Entre pais e filhas

  • Temas: Pais, filhas, swing, anal, DP
  • Publicado em: 29/05/26
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  • Autoria: new_lorde
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Private Muse

Mesmo sendo adolescente, de boba eu não tinha nada, era evidente que a relação entre meus pais não ia nada bem e eu tinha certeza que a culpa era da minha mãe. O tempo não se revelou como o melhor remédio e eles se separaram. Com situação financeira bem resolvida, meu pai comprou outro apartamento e se mudou, fiquei morando com minha mãe e não deu outra, poucos dias depois ela me apresenta seu macho, o Anderson, dez anos mais novo. Alguns meses depois ele veio morar com a gente e com o passar do tempo quis impor controle sobre mim e não aceitei.


Na minha festa de dezoito anos, meu pai estava presente e falei com ele:

- Pai, você está sozinho ou arranjou algum rabo de saia?

Ele sorriu e falou que tinha um casinho ou outro, mas nada sério, por isso eu pedi:

- Posso ir morar com você, não suporto esse macho da mamãe.

Ele me abraçou e falou que eu seria muito bem-vinda. No final da festa mesmo eu chamei minha mãe de lado e comuniquei a ela minha decisão. Para nenhum espanto meu, ela disse que se esse era meu desejo, não faria objeção alguma. Na mesma semana fui morar com meu pai.


Armando, meu pai, é um homem bonito, com alguns cabelos grisalhos nos seus quarenta e sete anos, frequentador de academia, hábitos saudáveis de vida e alimentação. Ele acabou me levando a participar desse seu estilo e passei a me sentir muito melhor, tanto que eu me achava meio gordinha, perdi uns quilos e estou me achando bem gostosa agora. Sou ruiva, com algumas sardas, seios pequenos e minha bunda ficou bem legal depois que comecei a malhar. Minha autoestima melhorou muito, pois passei a ser mais admirada e os assédios aumentaram, até meu pai atestou:

- Filha, que mudança depois que veio morar comigo.


Quem também notou a diferença foi a Heloísa, amiga que fiz aqui no prédio e mora no andar debaixo ao nosso, ela comentou:

- Amiga, até meu pai comentou a sua transformação.

A Heloísa tem vinte e cinco anos e mora com seu pai, o Júlio, um cinquentão viúvo há cinco anos, um pouco magro, mas de uma simpatia cativante. Nossa amizade foi se estreitando cada vez mais, até o momento em que, vez por outra, passei a dormir na casa dela e foi aí que pude perceber o nível de liberdade que acontece, ela anda nua perto do pai com a maior naturalidade.


Por mais liberdade que eu tenha com meu pai, sexo nunca foi tabu entre nós, ficar pelada diante dele, ou vê-lo pelado, nunca aconteceu, por isso comentei com ele:

- Pai, sabe que a Helô – como chamo minha amiga – fica pelada na frente do pai e também o vê pelado!

- Qual o problema filha, acho até natural que isso possa ocorrer entre pais e filhas.

Meu pai tem a cabeça feita, por isso o admiro tanto:

- Sei lá – eu falei – será que isso não gera uma situação de maior intimidade entre eles?

Meu pai me abraçou carinhosamente e falou:

- Se rolar meu bem, eles são adultos, ninguém tem nada a ver com isso.


As palavras do meu pai não saíram da minha cabeça, por isso perguntei para a minha amiga:

- Helô, desculpa a minha curiosidade, mas vejo que você fica pelada na frente do seu pai, entra no banheiro quando ele está no banho.

Ela sorriu delicadamente e falou:

- Qual o problema amiga, estamos dentro de casa, isso sempre foi normal desde quando eu era criança.

Meio que gaguejando eu insisti no assunto:

- Mas isso não gera nenhuma reação entre vocês?


Ela sorriu, olhou para mim por uns instantes e falou:

- Confio em você amiga, por isso vou revelar um segredo, meus pais sempre tiveram uma vida sexual ativa e depois que a mamãe faleceu, meu pai entrou em depressão, sabia que ele sentia falta de sexo e como sempre tive atração por ele, criei um clima e acabamos transando.

