A primeira brincadeira gostosa a gente nunca esquece.
- Temas: gay, virgem, abuso, teen, Iniciação, felação, penetração, dominação, submissão, virgindade
- Publicado em: 13/06/26
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- Autoria: Jrjuju
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Olá, sempre gostei de ler contos gays e bissexuais. Eles me fazem lembrar das minhas brincadeiras gostosas da adolescência, e isso que contarei hoje não passa de memórias perdidas. Pela primeira vez, decidi compartilhar, já que são segredos guardados a sete chaves. Qualquer identificação com os fatos é mera coincidência. Rsrs.
O que vou relatar hoje é meu primeiro contato em nível sexual, mesmo que, na época, eu não soubesse disso.
O ano era 2005. Eu sempre tive as pernas e coxas bem grossas, e a bunda bem redonda e empinada. Eu era baixinho e gordinho, e tinha cabelo até o ombro, liso, meio ondulado, mas sem formar cachos nem nada. Usava franjinha batida na testa e meu rosto era redondo e lisinho, me deixando com traços e aparência bem femininos. Mas eu, na época, era inocente e só ficava jogando Super Nintendo a maior parte da vida. Não tinha muitos amigos, sempre ficava mais isolado, nem nunca tinha sentido atração ainda na vida.
Não lembro bem como foi, mas, na saída da escola, uns garotos haviam me cercado e do nada começaram a me dar chutes e me chamar de viado, mandando eu cortar o cabelo e virar homem. Eu já estava quase chorando quando aparece um garoto mais velho. Eu já havia visto ele no pátio, mas nunca trocamos nenhuma palavra.
Ele chega já chutando os meninos e deu uma banda em cada um, dizendo:
— Pode parar com a covardia aí, quer brigar tem que ser mano a mano!! Vai um de cada vez!! E pode parar com a baderna e metendo o pé, senão eu que vou descer a madeirada em vocês nessa porra!!
Lembro que os meninos saíram correndo, e ele perguntou se eu estava bem, se haviam me machucado. Eu falo que estava bem e que sim, queria ir embora para casa! E agradeço a ele por ter me ajudado!
Ele perguntou onde eu morava. Eu morava a uns quatro quarteirões do colégio e ia embora sempre a pé, não era nem 10 minutos. Eu disse a ele, e ele me disse que ia me levar até perto pra ninguém mexer comigo e que morava no bairro próximo, mas que passaria pela minha rua de qualquer forma. E fomos conversando. Lembro que ele perguntava de jogos, falava de bolebas, pião, ioiô, e foi engraçado e divertido por todo o trajeto.
Já na rua da minha casa, eu falo que já tinha chegado ao meu destino e agradeço outra vez, que não sabia nem como agradecer.
Ele responde praticamente perguntando o que eu ia fazer depois da aula. Eu falo que costumava fazer os deveres de casa e depois ficava jogando.
Na época, eu fui inocente e ingênuo. E ao me despedir e já ir caminhando em direção à minha casa, ele fala:
— E aí, mano, meu nome é Rodrigo, qual é o seu??
Eu volto até ele e respondo que era XXXX, mas que o pessoal me chamava de Júnior.
Ele:
— Então vou te chamar de Juninho!!
Eu agradeço a ele novamente e falo que iria embora, quando começa a dizer:
— Tem uma forma de você me agradecer, mas tem que ser segredo, é uma brincadeira que só eu e você podemos saber. Se você quiser agradecer a ajuda, eu passo aqui na rua mais tarde se você quiser e podemos brincar. Quer saber? Melhor não, você vai contar, deixa pra lá!!
Aquilo me deixou curioso e, achando que era uma brincadeira comum, digo que umas 14: 00 podia sair para brincar com ele, e que não ia contar nada para ninguém!!
Ele, todo cativante, responde que estávamos combinados. Rodrigo era mais alto que eu, moreno claro e magrelo, todo definido. Era brincalhão e divertido. Lembro que vim o caminho todo rindo das bobeiras dele.
