Como conquistei meu enteado

  • Temas: Divórcio, viuvez, ocasião, pai, enteado, anal, prazer
  • Publicado em: 13/07/26
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Como conquistei meu enteado


Casei aos vinte e cinco anos e assim permaneci até os trinta, quando me divorciei. Aquela história que falamos no altar: até que a morte os separe, não valeu no meu caso, o homem com quem me casei, se transformou depois do casamento. Deixou de ser atencioso, diálogo quase não existia e no sexo então, fiquei meses na seca. Quero deixar claro que foi na seca de rola, pois acabei comprando alguns brinquedinhos e me divertia com eles, no entanto, não é a mesma coisa, falta emoção, calor e principalmente leitinho, coisa que eu adoro. Sexo para mim é necessário, fico atormentada sem ele, acho que aguentei tempo demais até tomar a decisão de me separar.


Depois que fiquei sozinha, passei a observar o quanto sou admirada pelos homens, não pelo fato de eu ser uma mulher linda e maravilhosa, nada disso, mas com certeza por um atributo físico meu que é a parte que mais gosto no meu corpo, a bunda. Ela é grande, nada exagerado, mas forma um conjunto harmonioso com minhas coxas grossas, pernas longas e cintura bem marcada. Quando saio usando calça jeans é fatal, homens e até mulheres se viram para ver a minha bunda, isso mesmo, até mulheres, aliás, certa vez na praia fui assediada por uma. Delicadamente me esquivei. De pele bem morena, meus seios são pequenos, bicos marrons claro, durinhos, o que dispensa o sutiã, raramente uso um. Não tive filhos, por isso eles se conservam assim.


Na separação não fiz questão de nada, apenas a casa que vendemos e dividimos, resolvi seguir meu caminho independente de qualquer coisa. É claro que um fato ajudou nessa minha decisão, eu trabalho há oito anos na clínica do Dr. Augusto, um cardiologista renomado, além de ser sua instrumentista nas cirurgias que faz. Essa dupla função me garante uma boa remuneração. Nesses anos todos de relacionamento profissional com o doutor, ele nunca se insinuou comigo, até mesmo porque era casado. Infelizmente sua esposa de um mal súbito e veio a falecer a questão de dois anos. Mesmo viúvo, ele sempre respeitou minha condição de casada e nunca avançou o sinal. Hoje, aos sessenta anos, ele é muito charmoso, alto, cabelos grisalhos, barba bem aparada, esbelto, enfim, o tipo de homem capaz de tirar suspiros de qualquer mulher.


Entre uma consulta e outra, sempre conversávamos sobre nossas vidas pessoais, um tempo depois de separada, enquanto tomávamos um café ele falou:

- Sinto muito Letícia, separação sempre é traumática.

- Não no meu caso doutor, estou super feliz sozinha, até mesmo porque casada eu não tinha o que tanto gosto.

- Sem ser indiscreto, posso saber do que tanto gosta?

Meu rosto ficou vermelho, senti um calor subir pelo meu corpo, não tive coragem de falar.


Ele percebeu meu embaraço e foi gentil:

- Acho que sei o que é, até mesmo porque desde que fiquei viúvo também estou sem o que gosto.

Ele foi gentil em não dizer abertamente, mas ficou evidente que nós dois sentíamos falta da mesma coisa:

- Não acredito doutor, um homem tão bonito como o senhor, sem nada, deve ter muita mulher doidinha para jogar o laço.

Foi nesse instante que percebi, pela primeira vez, ele me olhar de forma diferente, como homem e não como chefe:

- Mas acontece que meus olhos se encantam por uma pessoa em especial.


Nossa conversa foi interrompida pela chegada da paciente. Sempre preocupado com a sua dignidade, toda consulta com mulher ele faz questão da minha presença. Era a última consulta do dia e ele não parou de me olhar, por vezes com um sorriso revelador, seria eu a tal pessoa especial? Tanto tempo sem um sexo descente, só de pensar nessa possibilidade eu senti minha bucetinha melar, fiquei excitada durante toda a consulta. Quando a paciente se foi, ficamos sozinhos na clínica fechada. Eu estava arrumando minha mesa para ir embora quando ele para na minha frente e diz:

- Letícia, eu preciso falar uma coisa para você.


Olhei para meu chefe com o coração disparado, prevendo o que ele iria dizer:

- Claro chefe, pode falar.