Fiquei boquiaberta, mesmo suspeitando que isso estivesse acontecendo. Vendo minha reação ela disse:

- Fica tranquila amiga, amo de paixão dar para o meu pai e ele adora me comer, sem neuras.


Ela falou com tanta naturalidade que me senti confortável em perguntar:

- Fazem de tudo?

- Tudo que um casal pode fazer, muito oral, vaginal e anal.

- Ele come seu cuzinho?

- Com certeza, adoro dar a bunda.

Mesmo abismada, confesso que ouvir minha amiga contar acabei ficando excitada e instintivamente pensei no meu pai, porque será? A partir desse dia, eu não via hora de ficar a sós com minha amiga e ela me contava em detalhes tudo o que fazia com o pai, não tinha como evitar, minha buceta sempre ficava melada.


Pensei em contar para o meu pai, mas ela me disse que era um segredo, não queria perder sua confiança. Certo dia, depois de mais uma sessão de revelações ela pergunta:

- Já viu um casal transando ao vivo, assim, de pertinho?

- Nunca.

- Tem vontade?

- A ideia me excita.

- Quer ver eu e meu pai transando?

Tapei minha boca aberta com a mão e falei:

- Ficou maluca?

- Nem um pouco, já falei com meu pai e ele adorou a ideia.


Perdi a respiração, mas a proposta era tentadora e meu coração disparou. Ela percebeu e falou:

- Vou lá para o quarto do meu pai, espera um pouco e depois vai até lá.

Esperei, na dúvida se devia ir ou sair dali correndo, mas a curiosidade foi maior, fui até o quarto. A porta estava aberta, a Helô deitada e seu pai entre as suas pernas, chupando a filha. Minha amiga olhou para mim sorrindo, ao mesmo tempo em que gemia sussurrando ao pai:

- Isso paizinho, chupa gostoso a buceta da sua filha putinha.


Pouco depois a Helô pede para o pai ficar deitado e quando ele o faz olha direto nos meus olhos e sorri, um sorriso sacana, cheio de segundas intenções. Olho para o seu pau ereto e grande, muito maior do que eu já tinha visto e sentido dos garotos da minha idade. Olhando para mim a Helô abocanha o cacete do pai e começa a mamar. Beija, lambe e suga a glande, para em seguida começar a engolir o pau e o faz por completo, até sumir todinho dentro da sua boca goela abaixo, que habilidade.


Depois de muito chupar o pai ela fica de quatro e diz:

- Vem paizinho, mostra para a Aline como você me come gostoso.

Ela empina a bunda, afasta as pernas e se expõe toda ao pai, que encosta a rola e começa a penetração. Ele soca forte, bate na bunda da filha até ela começar a ficar vermelha. Minha amiga uivava de tanto prazer. O quarto cheirava a sexo, minha buceta melada pulsava de tanto tesão e quase gozei quando os dois chegaram ao ápice do prazer. Eu precisava me aliviar, por isso saí correndo dali e fui para casa, entrei no banheiro e gozei três vezes, quase que seguidas e em todas elas pensando no meu pai.


Depois disso vi outras vezes a Helô trepando com o pai e isso fez com que cada vez mais eu pensasse no meu. Eu não tinha a coragem da Helô que criou o clima com o pai, mas passei e ficar mais atrevida, circulando em casa com roupas mais curtas e transparentes, meu pai notou e comentou:

- Filha, com certeza você faz sucesso com os garotos da sua idade.

- Eles são bobos pai, não sabem valorizar e tratar direito uma mulher, só querem meter e gozar logo – falei quase que sem pensar.

- O tempo vai mostrar que eles estão errados filha.


Era um sábado, depois que jantamos eu fui tomar banho, vesti um fio dental, uma camisolinha curta, transparente e fui para a sala assistir TV. Meu pai foi tomar banho em seguida e voltou vestindo apenas o calção curto do pijama. Ele chega por trás, coloca as mãos nos meus ombros e pergunta o que estava passando de bom. Falei que nem estava prestando atenção, mas que iria amar uma massagem já que meus ombros estavam doloridos, mentira é claro. Ele desliga a TV, fala para mim deitar de bruços e eu o fiz, sem me preocupar com a camisolinha curta, com certeza minha bunda ficou toda exposta e o fio dental aparecendo.


