Desejos Reprimidos. Parte II
- Temas: teen, amigos, Jrjuju, gay
- Publicado em: 13/07/26
- Leituras: 1701
- Autoria: Jrjuju
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Olá! Para os que não me conhecem, Sou o Júnior, e venho relatando minhas experiências sexuais do passado aqui no site, hoje já estou na casa dos 30, atualmente residente no Interior de Sao Paulo, mas o conto que vou relatar se passa entre meados e o fim da década de 2000 bem longe de onde moro. Eu era branco, rosto bem fino e meio arredondado, na época eu havia cortado o cabelo na altura do queixo e feito uma franja estilo cabelo do "Fresno" na época ( lembro que os meninos na escola me chamavam de cabelinho do Fresno). E meu corpo havia mudado um pouco eu tinha crescido e minhas coxas e bunda ainda mais redondas e fartas apertavam minhas roupas, algumas marcando bastante. Eu e Zezinho havíamos combinado de parar com aquelas brincadeiras, mas nas férias do fim do ano após alguns meses sem tocar no assunto do que fazíamos antes. A vó de Zezinho morava em uma roça, e ele me chamou para passar uma semana com ele lá na casa dela, morava só os avós dele, e um caseiro mas era uma casinha na entrada na propriedade que não era tão próximo a casa. Se não me engano na semana seguinte fomos para lá e nos primeiros dias aprendi tirar leite de vaca, até então eu só havia tirado leite de macho, cortamos capim para os coelhos, chupamos cana, andei a cavalo dentre outras coisas, foram dias bem divertidos. Mas o rumo de uma semana divertida e tranquila na roça sem nem pensar em safadeza mudou quando Zezinho me chama para tomar banho de rio, e caminhamos uns 20 minutos mata a dentro, e quando estávamos bem afastados, em uma área sem correnteza no rio, embaixo de uma árvore enorme que ficava tipo uma gruta na sombra, e escondida era nítido que não ia quase ninguém ali, só tinha como chegar por onde viemos andando pois dava nas pedras que dava acesso ao rio, ou podia só pular pelo barranco a beira d'água como percebi instantes depois.
Eu lembro que eu estava distraido olhando a paisagem era um lugar bonito todo fechado de árvores altas, quando vejo Zezinho passando correndo em meu campo de visão, peladão com o pau mole balançando entre a corrida e pula na água, em seguida olha para minha direção e diz:
-Bora mano a água está morninha! Tira a roupa e vem também!
Eu senti uma segunda intenção naquela voz, aquele olhar e sorriso não escondiam a intensão que ele estava, mesmo com muita vergonha resolvi me despir e entrar pelado também, mas entrei pelas pedras, não sei algo em mim ficava no automático submisso a vontade de José, era algo que nem eu mesmo entendia, eu sempre aceitava suas propostas ou deixava ele fazer oque queria comigo sem reagir. Os primeiros minutos ficamos tomando banho e conversando da escola, percebi que a cada conversa aleatória Zezinho se aproximava cada vez mais de mim, em minutos o safado dá um mergulho e aparece atrás de mim me encoxando esfregando aquela pica meia bomba na minha bunda me fazendo estremecer e arrepiar cada pelo existente em meu corpo. E aqueles tremores e frio na barriga tomaram conta de mim, eu pensava em parar em sair dali, mas ao mesmo tempo algo lá no fundo mandava eu deixar rolar, e eu não conseguia reagir. A sua respiração quente na minha nuca, aquele som de cachoeira caindo, aquele pau de lado debruçado entre minha bunda já duro e pulsando enquanto ele ficava fazendo aquele movimento esfregando o seu pau quentinho que ficava dando uns pulinhos de tesão e forçando minha bundinha, Zé ficava dizendo baixinho a centímetros do meu ouvido:
-Caralho Juninho, eu não sei oque acontece toda vez que estou perto de você, me dá vontade de apertar e sentir essa bundinha macia, você peladinho assim de costas parece uma menina sabia?? Me deixou de pau durinho olha! Não sei oque essa bundinha tem que consigo me controlar. Ela é tão macia e redondinha.
