Desejos Reprimidos. Final
- Temas: teen, gay, Jrjuju, anal, submissão
- Publicado em: 15/07/26
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- Autoria: Jrjuju
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E aí pessoal! Estou de volta com a parte final dessa amizade intensa e íntima que tive, sendo o início da minha vida sexual consciente, revelo a vocês meus segredos mais profundos, e o oque vou contar hoje é um dia marcante e inesquecível para mim. Estávamos caminhando para as provas finais do primeiro semestre daquele ano letivo, como quem acompanha já sabe, acabei sendo submisso as vontades de Zé e passei a deixar ele me por para mamar sempre que queria, mas não deixava ele me comer, mesmo que nas minhas punhetas me imaginava dando o cuzinho pra ele de todas formas possíveis na hora" H" eu sempre pulava fora. Por ser perto das provas eu fiquei algumas semanas estudando então não vi Zé fora da escola. Eu sempre gostei de ter boas notas até o ano que perdi eu tinha boas notas mas perdi por frequência eu lembro que tive apenas 33% de frequência porque vivia matando aula, mas essa história foi anos após relato a seguir.
Lembro que entre as provas da semana teve uma intercalada de dois dias sem provas mais o final de semana emendando 4 dias, e na quinta Zé me perguntou se eu queria ir na avó dele passar o final de semana, eu relutei no início eu sabia sua intenções reais, mas na sexta ele perguntou outra vez, que a mãe dele ia levar e buscar no domingo, e lembro que toquei umas 3 punhetas nas quinta a noite imaginando ele me enrabando no rio e decidi que iria e que dessa vez iria tentar deixar ele me comer e que seguraria a dor. Eu estava decidido a aguentar aquele cacete bem fundo no meu rabo mesmo sabendo que seria uma dor insuportável, o tesão falou mais alto que a razão naquela hora.
Lembro que fomos sexta a tardinha e no resto da noite só ficamos jogando e comendo as coisas que a avó dele fazia. Comemos tanto que apagamos cedo era nem 21: 00. No dia seguinte já era fim de tarde e a avó de Zé pede para eu e ele irmos no pasto pegar lenha para cozinhar feijão, e lá fui eu seguindo Zezinho nem pensando em nada além de recolher as lenhas no caminho, lembro que fomos andando e quando chegou em uma mata mais fechada que era subindo um morro, ele foi entrando e subindo entre as trilhas e quando estávamos totalmente cercados de vegetação árvore mais altas e fora do campo de visão, Zé fala que já estava bom de lenha pra gente parar e descansar um pouquinho antes de voltarmos.
Nem 10 minutos se passaram e Zé fica me olhando com aquela cara de tarado e começa a apertar o pau por cima da bermuda e quase manda:
-Aí minha putinha vem mamar a rola do seu macho, vem!
Eu não sei porque mas só conseguia obedecer, e somente ajoelhei e ele tirou a bermuda e a cueca no chão e ficou só com a camisa eu falei:
-Você e doido e se chegar alguém?
Ele responde:
-Ninguém vai vir aqui não, tira a sua também só pra eu ver essa bundinha enquanto mama !
Eu na hora pensei comigo, " É hoje " e tirei a bermuda e fiz a vontade de Zé como sempre totalmente submisso. A tonalidade de voz ríspida e safada que ele usava me deixava dominado de forma incompreensível, nem eu entendia. O pau dele estava meia bomba e eu lembro de dizer:
- Mas ele está mole você nem está afim!
E Zé enfiou o pau meia bomba todinho em minha boca, em menos de 30 segundos eu já mal conseguia chegar a metade daquela rola, estava dura e pulsante, eu comecei a mamar rápido e cheio de vontade, eu lembrava dos filmes, comecei a bater o pau dele na minha cara, mamar as bolas dele e me soltar de verdade, talvez sendo o primeiro boquete de respeito que eu fiz na vida. Zezinho começou a dizer enquanto eu o sugava freneticamente:
-Caralho Juninho, hoje você está chupando tão gostoso, parece que vai engolir meu pau, empina a bundinha pra mim ver, vai!
Eu lembro que empinei bem a bunda, e continuei mamando ele, mas pouco depois ele tirou o pau da minha boca agarrou minha nuca forte, e disse:
-Agora empina essa bundinha de quatro que vou arrombar esse cu todo sua putinha da bunda gostosa, vai ser minha putinha agora você querendo ou não!