Ele sentou ao meu lado e começou a massagear meus ombros. Suas mãos firmes começaram a deixar meu corpo relaxado. Correu as mãos pelas costas e chegou bem perto da minha bunda, mas não se atreveu a toca-la. Minha respiração era ofegante e sentia que a dele também. Ele volta para os ombros, pescoço, pressiona a nuca e pergunta baixinho:

- Já descobriu se a sua amiga Heloísa transa com o pai?

Meu corpo tremeu por inteiro, era o segredo dela:

- Me perdoa pai, mas não quero perder a confiança dela – eu disse sem olhar para ele.

Ele apertou um pouco mais meu pescoço e falou ao meu ouvido:

- Nem precisa filha, acabou de confessar que sim, mas sei guardar segredo.


Ele beija meu pescoço e fala ao pé do meu ouvido:

- Qual sua opinião sobre isso?

- Não sei bem ao certo, um tanto estranho, mas ao mesmo tempo excitante.

Nisso me virei ficando de frente para o meu pai, olhei para o pijama e seu pau duro era visível. Meu tesão era insano, por isso não me contive:

- Vou te contar mais um segredo, já vi os dois transando algumas vezes.

A excitação do meu pai também era visível e gaguejando ele falou:

- Ficou com vontade de fazer igual a ela?


Vendo minha inquietação e receio, ele segura minha mão e a leva até o seu pau. Totalmente dominada pelo desejo, eu seguro sua rola ainda sob o fino tecido do pijama, olho para ele e digo:

- Todas as vezes voltei para casa e me masturbei imaginando você me comendo.

Ele beija minha boca e retribuo com intensidade, nossas línguas se devoravam. Ele me pega no colo e vamos para o seu quarto. Me deita de costas na cama, tira minha camisolinha e em seguida a calcinha, fico nua na sua frente. Ele devora meu corpo com seus olhos famintos. Deita entre as minhas pernas e começa a chupar minha bucetinha melada. Sinto sua língua invadindo fundo a minha intimidade.


Puxo sua cabeça contra meu corpo, queria gozar assim na primeira vez:

- Vai paizinho, me chupa gostoso, faz eu gozar na sua boca.

Muito experiente ele me chupa, suga meu grelinho, enfia os dedos na buceta e gira, como se estivesse me fodendo, isso foi insuportável, eu gozei forte, com meu corpo tremendo todo, mas o tesão querendo mais:

- Agora me fode pai, mete gostoso na minha buceta.

Seu pau grosso começa a dilatar a entrada da minha xana e vai entrando forçado, fazendo com que eu me sinta completamente preenchida, sensação que nunca tive antes.


Eu estava fora de mim:

- Vai paizinho, soca forte, quero gozar na sua pica.

Ele atende meu desejo e mete com força, me levando ao delírio máximo e gozei. Ele não parou e falou que também ia gozar:

- Pode gozar dentro paizinho, não tem problema.

Logo sinto os jatos de porra inundando meu interior. Ficamos ali largados e saciados por um sexo proibido, dormimos de conchinha. Acordamos cedo e durante o dia transamos mais três vezes, estávamos com fome um do outro.


Como não podia deixar de ser, assim que possível contei a novidade para a Helô e ela quis saber os detalhes, como ela nunca escondeu nada de mim, fiz o mesmo, mas ela quis saber mais:

- Ele comeu seu cuzinho também?

- Ainda não, mas não vou negar, estou com vontade de liberar para ele.

Meu pai e o da Helô não tinham a mesma amizade que nós duas, vez por outra eles conversavam, mas agora que ambos sabiam dos relacionamentos, eles ficaram mais íntimos e sei que conversavam a respeito. Os encontros entre nós quatro se tornaram constantes, quase todo final de semana nos reuníamos para comer fora, ou até mesmo uma pizza em casa.


Estávamos conversando só eu e a Helô, quando do nada ela me solta essa:

- Sabe Aline, eu acho seu pai muito atraente, o que pensa em relação ao meu?

Eu nunca havia olhado para o pai dela com outras intenções, mas aquele clima todo de sacanagem estava mexendo com a minha cabeça, por isso não deixei de responder:

- A simpatia do seu pai é cativante, sempre gostei de ver como ele transa com você.

