A Última Estagiária

  • Temas: trabalho, casual, risco, exibicionismo, oral, submissão, penetração, cunnilingus, fetiche, dominação
  • Publicado em: 19/06/26
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  • Autoria: ceaga781
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Private Muse

Oi pessoal, tudo bem? Vim contar mais um relato de uma lembrança que tem flutuado na minha mente todos os dias, talvez causada pela lembrança de uma estagiária que já não trabalha mais comigo.


Aqui, sou conhecido como Henrique. Tenho 29 anos, sou negro, uso dreadlocks um pouco abaixo dos ombros. Minha altura é de 175 cm e, apesar de não ser musculoso, meu corpo tem melhorado graças aos esportes que pratico. Esse relato trata de um acontecimento do ano passado, em 2025, durante as férias escolares, quando alguns professores participaram de um curso obrigatório. Espero que curtam a leitura e sintam a mesma empolgação que sinto ao lembrar dessa história.


Era início de ano, sexta-feira, fim de janeiro. A escola se preparava para a volta às aulas. De manhã, reuniões, palestras, montagem de murais e cursos obrigatórios para professores e funcionários. À tarde, a escola ficava vazia, pois muitos chegavam cedo para cumprir a carga horária. Alguns poucos ainda tinham atividades ou precisavam compensar o período devido a imprevistos.


O dia começou tranquilo; as professoras e estagiárias do meu segmento combinaram um café da manhã coletivo e cada uma trouxe algo para relaxarmos antes do dia puxado. Entre risadas, trocamos ideias sobre as palestras e os planos para sexta-feira. No grupo mais afastado, percebi Clara Monteiro (nome fictício), a estagiária com quem me envolvia discretamente. Ela usava uma camisa branca ajustada nas costas, realçando suas curvas, e uma saia azul justa, marcando seu corpo e acentuando sua cintura. Notei uma leve marca de uma pequena calcinha, um detalhe que me excita muito. O cabelo dela em waves, maquiagem destacando o olhar e gloss nos lábios chamavam a atenção. Cumprimentamo-nos com um abraço; toquei na sua cintura e prolonguei o contato. Conversamos sobre amenidades, trocando olhares, antes de cada um seguir com sua atividade.


A única palestra obrigatória à qual precisei assistir foi sobre como lidar com situações de incêndio ou algo parecido, não lembro bem porque estava pouco concentrado e só queria terminar logo o dia para sair e aproveitar a sexta-feira com um amigo. Enquanto o palestrante falava, eu me distraía no Instagram, no X (antigo Twitter) e no WhatsApp. Vi a mensagem de Clara, perguntando se eu sairia às 12h ou ficaria até mais tarde. Respondi desanimado, dizendo que odiava ficar até as 17h naquele curso, mas que estava preso ali. Ela disse que também ficaria até mais tarde, pois teria um compromisso na Barra, bairro do Rio de Janeiro. Meu ânimo cresceu: escola vazia e uma chance de aproveitar. Em outros dias, quase sempre paramos apenas em beijos por conta da movimentação. Mas achei que aquele dia prometia. Seguimos flertando pelo WhatsApp, combinando, quem sabe, de fumar juntos depois do trabalho e, talvez, de dar uns beijos antes de cada um seguir para seus compromissos.


Ela disse que também queria o momento juntos, mas que eu não me entristecesse, pois tinha outro compromisso e não poderia ficar muito tempo na rua. Brinquei que aquela sexta só piorava e tentei focar na aula.


Almoçamos por volta das 12h30 e voltaríamos às 14h. Saí em ritmo lento, alongando enquanto buscava fones e celular para ouvir música. Clara já havia mandado uma mensagem dizendo que ficaria sozinha cortando materiais para o mural de boas-vindas. Respondi que iria à sala dela depois do almoço. Cruzei com poucos colegas, alguns almoçando, outros indo embora.