- Primeiro eu gostaria que a partir de hoje em diante, quando estivermos a sós, me chame pelo nome, nada de doutor ou chefe, pode ser?

- Se é seu desejo, tudo bem.

- Em segundo – ele continuou – eu sempre te respeitei enquanto casada, mas agora que está sozinha eu devo confessar, sinto uma enorme atração por você.


Era o que eu imaginava, fiquei sem reação, as palavras não me saíam, ele percebeu e continuou:

- Se me der uma chance, posso mostrar tudo o que sinto por você, sei da nossa diferença de idade, mas acredite, tenho muito vigor para lhe dar o que tanto gosta.

Me dar o que tanto gosto, será mesmo que ele tem vigor? Levantei da cadeira, me aproximei dele e fui atrevida:

- Me mostra se consegue dar mesmo.

Ele me abraçou, colou sua boca na minha e nosso beijo foi intenso, ah como eu estava precisando daquilo. Ousada, levei minha mão no seu pau e o encontrei duro. Ele apertou minha bunda e falou:

- Você não faz ideia de como eu sonhei com esse momento, acariciar sua bunda linda.


Fomos para dentro do seu consultório onde tem um sofá. Nossas roupas foram ficando pelo chão. Já pelados, sentei no sofá e ele ficou de pé na minha frente. Sua pica empinada e dura pulsava, o mel escorria tamanho era seu tesão. Fora de mim eu abocanhei seu pau e mamei, lambi, suguei, esfreguei no meu rosto dizendo:

- Porra Augusto, como estava precisando disso, que coisa mais gostosa.

Ele me deitou no sofá, se posicionou sobre mim e fizemos um 69. Sua língua ágil explorou cada cantinho da minha buceta e quando ele sugou meu grelo foi fatal:

- Assim eu gozo, chupa forte, quero gozar na sua boca.


Ele intensificou a chupada e logo eu chegava num orgasmo forte, fazendo meu corpo tremer todo, afinal fazia muito tempo que eu não tinha esse prazer. Apesar de ter recém gozado, meu corpo ansiava por mais e não tive pudor em pedir:

- Me fode, soca essa rola bem fundo na minha buceta, preciso disso.

- E eu estou precisando sentir o calor de uma buceta úmida e quente.

No clássico papai e mamãe ele me fodeu, colamos nossos corpos numa sintonia única, devoradora, cada um de nós mais necessitado que o outro e não deu outra, gozei mais uma vez. Quando ele anunciou que ia gozar também eu pedi:

- Dentro não, podemos ter problemas, mas vou compensa-lo.


Fiz ele ficar de pé, voltei a chupar seu pau e pedi:

- Na minha boca, enche ela de porra, adoro um leitinho quente.

Não foi preciso muito e logo eu senti os jatos enchendo minha boca, não desperdicei uma gota sequer, engoli tudo. A partir desse dia passamos a transar sempre, sem restrições, sem pudores, inclusive meu cuzinho ele comia com muito prazer. Alguns meses se passaram e cada vez mais ele estava apaixonado por mim. Da minha parte, não posso dizer que retribuía na mesma intensidade, mas eu me sentia muito bem com ele, inclusive no sexo, ele satisfazia todos os meus desejos.


Estava tudo maravilhoso, até o dia que ele falou:

- Quer casar comigo?

Confesso que fui pega de surpresa, achei que ficaríamos só namorando. Com uma certa lucidez eu falei:

- Meu querido, talvez tenhamos um problema, você tem um filho, jovem ainda, acho que tem dezoito anos não é isso?

- Isso mesmo, mas o que tem ele?

- Será que ele vai me aceitar?


Ele segurou nos meus braços e falou:

- Já conversei com ele, expliquei nosso relacionamento, mas o que importa de verdade é que eu quero, ele vai ter que aceitar.


Pensei um pouco e falei:

- O que você acha de fazermos um teste, vamos morar juntos por um tempo e aí sentimos a reação dele, não quero ser um entrave na vida de vocês dois.

- Seja como você quiser.

Mudei para a casa do Augusto e como era esperado, o Gael ficou um tanto ressabiado com a minha presença, eu compreendi, com certeza ele pensando que eu estava ali para ocupar o lugar da mãe dele, coisa que nunca passou pela minha cabeça. Eu sentia o garotão muito triste e falei isso para o pai dele que respondeu:

- Ele era muito apegado à mãe.


