Trilhando e transando

  • Temas: Amor, amizade, trilha, transa, sexo, exibicionismo, voyeurismo
  • Publicado em: 04/06/26
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  • Autoria: Brafra
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Private Muse

A experiência de ter sido amarrado na cama e comido pela Charli foi maravilhosa e ainda estava presente no nosso café da manhã de domingo através das nossas trocas de olhares e sorrisos cúmplices e apaixonados.


O nosso café da manhã tinha pão com linguiça, ovos mexidos, biscoitos com manteiga, suco natural de laranja e bananas; em seguida, nos preparamos para sair rumo às trilhas em uma grande área verde nos arredores da cidade.


A manhã estava ensolarada propícia para a nossa caminhada na mata. Eu fui dirigindo o carro da Charli que ainda na cidade começou a tocar o meu pênis; a resposta foi imediata, eu fiquei com tesão e procurei me concentrar no trânsito enquanto ela abria o ziper da bermuda colocando o membro duro para fora.


A loira travessa me deu um beijo carinhoso no rosto, me masturbou com as mãos macias passando um polegar na glande melada. Já estávamos fora da cidade quando ela abocanhou o pau salivando, beijou, engoliu fazendo um boquete maravilhoso.


Eu suspirei fundo, a boca seca, o coração acelerado, com os olhos fixos na estrada sentindo que eu não aguentaria até chegarmos à área das trilhas. Charli também sentia isso e intensificou a masturbação com a boca deliciosa. Eu mantive a mão esquerda no volante, a direita acariciava os cabelos loiros da musa boazuda.


A vontade de fechar os olhos surgiu, mas me mantive atento ao tráfego dos veículos ao nosso redor. Eu seguia na faixa de menor velocidade, suspirando conforme as chupadas da loira que ficava com os lábios melados de pré-sêmen. O meu pênis pulsou na boca carnuda lançando esperma em um orgasmo estremecedor.


Com os olhos brilhando e sorrindo de satisfação, Charli engoliu o sêmen e limpou o pênis com lambidas rápidas com quem ainda queria mais. Depois, ela pegou lenço de papel, terminou a limpeza, guardou o pênis na cueca, fechou o zíper da bermuda e me deu um beijo dessa vez de língua.


Com o meu corpo quase no estado normal, nós chegamos ao estacionamento do começo das trilhas. Nós namoramos um pouco antes de iniciarmos um dos percursos assinalados com placas que orientavam os praticantes a não se perderem na floresta, cachoeiras, riachos e locais para acampar.


Nós caminhamos até encontrar uma cachoeira com um casal namorando no pequeno lago que se formava abaixo da queda d'água. Provavelmente, os dois estavam transando o quê despertou em nós a vontade de fazer o mesmo.


As nossas roupas eram parecidas: camisetas brancas e calças compridas folgadas - eu trajava marrom e ela bege. Nós saímos da trilha à procura de lugar para transarmos sem ser vistos por outros trilheiros; as camisetas brancas não ajudavam nisso e achamos melhor ficar cercados de árvores com Charli apoiada em uma com tronco mais grosso que os demais.


Ela permaneceu de camiseta, a fim de proteger a costa da casca da árvore, baixou a calça até os tornozelos mostrando a calcinha de cetim vermelho com contornos pretos. Eu também permaneci de camiseta e baixei a calça de forma idêntica a ela. Nos abraçamos excitados em nossa primeira transa no meio da mata.


Os sons da floresta se misturavam àqueles dos nossos beijos, respirações e corpos ardentes sedentos de paixão. Charli passou os braços arranhando as minhas costas, eu apertei forte o bumbum redondo e macio. Os nossos desejos aumentavam acompanhando as nossas carícias íntimas ternas e selvagens.


O cheiro de mato parecia que despertava instintos mais profundos em ambos. Eu levei a cueca para as pernas para esfregar o pênis no cetim da calcinha deixando marcas de pré-sêmen que se juntavam às manchas do mel que escorria da vagina tufada. O roçado do meu membro ereto no clitóris proporcionava prazer a nós dois.


