Comeram minha esposa, a sogra e uma tia. Foi assalto. - Cap. 2 de 4

  • Temas: grupal, jovens, coroas
  • Publicado em: 01/06/26
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  • Autoria: Dakeng
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Private Muse

No final do CAPÍTULO 1, a orgia na sala estava incrível. Todos ali em atividades, só eu olhando, mas já pensando que no dia seguinte ia colocar aqueles sofás na calçada para quem quisesse levar, pois as recordações deles eram muito tristes. Mas, com o pinto duro e com camisinha, esperando sobrar alguma coisa para mim, e com muita tristeza observando minha amada esposa com o "Perninha", a fez sentar no sofá, aproximou e deu aquele soberbo pinto para ela chupar, engoliu tudo, e fazia o vai e vem, o pinto entrava e saía, depois a levantou, ela abriu as pernas e ele guardou, beijava-a e deu um jeito de chupar seus peitinhos, a fez sentar novamente e deu a camisinha para ela colocar, foi até o "Jujuba", pegou o tubinho de lubrificante e deu para ela passar em seu pinto, depois a fez ficar de quatro na poltrona com a bundinha virada para ele e aí começou a passar gel em seu cuzinho que eu tanta adorava.


- Ela ia aguentar, pois pelo menos duas vezes na semana comia o cuzinho dela. Pediu para ela abrir as nádegas, pegou o pinto e colocou na entradinha, não foi maldoso, e foi enfiando aos poucos até entrar tudo, começou o entra e sai por um tempinho, mas parou, tirou a camisinha e de quatro como estava colocou em sua bucetinha, se movimentou para valer, Solange não aguentou por muito tempo, começou a rebolar, ganhou uns tapinhas naquela bunda gostosa e gozou gemendo satisfeita. "Perninha" não parou, continuou socando e quando foi gozar tirou e encheu as costas de minha amada de porra e ainda passou um pouco no cuzinho dela, ela olhou para mim e disse com os lábios: - Acabou amor, foi a última vez, daqui a pouco eles vão embora.


- Não, ainda não tinha terminado, no outro sofá estavam "Calabresa" e minha sogra, talvez só agora que a bebida estava fazendo efeito ou ele tinha dado azulzinho para ela, estava dando vexame, ela sempre pudica, sempre dando lições de comportamento para a filha e para mim, só que nesse momento se mostrava uma safada, a máscara caiu, estava alucinada, insana e delirante, toda jogada no sofá e "Calabresa" fazendo de tudo com ela, se beijavam, ele segurava os peitinhos dela e quando chegava na bucetinha daí é que ela se arreganhava toda e ficava se contorcendo de tesão.


- E não parava por aí, "Calabresa" se virou e ela caiu de boca com toda vontade naquele enorme pau, parecia uma profissional do sexo, engoliu o pau só sobrando o saco para fora, chupou, mamou, mas de repente para e chama a irmã: - Vem aqui Vera Lúcia. - E quando a tia chegou perto, ela disse: - Irmã, olha de perto o tamanho disso, veja a grossura, é maior que os vibradores que usamos em casa, só que é de nervo duro, é mais gostoso e faz maravilhas, pegue e chupe irmã, aproveite, não vai ter outra oportunidade dessa. Viu como é gostoso irmã, mas já está bom, deixe acabar o serviço com ele, tenho que aproveitar.


- Vem cá gostosa, agora é a hora do cuzinho, disse "Calabresa", pegue a camisinha e coloque nesse pinto que você está adorando. - A camisinha é do genro, vai ficar pequena em você. - Pegue o lubrificante e lambuze bem o "meninão", e eu vou passar nesse seu cuzinho gostoso. - De que jeito você quer, meu gostosão? - Fique de quatro, vai ser melhor. - Pode enfiar tudo, mas com jeitinho, aos poucos, mas não goze de jeito nenhum, quero que depois coloque na frente para eu gozar antes de você ir embora e capriche pois vai ser a última.


- Aos poucos a calabresa do "Calabresa" foi entrando, as vezes minha sogra gemia, ora reclamado, mas não deixava de falar para ele não gozar. Se via claramente aquele pinto entrando e saindo, mas conforme o desejo dela, ele parou, tirou a camisinha e jogou no chão, pediu para ela deitar que ia fazer ela gozar. - Espere um pouco, faça um favor para mim. - O que você quer? - Come um pouco minha irmã, ela também precisa ter esse pinto dentro dela. - Mas ela vai querer? - Vera Lúcia, venha aqui outra vez, deite na cama, eu quero que você dá para ele um pouco, você tem sentir esse pinto gostoso dentro de você para ficar de recordação.