Me esforcei para ser gentil, mas ele se mantinha afastado de mim, quase nunca falava comigo, me olhava com desprezo, isso me aborrecia. O que compensava era que o sexo com o Augusto continuava muito bom. Passados alguns meses o Augusto foi convidado a participar de um congresso e ficaria fora por uma semana. Ele iria viajar no sábado pela manhã e voltaria apenas no sábado seguinte. Na sexta à noite o Augusto falou para o filho sobre o congresso e pediu que o garoto fosse gentil comigo na sua ausência, no que ouviu:

- Amanhã cedo vou para a casa do Kleber – um amigo dele – e passo o fim de semana lá.

O Augusto tentou de todas as formas mover essa ideia do filho, para ele permanecer em casa e fazer companhia para mim, mas ele foi irredutível.


Para ser sincera nem fiquei triste, antes só do que junto com um cara mal humorado. Depois que o Augusto se foi eu fiquei sozinha e à vontade, só de calcinha e sutiã como eu gosto. Coloquei algumas coisas no lugar e à tarde deitei no sofá, liguei a TV num filme, mas acabei cochilando. Estava deitada de bruços e acordei assustada, ouvindo sons que não eram da televisão, fiquei apavorada, teria alguém dentro de casa e ali pertinho de mim? Permaneci paralisada e o som na verdade era de gemidos, virei rapidamente e levei um enorme susto, era o Gael, que também assustado se virou ficando de costas, tentando levantar a bermuda que usava.


Logo entendi, o safado estava batendo punheta olhando para a minha bunda. Ele tentou sair da sala, mas eu o chamei:

- Gael, senta aqui do meu lado.

Sem jeito e cabisbaixo ele sentou e pediu desculpas. Para quem nunca se importou comigo, era um avanço ouvi-lo se desculpando:

- Tudo bem, posso entender o que aconteceu.

Sem tirar os olhos do meu corpo quase nu, ele disse:

- Talvez você entenda, mas acho que meu pai nunca entenderia.


Eu sorri, peguei na sua mão e falei:

- Talvez ele não precise ficar sabendo que você estava batendo punheta me vendo só de calcinha.

Dava para perceber que ele estava em pânico, ainda segurando sua mão eu falei:

- O que você acha disso ser um segredo só nosso?

- Está segura disso?

- Estou, mas com uma condição, seu ganhar um abraço e um beijo de você.

Ele se tranquilizou, sorriu, me abraçou, beijou meu rosto e declarou:

- Marquei bobeira esse tempo todo, você é legal e não percebi isso.


Ele se levantou dizendo que precisava tomar banho. Não sei porque, mas falei algo de improviso:

- Vai sim e lava bem o boneco, deve estar todo melado – olhei para ele sorrindo.

Ele não falou nada, apenas sorriu e se retirou. Sozinha na sala eu passei um dedo na minha calcinha e senti que estava molhada, não é que aquele moleque me deixou com tesão! Levantei e também fui tomar banho. Terminei, passei hidratante no corpo todo, um pouco do meu perfume preferido e ao escolher o que vestir, uma ideia maluca me veio à cabeça e optei por um baby doll de renda preta transparente, sem calcinha. O short curtinho deixava ver a polpa da minha generosa bunda.


Fui para a cozinha preparar um lanche e o curioso é que estava excitada. Pouco depois o Gael chega e senta numa cadeira, eu estava de costas e apenas falei que estava preparando um lanche para nós. Ao me virar pude ver seu olhar vidrado em mim. Eu sorri e instiguei:

- Não está acostumado a ver mulher com roupa de dormir?

- Vi minha mãe várias vezes, mas ela não usava roupas assim.

- Assim como Gael?

Ele me olhou de cima a baixo e falou:

- Assim tão sexy e transparente.


Para fazer charme eu coloquei um braço sobre os seios, a outra mão na xaninha e falei:

- Pronto, agora estou comportada.

- Que pena – ele falou tristinho – estava tão bom ver seus contornos, são lindos.

- Como sabe que são lindos, o tecido cobre muita coisa.

- Cobre, mas deu chance para eu imaginar.

Não imaginei que ele teria coragem dessas palavras, mas aquilo me deixou molhada e esqueci que ele era filho do meu homem:

- Quer ver como são os meus seios?


Ele abriu um sorriso enorme e falou ficaria muito feliz. Tirei a blusinha que usava e o garoto quase babou diante de mim, dava para ver que sua respiração estava alterada, ofegante. Me aproximei dele e falei:

- Pode tocar se quiser.