Essas frases sussurrando, enquanto ele esfregava a rola na minha bunda me deixaram relaxado e entregue totalmente envolvido por aquele momento, quando dei por mim eu já estava de pau duro e cheio de tesão sem nem tocar no meu pau, oque era extasiante. Quando sinto Zé se afastar um pouco em seguida senuindo suas mãos começarem a apalpar e acariciar minha bunda e ele foi meme inclinando e eu fiquei de bundinha toda arrebitada submersa na água só com a cabeça do lado de fora d'água ,enquanto ele me apalpava e apertava minha bunda, depois discretamente passou a buscar meu cuzinho com o dedo, estava seco e não entrou mas dava para sentir ele cutucando a entradinha e aquilo me relaxou e deixou apenas entregue ao prazer do momento totalmente submisso, entre desejos e arrepios quando percebi Zé já estava com o dedo todo enfiado no meu cuzinho e no automático só busquei seu pau com a mão que estava duro igual pedra e comecei a punhetar ele bem devagar , era tão macio apesar da rigidez do tesão eu conseguia apertar e sentir o calor daquela piroca em minha mão que nem fechava pela grossura, as vezes eu apertava forte entre a punheta só para sentir a resistência da pulsada da pica de Zé. Não sei porque eu fazia aquilo era natural e impulsivo totalmente no automático.
Zezinho começou a tirar o dedo e depois enfiar todo de uma vez bruscamente no meu rabinho apertado, o que ardia um pouco, mas com as repetições foi ficando gostoso e ele repetiu esse movimento tantas vezes, que eu tomado pelo tesão e calor do momento comecei a rebolar e gemer no dedo dele igual uma putinha, eu não conseguia me controlar, estava seco era ardido mas ao mesmo tempo gostoso o dedinho entrando e saindo do meu rabinho, Zezinho percebendo que eu estava curtindo, começou a dizer umas coisas diferentes, antes era quase tudo em silêncio com raras palavras tímidas de nossas partes:
- Está gostando de sentir meu dedo no cuzinho? Está até gemendo igual putinha de filme. Aperta esse cuzinho no meu dedo vai! Tranca o cu e rebola putinha! Quer sentir meu pau dentro desse cu? Quer? Um dia ainda vou enfiar meu pau todo nesse cu e encher de porra! Que cuzinho apertadinho gostoso.
Eu não conseguia reagir ou responder nada, sentia o corpo arrepiar e tremores no estomago, e só continuei ali quase delirando enquanto Zezinho abria caminho dedilhando meu cuzinho gostoso, com o passar do tempo ele percebendo que eu estava totalmente entregue a ele, tomou a inciativa e novamente foi para atrás de mim, e senti ele enfiar o pau entre as bandas da minha bunda, como estávamos submersos na água estava seco, dentro da água não tinha a gosma lubrificante natural, oque me fazia sentir apenas o calor e a maciez daquela pica grossa de Zé, aquele atrito da sua rola entre minha nádegas enquanto ia em direção ao meu cuzinho foi extasiante senti casa centímetro de rola, ele começou a pincelar meu rego com o pau, era gostoso sentir o atrito e ficamos assim por alguns minutos sem dizer uma palavra, meu cuzinho já piscava cada vez que a cabeça daquele pau passava na portinha. Até que dei por mim que estávamos em um lugar isolado porém expostos e disse col uma voz toda manhosa tentando parar com aquilo, sem entender porque eu não conseguia sair dali e só aceitar oque ele fazia:
-Melhor a gente parar Zé, alguém pode ver, vamos sair daqui!
