Gozando na teleconferência da empresa
- Temas: Amor, amizade, paixão, teleconferência, sexo oral, exibicionismo
- Publicado em: 22/05/26
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- Autoria: Brafra
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A noite de sexta-feira continuava chuvosa. Eu e Charli saímos debaixo da cobertura da lanchonete agarrados, com a única sombrinha que estávamos usando, e rumamos de volta ao seu apartamento em cujo eu não permaneci devido os meus pais me esperarem para jantarmos juntos.
Nós queríamos sequenciar a transa que tivemos debaixo da cobertura da lanchonete, mas eu não podia me atrasar ao compromisso em família. Então, nós combinamos tomar café da manhã juntos, no dia seguinte, no seu apartamento, assim prolongaríamos a pegação da sexta-feira.
No sábado, de manhã cedo, eu estava no apartamento da Charli a fim de começarmos o dia fazendo amor. Após o café da manhã, nós fomos para a sala de jantar; ela trajava uma camiseta azul marinho que revelava, ao sentar no estofado, a calcinha verde claro de cetim com renda branca.
A loira recebeu um telefonema do diretor da empresa, aonde ela trabalhava, que haveria uma teleconferência, imprevista, às 10:00 horas da manhã. Ela foi arrumar o cabelo loiro com as pontas rosas, a maquiagem e vestir uma camisa branca; eu acompanhei a sua rápida e pequena transformação na sua suíte - a visão dela somente de calcinha me deixou com muito tesão.
Charli arrumou a camisa branca que vestia, a única peça de roupa além da calcinha que se colava a ela como uma segunda pele, enquanto se sentava à mesa do escritório cuja janela dava para o pátio entre os blocos do condomínio.
A luz da manhã entrava pela janela do apartamento no térreo, deixando o ambiente claro. Qualquer pessoa que caminhasse entre os prédios podia olhar diretamente para dentro. Ela sabia disso; mesmo assim, deixou a janela aberta.
Ela já estava na chamada de vídeo quando sentiu o primeiro frio no estômago.
— Bom dia, equipe — disse ela, com a voz suave e profissional, o leve sorriso que sempre usava nas reuniões de trabalho.
Eu fiquei observando da porta do escritório desde quando ela entrou no ambiente rebolando suavemente o bumbum empinado, redondo e macio. Ela sentiu o meu olhar no balanço de seus quadris, na forma como a camisa mal cobria a curva da sua bunda. Desde cedo eu a olhava assim — quieto, faminto, perdidamente apaixonado pela ideia de possuí-la. Ela sabia disso.
Charli estava na mesa de trabalho home office, virou-se e deixou o seu olhar permanecer em mim por tempo suficiente. Um sorriso travesso. Um leve inclinar da cabeça. O tipo de olhar que dizia: "Eu sei o que você quer e eu estou querendo também".
Agora ela estava na câmera da cintura para cima, sorrindo educadamente para o seu chefe e três colegas enquanto suas coxas nuas se apertavam sob a mesa. Ela não percebeu a minha intenção ao me aproximar fora do ângulo da câmera do notebook. Então, a loira me sentiu.
A minha mão direita deslizou lentamente pela parte interna de sua perna, com ternura, porém firme. A respiração de Charli falhou um instante, mas ela manteve o rosto composto, concordando para algo que seu chefe dizia sobre metas trimestrais.
A minha mão continuou subindo, as pontas dos meus dedos percorrendo a pele sensível atrás do joelho, depois mais alto, roçando a borda de renda da calcinha verde claro. As suas coxas se abriram levemente, quase contra sua vontade. A minha respiração tocava a parte interna de sua coxa, lenta e reverente, como se eu estivesse saboreando o momento com o qual estava desejando. Eu dei um único beijo demorado na pele macia logo acima da renda. Os dedos de Charli se apertaram na borda da mesa.
— …e Charli, como estamos em relação aos novos projetos da campanha? — perguntou seu chefe.
Ela sorriu docemente para a câmera.
— Estão ficando lindos. Na verdade, tenho algum material que posso compartilhar agora, se quiserem.
Debaixo da mesa, eu coloquei dois dedos na calcinha dela e, lentamente, puxei para baixo pelas suas coxas. Ela ergueu os quadris apenas o suficiente para me ajudar, sem desviar o olhar da câmera. A calcinha deslizou pelas pernas dela e se acumulou em torno dos tornozelos. O ar fresco tocou sua vagina agora nua, já molhada e latejante.
Eu suspirei, quase com reverência, enquanto a olhava. Então a minha boca estava na vagina molhada sem pressa. Eu comecei com um beijo carinhoso no topo de sua fenda apertada, os meus lábios roçando seu clitóris inchado. As pálpebras de Charli tremeram por uma fração de segundo antes que ela se controlasse. Ela continuou falando, com a voz firme e profissional: — Acho que a paleta de cores que escolhemos realmente captura a nova direção da marca.