Lembro que almocei e fiz as atividades. Minha mãe foi trabalhar e eu ficava em casa sozinho, já que não tinha amigos na vizinhança e os garotos implicavam comigo. Então mal saía.
Quando foi 14: 00, eu olhei do portão e vi Rodrigo na esquina conforme o combinado, e fui em sua direção. Lembro que ficamos conversando por um tempo ali mesmo, até que ele pergunta se eu queria ir brincar na casa dele, que era perto. Ele me levava de bicicleta, lembro até hoje, uma Poti azul toda brilhando.
Eu todo ansioso, imaginando como seria a brincadeira, imaginando qualquer coisa, menos o que aprendi a brincar naquele dia.
Chegamos na casa de Rodrigo, lembro que não havia ninguém na casa dele. Ele me deu água e depois disse que ia pegar uma coisa para me mostrar e já voltava para a sala. Passados alguns minutos, ele aparece com umas revistinhas nas mãos.
E fala que hoje ele ia me mostrar uma coisa nova, que eu iria gostar, e abriu uma revista com a mulher com o pau todo na boca. Eu nunca tinha visto nada assim, nem mulher pelada ainda, mas lembro que fiquei todo empolgado.
Quando Rodrigo começa a dizer:
— Já brincou de papai e mamãe??
Eu falo que não, e ele pergunta se eu queria brincar com ele, mas que eu não poderia contar para ninguém, que tinha que ser segredo. Eu, inocente, achando que seria uma brincadeira qualquer, falo:
— Pode ser, mas não sei brincar disso, como é??
Ele então diz que era só deixar ele fazer comigo igual na revista. Eu estava sentado no sofá e Rodrigo abaixa o short até o chão, e eu automaticamente vi o pau dele durinho. Devia ter uns 13 centímetros e não era muito grosso. Ele manda eu abrir a boca. Eu só obedeço, e ele vem se aproximando e enfia o pau na minha boca, e manda eu fechar só a boca, sem passar o dente, como se fosse chupar um picolé.
E assim faço, e dou uma chupada até a ponta do pau dele, meio sem jeito. Mas senti o cheiro e um gosto diferente, meio salgado, e aquele cheiro de rola com tesão pela primeira vez. Aquilo, por algum motivo, me fez sentir meu pau durinho. Eu nunca tinha ficado excitado e não entendia o que era aquilo. Quando Rodrigo começou um vai e vem, enfiando e tirando o pau da minha boca, era diferente, mas eu estava gostando. Até que senti uma coisa viscosa na minha boca e me deu ânsia. Quando tirei a boca, vi escorrer uma gosma transparente e nojenta, e perguntei:
— O que é isso?? Não quero mais, é nojento!
Rodrigo responde:
— É só uma coisa de quando a brincadeira é gostosa. E você, gostou de brincar de papai e mamãe??
Eu respondo na maior inocência:
— É gostosinho, o gosto é salgadinho, mas esse negócio que sai é nojento, não quero brincar disso mais não.
Rodrigo diz que ia me mostrar outra brincadeira e me mostra uma foto da revista com a mulher tipo em pé, apoiada em um balcão, com o cara metendo no cuzinho dela, e diz:
— Agora abaixa a bermuda e fica igual na revista, apoia aqui no braço do sofá.
Eu, na maior inocência, abaixo minha bermuda e cuequinha até os joelhos, e apoio as mãos no braço do sofá, em pé. Nisso, Rodrigo caminha para trás de mim e começa a alisar minha bunda e dar uns tapinhas, dizendo:
— Nossa, que bundinha linda, nasceu pra levar piroca. Olha isso, parece maior que a da mulher da revista!
Eu não sei por que, mas senti meu corpo arrepiar todo, e uns calafrios e tremores nas pernas. Quando ele leva o dedo molhadinho bem na entradinha do meu cuzinho e começa a ficar tipo coçando e enfiando, lembro que meu pau latejou pela primeira vez. Que delícia era aquele dedinho me dedilhando.