Zezinho: -Ninguém vai vim aqui não, só mais um pouquinho mano, na moral, sua bundinha está quentinha vou sair daqui não. Só mais um pouquinho
Ficamos um bom tempo ali nesse esfrega esfrega, aquele pau cada vez mais duro e mais grosso, e meu cuzinho já estava todo melado a entradinha mesmo dentro d'água a essa altura, de tanto que a cabeça daquela rola babava de tesão, dava para ouvir nossas respirações fortes, e eu já sentia aquele desejo intenso de ter aquele pau dentro do cuzinho, lembro que impulsivamente empinei bem a bundinha e deixei ele pincelando na expectativa de ele comer meu cuzinho, imaginando se eu aguentaria o pau dele, aquele misto de medo e desejo únicos do momento, mas eu não tinha coragem de pedir e tinha medo da dor horrível que era. Nessa posição a cabeça começou a entrar somente a pontinha sem penetrar mas ficar ali encaixada e não escorregava dentro d'água igual era as brincadeiras normalmente que faziam o pau dele escorregar entre minhas coxas, ficava a cabeça certinha com a ponta encaixada na entrada do meu cuzinho apertado enquanto as bordas do meu anus não tinha espaço para aquele monstro entrar, ao mesmo tempo eu percebia que Zé tentava enfiar a pica no meu cuzinho finalmente, e passou a todo custo tentar a penetração, chegando a segurar o pau firme pela base com a cabeça enfiada só a ponta na entrada do meu cuzinho forçando meu esfíncter que ficava pequeno perto da grossura daquela rola, meu cuzinho era forçado mas não entraria fácil, aquela pica era demais pra ele. Zé não desistia e ficou forçando tipo metendo, fazendo aquele vai e vem desengonçado afinal ele era virgem ainda, e eu nem experiência tinha só tinha experimentado algumas brincadeiras gostosas e inocentes de certa parte. Com o passar dos minutos aquele movimento ritmado e lento de Zé foi ficando gostoso, mesmo sem penetrar, dava para sentir o calor e as pulsadas prazerosas da piroca de Zezinho contra meu cuzinho, não sei como ele fez, foi tão rápido e aleatório que quando me dei conta eu estava suspenso na água, ele me pôs com as pernas abertas tipo sentando nas coxas dele de costas, me abraçou por traz pelo tórax e travou uma das mãos em meu ombro do lado oposto tipo me imobilizando, e me puxou forte contra seu corpo enquanto forçava com toda força aquele cacete e ainda segurando a base com sua outra mão, aquilo passou a ficar doloroso, eu sentia ele forçar a borda do meu cu como um todo, o pau era muito grosso e o buraquinho ficava pequeno perto daquela pica, então ficava só a ponta da rola na entradinha e o resto daquela cabeça grossa sendo contida, eu comecei a pedir a Zé:
-Para Zé ! está machucando, me solta! É muito grosso, não vai entrar !
Mas ele somente continuou me segurando firme forçando a entrada do meu cuzinho, que usava toda sua resistência e toda força para não deixar entrar, era muito grosso e não cedia, e ele ficava forçando e nada de ceder, começou a ficar uma dor incomoda mas ele aparentava estar adorando eu tentando me soltar enquanto ele empurrava aquele monstro contra minha esfíncter tentando penetrar a todo custo. Meu cuzinho foi com o tempo ficando escorregadio mesmo dentro d'água de tanto que aquele pau babava e pulsava duro feito pedra naquele momento, eu sentia direitinho os espasmos e calor daquela rola que era acolchoada pelas bandas da minha bunda, foi em um piscar de olhos e de repente, senti a cabeça do pau entrando bruscamente todinha mesmo que apertada dentro do meu cu, eu senti a esfíncter trancar forte a cabeça grossa daquele pau e aquela pressão interna junto da sensação literal de ser rasgado ao meio, eu me contorcia e tentava me soltar a dor foi intensa, aquela piroca era muito grossa e sentia meu esfíncter apertando forte tentando expulsar aquilo de dentro de mim, acompanhado de uma dor horrível pulsante e ardida, parecia que estava dando um beliscão bem forte no meu cuzinho eu forçava a minha esfíncter anal com todas minhas forças para não deixar entrar mais, porque ele ficava me puxando e estocando o pau tentando penetrar mais profundo, enquanto eu me contorcia tentando me soltar, sentindo aquela cabeça alargando a entrada toda, ele dava aquelas estocadas tentando enfiar mais mas a pica ficou tipo presa na entrada, não fazia aquele entra e sai, ele empurrava minha parede anal para frente sem conseguir penetrar mais, a dor era insuportável, eu só queria sair dali, latejava tanto a entrada do meu rabo, que só conseguia chorar e a implorar a Zé quase em desespero:
- Tira Zé, tira! Está doendo, está doendo muito, tira tira, por favor me solta! Não quero mais. Você enfiou lá dentro eu tô sentindo, ai meu cu! Ai meu cu! Você rasgou ele eu senti, tira cara!
