Sob o Sol e debaixo de chuva
- Temas: Amor, amizade, sexo, Sol, chuva, exibicionismo, voyeurismo
- Publicado em: 08/06/26
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- Autoria: Brafra
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À sombra de uma árvore grande, deitados dentro da nossa barraca, nós descansávamos, após o almoço, a fim de retornarmos às trilhas e visitarmos a cachoeira vista de manhã antes de transarmos em pé apoiados no tronco de uma árvore no meio da mata.
Charli vestiu um biquini rosa choque e eu uma sunga; nós continuamos de camisetas brancas, bermudas e tênis de caminhada. Colocamos toalhas em nossas mochilas e rumamos de volta à trilha principal antes que o clima ficasse muito nublado com perspectiva de chuva durante a tarde.
Os trilheiros aproveitavam o dia ensolarado, porém nuvens começavam a encobrir o Sol. Nós caminhamos adentrando na floresta com a intenção de fazer algo que gostamos demais: namorar - dessa vez dentro d'água.
Mesmo trajando roupas folgadas, as curvas tentadoras de Charli se destacavam em seu andar sedutor pelo caminho cheio de subidas e descidas. Eu já imaginava a loira boazuda de biquini dentro do pequeno lago fazendo amor comigo.
Ao chegarmos ao destino, havia mais gente ali do que pensávamos encontrar. Então, nós estendemos as duas toalhas em uma das margens do riacho, tiramos as camisetas e as bermudas, passamos bronzeador e sentamos à espera de diminuir o número de pessoas tomando banho no local.
Eu levei uma pequena geleira, dentro da mochila, com duas latas de cerveja cujas nós bebemos, lado a lado, conversando e trocando beijos apaixonados de línguas se buscando em nossas bocas ávidas por sexo.
As latas de cerveja esvaziaram, Charli tocava o meu rosto com a mão esquerda e a direita repousava em minha coxa; a minha mão esquerda passava pela sua costa e tocava o seu seio esquerdo e a direita deslizava na sua coxa direita. A excitação aumentava conforme aumentavam as nossas carícias íntimas.
O desejo de um pelo outro foi maior do que a possibilidade de sermos vistos transando em público. Nós deslocamos as toalhas para trás de alguns arbustos mais altos, debaixo de uma árvore que não encobria totalmente os raios solares sobre nossos corpos deitados juntos.
A loira deu um sorriso travesso e um risinho safado quando eu olhei o seu belo rosto cujo eu beijei e lambi descendo ao pescoço, ombros e busto. Eu movi o top do biquini deixando à mostra os seios pequenos que foram explorados pela minha boca.
A minha língua circulava as tetas durinhas dos seios pontiagudos, ela acariciava os meus cabelos e ficava com a pele arrepiada com as minhas lambidas e mordidas nos mamilos; Charli sussurou baixinho: - Frank, me come gostoso. Ela se abriu bastante me acomodando entre as suas pernas tonificadas.
A barriga reta também foi beijada e lambida por mim, em seguida eu afastei o biquini para o lado expondo a vagina tufada molhada aguardando ser devorada por minha boca sedenta. Eu passei a língua saboreando cada pedaço da xana depilada, o mel escorria da fenda estreita.
Os lábios vaginais foram abertos recebendo lambidas lentas alternadas com rápidas fazendo ela erguer os quadris em busca de gozar na minha boca. Eu massageava o clitóris com o dedo médio e bebia o néctar da sua flor pulsante.
As minhas mãos percorreram a xava rosada, dedos proporcionavam prazer à loira fogosa - o polegar esquerdo sobre o clitóris, o médio direito entrando e saindo da sua gruta lubrificada. O seu corpo claro estremeceu, ela gemia com o coração acelerado e a respiração mais densa.
Começou a chover enquanto Charli Simpson era comida e tinha um orgasmo intenso esguichando na minha boca com o corpo trêmulo de tesão. O seu líquido se misturou, na minha cara, à água da chuva, ela sorria de satisfação, suspirou forte e relaxou sob as gotas que caíam sobre nós dois.
A maioria dos frequentadores da cachoeira se dispersou, mas nós continuamos transando atrás dos arbustos, pois não tínhamos intenção de parar naquele momento. Eu baixei a sunga liberando o pênis ereto, coloquei a glande na entrada da xana sensível, meti devagar em minha musa.
Ela cruzou as pernas ao redor dos meus quadris, me abraçou, me puxou para ser penetrada cada vez mais mim. Charli tinha o prazer aumentado quando conduzia a nossa relação sexual; eu igualmente gostava desse comando prazeiroso a ambos.
Eu tirei o pênis inchado da vagina molhada e esfreguei no clitóris endurecido. Ela me disse: - Mete esse pau e me fode gostoso, safado! Não se incomodando se seria ouvida por trilheiros que procuravam abrigo do aguaceiro.
O pênis duro voltou à vagina pequena em estocadas firmes, em um vai e vem tocando o ponto G da loira que fechava os olhos, mordia os lábios para não gritar, arranhava a minha costa e se movimentava rumo ao seu gozo.
Os nossos órgãos sexuais pulsavam de tesão incontrolável anunciando orgasmos magníficos que se aproximavam cada vez em sensações maravilhosas que percorriam os corpos de dois amantes apaixonados.
A chuva continuava, Charli me abraçou forte com o corpo estremecendo em um orgasmo avassalador que me levou a jorrar esperma na vagina rosada e dar um demorado beijo de língua na sua boca apetitosa. Nós ficamos abraçados, molhados pela água das nuvens e por nossos líquidos do amor.
A cachoeira ficou praticamente deserta, contudo nós deixamos a transa dentro d'água em público para outra oportunidade porque a noite se aproximava e nós tínhamos que pegar a estrada debaixo de chuva.

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