Rodrigo, percebendo que eu estava de pau duro, começou a dizer:
— Está gostando, está. Sabia que ia gostar de brincar. Agora vamos fazer uma brincadeira nova, essa vai doer um pouquinho no começo, mas depois você vai gostar!
Eu só fico em silêncio e sinto ele se aproximar. Algo quente entre minhas nádegas encosta bem na portinha do meu cuzinho. Ele começou a forçar a entradinha em um vai e vem quentinho e melado. Quando sinto a cabeça entrar só a pontinha e abrir um pouco o caminho, era gostoso.
Até que sinto Rodrigo me abraçar forte pela cintura e, em um movimento forte e brusco, enfiou o pau todo no meu rabinho virgem. Lembro que senti direitinho entrando e agarrou, pois era apertado, e senti aquele pau quente me penetrando pela primeira vez. Lembro que dei um gritinho e senti uma dor no meu cu, parecia um beliscão forte dentro do meu rabinho. Eu lembro que tentei sair enquanto dizia:
— Aiiii! Rodrigo, tira isso daí, está doendo muito, tira!!
Mas Rodrigo segurou forte e continuou empurrando cada vez mais. Eu sentia meu cuzinho sendo rasgado e ardendo a cada estocada, enquanto ouvia Rodrigo dizendo:
— Toma piroca nesse cu, toma viadinho! Que bundinha gostosa, primeira vez que descubro um viadinho cabacinho ainda. Está gostando de ser a mamãe do papai, está??
Eu lembro de estar chorando e pedindo pra ele parar, que não queria mais brincar daquilo, que estava doendo muito. Mas aparentava que, quanto mais eu me contorcia e tentava fugir, mais forte ele me apertava e me puxava contra sua pica, atolando ela todinha dentro de mim, enquanto ficava dizendo:
— Calma, viadinho, esse cu nasceu pra levar rola. Tá sentindo meu pau todinho dentro do cuzinho, está??
Eu lembro que, depois de alguns minutos, já não sentia mais doer. Só sentia aquele pau saindo e entrando todinho no meu cuzinho, que apertava, mas já não resistia ao entra e sai melado e quentinho. Eu comecei a sentir uma dorzinha gostosa a cada estocada de Rodrigo dentro de mim. Eu relaxei o corpo e parei de me contorcer, e somente empinei para sentir aquela piroca quentinha entrando e saindo bem gostosinho. Meu pau começou a escorrer um líquido transparente e ficava pulsando.
Quando sinto o pau de Rodrigo pulsando lá dentro de mim e uma sensação muito quente, como se fosse um jato lá dentro, ele enfiou e ficou com o pau atolado enquanto jorrava sua porra no meu rabinho lá no fundo. Lembro que ficou muito quente e gostoso, e em seguida ele tirou o pau de dentro.
Lembro que, na inocência, estava tão gostoso, que só olhei para trás e perguntei:
— Por que parou?? Vamos brincar só mais um pouquinho!!! Estava tão quentinho!
Rodrigo deu um sorriso maldoso e sarcástico e disse:
— Você gostou da brincadeira??
Eu respondo:
— Eu gostei mais da primeira. Essa outra doeu muito, mas depois ficou tão bom. Por que está saindo isso do meu pinto??
Ele começou a rir e disse:
— Isso é a prova de que você gostou de ser putinha. Sabia que ia gostar. Se você quiser, outro dia a gente brinca mais, mas não pode contar a ninguém!
Eu falo que tudo bem, e ele fala pra eu ir embora tomar banho.
Eu lembro que sentia meu cuzinho escorrendo algo viscoso e quentinho, e ardia e latejava, mas era gostosinho o ventinho aliviando a ardência no cuzinho. Eu vim embora o caminho todo ardido, mas tinha adorado brincar com Rodrigo.