Eu me contorcia e implorava entre dor e lágrimas sentindo aquela algia latejante e com uma sensação estranha no cu, quando tranquei meu cuzinho com todas minhas forças enquanto me contorcia em desespero, senti minha esfincter cuspindo aquela rola para fora, e aquela pressão passou e fiquei sentindo a entrada contrair, e a água do rio entrou refrescante porém ardida, mas ao menos aliviou a dor intensa com o tempo, eu levei a mão no cu e fiquei chorando e sentindo aquela dor terrível por alguns segundos e quando levei o dedo para tatear e saber como estava, meu dedo entrou lá dentro sem nenhuma dificuldade, a entrada estava toda funda, e depois de uns 2 centímetros ficou apertado o buraco do cu, e parecia ficar latejando e beliscando a entrada, eu tentava piscar o cu e não conseguia, estava frouxo e uma dor horrível, Zezinho começou a falar todo empolgado:
- Caralho mano enfiei lá dentro do seu cu, é apertadinho, deu para sentir direitinho seu cuzinho, ele é quentinho por dentro e fica apertando a cabeça do meu pau, é diferente, deixa eu meter mais um pouquinho só a cabecinha vai!
Mas eu estava com tanta dor que o tesão passou e só sai do rio quase correndo e pus a roupa rápido e fui andando voltando a trilha de volta para a casa, enquanto sentia meu cu latejando e ele veio em seguida andando. Lembro que fiquei com o cuzinho doendo o restante dos dias, e parecia se contrair por dentro a entradinha. Lembro que depois de algumas horas fingimos que nada tinha acontecido e voltamos a apenas ser os amigos de sempre. Aquele pau era grosso demais para mim, eu percebi nesse dia o quanto aquele pau era grosso pra época. A entrada do meu cu depois desse dia ficou mais funda parecia ter uma caminho certinho para a entrada do cuzinho que não existia antes dessa semana, sofri uns 3 dias com o rabo doendo e formigando, quando passava papel higiênico ardia e saia aquele fio de sangue fino mostrando que havia machucado.
Voltando para cidade logo em seguida fui viajar com minha família, e só retornei uns 2 meses depois em março para volta as aulas para a cidade, e sempre acabava lembrando de Zezinho me esfregando o pau no cuzinho e o quanto era gostoso, e lembrava da dor de quando entrou, e ficava naquela de desejo e medo. Eu não queria mas ao mesmo tempo algo mim queria muito, era uma confusão. Eu não entendia oque era aquilo que eu sentia eu não sentia atração em Zé, não me imaginava beijando e até sentia meio nojo só em pensar, mas o pau dele era algo que me deixava maravilhado e cheio de desejos. Era grande e grosso, todo cheio de veias, a cabeça rosa e aquela glande enorme, era uma piroca fora do padrão.
