Desejos Reprimidos.

  • Temas: teen, gay, amigos
  • Publicado em: 07/07/26
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  • Autoria: Jrjuju
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Private Muse

Estou de volta para continuar meus relatos!


Havia se passado algum tempo desde o relato anterior, talvez meses, por um período aquelas memórias de Jonathan e Rodrigo foram ficando esquecidas, é uma fase tão gostosa com tanta sede de descobrir e si descobrir , que cada novidade é uma empolgação única, uma miscelânea hormonal e psicológica. Eu já ficava de beijos com algumas meninas da escola com o passar dos dias, batia punhetas junto com os meninos que era comum, uma vez que era difícil conseguir conteúdo erótico naquela época, e quando achávamos tendemos a compartilhar entre os mais próximos, era quase uma regra, eu nessa época só pensava em garotas a maior parte do tempo, não sei porque, mas nunca senti atração por meninos no geral, nem naquela época. O que me deixava confuso com os acontecimentos a seguir.


Havia se passado uns 2 meses de volta as aulas, não lembro exato, mas talvez em maio, quando José entrou para minha sala no meio do período letivo, era alto e todo desengonçado, pessoal zoava ele dizendo que ele parecia um berimbau, e realmente ele chegava a ser meio encurvado, branco, cabelo russo, e olhos verdes, todo machão , era forte. Mas até aí tudo bem. Lembro que as meninas falavam que ele era estranho e parecia um bonecão de Olinda.


Com o passar dos dias, não lembro exato como iniciou, mas lembro que ele quem puxou assunto perguntando meu nome e essas coisas e sei que depois automaticamente fomos virando amigos e descobrimos que morávamos uns 2 quarteirões de distância do outro, e começamos a andar juntos ir na casa do outro, contávamos quase tudo das nossas vidas nas conversas, eu tinha meus segredos que já contei anteriormente a quem me acompanha. Mas quando íamos tocar punheta entre os meninos vendo algum filme ou revista ele sempre ia embora falando que não ia ficar vendo pau de homem. Ele era o machão implicante da galera.


Mas lembro que já estavamos bastante íntimos com o tempo e eu sabia que ele era virgem e tudo mais, as meninas realmente não iam muito na beleza rústica dele, diziam que só salvava o olho


Lembro que próximo as férias de julho daquele ano, eu fui até a casa do Zé, lembro que na escola ele me parou e chamou para ir na casa dele depois da aula, que tinha achado umas revistas do irmão mais velho dele, e lá na hora marcada ele me mostrou as revistas pornôs de seu irmão, e ficamos folheando as revistas, eu já louco de tesão, a minha era uma mulher negra com uma bunda gigante, aquele cabelo cacheado e armado, que me deu um tesão, uma bucetona chegava a ser roxa, que naquela altura sóqueria me masturbar imaginando aquela cavala, mas como eu sabia ele não gostava dessas coisas, nunca queria participar das punhetas em grupo, estão fiquei na minha me contendo, mas depois de uns 15 minutos, eu achei estranho , ele nunca havia feito aquilo perto de mim nem de ninguém, até aí tudo bem , mas algo mudou quando José senta na cama e abre a bermuda olhando fixo para a revista, como se eu nem existisse ali, e põe para fora uma piroca de uns 14 centímetros, porém da grossura de um pacote de biscoito recheado, sem dizer uma palavra ele somente continuou vidrado na revista, aquele cacete era branco e cheio de veias grossas que chegavam a se destacar de verde, apesar de temor a mesma idade, aquele pau era muito mais desenvolvido que o meu , lembro daquela rola da cabeça rosa, mais grossa que a base afinando um pouco em relação ao restante só a pontinha do cogumelo, a glande era farta e vermelha, que fiquei quase vidrado naquele pau por alguns instantes, disfarcei peguei a revista que eu estava de posse e comecei a tocar uma, lembro que me empolguei na revista e aquilo passou, fiquei imaginando comendo a nega rabuda, gozei em 1 minuto, e fiquei ali esperando ele terminar, porém enquanto ouvia o som de sua punheta molhada ali a poucos metros de mim, não conseguia resistir e ficava olhando discretamente entre meus cabelos que eram grandes, na altura dos ombros, eu via aquele pau cada vez maior e mais vermelho, tipo irritado de tesão, e quando dou por mim, me pego imaginando mamando aquele pauzão, se caberia em minha boca, começou aqueles flash backs de Rodrigo abusando de mim no passado, simplesmente trouxe a tona todas as memórias na mente, eu tentava me distrair, e falar dentro da cabeça que eu não era viado, que gostava de mulher, mas automaticamente me via disfarçando admirando ele se masturbando ali na minha frente, quando ele gozou e ficou segurando o pau pela base e jogou um jato de porra longe no chão e depois outro perto dele e mais um e depois o último jato grosso e branco, que somente escorreu pela cabeça e ficou aquele pau pulando na minha frente me enchendo de desejo. Confesso que minha vontade naquele momento era limpar aquela piroca chupando bem gostoso. Mas me contive.