- E Vera Lúcia deitou, abriu bem as pernas e disse: - Por favor, coloque com jeito, isso é grande e grosso. - Fique tranquila menina, você vai gostar. - Foi aí que a própria irmã, pegou o pinto de "Calabresa" e pincelava na rachinha da irmã, aos poucos o pinto entrou tudo, a tia de início sentiu dor, mas acostumou. Entrava e saía, ele ia chupando os peitinhos dela, depois de umas boas estocadas, a tia acabou gozando. - Você gozou irmã, gostou? - Claro que sim, estou até fatigada. - Agora é minha vez de gozar.


- Depois de você gozar, quero fazer uma coisa diferente com você, disse "Calabresa". - Claro que sim, pode fazer, faça tudo que você quiser, disse minha sogra. - Vou deitar, você vem por cima e cavalgue com força até eu gozar. - Minha sogra, cavalgava para valer, as vezes se inclinava e o beijava, outra hora dava os peitinhos para ele mamar, cavalgou... cavalgou... gemendo alto e gozou, e como gozou, e se recuperando extasiada disse: - É uma pena que você tem que ir embora, queria dar para você o resto da noite, mas o que você vai querer agora de diferente que eu faça. - Você logo vai saber, mas pega esse paninho aí, limpe sua bucetinha, está toda melecada, limpe também meu pinto.


- O que de diferente "Calabresa" queria? - Mas logo ele se movimentou, ficou com as costas encostadas na lateral do sofá, quase como se estivesse sentado, pediu que minha sogra ficasse de gatão, com a bunda empinada e começasse a chupar seu pinto. Depois de um tempinho "Calabresa" olhou para mim e disse: - Vem aqui Bonitinho, chegou sua vez, como você não deu trabalho e nem provocou confusão, mas, nesse momento minha sogra já desconfiou e disse: - Ah não, ele é meu genro, minha filha vai ficar vendo ele me comendo outra vez. - Você prometeu que faria qualquer coisa, disse "Calabresa" para minha sogra. - Está bom então, se é isso que você quer. - Vem Bonitinho, tire essa camisinha e comece a comer o cuzinho de sua sogra, já deixei ele bem aberto e com você ela nem vai sentir entrando.


- A bunda de minha sogra era bem gostosa mesmo, o pinto deslizava, e só para irritá-la dava umas palmadinhas, só que logo ela disse: - Está gostando, né moleque, mas olhe lá sua mulher gemendo com o pau do "Perninha" no rabo dela. - Estou ouvindo viu mamãe, deixe de ser fofoqueira, só estou dando para não apanhar, "Perninha" quer que eu fique gemendo, e a senhora bem sabe que tudo que faço dou um jeito de fazer bem feito para agradar, e tem mais, olhe a tia Vera Lúcia que também está gemendo no cacete do "Jujuba", e pelo jeito está adorando.


- Por causa do ambiente de tesão, vendo meu pau entrando e siando do cuzinho de minha sogra, acabei gozando e dando uma palmadinha naquela bunda deliciosa, tirei o pinto e estava saindo do sofá, quando "Calabresa" perguntou: - Por que você já parou? - Mas não fui eu que respondi e sim a sogra: - Esse moleque filho da puta gozou no meu rabo. - Então "Calabresa" disse: - Isso aqui ficou muito engraçado, quando nós, os bandidos, chegamos as mulheres ficaram desesperadas e chorando, só que agora estão dando e gozando, todas felizes, o genro gozou no rabão da sogra e a filha vendo, mas vem cá gostosona, chupe esse pinto que você está adorando e vai agora tomar leitinho. - Ali perto, via minha sogra chupar com gosto aquele enorme pau, "Calabresa" gozou, encheu a boca dela de porra, engoliu e continuou chupando, deixando o pinto dele limpinho, até a última gota.


- Uma coisa era certa, "Calabresa" era bem folgado. Chamou "Perninha" e "Jujuba" para se trocarem que estava na hora de ir embora, mas pediu que elas ficassem ainda peladas e disse: - Meninas, vocês foram muito boazinhas com nós e nada de mal fizemos com vocês, apenas as comemos, e pelo jeito gostaram, pois gemeram muito e gozaram para valer, então foi bom para todo mundo, antes de irmos embora queremos que nos sirvam aquele bolo e a champanhe, só para comemorar essa maravilhosa noite, e o whisky vamos levar embora.


- A safada da minha sogra fez questão em servi-lo, trouxe um pedação de bolo e a taça cheinha de champanhe, chamou a irmã para perto dela e falou: - "Calabresa", se você jurar que não vai nos assaltar, dou meu endereço para você me visitar e minha irmã pelo menos duas vezes por semana e ainda ganha PIX de presente. - Nesse momento, minha tia falou: - Se der certo, leve o "Perninha" também, adorei ver aquele pinto gostoso dele comendo minha sobrinha. - É um excelente convite, mas quem sabe em outra oportunidade, podemos quando sentir saudades fazer outra visita para vocês.