Senti que eu estava no comando da situação, com certeza ele nunca mais seria um entrave ali dentro de casa. Ele acariciou meus seios, os biquinhos ficaram duros e ele falou:

- Como nos meus devaneios, já bati muita punheta pensando em você.

- Sério Gael e porque ficou tanto tempo de birrinha comigo?


Ele deu de ombros, querendo insinuar que nem ele mesmo sabia o motivo. Puxei sua cabeça contra meu peito e ele sentiu o calor dos meus seios. Eu sentia minha buceta melar com essa loucura toda, onde eu estava com a cabeça, mas agora não tinha mais volta:

- Pode beijar se você quiser.

Ele não perdeu tempo, beijou, lambeu e sugou meus mamilos, enquanto suas mãos apertavam minha bunda. Um pouco de bom senso que ainda me restava eu falei que aquilo não era justo com o pai dele, mas ele me garantiu:

- Acredite que da minha parte ele nunca vai saber.


Segurei seu rosto com as mãos e beijei sua boca, de leve no início e aos poucos fui intensificando, enfiando minha língua na boca dele, transformando num beijo molhado e sugado. Fomos para o sofá da sala e ali eu sentei. Ele ficou de pé na minha frente, baixei a bermuda e seu pau saltou duro, empinado e todo melado. Que bela ferramenta, faria o pai ter inveja e estava ali, todinha à minha disposição. Sem pensar muito eu abocanhei aquela rola e comecei a mamar, de tão dura ela pulsava dentro da minha boca. Ele estava muito excitado e começou a foder na boca como se fosse a minha buceta. Seu pau chegava a bater na minha garganta, fazendo eu babar muito. Ele estava possuído de tal forma, que em poucas estocadas acabou enchendo minha boca de porra.


Eu não estava esperando um gozo tão rápido e boa parte do leitinho se espalhou pelo meu rosto, mas o que ficou na boca eu engoli com prazer. Fiquei chupando a piroca até deixa-la limpinha e a danada não baixou, permaneceu dura, santa juventude. Tomada de um misto de arrependimento e angústia eu falei:

- Que loucura Gael, não devíamos estar fazendo nada disso.

Ele afagou meus cabelos e falou que não estava arrependido de nada e faria muito mais comigo:

- O que mais faria comigo Gael?

- Quero foder você todinha e lhe dar muito prazer.


Ele me deita no sofá, se posiciona entre as minhas pernas e começa a chupar a buceta. Não tem a prática do pai, mas o inusitado da situação me deixou maluca e não demorou para que eu gozasse feito uma cadela no cio. Ele beijou minha boca, mordeu meus lábios e falou:

- Caralho, como você é gostosa.

Aqueles momentos tórridos de sexo nos deixaram com fome e fomos comer um lanche, do jeito que estávamos, pelados, a intimidade tinha sido criada. Enquanto comíamos ele foi falando das vezes que bateu punheta pensando em mim, confesso que fiquei excitada sabendo que era a fantasia dele.


Ele estava sentado ao meu lado, levei minha mão no seu pau e o bicho estava duro, vibrante. Olhei para ele e falei:

- Não posso nem imaginar se o seu pai souber de algo.

- Você ama meu pai Letícia?

Que pergunta difícil de responder, mas fui sincera:

- Não sei se é amor, mas sinto um carinho muito grande, dia-a-dia estou mais apegada a ele.

- Espero que aconteça o mesmo comigo.


Fomos para o quarto dele, deitei na cama e ele veio por cima. Beijou minha boca ardentemente, mamou e lambeu meus seios, meu tesão estava aceso de novo, mas que situação inacreditável, eu estava traindo a pessoa com quem provavelmente eu fosse casar e justo com o seu filho, meu futuro enteado. Perdi toda a minha lucidez e pedi:

- Vem Gael, mete na minha buceta.

Seu pau teso achou o caminho certo e logo eu sentia a penetração. Com ele todo dentro de mim eu pedi:

- Fode com força bebê, soca fundo na minha xota.


Eu estava muito molhada e o entra e sai do seu cacete fazia aquele som gostoso de uma foda perfeita. Ele tirava quase o pau todo e depois voltava a meter dizendo:

- É assim que você quer putinha?