Eu lembro que, depois disso, os meninos não implicavam mais comigo, porque Rodrigo sempre estava por perto. Lembro que se passaram meses e, um dia, eu estava vindo da escola sozinho, andando, e ouço a voz de Rodrigo me chamando. Quando ele chega perto de mim, ele diz baixo e com uma voz toda manhosa:
— E aí, Juninho, está a fim de ir lá em casa brincar hoje à tarde??
Eu respondo que sim e ele me leva até em casa de bicicleta, e fala que viria me buscar no mesmo horário. Eu falo que eu já sabia o caminho e iria até a casa dele, que não precisava me buscar. E quando foi umas 14: 30, eu cheguei na casa de Rodrigo e chamo ele. Ele me chamou para entrar, me deu suco, conversamos um tempo.
Até que ele manda eu sentar no sofá, já tira o pau duro e já vem enfiando na minha boca. E falou assim:
— Chupa o pau do seu macho, chupa. Agora você é a Juju e tem que dar conta do papai.
Eu abocanhei o pau dele e senti aquele gostinho de pau, e fiquei sugando como se fosse um picolé. Ele, percebendo que eu não sabia fazer o que ele queria, começou a mandar eu engolir e depois voltar até a cabeça do pau dele. Ele ficava enfiando e tirando até que eu peguei o jeito. Eu engolia e depois voltava chupando aquele pau gostoso. Dessa vez, quando eu senti o líquido saindo, somente continuei sugando o pau dele, engolindo tudinho. Lembro que Rodrigo ficava nas pontas dos pés, se contorcendo e dizendo:
— Está gostando de mamar rola, está, viadinho?? Gosta de chupar um pau?? Então agora vai aprender a tomar leite!!
E começou a tipo meter na minha boquinha. Lembro que o pau dele começou a pulsar na minha boca, ficando cada vez mais frequentes as pulsadas daquela rola quentinha e macia. Quando Rodrigo leva as mãos na minha nuca, segura forte e diz:
— Agora engole o leite do seu macho!
Eu não entendi e continuei chupando, quando sinto um jato quente e viscoso com um gosto muito amargo e nojento bem na garganta, e depois outro que encheu minha boca inteira, e, quando engoli, quase vomitei. Lembro que, enquanto eu fazia ânsia de vômito, Rodrigo ria enquanto ajeitava a roupa.
Lembro que aquele cheiro ficou impregnado em mim. Eu falei que era muito ruim.
Ele só ria. Depois de algumas horas jogando videogame, ele ainda me fez mamar ele outra vez e gozou quase nada na minha boquinha, e me mandou continuar chupando até limpar o pau dele todinho.
Eu não entendia ainda o que era aquilo, mas eu gostava de ser a mamãe do papai.
Lembro que ele me fez mamar ele umas seis vezes e me fazia engolir toda a porra por uns dois meses. E eu gostava. Mas, sempre que ele queria meter no meu cuzinho, eu negava e falava que não queria, porque machucava, e depois ficou doendo muito e saindo sangue. Mas ele sempre me convencia a mamar ele naquela conversa mansa.
Um dia, como já era comum, fui à casa para nossa brincadeira secreta. E ele trancou a casa toda, e nesse dia ele nem me deixou sentar no sofá. Ele ficou peladão na minha frente e começou a puxar minha roupa. Eu tentei negar, mas ele era bem maior e mais forte, e me deixou peladinho. Agarrou meu cabelo pela nuca já me pondo de joelhos em frente ao seu pau ainda meia-bomba. Eu, sem entender, falo:
— Por que tirou minha roupa, por que está fazendo isso?? Está machucando!!
Mas Rodrigo só fala:
— Cala a boca e mama a pica do seu macho, você tem que satisfazer o papai hoje!
E já foi enfiando o pau na minha boca. Eu somente aceitei e fiquei mamando aquele pau de bundinha empinada. Não demorou nem um minuto e Rodrigo tira o pau da minha boca e já vem se ajoelhando atrás de mim e dizendo:
— Agora vou arrombar minha putinha outra vez, vou gozar muito nesse cu. Está até mais redondinha depois que levou rola, olha!!
