Sou corno do meu cunhadinho Parte 1

  • Temas: Amor, corno, incesto, traição, esposa depravada
  • Publicado em: 26/05/26
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  • Autoria: paulomarcos
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Private Muse


Vou lhes contar um segredo, que não revelei antes, por medo de maiores represálias. Depois de alguns casamentos fracassados, casei novamente, aos 40 anos, com Sandra, uma jovem de apenas 21, que tinha um irmão, Gustavo, agora com cerca de quinze anos, que vivia no Rio de Janeiro com ela, pois os pais, muito humildes, moravam em Minas Gerais. Eles haviam mandado os filhos para que estudassem aqui, pois onde moravam não havia faculdade. Para encurtar a história, eu sou professor e me apaixonei por uma aluna, essa menina provinciana. Depois de um breve namoro, ela consentiu em casar comigo, acho que mais por necessidade material do que por amor.


Pois bem, Sandra mudou-se de Quintino, longínquo subúrbio onde vivia com o irmão, para minha casa na Tijuca. No começo, tudo correu às mil maravilhas. Sandra era uma esposa dedicada e atenciosa, embora um pouco fria comigo na cama, mas atribuí tal comportamento a sua criação numa pequena cidade do interior, conservadora e puritana. Minha relação com Gustavo era boa, mas não íntima.


Apesar da sua timidez no leito conjugal, Sandra me surpreendeu ao andar normalmente pela casa e realizar os afazeres domésticos apenas de calcinha fio-dental, toda enfiada na bunda (a propósito, Sandra tem uma bela bundinha), e um minúsculo sutiã, mesmo com o irmão presente. Havia dias que, ao acordar, ia despertar Gustavo no quarto ao lado do nosso, vestindo uma calcinha, com os seios completamente desnudos. E eu sabia que seu irmão, que já era grandinho, tinha o hábito de dormir completamente pelado. Comecei a estranhar aquela intimidade escandalosa entre os irmãos, e um belo dia, ao chegar em casa mais cedo, surpreendi Sandra numa atitude suspeita. Quando abri a porta do apartamento, meio de surpresa, vi uma cena que me deixou com dúvidas: minha mulher estava meio inclinada no sofá da sala, junto com o seu irmão, e eles estavam vendo a novela das seis da Globo. Vi os dois de costas, pois o sofá fica no meio da sala, voltado para a porta da cozinha. Quando entrei, ao que me pareceu, eles levaram um susto, pois minha mulher endireitou-se no sofá, e eu acho que o Gustavo suspendeu a cueca. Minha esposa estava meio descabelada, e o meu cunhadinho, como sempre, de cueca Zorba e camiseta regata. Não sei se foi impressão minha, mas ficaram meio assustados comigo, e procuraram disfarçar. O Gustavo logo foi para o quarto. Eu, depois, no banheiro, comecei a pensar na cena: acho que a puta da Sandra estava chupando o pau dele. Não tenho certeza, mas, apesar de contrariado, esse pensamento foi tão intenso que comecei a bater uma punheta!


Será que a Sandra está me botando chifre com o irmão? Será eles que têm um caso? E por que eu bati uma punheta pensando nisso? Será que gostaria de ser corno?


Acho que tenho tesão em imaginar a Sandra transando com o meu cunhadinho! Isso é normal? Muitos homens sentem tesão em ver a mulher transando com outro homem. Muitas vezes, na frente deles!


Acho que tenho de conversar com a Sandra e dizer que quero saber a verdade. Talvez, quem sabe, eu permita que ela faça isso, pois eu sinto tesão. (Depois, talvez eu possa participar também, quem sabe?)


Acho que essas coisas têm que acontecer naturalmente, e se ela não topar, não vou forçar a barra. Mas, pedir para minha mulher transar com o irmão, não sei não. É certo a gente querer ver a nossa esposa sendo fodida por outro pau, chupando outro pau? E do próprio irmão, é incesto! Isso não é fetiche de corno manso? Uma coisa é eu imaginar isso e bater uma, outra é ir às vias de fato. Será que eu suportaria vê-la sendo enrabada? E, ainda, o que ela vai pensar de mim? E o que o Gustavo, apesar da pouca idade, vai pensar? E se a família ficar sabendo? São tantas as dúvidas...


Bem, vou ser sincero. Acho que eu gostei bastante de imaginar que o meu cunhadinho transa com minha esposa. Mas não tenho ainda é coragem de vê-la trepando com ele. Na verdade, acho que já sou corno em pensamento...


Ocorreu, na semana passada, outro fato que me deixou com raiva e ao mesmo tempo com muito tesão, vê se pode! Como contei, tenho observado minha mulher e o Gustavo (que continua a andar pela casa todo à vontade, com a sunga enfiada na bunda) muito silenciosos depois do flagra que eu dei.