Meu corpo arrepiou todo e somente obedeci e fiquei de quatro, ele começou a alisar minha bunda dizendo que ela cresceu e estava maior e mais gostosa ainda depois deu uma mordida na minha bunda, que cheguei a soltar um gemidinho acanhado, ele estava diferente mais ousado, teve um momento que ele abriu as bandas da minha bunda pedindo para eu ficar piscando o cuzinho para ele, e deu uma cuspida farta lá dentro do meu rabinho, depois enfiou o dedo todinho de uma vez chegou a arder, eu só disse:
-Ai meu cuzinho Zé, doeu!
Mas ele só continuou dedilhando e me deixando com o cuzinho todo relaxado querendo pica, eu faltava pouco pedir pra ele me comer de tanto tesão, minha pica babava. Quando ele leva as mãos nas minhas costas e vai me empurrando me põe com a cara na terra, e me deixa com o cu todo aberto e empinado exigindo para eu ficar segurando a bunda aberta para ele com as mãos, eu estava mais alto na subida de quatro para ele em pé na parte mais baixa, foi oque me torturou ele de pé com meu cuzinho exposto com a cara no chão e abrindo a bunda totalmente a mercer de suas vontades. Não levou segundos até eu sentir aquele pica enorme encostar na entradinha do meu cuzinho, estava quentinha e toda melada a cabeça da rola de Zé, meu cuzinho que estava fechadinho resistiu por alguns instantes antes de eu sentir entrar a cabeça grossa daquele pau me penetrando dando uma sensação dolorosa porem suportável, ele começou a fazer aquele movimento de vai e vem lento mas não fazia aquela penetração típica, ficava trancado e apertado e doía muito, a cada estocada parecia entrar mais fundo, eu já sentia abrindo lá por dentro dentro e quando ele puxava o pau voltando sentia a parede do meu cuzinho comprimindo forte o pau dele quase que expulsando lá de dentro e se fechando, e depois ele vinha empurrando a piroca abrindo espaço outra vez, doía muito mas eu segurei o máximo que consegui, até que ele deu uma estocada forte puxando minha cintura e segurando forte contra o corpo dele, e na hora senti o pau dele inteiro dentro empurrando minha próstata, e uma dor intensa e uma sensação muito pior que qualquer coisa que já havia sentido até aquele momento, senti a minha bunda se esmagando na cintura de Zé que me segurava muito forte contra ele, sem chances de fuga, e ele ainda empurrava o fundo do meu cu que trancava aquela pica com todas suas forças eu na hora soltei as mão da bunda e entrei em desespero me contorcendo e sentindo aquela rola grossa me alargando todo, enquanto pulsava dentro de mim parecendo inchar cada vez mais, eu lembro que ficava implorando a Zé:
-Tira Zé ! Tira! Aii meu cu, você enfiou tudo, está doendo tira, está me rasgando por dentro tira, aí meu cu aí meu cu, eu tô sentindo rasgando , você está acabando com meu cu cara!
Mas Zezinho só continua me segurando forte e quanto mais me contorcia mais aquele pau começou a babar por dentro e começou a ficar tudo melado e quente, e o pau passou a deslizar fácil, e a dor insuportável foi passando e eu parei de me contorcer e comecei a até curtir a sensação, era muito doloroso mas dava para sentir meu cu apertando forte aquele pau e entrar e sair direitinho, ele puxava a cabeça até a portinha e depois empurrava devagar e apertado reabrindo o caminho dolorosamente me arrancando gemidos dolorosos enquanto eu já somente dizia:
-Devagar Zé ! Dói muito!
Após alguns minutos ele passou a tirar e enfiar forte e profundo dando aquelas socadas que doíam muito quando cutucava lá dentro enquanto ele ficava ofegante e dizendo:
-Agora sim eu tive o oque eu queria, arrombei esse cu, aí mano meu pau tá entrando fácil nesse cu, tem que ver como meu pau some e aparece que delícia de cu apertadinho, tá gostando viadinho de tomar pica nessa bundinha gostosa, você de quatro assim é igual mulher , toma pica nesse cu toma!
Ele socava tão forte e profundo que eu chegava a ir para frente e ouvia aquele vai e vem molhado das estocadas, e aquele barulho estalado quando minha bunda se chocava contra sua cintura. Começou a ficar muito doloroso e ardido, eu me sentia todo frouxo por dentro e dolorido, e aquele pau pulsava e entrava sem pena. Eu comecei a chorar de dor e pedir:
-Para Zé! Está doendo muito, você está metendo muito forte cara, ai meu cu!
Zezinho: -Só mais um pouquinho estou quase gozando, quero gozar com meu pau todo dentro desse rabo!