Depois disso guardamos as revistas, e fomos jogar videogame, mas a imagem lembro que ficou em minha mente, com os dias se passando me pegava a imaginar e as vezes até a sonhar na época, comigo mamando José e ele gozando na minha cara forte igual foi aquela gozada no dia, e na minha boca com o tempo, depois daquela cena, com o passar das semanas já me pegava as vezes entre as punhetas héteros uma ou outra me imaginando se aguentaria o pau dele no cu e fantasiar mil coisas. Mas para mim era impossível aquilo acontecer de verdade depois que o tesão passava, porque ele era o machão implicante, chamava tomo mundo de viado, oque era normal dos meninos eu também era assim já que tinha que entrar na dança.


E passou a ser rotina eu ficar admirando ele nas punhetas me dividindo entre o desejo entre meninas e porque o pau de Zé me causava tremores no corpo , eu não sentia atração por ele em si, mas aquele pau me chamava atenção e despertava algo novo e meio intenso em mim, eu passei a sentir tremores no corpo quando estava perto dele batendo punheta, enquanto secretamente o desejava, uma certa vez eu estava tocando uma olhando ele se masturbar também, e enquanto eu me encontrava vidrado naquele pau, percebo Zé segurando a base da rola e balançando o pau, eu achei que ele iria gozar como normalmente acontecia quando ele fazia aquele movimento específico, mas quando dei por mim e sai do transe do tesão ele estava olhando dentro do meu olho com um sorriso safado e balançando quase nitidamente para eu ver mesmo, eu disfarcei . E depois daquele dia passou algumas semanas . E várias punhetas juntos mas nunca saia disso.


Eu já estava até pensando em pedir pra ele deixar eu mamar ele, mas ficava com medo . Ele era todo machão implicante, mas decidi que se ele algum dia pedisse eu toparia.


E um belo dia a mágica aconteceu, acredito que de tanto eu desejar e fantasiar aquilo fui contemplado. Descobri que ele também tinha desejos reprimidos, quando em um belo dia aleatório, lembro que fui dormir na casa dele, e foi normal ficamos jogando vídeo game , o irmão dele ia dormir na namorada, então eu dormiria na cama do irmão dele. E eu tinha as pernas bem grossas e torneadas e a bunda bem redondinha e cheia, já que eu era mais gordinho, apesar de nada exagerado, e levei nesse dia um daqueles shorts elásticos azul fluorescente comum na época, para dormir na casa dele , todo mundo tinha um pra dormir até José porém o dele era verde fluorescente.


Eu nem estava pensando em nada nesse dia já que estávamos empolgados zerando o Donkey Kong country 2 no super nintendo. Lembro que fomos dormir já tarde da noite. E eu sempre gostei de dormir de bruços, com os braços abraçados no rosto.


Quando já de madrugada acordo assutado sentindo uma mão alisando minha bunda, e vi uma sulhueta saindo rápido de perto e mesmo escuro o quarto percebi que era Zé pelo short fluorescente. Na hora fiquei confuso, porém ao mesmo tempo imaginando se foi mesmo ou era coisa da minha cabeça , já havia se passado um bom tempo. E eu sei lá porque, naquele momento me veio a idéia de ajeitar e puxar a bermuda deixando a bunda de fora e o short cavado no rego e fingir estar dormindo , pensando que se fosse mesmo ele , ele ia tentar outra vez e eu ia ter certeza. Fiquei todo empinado sentindo até o vento do ventilador assoprando meu cuzinho pela lateral do shortinho que ficou cravada no reguinho, fazendo dar aquela piscada. Nunca havia sentido tanto desejo e tremores no corpo querendo um macho daquela forma antes, era frio na barriga, tremor nas pernas. Mas nada acontecia já havia até desistido e aceitado que eu devia está sonhando.