- Pois é – ela disse – você já teve esse privilégio, mas eu nunca vi seu pai te comendo.

Abracei minha amiga, beijei seu rosto e entendi muito bem onde ela queria chegar:

- Não seja por isso, agora que nossos pais já sabem de tudo, acho que podemos dar um jeito.


Ela sorriu feliz e pensamos num plano para isso acontecer. Foi numa sexta-feira, pizza aqui em casa, regada com um bom vinho, o que nos deixou mais alegrinhos. Mais tarde, com tudo arrumado, eu e ela fomos para meu quarto, enquanto nossos pais ficaram na sala conversando, com certeza falando sobre suas filhas deliciosas. Eu e a Helô vestimos camisolinhas ousadas, transparentes e voltamos para a sala, o objetivo era excitar nossos pais. Ao nos verem os dois abriram os braços e fomos sentar nos seus colos. O pai da Helô falou:

- Armando meu amigo, somos abençoados por ter a filha que temos, não concorda?


Meu pai me beijou no rosto e falou que ele tinha toda razão e comentou:

- Mas você Júlio, tem um privilégio a mais que eu, minha filha já viu você comendo a Helô.

O pai da Helô deu um sorriso sacana e falou:

- Por isso não, estamos todos aqui e me parece que essas duas putinhas estão com fogo na periquita.

Nisso a Helô beija a boca do pai com sofreguidão, não deixo por menos e também beijo meu pai, o clima estava criado. Com o tesão tomando conta de todos, fomos nos livrando das roupas e logo estávamos os quatro pelados. Ao ver a Helô peladinha, meu pai falou ao meu ouvido:

- Caralho, a sua amiga é bem gostosa também hein.


Olhei para a Helô e não pude deixar de concordar com meu pai, ela tem um corpo perfeito e para incitar ainda mais meu pai eu falei:

- Sabe que ela acha você bem atraente?

Olhamos para ela junto ao pai e ele mamava nas tetas dela. Meu pai beija minha boca, aperta minha bunda e quis saber:

- E você, o que acha do pai dela?

Não me esquivei da pergunta e falei que gostava do jeito que ele comia a filha. O safado do meu pai sai com essa:

- Tem vontade de dar para ele?


Confesso que essa ideia já havia passado pela minha cabeça, mas será que minha amiga aceitaria isso. Dei uma piscadinha para meu pai e em seguida olhei para a minha amiga. Ela me encarou com um sorriso maroto e aproveitei para fazer um gesto propondo uma troca. Mais que depressa ela se levantou, veio na minha direção, pegou na minha mão e me abraçou. Confesso que o contato do seu corpo nu junto ao meu causou um frisson, mas ela logo falou:

- Queridos papais, hoje vamos fazer algo diferente, um vai comer a filha do outro, se quiserem é claro – ela disse sorrindo.


Era evidente que os dois também queriam isso e não fizeram nenhum gesto de discordância. Colocamos os dois sentados lado a lado, ajoelhamos entre suas pernas e uma começou a chupar o cacete do pai da outra. Nós duas trocávamos olhares enquanto nos dedicávamos ao ato da felação e não havia o menor sinal de pudor ou desconforto, muito pelo contrário, eu estava excitadíssima com aquela situação e tenho certeza que o mesmo ocorria com a minha amiga. Nossos pais gemiam de prazer, enquanto forçavam nossas cabeças, como se estivessem fodendo nossas bocas, eu engasgava, mas a Helô engolia a pica toda do meu pai.


Depois de algum tempo chupando aquelas duas rolas deliciosas, nós fomos deitadas e agora tínhamos nossas bucetas devoradas pelos machos tesudos. A Língua do Júlio invadia profundamente meu interior e a forma como ele passou a sugar meu grelo foi alucinante. Fechei minhas coxas em torna da sua cabeça e pedi:

- Chupa forte que eu quero gozar na sua boca.

E ele chupou, ao mesmo tempo em que meteu um dedo no meu cu até então intocado e eu gostei, foi o suficiente para atingir um orgasmo violento. Enquanto eu vivenciava o estertor do meu prazer, a Helô também chegou ao seu na boca do meu pai.