- Já são quatro horas da madrugada, vocês continuam pelados, vou pegar os celulares, façam o portão abrir com o controle, vamos sair e antes do portão fechar vou jogar os celulares, não queremos eles, pode dar problemas depois. Não machucamos ninguém, só os cuzinhos e as bucetinhas, vocês foram legais. O portão abriu, saíram e antes do portão automático descer, eles jogaram os celulares. Já com o portão fechado, mesmo pelado fui até lá pegá-los. Quando voltei as três ainda estavam peladas na maior discussão, uma acusando a outa, principalmente mãe e filha.


- A discussão acalmou e foram para o banheiro, e acabei entrando também, minha sogra me viu e já foi dizendo: - O que você está fazendo aqui, não está vendo que estamos peladas. - Mãe, não comece implicar com Fabrício, até agora mesmo ele estava nos vendo peladas e dando, temos que superar. - Mas, olhe aí, ele está ainda com o pinto duro. - Claro né mãe, está com três mulheres peladas. - Mas estou com muita raiva dele, nas duas vezes que ele me comeu, acabou falando que eu era uma sogra muito gostosa. - Mãe, ele foi obrigado a fazer, senão ia apanhar, imagine minha situação, eu vendo meu marido comendo minha mãe.


- A senhora estava muito escandalosa dando para o "Calabresa", ficava fora de si, falava alto para todos escutarem o seu tesão, fez até a coitadinha da titia chupar o pau dele e enfiar aquele pinto grande na bucetinha dela, a senhora só deu vexame. - Não me venha dar lição de moral menina, você pensa que não vi e ouvi você gemendo no pau do "Perninha", estava gostando, né? - Ele que pedia para gemer porque dava mais tesão, a tia também gemeu e gozou no cacete do "Jujuba", e só foi você e a titia que deu para dois, "Calabresa e Fabrício comeram as duas. - Vamos parar com essas acusações uma a outra, senão nós vamos acabar brigando.


- Nem se importando com as tias, Solange pegou meu pinto e começou a lavá-lo e disse: - Vamos para o quarto querido, você deve ter sofrido muito vendo tudo que o "Perninha" fez comigo, compreendo a sua situação, tanto é que se você quiser pegar outra menina, nem posso achar ruim, até se for com minha mãe outra vez. - Só para irritar, disse: - Ah não querida, sua mãe já comi duas vezes hoje, já enjoei, ela já é idosa, não pode ser a titia que é mais novinha, bonita e gostosa? - Se a titia deixar, não me importo, fica tudo em família. - Idosa teu rabo moleque, o "Calabresa" disse que sou muito gostosa, melhor que muitas novinhas. - Vamos dormir um pouco, estou acabada e tenho que estar no consultório às oito e trinta, para atender três clientes, nem vou fazer café de manhã, tomo na lanchonete, e você Fabrício quando acordar faça o café para elas. Hoje querido, pelo que aconteceu, não vou te dar, mas amanhã você pode fazer o que quiser comigo, de tudo mesmo, temos que conversar muito e superar o drama que passamos.


- Quando acordei, fui ao banheiro, depois na cozinha e comecei a preparar um café da manhã especial para minha sogra e a tia. Procurei caprichar, como não sabia do que gostavam, fiz café, leite, pão com manteiga, outros com queijo e presunto, pedacinhos de mamão, banana e maçã. Fui ao quarto delas, acendi a luz, estavam só de calcinhas e se assustaram um pouco, e a sogra já foi falando: - O que está acontecendo, não está vendo que estamos quase peladas? - Calma minha sogra, ontem te vi peladinha, não se lembra que te peguei também, deixe de ser ranzinza, se ajeitem aí que vou trazer o café da manhã. - Por que está só de cueca, e só de nos ver desse jeito, já está com o pinto quase duro.


- Pare de ser implicante Leonor, o menino vai trazer café da manhã para nós, quem já fez isso por você, achei isso maravilhoso e adorei. - Cheguei com uma grande bandeja e disse: - Se ajeitem meninas e espero que gostem, procurei caprichar para vocês. - Você é um menino de ouro, minha sobrinha tem muita sorte, chegue aqui perto, quero lhe dar um beijo pela sua bondade de fazer isso para nós, sente aqui, fica com nós, vamos conversando e saboreando esse café delicioso. Agradeça ele também Leonor, deixe de ser ingrata. - Sou implicante sim, olha a cueca dele, já está com o pau duro vendo nós.


