Ela tem 25, mas parece ter 16. O reencontro

  • Temas: sexo, anal, oral, casada, safada, noivinha, namoradinha, putinha, puta, corno, traicao
  • Publicado em: 03/07/26
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  • Autoria: Empresario55ES
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Private Muse

Voltei para casa sentindo cheiro de sexo e ainda com o gosto do gozo de Ana na minha boca. Enquanto eu dirigia pelas ruas de Vila Velha, na minha mente passava um filme com cenas daquela tarde regada a sexo com uma menina de 26 anos que parecia ter no máximo 16. Se você não está entendendo nada, sugiro que leia meu conto anterior.


A verdade é que a química com Ana era daquelas que a gente não controla, que sente vontade de repetir incansavelmente. E antes mesmo de chegar em casa eu já estava querendo de novo, mas, pelas palavras dela, isso seria impossível, uma vez que ela tinha começado a namorar o melhor amigo do meu filho, um rapaz gente boa, que eu conheço há anos. Realmente não seria junto com ele e nem com meu filho, pois se essa história viesse a tona seria um festival de problemas.


O problema todo se chama tesão. Ele nos tira do prumo, faz a gente mudar a rota e tomar decisões que na maioria das vezes não são as mais corretas. E foi por causa desse tesão todo que eu fui parar na cama dela pela segunda vez.


Ontem, pela manhã, acordei com uma mensagem dela no meu Instagram, já que não nos demos ao trabalho de trocarmos número de telefone, foi por lá que ela entrou em contato comigo.

- Dormi sentindo seu cheiro e se gosto. – disse ela com a imagem de um capetinha no fim da frase.

- Eu também. – respondo com o mesmo capetinha.

- Pensei em te ver pela última vez. Topa?

- Quando?

- Agora de manhã. – disse ela.

- Me dá meia hora.


Pulei da cama, tomei um banho, fiz a barba, joguei aquele perfume preferido e entrei no carro, nem meu café da manhã eu tomei. Meia hora depois eu estava subindo as escadas do prédio pulando os degraus de dois em dois. Quando bati na porta, ela abriu. Linda, com carinha de quem tinha acabado de acordar, apenas de camisola de seda preta e mais nada. Nos beijamos muito antes da porta fechar, minhas mãos deslizavam pelo seu corpo de menina enquanto ela apertava meu pau com toda a sua força. Ali, com a porta aberta, ela se ajoelhou e caiu de boca na minha rola. Enquanto ela me chupava eu me despia e quando ela cansou de me chupar, eu já estava completamente despido.


Fechamos a porta e fomos para o seu quarto. Ana caminhava à minha frente me puxando pelo pau como se fosse uma coleira. Eu estava adorando aquilo. Entramos no seu quarto e eu já a coloquei de quatro na beirada da cama, comecei a chupar a sua buceta e o cuzinho. Ela já tinha entendido que eu foder o seu rabo.


Empinada, e coma buceta babando, eu comecei a fodê-la com força. O pau ia fundo, tocando o útero, fazendo ela gemer alto a cada estocada. Meti até ela gozar intensamente, quase desfaleceu. Dei a ela uns minutinhos de trégua e depois voltei a chupar seu rabo, havia chegado a hora.

- Vá debagar, seu pau é grosso.


Me posicionei e enquanto metia o ferro em seu rabo eu lhe acariciava as costas. A cabeça custou a passar, se e a buceta pequenininha era apertada, imagina o cuzinho. Proporcionalmente bem mais apertado e guloso, pois ela apesar de parecer frágil, foi guerreira e sentiu cada centímetro de rola invadindo seu rabo.


O suor já começava a brotar na sua pele, os movimentos lentos faziam Ana gemer, arfar, viajar entre a dor e o prazer. Aos poucos eu fui acelerando, dando uns tapas e enquanto isso ela metia os dedinhos na buceta, o que a fez gozar rápido e com muita intensidade.


Aproveitando que ela estava em transe devido ao gozo, eu acelerei mais, fodi mais forte, entrando fundo, socando, batendo na sua bunda, puxando seus cabelos.


Senti meu pau pulsando, coração acelerando, era meu gozo se aproximando. Quando gozei dentro do seu rabo, rosnei de prazer, minhas unhas cravaram na sua cintura e eu só sai de dentro dela quando senti a última gota de porra escorrer dentro dela.


Eu também estava suado, mas o tesão era latente. Voltamos a nos beijar na sua cama, ela se encavalou em mim e quando sentiu meu pau dando sinais de vida novamente, pegou com a mão e o levou direto na sua buceta, ficou pincelando, de olhos fechados, falando putaria e quando não aguentou mais, sentou na minha pica de uma vez só. Ana passou a cavalgar, seu corpo franzino em cima de mim era uma cena linda. Ela rebolava, quicava, subia e descia sem parar.


O clima esquentava cada vez mais, nem o ar condicionado dava conta do calor. O cheiro de sexo tinha tomado conta do ambiente. Eu sentia meu gozo se aproximando rápido, pedi a ela que acelerasse as reboladas e gozamos juntos.


Passamos a manha trepando de todas as formas. Por volta do meio dia me despedi de Ana, pois ela iria almoçar com o seu namorado, tinha que se arrumar.


Perguntei a ela se já tinha dado para ele e ela disse que provavelmente hoje seria a primeira trepada. Pedi a ela que me contasse tudo depois e ela concordou, desde que fosse sentada na minha pica.


Fim





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