Quando eu já estava quase caindo no sono ouço o barulho de movimento da cama de Zé e os passos leves dele se aproximando, mas fingi estar dormindo, deu para ver a silhueta dele chegando perto respirando quase perto do meu rosto que se escondia entre meus braços, tipo pra ver se eu estava dormindo mesmo. E em seguida sinto ele alisar sutilmente minha bunda para que eu não "acordasse", nunca esqueço a forma que arrepiei todo chegando suspirar, ele tirou a mão rápido se escondendo, então me mantive imóvel, afinal eu estava dormindo.


Alguns minutos passados e ele passa a mão outra vez em minha bunda arrancando arrepios, em seguida começa a alisar mais forte, e sinto uma coisa quente e pesada tipo deitando na minha bunda, e olhei entre os braços disfarçado e vi que ele estava era esfregando o pau na minha bunda enquanto olhava pra mim preocupado em me e acordar enquanto ficava esfregando o cacete melado na minha bundinha, mal sabia ele que eu estava adorando aquilo. Mas eu percebia todo o cuidado e vigília dele. Depois de uns 10 minutos de carícias acho que ele se empolgou, ou confiou que meu sono era pesado, e ouço ele tipo falando com ele mesmo baixinho:


- Caralho! Esse muleque tem uma bunda muito grande , parece mulher. Desculpa aí mano! Mas vou tocar uma vendo essa bundinha!

E ficou alisando e batendo uma, e sinto ele começar a alisar meu cuzinho que piscava no dedo dele, e ele parava e parecia deitar no chão pra se esconder achando que eu tinha acordado , mas me mantia imóvel, após um tempo ele voltava a me alisar, e o safado não perdeu tempo para dar um jeito de descer meu shortinho com todo o cuidado. Me deixando de bundinha exposta e passou a dedilhar a entradinha do meu rabo, bem devagar e gostoso demais , eu sentia meu cuzinho apertando aquele dedo , e minha vontade era rebolar, mas tinha que manter a pose. Dava pra ouvir sua punheta nitidamente , a cama tremia um pouco no mesmo ritmo, mas eu não sei exatamente como ele estava porque estava somente com a visão muito pouca da direção que estava deitado olhando discretamente entre os braços, ouvia ele dizendo baixinho a ele mesmo:


- Caralho o cuzinho é apertadinho e quentinho, da até vontade de enfiar meu pau dentro, deve ser gostosinho, esse mano parece mulher namoral. Olha isso, que bunda linda!

Enquanto se masturbava e dedilhava meu cuzinho bem devagar , depois sinto ele tirar o dedo. E ouço ele continuar refletindo ofegante:


-Caralho ele aparece tanto mulher que gozei mais rápido sentindo o cuzinho quente no meu dedo do que com a revista de mulher. Um dia ainda vou comer essa bundinha mano! Você nem imagina aí dormindo , mas um dia ainda vou meter nessa bunda e arrombar esse cu apertado todo, vou socar meu pau inteiro até o talo nesse cu, e não vai fugir não, se não quiser dar vou comer a força.


Depois ele se afastou e foi se deitar e deixou eu lá com a bunda de fora nem ajeitou de volta, eu que ajeitei depois de um tempo. E passado determinado tempo eu cai no sono, no dia seguinte lembro que fiquei desacreditado, achando que havia sido apenas um sonho, mas ainda mais cheio de fantasias e depois disso aconteceu umas 3 vezes no passar das semanas sempre que eu ia passar a noite na casa dele e o irmão dele não estava, eu fingia dormir ou acordava com ele alisava minha bunda e dedilhava meu cuzinho enquanto tocava a sua punheta. Mas nas punhetas "acordados" ele nem olhava na minha direção, e nunca dizia nada além dos comentários sobre as mulheres, e eu ficava lá admirando aquela piroca sedento e com fantasias reprimidas.


Um belo dia meus pensamentos intrusivos acabaram falando mas alto, eu já sabia até quando ele ia gozar porque ele fechava os olhos, segurava a base do pau esticando bem a cabeça da rola, em seguida soltava os jatos fartos e brancos de porra, as vezes distantes outrora mais perto, algumas vezes só escorria pelo pau dele, mas ele sempre fazia o mesmo movimento.