Confesso que não esperava ser chamada de putinha, mas como adoro uma putaria bem falada:

- Assim mesmo macho tesudo, soca seu caralho na buceta da sua putinha.

Cruzei minhas pernas em torno do seu corpo e o prendi com força. Ele me beijava, sugava minha língua com força e eu retribuía. Desta forma ele não aguentou e disse que assim ele gozaria:

- Aguente mais um pouco, está vindo para mim também.


Ele urrava, nossos corpos molhados se uniam como se fosse um só e assim chegou para nós dois e senti seus jatos fortes inundando meu interior. Saciados dormimos juntos. Quando levantei no dia seguinte o Gael já tinha saído para a faculdade. Ele voltou à noitinha, eu tinha tomado meu banho, esperando-o sentada na sala, vestindo apenas um robe curtinho, deixando de fora minhas belas coxas. Ele chegou por trás, beijou meu pescoço e falou ao meu ouvido:

- Pensei em você o dia todo.

- Ficou de pau duro, meu querido?

- O tempo todo.

- Então vai tomar banho enquanto preparo um lanche para nós.


Ele volta vestindo apenas a cueca e era visível seu pau duro dentro dela. Me aproximei dele, segurei sua rola e falei:

- Tudo isso é para mim?

- Sim minha putinha.

Sentamos e tomamos nosso lanche. Depois de tudo arrumado fomos para o quarto dele. Ao deitar meu robe ficou aberto e ele pode ver que eu não usava calcinha. Ele se atirou entre as minhas pernas e começou a me chupar e cheirar:

- Porra que cheiro gostoso tem sua buceta.

Puxei sua cabeça com força, mandei ele chupar gostoso e logo eu gozei na sua boca.


Dei uma relaxada e deitei de bruços, deixando minha bunda à vista. Ele passou a mão levemente nela e falou:

- Nunca vi uma bunda tão linda como a sua.

- Pelo jeito já bateu muita punheta pensando nela, não foi?

- Você nem sabe quanta.

- Então beija minha bunda, presta sua homenagem a ela.

Ele beija e lambe minha bunda e como sinto muito tesão nela, empino para que ele veja meu cuzinho.


Inexperiente, sinto que ele estava receoso de ousar mais, por isso eu pedi:

- Vai Gael, lambe meu cu, não vai querer meter nele?

- Claro que quero.

Ele lambe minhas pregas com fervor, enfia a pontinha da língua e sinto um prazer enorme, tanto que meu cu começa a piscar, clamando por uma rola:

- Vem tesão, mete na minha bunda, fode gostoso meu cuzinho.

Sem muito jeito ele vai logo forçando a rola, mas encosto minha mão na sua barriga e oriento:

- Devagar querido, vai metendo aos poucos.


Obediente e atencioso, vou ditando o ritmo e ele cadencia a penetração, até que sinto sua barriga encostar na minha bunda. Peço para ele ficar parado, todo dentro de mim, forço o esfíncter e meu cuzinho morde sua rola. Ele delira:

- Porra que coisa boa Letícia, se continuar fazendo assim eu gozo logo.

Não deu outra, o rapaz encheu meu cu de porra em poucas estocadas, ele é novo, logo aprende como fazer uma boa enrabada. Durante a noite trepamos mais duas vezes antes de dormir.


Trepamos todos os dias até o retorno do Augusto. De imediato ele viu a gentileza como seu filho me tratava, ficou alucinado e assim que ficamos sozinhos ele quis saber:

- Meu bem, o que você fez para conquistar o Gael?

- Nada de especial, só o tratei com carinho, dei mais atenção a ele, mostrei que não sou sua inimiga e ele se convenceu disso.

- Você não sabe como isso me deixa feliz.

Pois é, meu homem feliz, seu filho feliz e agora, o que vou fazer, esse se tornou meu dilema.


O Augusto insistiu em casamento, mas eu falei:

- Vamos dar tempo ao tempo, principalmente agora que o Gael começou a se dar bem comigo, estamos em harmonia aqui em casa, não precisamos de um pedaço de papel para selar nossa união, aliás – eu disse com um certo sarcasmo – essa união a três está deliciosa, vamos aproveitar.

Ela compreendeu minha decisão e falou que seria como eu quisesse. Resolvi que não iria sofrer por isso, estava muito feliz em ter o que tanto gosto com dois machos diferentes. Isso acontece há dois anos e nós três estamos muito felizes. Vamos ver onde tudo isso vai parar.


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