Eu falo que não queria, mas ele só deu um tapa forte na minha bunda e já foi encaixando aquele pau na entradinha do meu cuzinho, e parou com a cabeça bem na entradinha. Segurou minha cintura e me puxou contra seu corpo enquanto empurrava aquela rola toda de uma vez, me arrancando um gemido doloroso e um pedido:
— Tira, tira, está doendo, você enfiou tudo de uma vez!
Mas Rodrigo só ficou metendo e dizendo:
— Cala a boca e aguenta, porra. Vou arrombar esse cu hoje, seu viadinho, toma pau no cu! Está gostando de ser putinha??
Ele tirava o pau devagar e depois socava forte, que chegava a estalar a cintura dele na minha bunda, estocando doloroso o meu rabinho. Eu sentia aquele cacete quente me abrindo inteiro, e depois meu cuzinho apertando aquela piroca saindo.
Eu comecei a chorar, estava doendo muito e ele estava metendo muito forte, que chegava a me empurrar para a frente. Eu pedia:
— Ai, ai, ai! Rodrigo, você está me machucando, para, por favor!!
Mas Rodrigo só ria e empurrava ainda mais forte, e ainda puxava minha cintura, enfiando até o talo e dizendo:
— Para o caralho, vai levar porra no cu, viadinho da bunda gostosa!!
Ele deu umas quatro estocadas fortes e, em seguida, senti aquele jato quente bem lá no fundo e aquele cacete vibrando lá dentro, depois outro jato. O calor da porra no cuzinho aliviou a dor e, quando vi, estava de pau duro e babando. Ele tira o pau já mole e sinto aquela porra quente saindo do cuzinho e deslizando nas minhas pernas, enquanto sentia meu cuzinho ardido e frouxo, e aquela sensação de que faltava algo preenchendo o cuzinho por dentro.
Rodrigo pôs a roupa. Eu estava com o rosto cheio de lágrimas e o cuzinho ardido.
Não dissemos uma palavra e fui no banheiro, me limpei, saiu até uma linha de sangue na porra, e depois fui embora.
Eu estava confuso por que eu tinha gostado e por que ele tinha feito aquilo. Lembro que cheguei em casa e fui tomar banho, e, quando a água bateu no cuzinho, chorei muito de dor. Parecia dar choque, e meu cu já não era um buraquinho apertado, meu dedo entrava fácil, sem nem resistência.
Fiquei dolorido umas duas semanas. E depois disso, evitei Rodrigo e não falamos mais daquilo. Eu lembro que fiquei com algumas meninas, perdi o BV. E comecei a entender sobre sexo e descobri que, na verdade, havia sido enganado e enrabado por Rodrigo. Mas se passaram uns seis meses e Rodrigo saiu da escola nesse tempo.
Eu não me sentia atraído por homens e beijava algumas meninas. Com o tempo, fiquei muito atraído e com vontade de comer uma garota. Era comum alguns meninos conseguirem revistas e ficarmos tocando punheta vendo as mulheres, e, sempre que via uma mulher dando o cu, lembrava de Rodrigo.
E fiquei imaginando como seria comer um cu e ganhar uma mamada, já que só tinha sido a mamãe do papai na inocência, e na época as meninas não eram igual a agora e mal saíam de casa.
E foi nessa curiosidade de como seria meter em uma mulher que usei a tática que aprendi com Rodrigo em um amigo e arrebentei um cabacinho de um cuzinho, perdendo também minha virgindade, já que a do cuzinho Rodrigo já havia arrancado sem que eu soubesse. Rsrs.
Mas esse conto vou deixar para outra oportunidade. Espero que gostem, tentei escrever o máximo que ainda consigo lembrar dessa experiência que tive ainda novinho. Fui, até a próxima.

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