Lembro que comecei a ficar com a irmã de um garoto da minha sala, aqueles beijos calorosos, eu ficava todo melado mas eu ainda era inocente e tinha vergonha de ser mais atirado, mas era legal trocar saliva na saída da escola. E comecei a desejar muito uma mulher, saber como seria comer uma buceta, mas não sabia como fazer ou exatamente oque fazer pra chegar em uma garota a nível sexual, a garotas na época nao eram como agora, quem viveu a epoca sabe, apesar de ter noção sexual, já que já havia dado e comido um cuzinho no passado na curiosidade. E era submisso as vontades de Zé. E entre punhetas héteros pensando em garotas aleatórias e até estrelas porbos, sempre me pegava em alguns momentos imaginando eu chupando o pau de Zé, as vezes via pornografia, as mulheres engolindo aqueles paus enormes em gargantas profundas mamando as bolas e chupando de várias formas possíveis, e do nada ficava imaginando tanto recebendo das garotas e aquelas recaídas imaginando eu mamando Zé daquela forma ou ele comendo meu cu igual os caras faziam com as mulheres nos filmes. E começou a ser aquele desejo reprimido, desde que voltamos das férias não falamos mais no assunto. Mas automaticamente fomos nos reaproximando, e um dia aleatório Zé me chamou pra dormir na casa dele pra gente jogar video game e zerar um jogo, era uma sexta feira, minha mãe não ligava já que ela já conhecia a mãe de Zé. E foi normal ficamos horas jogando, eu nem estava pensando em nada já que era Super Metroid 3 um jogo clássico que era bem bacana no Super Nintendo, que também era um clássico, pois ja era a era play station, mas Zé tinha um, poucos ainda tinham Nintendo. Mas quando a madrugada chegou e deitamos para dormir empolgados por conseguir zerar o jogo. Começamos a conversar sobre as fases, a mãe dele já tinha ido dormir, e o quarto era afastado do dele e do irmão dele, que aliás eu mal via, o irmão dele dormia mais na namorada que em casa, vi poucas vezes na época, ele era mais velho uns 5 anos em relação a nós.
Lembro que no auge das conversas de jogo entre outras coisas ele de forma totalmente aleatória:
-Aí Juninho, posso ter perguntar uma coisa na moral? mas é para ser sincero!
Eu sem nem imaginar oque vinha a seguir digo:
-Fala tu!
Zezinho nessa hora se aproxima e fala baixinho:
-Oque você sente quando a gente brinca daquelas coisas ? Você gosta? Você sempre deixa, aquele dia até engoliu minha porra. E aquele outro dia quando entrou, você sentiu oque?? Você saiu chorando sem falar nada, foi mal não queria te machucar é que estava gostoso, na hora só queria sentir como era dentro do seu cuzinho.
Eu fiquei em silêncio e com muita vergonha, porém ele ficou insistindo falando que não precisava ter vergonha que podia falar na boa e que ele não contaria para ninguém. Eu acabo ficando a vontade e respondo:
- Ah Zé eu gosto, me dá uma sensação diferente, e meu pau fica todo melado, mas aquele dia entrou e doeu muito, e ficou doendo quase uma semana, não gostei!
Zezinho: -Mano seu cu é apertadinho e fica tipo apertando o pau quando entra, você já tinha dado o cuzinho?
Eu menti e respondi:
- Não, foi a primeira vez, doeu muito não quero mais fazer não, seu pau é muito grande.
E depois disso mudamos de assunto, mas depois ficando aquele silêncio, com o passar dos minutos me peguei a lembrar das punhetas e das coisas que imaginava fazendo com Zezinho, e sempre tive vontade de saber como seria chupar aquele pauzão. E fiquei doido pra ele puxar assunto e até pensei em deixar até ele tentar meter em mim. Foi batendo aquele desejo, aqueles tremores e aquele silêncio achei até que ele havia dormido, meu pau estava muito duro e eu estava imaginando mil coisas. Mas acho que ele meio que só iria dormir mesmo. Eu lembro que ouvi ele se mexendo e no calor do tesão nem sei oque me deu, mas decidi criar coragem e pedir pra mamar aquele pau. Eu lembro que disse assim:
-Está acordado Zé?
Zezinho: - Uhuum mano ! Oque que foi?
Eu: Deixa pra lá , esquece!
Zezinho: Começou agora termina mano!
Eu: -Mano posso te pedir uma coisa? Mas se não quiser tudo bem.
Zezinho: -Depende, mas fala aí.
Eu: - Tem uma coisa que sempre quis fazer, mas estou com vergonha de falar!
Zezinho: -Faz ué ! Oque eu tenho com isso! Cada uma.
Eu crio coragem e falo baixo e com muita vergonha:
- Deixa eu chupar seu pau??
Zezinho: É isso? Eu sempre quis saber como era um boquete, aquele dia quando você pôs a boca foi gostoso mas tão rápido, e sua bunda é tão redonda que fiquei viciado nela! Mas se quiser mamar eu deixo.
