Gabriela - Experiência inusitada na praia

  • Temas: Casual, hetero, traição, público
  • Publicado em: 15/07/26
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  • Autoria: safadinhotimido
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Private Muse

Minha namorada é uma mulher bonita, alta, morena clara, cabelos escuros e dona de um corpo fenomenal, bunda grande e firme, quadril largo e lindos seios de tamanhos médios. Conheci a num barzinho em Jundiaí, onde toca música ao vivo, e onde podemos dançar sertanejo e vanera.

Mas a história que contarei é anterior a isso, quando ela tinha 28 anos e estava trabalhando num hotel em Ubatuba. Gabriela é formada em turismo e hotelaria e trabalhava como gerente de um hotel na praia de Toninhas.

Todos os dias, depois do expediente, Gabriela se trocava no hotel mesmo e dava uma corridinha pela praia de Toninhas. A praia possui iluminação e mesmo no inverno, quando escurece mais cedo, conseguia correr sem problemas. As vezes ia com um colega de trabalho, o Rodolfo, um moreno alto e forte, que trabalhava de porteiro e segurança no hotel. Rodolfo é casado com uma bela mulher, que já foi apresentada a Gabriela, e sempre respeitou-a, inclusive durante as corridas vespertinas, chegando a entrar pela noite.

Mas Gabriela sempre se incomodou com o volume na sunga de Rodolfo que de vez em quando ficava enorme. O que fazia-a sentir um calor no meio de suas pernas. Gabriela percebia os olhares dele em algumas partes de seu corpo, e gostava de saber que era desejada pelo belo rapaz. Mas sabia que eram apenas colegas, que ele era casado e mesmo com desejos de ver o que se escondia por baixo daquela sunga, colocara essa questão como arquivada, em sua mente.

Gabriela estava na seca por longos 3 meses, já que sempre foi uma mulher muito ativa sexualmente. Seu último namoro terminou de uma forma traumática, fora traída e para piorar, por sua melhor amiga, o que deixou a sua alto estima um pouco abalada e quis ficar só por um tempo. Sabia que quando quisesse teria muitos candidatos, então estava tranquila, apenas deu tempo até estar disposta a entrar noutro relacionamento e se envolver emocionalmente de novo.

Talvez por já ter se recuperado do enorme abalo sofrido com a traição de seu ex-namorado, Gabriela começou a se masturbar e a desejar homens. Tinha uma lista enorme de pretendentes, porém para ela eram passado, se na época não se interessou, porque se interessaria hoje? Queria conhecer pessoas novas e sabia que era fácil, bastava sair que recebia muitas cantadas. Mas Gabriela sempre foi muito exigente, tanto na beleza física como na beleza "monetária".

Acordou excitada, com seu clitóris inchada, uma umidade e um calor no meio das pernas. Pegou um micro biquini que só usava para atiçar seus namorados, colocou na bolsa e foi trabalhar. Sentiu vontade de sentir todo o desejo de Rodolfo, ver aquele volume da sunga ficar maior. Gostava de se exibir, e porque não o seu colega, casado, respeitador e inofensivo?

Era quinta-feira, único dia da semana que Rodolfo não tinha faculdade e caminhava com Gabriela. Terminado o expediente, Gabriela foi se trocar, colocou o minúsculo biquini, se sentindo leve, linda e gostosa. Colocou uma saída de praia bem comportada por cima e pegou seu carro. Parou na saida de serviço do hotel e Rodolfo já o esperava. Rapidamente chegaram no ponto onde deixava o carro e iniciava a corrida. Correram 3 km, caminharam mais 1 km e pararam em frente a um quiosque onde costumavam tomar um suco ou sorvete.

Gabriela sentia se bem, cansada mas revigorada ao mesmo tempo. Adorava sentir aquele sentimento de dever cumprido, olhar o sol se pondo, a brisa fresca da praia e ser admirada pelos banhistas. E neste dia, percebeu que Rodolfo não tirava os olhos de sua bunda enquanto corria, pois estava quase nua, apenas com uma tira no meio dela. E sempre que ficavam de frente, Rodolfo olhava o meio de suas pernas disfarçadamente, coberta apenas por um pequeno pedaço de pano. E para os seus seios, que balançavam sustentados por tiras e dois pequenos tecidos que cobriam apenas seus bicos dos seios. Gabriela se arrependeu, não era confortável correr de biquini, amanhã viria de top e shorts de academia, como sempre, pensou.