Ao retornar às 13h50, percebi a escola quase vazia. No elevador, em vez de voltar para a palestra, fui ao andar da sala dela. O corredor estava deserto e escuro, com banheiros trancados e portas fechadas. Avancei em silêncio, certificando-me de que estávamos sozinhos; a sala dela era a última do corredor. Olhei pela janela da porta e vi Clara sentada, recortando folhas verdes para o mural. Conferi o corredor, entrei na sala e fechei a porta. Sentei à sua frente e conversamos por alguns minutos sobre trivialidades, até eu dizer:


— Nossa, fora a gente esse andar parece estar vazio.


Ela respondeu:


— Sim, a essa hora as meninas com certeza já foram; estamos só nós dois aqui.


— Bem, já que estamos tão à vontade, vou aproveitar pra te cumprimentar da forma como deveria ter sido feito mais cedo. Vem cá!


Me levantei e estiquei a mão, como menção para que ela viesse. Clara levantou-se com seu vestido um pouco mais levantado e veio me olhando como uma felina indo predar sua presa. Chegou próxima a mim e seu corpo colou junto ao meu. Aproveitei o movimento e fui puxando ela junto a mim para a parede mais próxima, onde, devido à minha euforia e distração, acabei batendo as costas... Rimos e nos beijamos, um beijo calmo com minha mão acariciando suas costas, apertando sua cintura e sentindo a firmeza de seu corpo. Esse momento de primeiro contato, com todo o agravante do perigo e das consequências de ser pego, fez com que fôssemos folhas secas no fogo quente, nos incendiando.


Minha mão subiu apertando com força cada parte das suas costas, a aproximando e puxando para mim, como se meu corpo fosse absorvê-la. Minhas mãos chegaram até seu pescoço, onde a puxei como se fosse para aproximar ainda mais nossas bocas e a beijei com ainda mais voracidade e luxúria. Senti seu corpo amolecer e as barreiras éticas e morais que a fariam resistir a qualquer ousadia maior ali em sua sala de aula caíram por terra.


Aproveitei o entrelaço em que estávamos e a girei, para deixá-la agora de costas para a parede. O local era perfeito, um pequeno espaço entre uma longa estante de livros e brinquedos e um móvel onde ficava o teclado e a tela da televisão que servia como monitor para as crianças. Minha mão direita desceu de seu pescoço e foi direto até a barra do seu vestido, que continuava a subir devido ao embaraço em que estávamos, e a subi até a sua cintura, expondo uma bunda firme e empinada, com uma leve e pequena marquinha de biquíni e uma calcinha preta que sumia dentro da bunda dela feita de pequenos fios.


Aquilo fez meu pau latejar e babar, podia sentir a cabeça pulsando em movimentos involuntários fazendo com que eu me concentrasse em me controlar. Com minha mão esquerda a afastei brevemente para entrar com ela por baixo da blusa branca e começar a estimular os seus mamilos por cima do vestido que ela usava por baixo da blusa. Ali pude perceber a perda de qualquer sanidade. Ela gemeu apertando meu ombro e dizendo que era covardia, seu corpo amoleceu e eu a segurei brevemente pela sua bunda, beliscando seu mamilo. Não aguentando mais, olhei para ela e disse:


— Clara, eu vou ter que comer aqui! Ajoelha.


— Henrique, olha a hora do seu curso... E se alguém chegar? — disse Clara em um tom quase debochado, enquanto se desvencilhava de mim e se ajoelhava.


Eu estava vestindo uma calça de tecido mais leve e bastou afrouxar um pouco o cadarço para que a calça e a cueca descessem até a altura do joelho ao mesmo tempo. Meu pau saltou para fora com o movimento rápido, balançando e parando completamente ereto, com a cabeça pulsando e soltando muito pré-gozo. Clara sorriu, olhou para mim diretamente nos olhos e depois voltou a atenção ao meu membro. Primeiro ela o segurou pela base e então pude sentir o toque da sua língua na cabeça passeando por ele e parando apenas no momento em que sentiu o gosto do meu pré-gozo.