Eu : Posso ir aí na sua cama?
Zezinho: -Anda mano! Já falei que deixo, vem logo porra!
Eu vou para a cama dele e ele já estava punhetando aquele pau deixando duro o safado só abaixou o short tirando só a pica e as bolas para fora, eu me debrucei entre suas pernas e segurei aquele pau pela base e abri a boca o máximo e engoli até aonde consegui e depois voltei chupando devagar, aquele gosto de piroca tomou conta do meu paladar, eu já desejava aquele dia a tanto tempo, eu comecei a engolir e voltar chupando forte bem devagar e ritmado igual eu via nos filmes, eu sentia os tremores de Zé, e as pulsadas de sua rola a cada mamada. Eu tirei a boca do pau dele na intensão de perguntar se ele estava gostando mas ouço sua voz ríspida e baixa:
-Parou porque? Continua mano, sua boquinha e gostosa e molhadinha e fica sugando meu pau, chupa mais mano, na moral só mais um pouquinho!!
Eu só abocanhei novamente aquele pau arrancando um gemido grosso de Zé e até um pouco alto, aquele pau chegou a empurrar o céu da minha boca de tanto que o espasmo do tesão foi forte. Eu comecei a me empolgar e a chupar o mais rápido que conseguia, aquele pau já babava minha boca e eu engolia todo o líquido lubrificante que aquele pau soltava no prazer, Zé chegava a se contorcer várias vezes passando a respirar ofegante, minha boca começou a doer o maxilar, o pau era muito grosso, e fui tentar parar e tirar minha boca da pica dele, mas ele em segundos levou as duas mãos forte na minha nuca e começou a me forçar a continuar a mamar mais, enquanto fazia movimentos como se metesse na minha boquinha, oque foi bom já que eu só precisei manter a boca aberta, não demorou muito e ouço Zé ofegante dizendo baixinho:
-Caralho que boquinha gostosa você chupa gostoso demais Juninho!
Passou alguns segundos e já sentia aquele pau pulsando cada vez mais enquanto minha baba já percorria por toda extensão daquela rola enorme escorrendo baba até aquele saco pequenino perto do tamanho e grossura da rola, enquanto aquele som típico de um boquete molhado tomava o ambiente, quando ele solta um gemido de prazer tão gostoso de ouvir e alto, que nem sei se a mãe dele ouviu e sinto aquele jato de porra na minha boca e depois mais uns 3 jatos que deixaram minha boca cheia, eu estava com tanto tesão que no impulso engoli tudinho engasgando com o gosto ruim, estava tão espessa e aquele cheiro forte, um pouco de porra escorreu pelo meu queixo, estava grudenta e granulosa devia estar acumulada a dias. Não sei porque me deu vontade de saber na hora e perguntei a Zé:
-Gostou Zé?
Ele responde empolgado:
-Melhor sensação da minha vida mano, sua boca é quente nunca tinha sentindo um boquete, é bom demais! Pode fazer sempre que quiser que eu deixo.
E depois disso eu fui para a cama do irmão dele com gostinho de porra na boca, e aquele cheiro exalando lembro que dormi sentindo aquele gostinho do leitinho na boca. Quando acordamos não tocamos no assunto e foi assim por alguns dias, não éramos de ficar falando nem sozinhos sobre essas coisas nos dias seguintes as nossas brincadeiras, era como se nunca tivesse acontecido. Esse dia foi algo até estranho acho que foi por conta da intimidade que já tínhamos e acabamos ficando a vontade de ser sinceros sobre essas coisa. Lembro que chupei ele mais algumas vezes mas nada demais, já que eu não sabia bem pagar um boquete direito, fui pegando o jeito e ficando mais a vontade bem depois com o tempo. Mas nessa época depois de umas 10 mamadas Zezinho deu crise existencial e falou que era melhor a gente não fazer mais aquilo que era coisa de viado e que eu já tinha até namorada na escola. E ficamos na boa sem falar em nada e até bater punhetas juntos batemos vendo pornografia, lembro de um que era "violadas ao extremo" e os caras fingiam estuprar as moças, comendo o cu a força, e acredito que foi oque mudou Zé, alguns meses sem tocar no assunto, lembro que fomos passar outra vez uma semana na roça de sua vó. Os primeiros dias foi normal e divertido, nada de nem pensar em safadeza para ser sincero, mas após quase uma semana dormindo na mesma cama no quarto sozinhos, já era bem tarde e roça pessoal dorme umas 21:00 no máximo, eu lembro que dormi e acordei assutado de bruços sentindo algo pesado em cima de mim, ainda estava sonolento, e quando me dei conta eu estava de short arriado nos joelhos e Zé estava com o pau já a ponto de enfiar no meu cuzinho bem na estradinha e percebi que estava tudo lambuzado, não sei como mas ele me deixou de bundinha exposta sem nem me acordar, só senti o calor daquela pica aquecendo meu rabo, meio que ainda sem entender tudo.