Aliás, diga-se de passagem, o meu cunhadinho tem uma bela bundinha! Além disso, a tal sunguinha revela o seu pauzão! Chega a me dar água na boca! Bem, o fato é que já desconfiava de que os dois, o meu cunhado e a Sandra, estavam me traindo, quando eu saía de casa. Quando cheguei numa certa segunda-feira, vi tudo muito silencioso. Fui até o meu quarto, e parado na porta flagrei os dois: ela estava agachada, aos pés da cama, chupando o pau dele! Tomei um baita susto, e fiquei sem saber o que fazer! Recuperei o sangue frio e, pegando meu celular, bati duas fotos. Depois, fui para a sala. Não sei ainda o que fazer com essas fotos. Devo mostrar para minha mulher, e exigir explicações? Ou mostro para ele, o safado?


Finalmente. Tomei uma decisão. Chamei minha esposa para uma conversa particular. Revelei a ela minhas desconfianças, e ameacei:


Se ela não me contasse toda a verdade, eu enviaria as fotos para a sua família em Minas! Sandra negou, a princípio, mas, como eu insistisse, alto e bom som, ela derramou-se num choro convulso e depois, enxugando as lágrimas, e muito nervosa resolveu me contar a verdade dos fatos e como tudo começara. Eis abaixo o seu relato, tal como me foi contado pela própria:


“Eu tinha uns 19 anos, não era mais virgem, e Gustavo, 12 para 13 anos. Eu, ainda muito nova, sentia falta de sexo, sempre gostei muito, e para me aliviar me masturbava todas as noites. Usava os dedos, depois introduzia um frasco de desodorante (Rexona), colocava um preservativo, e enfiava na boceta! Gozava, mas, às vezes, ficava machucada. Em nossa casa, em Minas Gerais, como meus pais estavam sempre ausentes, trabalhando numa fazenda próxima, ficava nua na frente de meu único irmão, pois ele era ainda muito novinho. Dormia nua, e ainda gosto de fazer isso. Numa noite, eu estava me masturbando, quase gozando, quando Gustavo veio para o quarto e me flagrou com o frasco de desodorante enfiado na boceta. Parei e ele me perguntou por que eu estava fazendo aquilo. Fiquei com muita vergonha na hora, e expliquei para ele. O mais legal foi que ele me pediu para eu continuar e ele ficar observando, tudo curiosidade de garoto.


Respirei fundo e comecei a me masturbar com meu irmão observando tudo do meu lado, e logo sua pequena pica ficou dura. Depois, ele pediu para ele mesmo enfiar o frasco na minha boceta. Deixei e gozei com meu irmão me masturbando, foi muito gostoso! Depois que gozei, ele deitou do meu lado com a pica dura, do tamanho de um dedo indicador. Perguntei se ele queria um carinho no pau, ele apenas balançou a cabeça em sinal de positivo. Então, segurei com apenas três dedos e comecei a fazer leves movimentos. Em poucos minutos, ele já estava gemendo e soltando um líquido transparente, eram as primeiras gozadas dele! Quase gozei de novo! Depois disso, todas as noites e até mesmo de dia, eu batia uma punheta nele. Quando ele fez 13 anos, eu dei uma chupada em sua pica, mas ele não gozou dentro da minha boca, e gostava de minha mão macia. Tomava banho com ele junto e batia punheta! Depois, passei a chupar sua pica. Eu amava aquilo, era gostoso demais! Tirei o cabacinho dele.


Depois da primeira relação sexual com ele, conversei bastante com Gustavo e ele soube guardar segredo, e em troca lhe dou muito prazer!!! NÃO SINTO CULPA, E SIM PRAZER!!!!


Pois bem, como já disse, conversamos muito, tive que explicar a ele que tudo tinha que ficar em segredo. Eu o masturbava, ele presenciava eu me masturbando, sem penetração, era gostoso, eu e ele gozávamos muito.


Tive que explicar que aquilo não seria para sempre, pois ele teria que namorar com meninas e construir uma família. Meu irmão um dia me disse que queria muito que eu tivesse um filho dele. Achei legal, mas, fiz ver a ele que aquilo era impossível, um absurdo!


Que bom que você entende, Paulo, é a única pessoa a quem contei essa história da transa com meu irmão. O fato é que, depois desses episódios, aconteceu de nós começarmos a enfiar nossos dedos nos cus um do outro, para ver a sensação! E daí, a ‘coisa’ foi rolando...”


- Talvez para você não fosse tão difícil masturbar-se e masturbar seu irmão, pois você é irmã mais velha, e tem autoridade moral sobre ele – falei, contendo o espanto e interrompendo seu relato.