Esse breve segundo demorou mais do que deveria até que pude sentir ela voltar a me tocar, mas dessa vez senti seus lábios envolvendo a cabeça do meu pau e sua boca cada vez mais me engolindo... Ela fez esse movimento com suavidade, tentando pouco a pouco engolir um pouco mais. Toda a falsa atenção que eu estava tentando ter nos arredores foi embora e apenas me concentrei em sentir sua boca em movimentos cada vez mais rápidos e profundos. Pude sentir sua saliva no corpo do meu pênis e resolvi me permitir o descontrole.


Segurei sua nuca e a parte de trás de sua cabeça e comecei a forçar cada vez mais do meu pau dentro da boca dela, cada vez mais rápido. Em poucos momentos me tornei um animal a encurralando no canto de sua própria sala, fodendo a boca dela com toda a vontade que uma puta merece. Continuei nesse movimento por uns minutos, alternando em meter de forma rápida e profunda e tirando o pau todo de sua boca, fazendo com que sua saliva escorresse pelos cantos da boca e queixo, a deixando toda babada e com um grosso fio de saliva a ligando ao meu pau. Tenho que dizer que ao ver essa cena a levantei puxando seu braço e a beijei com força, lambendo seu rosto e a mandando virar de costas.


Ela virou de costas, com o rosto melecado apoiado na parede e a bunda empinada. Pensei em tirar sua calcinha, mas a cena estava linda demais, então só a coloquei de lado, dei uma cuspida na mão, passei no meu pênis e entrei dentro dela... Confesso que não era necessária a última cuspida, sua buceta, sua virilha, sua bunda estavam todas encharcadas, chegava a escorrer. Eu subi um pouco minha camisa e comecei a meter forte. Ela, apoiada na parede, tentava gemer baixo, enquanto empurrava a bunda contra mim, fazendo com que eu a penetrasse ainda mais fundo.


Seus gemidos eram cada vez menos controlados e, enquanto ela rebolava, às vezes tinha pequenas convulsões de prazer e perdia o movimento. Eu sentia que toda essa situação estava sendo um desafio muito difícil de segurar a minha gozada no ritmo em que eu estava indo. Então, de forma rápida, aproveitando o quão empinada ela estava, saí de dentro dela, me ajoelhei e enfiei meu rosto entre suas nádegas, lambendo seu cuzinho e descendo para sua buceta.


Ela deu um gemido alto, surpresa com a mudança, e eu comecei a alternar entre chupadas nos seus lábios, linguadas dentro de sua buceta e movimentos circulares com a língua no seu clitóris. Seus gemidos já não eram tão contidos, então tirei o rosto da buceta dela e disse brevemente:


— Sua puta, se você quer gozar aprende a segurar seu gemido!


Parece que essa ação foi mais um estímulo. Ela colocou sua mão esquerda para trás e puxou minha cabeça de encontro à sua bunda para calar minha fala com a buceta. Aproveitei o movimento e a segurei firme pela bunda, puxando pra mim, e estiquei a mão esquerda o máximo possível para alcançar seu mamilo e comecei a estimulá-lo com beliscões. Foi nesse momento que seus gemidos deram lugar a grunhidos primitivos e profundos, e pude sentir sua buceta se contrair e ela começar a gozar. Pude sentir seus líquidos escorrendo pela minha boca, molhando minha barba, e eu continuei enquanto ela tentava me afastar para respirar ou fazer sei lá o que quisesse. O único movimento que me interrompeu foi seu corpo cedendo.


— Seu filho da puta, olha o que você fez! — disse ela, sorrindo.


— Agora eu quero a sua porra também. — disse Clara.


Eu estava me ajeitando, me preparando pra gozar comendo ela em pé, e a cachorra simplesmente puxou uma mesa até um pouco mais próximo de mim e me mandou sentar. Ela veio de costas com a calcinha de lado, encaixou a cabeça do pau na entrada da buceta e desceu toda de uma vez. Sua buceta estava definitivamente muito mais molhada que antes e, conforme ela sentava cada vez mais rápido, o som de sua buceta sendo penetrada e o som de sua coxa e virilha úmidas batendo contra as minhas produziam um som hipnótico.