Já havia meses e éramos bem íntimos a essa altura e meio que sabíamos de "tudo sobre o outro" , e já tinha rolado as carícias dele achando que eu estava dormindo. Lembro que nesse dia ele achou um DVD porno do irmão dele e o computador do irmão dele ficava no quarto, e fomos assistir o DVD pornográfico. E de início aquelas mulheres gostosas me enchiam de tesão e eu sempre gozava mais rápido que Zezinho, eu sentia muito tesão nas mulheres, na hora me empolgava, mas depois que eu gozava, e sempre eu gozava rápido e depois esperava Zé terminar, e ele sempre demorava, parava vendo os filmes depois batia mais, eu já me imaginava quase dentro das mulheres e gozava realmente pensando nas mulheres, mas depois começava aquela atração no pau daquele garoto oque me deixava confuso e em atrito interno.


Eu lembro que nesse dia como era no quarto do irmão dele no Pc a gente sentou um do lado do outro e ficamos vendo o filme, eu já havia gozado então me ergui da cama, já que na punheta a gente deitava pra ficar melhor posicionados, e ficou ele deitado com as pernas no chão lateralmente a cama de frente para o Pc e eu sentado ao lado e admirando aquele pau imenso disfarçadamente, pelomenos naquela epoca em relação ao meu aquele cacete era algo muito exagerado, e eu o admirava me escondendo atrás do meu cabelo grande, não conseguia tirar os olhos daquele cacete e com muito medo de ele perceber. Não sei se ele percebia mas ele não tirava os olhos do pornô. Ele já estava se masturbando a alguns minutos , e aquele pau já estava pulando de tesão no limite, estava todo vermelho e inchado, e eu já havia aprendido que era nessas horas que ele gozava, eu não sei oque deu em mim que quando percebi que ele fez todo o movimento para gozar , segurou o pau enorme na minha frente, que só decidi e pensei comigo mesmo:

"- Quer saber, é hoje que vou tomar uma gozada na boca dessa piroca."


Em seguida abaixei rápido e abocanhei com muita dificuldade era tão grosso que a boca doía pra conseguir abrir para abocanhar aquela geba grossa, eu lembro que quando fechei os lábios na piroca de José, fiquei olhando-o fixamente e ele de inicio estava de olhos fechados, mas a medida que fui dando aquela chupada forte até a cabeça e aquele cacete até pulou dentro da minha boca, foi quando José abriu o olho e assustou ao me ver de boca na sua piroca, mas ficou só olhando nos meus olhos com o pau dele em minha boca, em seguida jorrando um jato forte e espesso quase na garganta, e aquele pau chegava pular pulsando forçando contra o céu de minha boca, em seguida outro jato que encheu minha boca que engoli mas tinha um gosto e estava tão espesso que engasguei, e no terceiro jato após engolir horrores de porra, deu ânsia e cuspi pelo meu queixo, e tirei a boca do seu pau e passei a mão no queixo limpando a porra escorrida enquanto olhávamos olho no olho.


E meio que caiu a ficha sobre oque eu tinha acabado de fazer , eu só levantei e pedi desculpa, que não sabia oque tinha dado em mim, pra ele não contar pra ninguém. Ele só dise:


-Calma mano, relaxa vou falar nada não , só não estava esperando eu até gostei sua boca é quente. Eu sempre reparei que ficava olhando meu pau enquanto batemos punheta , então você gosta de homem? Sempre desconfiei!! Você parece uma menina!!


Eu fiquei com tanta vergonha que fui embora, eu havia acabado de tomar leite do meu melhor amigo sem ele sequer pedir, sem nem ele consentir, só aproveitando o momento certo. E depois bateu medo, fiquei imaginando ele contando para todo mundo e me zuando igual ele fazia com os garotos.

Fiquei morrendo de medo e vergonha, mas ao mesmo tempo com o decorrer dos dias toquei umas 4 punhetas quase sentindo o gosto da porra nas memórias. Lembro que Zé me tratou normal como se nada tivesse acontecido os dias seguintes, mas não tocamos punheta juntos por algumas semanas eu fiquei com muita vergonha, e confuso, e acredito que talvez ele também.