- Mas Leonor, deixe de ser boba querendo dar uma de puritana, essa noite ele até comeu seu rabo e ele me viu sendo comida pelo "Jujuba" e não estou me queixando. - Por falar nisso tia, posso falar uma coisa? - Claro que sim sobrinho, qualquer coisa. - Sabe tia, eu estava vendo "Jujuba" te comendo lá no sofá, no momento que sentiu que ia gozar, gemeu, fechou os olhos, depois do gozo abriu os olhos, estavam brilhantes e seu lábios com um sorrisinho de felicidade, achei tão bonito isso. - Sabe Fabrício, depois de tanto tempo sem gozar com um pinto, juro que foi maravilhoso, fiquei molinha, acho que até mexeu com minha pressão. - Que bonito tia, tem vez que Solange goza desse jeito, fica até se tremendo toda, mostra que a gozada foi sensacional.


- Sabe tia, na confusão dessa noite na sala, não deu para perceber alguns detalhes, mas agora ao lado da senhora e da sogra, estou percebendo que apesar de já terem uma certa idade, tem uns corpos mais bonitos que muitas meninas, olha a pele lisinha, sem celulite e estrias. Posso sentir sua pele, tia? - Claro que sim sobrinho. - Aí coloquei minha mão em suas coxas para sentir, e comecei a acariciar do joelho até quase perto onde estava a calcinha e disse: - Sua pele é bem bonita mesmo, e esses seios tia, ainda estão bem erguidos e durinhos, posso apalpá-los? - Pelo café da manhã, pode sim menino. - São firmes mesmo, uma tentação, deliciosos. - Fabrício, peça para sua sogra deixar você fazer o que está fazendo comigo, senão ela vai ficar com ciúmes, ela tem muita inveja de mim, pois sou mais nova, bonita e mais gostosa do que ela. - Uma ova que tenho inveja de você. - Vai menino, acaricie ela e vai ver que minha pele é mais suave do que a dela.


- Não sei porque titia, ela não gosta de mim. - Seja ousado menino, leve a mão e passe nas coxas dela, ela só está fazendo cu doce. - Com receio dela achar ruim, mas levei a mão e comecei a acariciar, e ela disse: - Está gostando né safado, agora diga para sua tia quem tem a pele mais bonita e lisinha. - A da tia é muito suave, mas a sua é mais, viu sogrinha e sua coxas são mais grossas. Com isso ela relaxou, minhas mãos percorriam sua coxas, aproveitei e já comecei também pegar em seus peitinhos, voltei para as coxas e fui mais atrevido, ela estava com as pernas um pouco abertas e quando minha mão subiu pela coxa, na altura da sua grutinha, pela lateral de sua calcinha, enfiei dois dedos e comecei a passar em sua rachinha, já estava meladinha, com isso abriu um pouco mais as pernas, cheguei no grelinho e estava durinho e gosmento.


- Viu sobrinho, ela só estava se fazendo de difícil porque é o genro dela, a safada já está louquinha para dar, olha o tesão que ela está, o biquinho dos peitos estão durinhos, aproveita e chupe eles, essa velha tarada vai gostar, ela está com tesão pelo genro, já deu duas vezes e quer dar de novo. - Cala a boca Vera Lúcia, foi você que o incentivou a fazer isso. - Aproveitei a situação, tornei a pegar em seus peitinhos, cheguei mais perto e acabei por chupar um deles, e nessa situação, fui na calcinha dela e com uma das mãos fui abaixando sua calcinha e ela levantou a bunda para facilitar, com isso dava para ver claramente sua bucetinha e já enfiei dois dedos, enquanto mamava os seios fazia os dois dedos entrar e sair, ficamos nessa situação por um tempo, ela começou a suspirar, gemeu e gozou, acabamos nos beijando. E foi nesse momento que a tia disse: - Que vergonha hein irmã, nessa idade e é muito esperta, se aproveitando do marido da própria filha, pondo chifre na filha, gozando com o genro. - Cala a boca Vera Lúcia, não enche o saco, vamos levantar, tomar banho e ir embora, e o que aconteceu é tudo culpa sua. - Culpa minha, por que? - Você deixou deixou ele passar as mãos em suas coxas e nos peitos, e depois incentivou ele fazer comigo. - Olhe aí Leonor, o menino está com o pinto duríssimo, super excitado, vamos lá para o banheiro, lá você dá para ele ou bate uma punheta para aliviar o coitado do genro.


No CAPÍTULO 3, ali no banheiro, minha esperança é que a sogra ia deixar pegar ela novamente ou só para bater uma punheta, mas uma certeza eu tinha, iria dar banho nas duas. Brevemente o 3.o capítulo e muitas coisas ainda vão acontecer.


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