- Oque você está fazendo sai de cima de mim você é pesado!
Zezinho: -Foi mal, não sei oque essa bunda tem que me deixa doido, deixa eu por só a cabecinha, na moral mano? A última vez, só hoje!
Eu me solto dele e tento subir a roupa dizendo que não, mas ele ficou insistindo e me levando na conversa com a voz mansa, cai fácil no papinho dele no combinado que chuparia ele mas que não iria dar. E lembro que do jeito que eu estava deitado ele só pulou de joelhos na minha frente e enfiou o pau na minha boca e meteu na minha boquinha por nem um minuto rápido até gozar, lembro que foi bem rápido. E depois durante meses, mesmo sem frequência, eu sempre acabava mamando ele, era só o básico aquela chupada clássica no início. Mas com as voltas as aulas a gente sempre se afastava um pouco e eu sempre me empolgava com alguma menina e ficava trocando beijos na saída e esquecia dele e daquilo tudo, era mais calor de momento mesmo. Porque eu me atraia muito por algumas meninas principalmente aquelas mais velhas com bunda grande e peitões formado, que eram totalmente longe da minha realidade da época. Até que um dia aleatório fomos pegar amoras em uma casa abandonada que tinha no fim do quarteirão, era um mansão velha e tinha várias árvores, e o pé de amora era nos fundos, e praticamente as árvores e muros altos tampava qualquer visão externa. Comemos amoras papo vai papo vem até que no meio de um assunto de jogo de forma totalmente aleatória Zezinho fala assim:
- Sabe mano melhor mesmo é você mamar meu pau, e já abre a bermuda e começa a endurecer o pau na punheta ali mesmo embaixo do pé de amora, que em instantes já estava enorme e pulsante e ele ficou balançando a rola dura na minha direção e dizendo:
- Vem mamar! Tô cheio de tesão quero sentir essa boquinha!
Eu não conseguia negar ou dizer nada e mesmo acanhado sem dizer uma única palavra apenas me ajoelhei a sua frente e obedeci, eu não entendia porque ele me deixava assim submisso apenas a obedecer com apenas uma frase, aquilo me deixava confuso. Lembro que ele ficou enfiando o pau na minha garganta me fazendo engasgar igual no filme violadas ao extremo dava para perceber, e quando eu tentava parar para respirar, ele já logo me fazia engolir o pau outra vez me arrancando até ânsia, me fazendo babar o pau dele todo depois ficou metendo na minha boquinha até gozar e segurou minha nuca e mandou eu mamar até limpar a pica dele. E eu assim fiz engoli cada gota e depois chupei até limpar o pau dele, nesse dia ele não gozou muito estava rala e o gosto não estava tão forte apesar do cheiro ser meio estranho. Depois disso eu passei a mamar ele com mais frequência sempre que sozinhos por meses de forma esporádica, sempre ele metendo na minha boquinha eu mal chupava mesmo. Ele se empolgava. Mas quando ele vinha querendo me levar na conversa pra me comer eu pulava fora. Mesmo no fundo doido pra sentir ele meter na minha bundinha.E aqui fica mais uma parte dessa etapa gostosa do descobrimento dos prazeres mundanos. Quem sabe um dia não volto com mais dessa amizade intensa que tive.
Fui!

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