- Vamos tomar um suco Gabi? Hoje está muito quente! - Disse Rodolfo.

- Claro, hoje quero um suco de graviola com leite. Amo!

Sentaram na mesa e o atendente logo veio. Não tirou os olhos do seio direito de Gabriela. O Tecido deslocado mostrava metade de seu bico. Gabriela percebeu mas deixou, estava adorando ver Rodolfo disfarçando, olhando seus seios quando ela desviava o olhar dele. Fazia até de propósito, olhava o mar, o sol se pondo e dos cantos dos olhos reparava Rodolfo com olhos fixos em seus seios, especialmente o direito. O atendente trouxe os sucos e novamente olhou descaradamente o seio de Gabriela. Conversaram amenidades, tomaram os deliciosos sucos e resolveram caminhar um pouco pela praia e apreciar o sol que logo esconderia-se no mar.

Gabriela também não tirava os olhos do volume na sunga de Rodolfo, que estava enorme. Imaginava o tamanho, a aparência e o quanto estava duro. Gabriela não disfarçou, queria que ele percebesse. Ele percebeu, claro, então apenas esticou a mão, pegou o tecido do biquini sobre o seio e ajeitou, cobrindo o bico do seio descoberto, passando propositadamente o dedo pelo mamilo, o que fez Gabriela sentir prazer e a olhá-lo com um sorriso safado.

- Obrigado Rodolfo, nem tinha percebido. - Ele apenas sorriu e olhou para o céu alaranjado com a sol começando a encostar na água do mar, no horizonte. Gabriela olhou para o lado oposto, mais para baixo. Viu o membro duro por baixo da sunga e passou a mão várias vezes como que tirando algo e disse:

- Acho que caiu um pouco de suco aqui. - E continuou passando a mão e sentindo o membro duríssimo. - Rodolfo olhou para Gabriela, levantou a mão até seus seios, puxou o tecido que arrumara, colocando do jeito que estava, mas agora com o bico totalmente descoberto e falou:

- Você não merece que eu arrume seu biquini, vou deixar como estava.

- Não mereço mesmo. Acho que mereço que desate o nó do meu biquini. - Falou Gabriela, desatando o nó, deixando seu biquini cair e ficar pendurado, mostrando seus pelos pubianos cuidadosamente aparados, com um gracioso tufo acima de seu sexo.

Rodolfo se posicionou na frente dela, para que o pessoal do quiosque não a visse, ajudada pelo brilho do sol contra eles, que fazia sombra para quem olhassem o mar.

- Você acha que eu mereço isto aqui? - Disse Gabriela com a mão sobre a sunga dele, e olhando ele com carinha de menina carente. - Não mereço ao menos ver? Por favor!

Sua voz sensual e safada mexeu com Rodolfo, que pensou um pouco, olhou para os lados se certificando que ninguém caminhava na praia e os poucos que estavam no quiosque estavam relativamente longe. Puxou a lateral da sunga e pelo espaço tirou seu pênis com certa dificuldade. Ele ficou em riste, apontando para cima, bem em direção a Gabriela. Esta, maravilhada, pousou a mao nele, acariciou em toda sua extensão, apertou com força sentindo sua boceta piscar. Foi quando Rodolfo a abraçou, beijando a ardentemente, enfiando a língua e mordendo seus lábios. Gabriela entrou em estado de transe, queria aquele pedaço de nervo para ela, não importava onde estava, e com quem, só queria.