Ele ficou socando mais quase um minuto no meu rabo enquanto eu somente soltava aqueles urros de dor a cada estocada profunda, já sem forças somente aceitava quando comecei a sentir aquele pau pulsar forte e me empurrar por dentro, e Zé enfiou tudo até o talo e parou de mecher e começou a gemer grosso , e senti direitinho quando o pau dele ficou mais grosso e depois diminuiu a espessura um pouco soltando aquele jato farto bem fundo e se espalhando preenchendo meu cuzinho com aquele calor que aliviou a dor, eu senti uns 4 jatos fortes e muitos quentes lá dentro parecia até queimar um pouco de tão quente e forte os jatos. Ele ficou socando o pau mais alguns segundos empurrando o fundo do meu rabinho, mas nem doía mais, a goza era tão quentinha e gostosa, meu pau foi ficando durinho enquanto sentia o cuzinho tentar piscar sem sucesso todo frouxo, depois de algum tempo aquele cacete saiu de dentro de mim meia bomba, a sensação daquele líquido quente e viscoso escorrendo pelo meu rabinho e coxas enquanto sentia a pressão no meu cu se exaurindo meu inteiror aparentava estar oco e parecia ficar se contorcendo lá dentro tentando se reconstruir, eu não consegui me mover por alguns minutos e fiquei ali de quatro de bundinha para cima com o rabinho queimando, minhas pernas estavam moles e sentia tudo machucado lá dentro de mim, tipo magoado. Lembro de só dizer:
-Você me machucou, dói muito, nunca mais dou meu cu pra você você meteu o pau todo olha o tamanho desse pau cara!
Zezinho: - Caralho mano arrombei seu cu! Agora tenho certeza, tá maior buracão da até para ver lá dentro, e acho que está saindo sangue está meio vermelho, aquelas ruguinhas até sumiram seu cu está lisinho, arranquei as pregas da minha putinha, gostou de levar pica no cuzinho do seu macho, sempre quis meter nesse cu apertado, você tem uma bundinha igual de mulher lisinha e redonda.
Eu levo a mão para tatear o resultado, e quando levei a mão no cu e senti aquela gosma quente e fui levando a mão a frente meus quatro dedos entraram sem nenhuma dificuldade, nem ardeu meu cu era uma loca profunda eu lembro que só disse:
-Caraca mano olha o estrago que você fez no meu cu, rasgou ele todo eu senti rasgando tudo. Machucou ! Não quero nunca mais dar o cu para você. Seu pau é muito grosso acabou com meu cu.
Ele ficou rindo e jogou minha roupa perto de mim e mandou eu me vestir pra irmos, eu mal conseguia me mexer, lembro que as pernas estavam bambas e eu meio sem equilíbrio , parecia que minha pernas estavam mais afastadas uma da outra e o cu todo frouxo e ardendo, enquanto sentia aquela porra descendo lá dentro que coçava um pouco, a vontade era enfiar o dedo lá dentro. Lembro que ele levou toda a lenha sozinho eu mal conseguia andar direito, e ele foi rindo e debochando o caminho inteiro falando que agora eu era a Juju dele e o quanto foi gostoso arrombar meu cuzinho apertado e o quanto eu ficava parecendo mulher de quatro.
E depois quando chegamos na casa mudamos o assunto e voltamos a fingir que nada aconteceu.
Na hora do banho quando a água bateu no meu cu quase desmaiei de tanto que queimou, minha cueca estava suja de porra meio com sangue e até merda, e quando passei sabonete então cheguei a chorar, dava para sentir o estrago profundamente, me recordo que no outro dia quando pus o pé no chão de manhã meu cu se contraiu e doeu tanto. Parecia que estava faltando algo dentro de mim que me deixava sem equilíbrio e mancando, doía tudo lá dentro e parecia estar tudo se movendo dentro de mim, lembro que fiquei semanas com o cu doendo, e saindo sangue ao passar papel que passei a tomar sóbanho após as necessidades fisiológicas, fiz as provas na semana seguinte e para sentar era um tortura já que não podia deixar claro que estava com o cu arrombado, foram semanas torturantes, levou uns 3 meses até a fissura que ele fez no meu rabinho cicatrizar e como coçava.
Depois disso nas férias ele me chamou para ir na avó dele outra vez mas não quis encarar. Eu lembrava da dor e de ele metendo sem pena e sabia que ele ia querer outra vez. Lembro que fui para casa da minha tia em outra cidade nas férias. E foi uma das melhores férias da minha vida, foi quando descobri meu lado masculino. Mas essa história quem sabe não revelo mais adiante.
Fui ! E para você que leu até aqui, espero que tenha se deliciado bastante.
