu só balancei a cabeça afirmativamente por algum motivo eu estava com vergonha, mesmo que era gostosinho ouvir aquilo e me deixava todo bobo alegre, devia estar com cara de pamonha e olhos brilhando com certeza, aquilo havia sido mágico e totalmente novo. Nem em punhetas eu teria imaginado que seria assim minha primeira vez com uma garota , acho que ela percebeu e perguntou:


Está com vergonha ? Que fofinhoooo! Vamos sair antes que quebrem a porta !


E eu me ajeitei e sentia as pernas tremendo um pouco ainda e meio fraquinhas, aparentava dar umas falhadas e eu ainda estava meio ardido do que tinha rolado a 2 semanas quem leu os contos anteriores já sabe oque eu estou dizendo, foi tudo tão extasiante que lembro que só conseguia pensar nela durante os dias seguintes. Quando saímos do banheiro acho que era algum conhecido dela na porta porque a pessoa disse assim:


-Meu Deus Nanda oque você estava fazendo com essa menina no banheiro, nem responde, quero nem saber! Vindo de você tenho até medo do trauma na informação.


A gente só riu e voltamos para o meio do pessoal e quando cheguei minha prima só olhou em minha direção e da Nanda e disse:


Ah não Nanda você não fez isso? Sacanagem cara, você tá bem primo, traumatizou ? Papa anjo!


E foi aquela resenha e o rapaz que não sei o nome que perguntei sobre o banheiro aproveita a deixa e fala debochando:


-Vocês estavam até agora naquele banheiro ? Tem meia hora que vocês sumiram. Oque vocês estavam fazendo? Não responde ! É só hipotético, garoto está até desnorteado olha isso olha o pescoço do garoto todo cheio de chupão! Vampira da desgraça.


E foi aquela resenha e risadas, eu nem sabia o que era hipotético e muito menos havia percebido que ela tinha me dado uns 3 chupões no pescoço, que só vi mesmo no outro dia quando acordei, depois de alguns minutos ela saiu pra lá com umas outras garotas e algumas horas depois eu e minha fomos embora de táxi para casa da minha tia, com minha prima falando que eu tinha perdido o cabaço, perguntando se gostei, como foi, o que rolou oque a gente fez, e eu sempre fui mais na minha nessas coisas, até porque meus segredos não podiam ser compartilhados antes disso né. E eu falei:


- Não aconteceu nada , ela só me levou na porta do banheiro e depois voltamos , ficamos não ! Você é doida! Até parece que um mulherão daquele ia me querer prima.


Ela só responde ironicamente:


-Sei, eu conheço ela a vida toda eu vi no olhar dela quando vocês vieram andando do banheiro, pode esconder mais eu sei, ela vai me contar depois, ela conta tudo vou saber de qualquer maneira. Sem falar nesse pescoço cheio de chupão, deve ter sido bem intenso, mas eu fico feliz sempre achei que você dava era o cu, já estava preocupada .


E foi aquele momento relax zueiro de primos, em seguida voltamos a assuntos normais enquanto eu ficava lembrando da sensação daquela buceta envolvendo meu pau e ainda sem acreditar no que tinha acontecido, eu lembro que toquei umas 10 punhetas nos dias seguintes pensando naquele acontecimento, e imaginando como seria comer ela de quatro, como seria que ficaria a bunda dela peladinha, e virou minha cina das férias. Apesar que só fui ver ela novamente um dia antes de voltar para o Rio de Janeiro. Ela foi lá para casa da minha tia que estava trabalhando e ficou somente nos 3 na casa durante toda, mas deixarei esse dia para outro conto pois foi muito especial e não ficar uma leitura cansativa. E aqui fica o dia que "perdi minha virgindade" e foi despertado o desejo hetero em minha vida, após esse dia eu mudei tanto fisicamente, tanto psicologicamente e acho que até moralmente ficando mais ousado e falando putaria com as meninas e com os amigos também. Buceta é bom demais, e buceta de uma pretinha rabuda e peituda novinha nem se fala, o calor interno nas Negras tem que ser respeitado, só elas tem.


Fui! Até a próxima!



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