Rodolfo pareceu um tarado, um cachorro a caça de uma cadela no cio. Desejos reprimidos a tempos, desde o dia que foi trabalhar no hotel e viu a Gabriela na recepção, linda, sorridente e orientando dois rapazes e uma moça que entraram juntos com ele no hotel. Mas Rodolfo teve orientação de um outro segurança, e não dela como desejou. Sempre a observou, da portaria, quando ela passava com clientes ou fornecedores. Sabia que não a teria, mas a desejou. Depois, quase morreu de alegria quando numa conversa rápida, ele disse que corria todos os dias na praia, naquela época, quando ainda não fazia faculdade, e prontamente Gabriela o convidou para correrem juntos, dizendo que era mais prazeroso e seguro ter uma companhia. Ficou triste quando começou a faculdade, mas fez o possível para organizar as aulas e poder correr com ela ao menos um dia da semana.

Gabriela ficou excitada e doidinha para dar, mas estranhou a intensidade dos desejos de Rodolfo, pareceu aos olhos dela que ele era um tarado, até obsessivo tamanha a volúpia. A beijou ardentemente, já passando a mão em sua boceta encharcada e enfiando um dedo, o que fez Gabriela soltar um gemido. A outra mão de Rodolfo passou descendo pelas costas, apalpando a bunda e chegando até seu ânus, onde tentou penetrar sem sucesso, pois Gabriela contraiu a bunda instintivamente, ficou com medo, devido a intensidade dos beijos e carícias de Rodolfo. Gabriela, ainda com a mão no membro de Rodolfo, ajeitou-o no meio de suas pernas e apertou. Sentiu-o em sua boceta, mas queria dentro dela. Mas antes que pensasse em como tê-lo ali na praia, uma de suas pernas foi levantada e instantaneamente já sentiu algo pressionar e penetrar sua vagina. Gabriela gemeu, de dor a princípio mas posteriormente pelo prazer intenso ao ser preenchida por um pedaço de nervo enorme, quente e extremamente duro. Rodolfo, assim que a penetrou, baixou a perna dela, olhou ao redor e segurou a pelos quadris e a manteve grudada. Os dois se beijaram intensamente, não aguentando mais o desejo de se movimentarem, Rodolfo de foder a boceta de Gabriela com força e ela de sentir as estocadas dentro dela bem fundo, até senti-lo em seu útero. Então Rodolfo pegou a bunda grande dela por baixo, a puxou contra seu corpo, a soltou apenas o suficiente para se afastar um pouco, sem deixá-la desgrudar por completo e logo puxou-a pela bunda novamente e repetiu, várias e várias vezes, em movimentos curtos, evitando que alguém perceba o ato. Depois de uns longos minutos extremamente excitantes, Gabriela diz:

- Ahh Rodolfo, que gostoso! Seu pau tá friccionando meu clitóris! Vou gozaaaaaaarrrrrrrr.

Rodolfo viu o prazer em seu rosto enquanto gemia e se contorcia. Sentiu as contrações vaginais puxando o mais para dentro dela e o abraço extremamente intenso dela. Gozou como nunca experimentara com a sua esposa. A abraçou com força também, desejando entrar mais e mais dentro dela, sentido o corpo dela entrar em espasmos e depois de instantes, desfalecer.

Ficaram abraçados por longos minutos, Gabriela apertando Rodolfo de vez em quando para se certificar que ainda o tinha dentro dela. Rodolfo olhou para os lados e para trás, se afastou um pouco, sentido seu pau saindo todo melado. Gabriela ajeitou o biquini enquanto ele guardava o pau e vigiava os arredores. O sol já tinha se posto sem que nenhum dos dois tivesse percebido. A Iluminação já se ascendera e eles estavam mais expostos do que o sol se pondo. Para disfarçar, pois algumas pessoas pareciam conversar olhando e apontando para os dois, caminharam, felizes e sem saberem o que falar caso abrissem a boca. E caminharam calados. Gabriela sentindo líquidos escorrendo, suas pernas molhadas escorregando ao raspar uma na outra, e pensando como foi irresponsável transar sem camisinha e ainda deixar ele gozar dentro dela. Rodolfo olhando o lindo corpo de Gabriela, a bunda praticamente nua, balançando graciosamente, assim como seus seios. E a expressão de felicidade em seu rosto. E os dois foram para casa. E o que conseguiram pensar, foi na próxima quinta-feira, na próxima corrida vespertina na praia.




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