Eles se deitaram ao nosso lado e ficamos trocando carícias, com tanta naturalidade como se aquela intimidade fosse coisa de muito tempo. Eles não gozaram, por isso seus cacetes estavam duros e pulsantes e foi aí que a Helô falou para o seu pai:

- Paizinho, você sabe qual é a minha vontade, não sabe?

- Claro que sei filha e acho que hoje podemos dar um jeito.

Eu e meu pai ficamos só esperando para saber qual é a vontade da Helô e ela falou:

- Morro de vontade de fazer dupla penetração, nunca tivemos coragem de buscar alguém para isso, mas hoje é diferente, vocês são nossos cúmplices.


Eu já tinha visto a Helô dando a bunda e fiquei impressionada de como ela gosta, mas agora ver uma DP, seria o máximo, por isso eu falei:

- Vou adorar ver isso, mas quem vai comer seu cuzinho?

Ela olhou para o pai e disse:

- Paizinho não me leve a mal, mas você come sempre, deixa o Armando me enrabar.

- Claro filha, sem problema algum.

O pai dela deitou, ela cavalgou na piroca, empinou a bunda e pediu:

- Vem Armando, soca a rola no meu rabo.


Para minha surpresa, meu pai, antes de meter, lambeu bem suas pregas, deixou tudo bem melado e só então encostou a cabeça da rola e forçou a entrada. O rabo da minha amiga foi engolindo o cacete sem dificuldade alguma, logo meu pai estava todo dentro dela. Os três sincronizaram os movimentos e eu podia ver de pertinho as rolas entrando e saindo da minha amiga, imagino o prazer que ela estava sentindo e externou isso:

- Ai meu Deus que coisa boa isso, fodam com força, quero ficar arrombada caralho.

Era o sanduiche perfeito e quando ela anunciou que ia gozar, os dois aceleraram os movimentos e quase que num mesmo instante eles gozaram com ela.


Eu por minha vez me acabei na siririca. Os três ficaram engatados até os cacetes irem saindo lentamente de dentro dela, escorria porra pela buceta e pelo cu. Mesmo com as pernas bambas a Helô falou que precisava de um banho e os dois foram juntos. Pouco depois eles voltam revigorados. Ficamos ali conversando amenidades quando o Júlio perguntou para mim:

- E você Aline, também gosta de dar a bunda?

- Nunca dei Júlio e se quer saber, hoje você foi o primeiro a desbravar minhas pregas com seu dedo ousado – eu disse sorrindo.


Ele se vira para o meu pai e pergunta:

- Porque nunca tentou comer o cu da sua filha?

- Porra Júlio, só faz alguns dias que estamos metendo, tudo tem seu tempo.

- E desejo – disse a Helô – como eu sempre gostei de liberar o brioco, desde o começo eu pedi para meu pai meter ali.

Aquela conversa estava me apavorando, vai que eles decidam romper minhas pregas, acho que ainda não estou preparada para isso.


Vendo que eu estava apreensiva, a Helô falou:

- Não fique preocupada amiga, vou te ensinar como fazer para não sentir dor, apenas prazer, vou dar um plug de presente para você.

Todos rimos da professora na arte de dar o cu. Acontece que essa conversa reanimou nossos desejos, os cacetes já pulsavam de novo e o Júlio me puxou para junto dele dizendo:

- Agora é minha vez de comer você.

Depois de muitos beijos e chupadas, ele me comeu no clássico mamãe-papai e senti todo o seu vigor dentro de mim. Ao lado meu pai comia a Helô.


Foi uma sessão de sexo gemido e sussurrado a quatro bocas, com o tesão alimentado pelo ruído gostoso e molhado das rolas entrando e saindo das nossas bucetas. Não foi preciso muito para gozarmos. Depois desse dia quase todo final de semana ficamos os quatro juntos e o troca-troca acontece de todas as formas, até a DP eu passei a fazer, graças às aulas que a Helô me deu, ajudada pelo plug, com o qual aprendi a relaxar a musculatura do cuzinho. A moral da história é que estamos muito felizes, até quando vai durar, só o tempo dirá.


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