Sua bunda com a calcinha preta de lado, seu tecido enrolado e completamente encharcado, a marca de biquíni, a pequena tatuagem de chamas, tudo aquilo estava me fazendo chegar ao meu limite. Não ia aguentar muito mais e, entre os meus gemidos, eu disse:


— Senta de frente Clara, quero gozar olhando pra você!


Clara levantou-se de supetão, virou-se pra mim, apoiou uma perna dobrada sobre a mesa, a outra em pé semiflexionada e sentou de uma vez, num ritmo forte e constante, gemendo, enquanto falava que éramos loucos, que estávamos nos expondo muito, que queria minha porra na buceta, que queria sentir meu pau pulsando e despejando tudo dentro dela. E eu, já no meu limite, olhei pra ela e disse que ia gozar. No mesmo momento ela levantou-se e engoliu todo o meu membro. Gemi até talvez alto demais, aproveitei o movimento e travei sua cabeça com minhas mãos com meu pau todo dentro da sua boca.


Senti ela tentando se soltar brevemente, uns sons leves de engasgo, e não aguentei mais e liberei toda a porra e tesão guardados. E depois dessa gozada fiquei sem forças para prendê-la. Ela subiu com os olhos cheios de lágrimas, tossiu, cuspiu em cima do meu pau e virilha, limpou a boca com as costas da mão e voltou a mamar de novo com força, aproveitando da hipersensibilidade que eu estava sentindo. Mamou por breves segundos, me tirando completamente da racionalidade, me fazendo gemer alto e me contorcer até que conseguisse a afastar.


— Porra, acho que acabei me passando Clara, foi mal... — disse rindo, mas sendo sincero com o quanto arriscamos.


— Você pensou o quê, Henrique? Que íamos ser mais contidos do que isso? Nunca fomos. — disse devolvendo a risada.


— Me dá um papel qualquer aí pra eu me limpar — pedi à Clara.


Clara levantou-se, pegou um lenço umedecido que pertencia a uma das crianças e começamos a nos limpar e a voltar a ficar minimamente apresentáveis.


— Caralho Henrique, já são 15h07min, e a tua palestra?? — indagou Clara rindo.


— Termina de te arrumar e podes ir, que eu vou abrir a janela dessa sala, ligar o ventilador e tirar esse cheiro de sexo. Relaxa!


Terminei de me arrumar, dei um beijo breve nela e saí correndo da sala. Passei antes no banheiro para lavar o rosto e me refrescar um pouco e tentar mascarar mais qualquer indício do que fiz. Entrei na sala do curso pedindo desculpas e dizendo que fui ficar na minha sala de aula e acabei cochilando e perdendo a hora. Pude perceber que ninguém estava verdadeiramente muito preocupado, então só sentei no meu lugar, respirei profundamente, tateei o celular no bolso, peguei, abri o celular e sorri com a notificação de mensagem no WhatsApp da conversa com a Clara.


Abri e era uma foto de visualização única. Ao abrir, era uma foto dela no espelho do banheiro, sem a blusa branca e com a fina alça do vestido caída, os peitos à mostra e o celular cobrindo o rosto. Já na mensagem estava escrito: "ainda estou te esperando na saída...". Eu apenas respondi que ela podia ficar tranquila que sairíamos juntos. Bloqueei a tela, sorri, olhei pra um colega e disse:


— Esse dia tá longo e parece que só aumenta.


Peço desculpas pelo longo relato, mas espero que essa minha memória, aqui relatada, seja tão prazerosa de ler quanto foi de escrever e de ser revisitada/relembrada por mim. Em breve trago novos relatos reais e pessoais meus. Caso queiram, podem aproveitar para ler meus outros relatos. Estou aberto a comentários e mensagens. Até já.


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