Umas 3 semanas depois estavamos os garotos do quarteirão todo brincando de pique esconde a noite, e em determinado momento fomos esconder juntos apenas eu e Zé, atrás de um barranco mais isolado em um terreno baldio escuro, para não ser vistos tínhamos que ficar abaixados de joelhos em um barranco, e depois de um tempo ali escondidos Zezinho foi para trás de mim e começou a esfregar o pau na minha bunda por cima da roupa, e eu não conseguia falar nada só tremer, ele percebendo minha submissão começou a dedilhar meu cuzinho enfiando a sua mão por dentro do short, e acho que por eu ficar imóvel e sem reação eu incentivava ele a tomar mais coragem, e quando me dei conta ele já havia abaixado meu short até os joelhos e estava passando a cabeça do pau dele bem na portinha do meu cuzinho e esfregando pra cima e para baixo, era quente e pesado aquele cacete e a cabeça era muito maior que a entrada do meu cuzinho, então nem doía já que somente ficava deslizando na entradinha do meu rabinho sem conseguir penetrar, mas era una delícia sentir aquele membro quente esfregando meu rego, meu pau estava durinho e eu já rebolava sem nem perceber.


Eu não conseguia reagir só sentia o corpo tremendo e uns calafrios, e aquele calor. Ele me ajeitou quase de quatro todo arreganhado e mandou vigiar se vinha alguém e ao me inclinar no barranco senti a pontinha da cabeça daquela rola entrar um pouco ardido , e em seguida trancar meu cuzinho e expulsar de dentro, era muito grosso e ali percebi que não entraria fácil, eu lembro de perguntar:


-Oque você está fazendo??


E ele só responder com :


Shiiiiiu! Você sabe que você quer o mesmo que eu quero , aquele dia bebeu até minha porra, só deixa rolar eu vou por só a cabecinha, se doer eu paro, confia em mim.


Eu não sei porque, mas não consegui responder nem reagir, ele ficou pincelando e tentado enfiar o pau no meu cuzinho, mas era tão grossa a pica que só entrava a pontinha da cabeça e dava uma pressão mas como o esfíncter não cedia eu ficava sentindo ele forçando as bordas ao redor do meu cu por inteiro, mas não conseguia penetrar, mas esse movimento fazia eu sentir a cabecinha entrar só a pontinha quentinha e começou a ficar melado e gostosinho, que acabei começando a gemer baixinho no tesão que comecei a sentir. E soltar no impulso:


- Aí Zé está tão gostoso! Seu pau é tão quentinho e macio.


Ele começou a fazer tipo metendo, aquele vai e vem na porta do meu cu, aquilo me levava a sensações únicas, mas sempre lubrificava tudo com o tempo e aquele pica escorregava e entrava entre minhas coxas, eu percebia que ele queria enfiar mas não conseguia nem sabia como. Depois de um tempo ele parou e terminou de gozar na punheta e falou para sairmos dali para a galera não desconfiar de nada, já estávamos lá a meia hora escondidos , eu recebendo esfregadas de rola no reguinho o que me deixou sentindo o rabinho todo gosmento a noite toda, até eu ir para casa me banhar, depois desse dia ele sempre ficava esfregando o pau em mim quando podia e estávamos sozinhos, mas depois não falávamos no assunto como se nunca tivesse acontecido.


Aquilo começou ser a nossa brincadeira ficando cada vez mais frequentes, comecei a gostar daquilo. Ele sempre esfregava o pau no meu cuzinho e tentava meter e eu adorava aquele pau enorme tentando meter em mim sem sucesso, era melado e quente me fazendo sentir tesão sem nem tocar no pau, as vezes sentia a cabeça do pau dele empurrando minha bolas quando escorregava entre minhas coxas nas tentativas imensuráveis de Zezinho me enrabar. Eu queria muito mamar aquele pau , nunca tinha pagado aquele boquete gostoso saboreando aquela pica linda como ela merecia, eu tinha vergonha de pedir ele e deixava ele tomar iniciativa, mas ele só queria dedilhar meu cu e apertar minha bunda e ficar tentando enfiar aquela geba enorme em mim. Até porque era mais brincando de pique esconde a noite pelos terrenos baldios, valendo o quarteirão ou obras abandonadas que rolava as brincadeiras gostosas. E ficamos um bom tempo nessa de "esfrega esfrega" escondidos.

E esse é o fim desse relato.


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