Sandra prosseguiu com a sua incrível e depravada narrativa:


“É verdade que então eu já havia avançado um pouco mais nas bolinações com meu irmão (depois dou mais detalhes), fiquei muito confusa, sem saber se o que fazíamos era certo ou errado. A conselho de uma amiga, fui procurar uma cartomante. Pois bem, expliquei pra mulher a questão que me afligia e o que me reservava o futuro. Senti-me muito mal, ao expor o caso, pois a cartomante começou a ler as cartas do baralho e me explicou que as cartas diziam que se tratava de uma PERVERSÃO, que o meu desejo por ele era uma sombra aterradora em meu destino. O fato é que saí da consulta muito disposta a abandonar essa prática incestuosa, mas... Não consegui! O desejo por meu irmão era mais forte que tudo! Oh! Paulo querido, perdão! Perdão! (E aí Sandra começou a chorar!), e não adiantavam cartomantes ou teorias assim ou assado, queria dar minha bunda e boceta para ele! Mas, sofri muito, tinha muitas dúvidas.


Eu ficava noites acordada, mas não tirava essa ideia da cabeça. E um dia, quando cheguei em casa, à noite, vi meu irmão nu, com o pinto duro, me chamando para deitar junto dele, eu deixei o tesão falar mais alto. E hoje em dia, estou sentindo tesão por outros homens, antes não sentia. (Sandra fez uma pausa na narrativa.)


Em outra ocasião, ele entrou no banheiro, havia esquecido a porta aberta, e ele me flagrou tomando banho e me masturbando furiosamente com os dedos. E ele tocou uma punheta bem na minha frente, me encarando despudoradamente e rindo!


Pode me perguntar mais, Paulo. (Eu permaneci em silêncio, só meneando a cabeça tristemente, afundado em meus pensamentos frente àquela narrativa escabrosa.)


Eu gosto de dar a bundinha, sim, ainda hoje acho que eu gosto mais desse jeito do que na xota. Foi assim, ele, o Gustavo, em primeiro lugar tirou o cabacinho do meu cuzinho.


Como você sabe, meu querido Paulo, eu amo ficar nua dentro de casa! Neste momento em que te falo, gostaria de estar nua, de vez em quando, como você deve ter notado, passo o dedo na boceta para ela ficar bem molhada, e quando estou confessando minhas faltas para você, vou acabar me masturbando e gozando bem gostoso.”


E de fato, leitores e leitoras, Sandra começou a se tocar lá embaixo, vocês sabem bem onde... E eu confesso, já estava de pau bem duro dentro das calças. Minha esposa prosseguiu, agora mais empolgada.


“A propósito, fiquei ‘viajando’ na ideia de ver meu irmão me enrabando, na sua frente, e também eu trepando com você. Fiquei imaginando que isso poderia acontecer conosco, e eu obedeceria às suas ordens, se você quisesse, eu faria qualquer coisa com você, deixaria você me enrabar, coisa que nunca você fez em mim, chuparia o pau de vocês e tudo que desejassem. Seria uma espécie de escrava de vocês... Mas, isso é só fantasia, né?


Eu e meu irmão conversamos muito. Ele sabe que não é correto comer a irmã, mas eu aceito, eu gosto, não sinto culpa, só sinto prazer nessa transgressão.


Gustavo é meu favorito, Paulo, entre todos os namorados que tive antes de te conhecer, faço o anal com a sua pica grossa e dura!


Adoro lamber o pau torto dele!! Gustavo ama me comer quase todos os dias e me enche de leite.


Ontem mesmo, ele tirou minha roupa e chupou muito minha boceta! Ele tem muita porra, e gozei duas vezes, aí ele colocou a pica na entrada da minha boceta, te confesso, Paulo, que me senti novamente virgem! Gozei muito, até ele gozar dentro de mim. Nossa, Paulo, o garoto tem muito sêmen, acho que dá pra encher uma xícara de café!!! Foi muito gostoso. Você, querido, não estava sabendo de nada”.


Nossa, leitores e leitoras, será que Sandra não estaria fantasiando? Vou continuar a conversa com minha esposa, e dizer pra ela que eu tenho tesão em querer vê-la transando com seu irmão! Isso é normal? Muitos homens sentem tesão em ver a mulher amada transando com outro homem. Muitas vezes, na frente deles!


Tenho que conversar mais com ela e dizer que permito que ela faça isso, e que eu tenho tesão. Depois, se eles quiserem, posso participar também. Fiquei com vontade de experimentar o pau do Gustavo, pau de garoto novo, cheirando a leite!


Vou fazer com que tudo aconteça naturalmente, e se ela não topar, não vou forçar a barra. Vou tentar manter um diálogo com minha esposa.





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