Ajoelhado diante da loira gostosona, beijei e cheirei a calcinha molhada que foi afastada para o lado a fim de eu explorar, com a minha língua percorrendo lentamente, a gruta apertada. Eu coloquei a palma da mão girando, com delicadeza, sobre o clitóris e o dedo médio seguiu ao encontro do ponto G.


Charli acariciava os meus cabelos, as suas pernas ficaram trêmulas durante eu buscar um orgasmo seu em minhas mãos e boca. Mel escorria pelo meu dedo que entrava e saía da vagina depilada arrancando gemidos, sussuros e frases de amor da minha linda rainha.


- Vai, safadinho, faz eu gozar na sua mão - ela sussurrou baixinho percebendo o gozo chegando em seu corpo curvílineo e tonificado. A loira deu um longo suspiro, relaxou, estremeceu e se arrepiou ao esguichar em minha cara. As suas mãos apertaram os meus cabelos acompanhando as vibrações da xana delicada.


Um ruído de passos foi emitido da vegetação ao entorno de nós, talvez algum animal ou trilheiros espiando o nossa relação sexual. Não vimos o causador do ruído, assim prosseguimos a nossa transa; eu me levantei, nos abraçamos e nos beijamos com as línguas se tocando.


Charli se virou de frente para o tronco da árvore ficando de costas para mim; ela afastou as pernas, curvou um pouco o tronco, ergueu a bunda macia, e esperou eu empurrar o pênis esfolado dentro da vagina molhada.


Com as mãos segurando Charli pela cintura, eu empurrei devagar o pênis na vagina sensível que se abria dando passagem ao membro inchado e molhado pela lubrificação da gruta úmida e quente.


- Me come gostoso, Frank! Me fode, amor! Ela balbuciou essas frases recebendo estocadas firmes na xana encharcada por nossos líquidos do prazer. Eu introduzi completamente o pênis e parei encostando a pélvis no bumbum arrebitado em cujo dei palmadas carinhosas avermelhando a pele clara.


Eu segurava o meu gozo dentro da xana estreita da loira deliciosa que jogava os quadris para trás a fim de continuarmos transando. Novo ruído veio do mato, dessa vez acompanhado de rumores de vozes, nos dando certeza que pessoas nos espiavam escondidos entre as árvores.


Isso nos excitou mais e prosseguimos fazendo amor; eu estoquei novamente a vagina pulsante com um vai e vem cadenciado dando muito prazer à minha parceira maravilhosa que contraía a xana no meu pau.


Nós tivemos uma descarga simultânea de gozo, prazer e êxtase fantásticos extraindo de nossas bocas gemidos, sussuros, suspiros e frases desconexas de paixão. Eu tapei a boca da Charli Simpson para ela não gritar alto ao sentir um orgasmo estupendo que estremeceu e arrepiou o seu corpo exuberante.


O meu esperma inundou a vagina apetitosa da loira saborosa; nós ficamos quietos, escorrados no tronco da árvore cuja foi nossa companheira e testemunhou um casal apaixonado fazendo amor - mais alguém testemunhou escondido na mata.


Charli se virou com os olhos brilhando e um sorriso travesso radiando felicidade; nos abraçamos, nos limpamos com lenços de papel da minha mochila, vestimos as calças e rumamos de volta ao estacionamento com o intuito de almoçarmos no pequeno restaurante existente ali.


No retorno, nós tomamos um caminho diferente sendo possível ver o casal que nos espiava escondido no mato; era o mesmo da cachoeira - talvez estivessem atrás de um lugar mais reservado para transar e acabaram nos vendo tendo relações sexuais.


Depois do almoço, nós descansaríamos em nossa barraca sob a sombra de uma grande árvore. À tarde, talvez nós retornássemos às trilhas a fim de visitar a cachoeira.


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