A minha língua traçou uma linha lenta e molhada pela vagina dela, provando-a. Eu gemi baixinho contra a xana — um som grave, faminto — e a vibração fez as coxas da loira tremerem. Eu a lambi novamente, mais fundo dessa vez, abrindo-a com a língua antes de circular seu clitóris com movimentos lentos. A mão livre de Charli deslizou para baixo da mesa e encontrou o meu cabelo; ela não me afastou. A loira gostosa enfiou os dedos entre os meus cabelos e os segurou.
Eu realizava o meu desejo. Lambidas longas e lentas da entrada até o clitóris, depois uma chupada suave que fez Charli morder o interior da boca para permanecer em silêncio. A cada poucos segundos eu recuava apenas o suficiente para beijar a parte interna de sua coxa, sussurrando o mais suave “delícia, Charli” contra sua pele, antes de mergulhar novamente.
O seu chefe ainda falava. Alguém riu de uma piada. Charli concordava e sorria nos momentos certos enquanto, debaixo da mesa, eu a devorava como se ela fosse a única coisa que importava no mundo.
Eu deslizei cuidadosamente um dedo para dentro dela — devagar, ela estava tão apertada — empurrando-o profundamente com a ajuda da excitação molhada dela. Eu curvei o dedo para cima, acariciando o ponto G enquanto a minha língua lambia mais rápido o clitóris molhado. Os sons eram baixos, mas obscenos. Ela conseguia ouvi-los. Perguntava-se se alguém na chamada conseguia perceber o menor vacilo em sua respiração.
Os seus quadris começaram a se mover contra o meu rosto em pequenos movimentos desesperados. Ela tentou ficar imóvel; não conseguiu.
— Charli, você está bem? — perguntou um colega. — Você parece um pouco corada.
Ela riu baixinho, o som um pouco ofegante.
— Está um pouco quente aqui. Desculpe. Continuem, estou ouvindo.
Debaixo da mesa, eu sorri contra sua vagina e intensifiquei a chupada. Eu suguei o clitóris entre os lábios e vibrei com o gemido, a sensação atravessando diretamente o centro dela. O meu dedo entrava e saía em um ritmo constante, curvando-se, acariciando, provocando. A pressão cresceu rápido, enrolando-se quente e apertada na barriga da linda loira.
Ela já sabia que ia gozar. Na câmera. No meio de uma reunião de trabalho. Com as janelas totalmente abertas para um dos pátios do condomínio. O pensamento a fez girar.
Eu notei conseguindo sentir a vagina se contraindo em uma tentativa desesperada de prolongar o momento, mas a vagina molhada já tremia ao redor de meu dedo e eu podia sentir o quanto ela estava mais molhada. Eu não diminui o ritmo. Lambi, suguei e a fodi com o dedo em um ritmo perfeito, dando exatamente o que ela precisava.
Os nós dos dedos de Charli ficaram brancos na borda da mesa. As suas coxas começaram a tremer. Ela gozou com força.
O orgasmo percorreu seu corpo como fogo líquido — profundo, latejante, interminável. Ela se contraiu ao redor do meu dedo na xana, os quadris se debatendo contra a minha boca enquanto ela mordia com força o seu lábio inferior para não gemer. Os seus olhos azuis se fecharam por dois segundos antes que ela os forçasse a abrir novamente, sorrindo para a câmera como se nada no mundo estivesse acontecendo. Mesmo assim, um gemidinho suave e quebrado escapou dela. Ela torceu para que o microfone não tivesse captado.
Eu continuei lambendo durante os tremores, devagar e carinhoso agora, como se estivesse saboreando cada gota dela. Quando o tremor finalmente diminuiu, eu pressionei um último beijo reverente em seu clitóris sensível, depois deslizei cuidadosamente a calcinha de volta pelas pernas dela. Charli soltou o ar tremendo e estendeu a mão para acariciar o meu cabelo mais uma vez em um silencioso “obrigada”.
Na tela, ela ainda sorria aquele mesmo sorrisinho profissional.
— Ótimas atualizações, pessoal — disse ela, com a voz apenas um pouco mais rouca que o normal. — Amanhã, enviarei os projetos finais até o final do dia.
A chamada terminou alguns minutos depois.
Quando a luz vermelha da câmera apagou, Charli desabou na cadeira, o peito arfando. Eu olhei para ela, entre suas coxas abertas. Eu saí debaixo da mesa, os lábios brilhantes, os olhos escuros de desejo e algo mais suave — algo parecido com admiração.
— Você é a minha musa — eu sussurrei.
Charli sorriu para mim, devagar, maliciosa e satisfeita, o mesmo sorriso travesso que havia dado a mim naquela manhã. Ela estendeu a mão e passou o polegar sobre o meu lábio inferior molhado.
— Ótimo — murmurou ela. — Porque ainda estamos longe de terminar.
Do lado de fora, o sol do manhã entrava pela janela aberta. As pessoas no pátio pareciam estar olhando a forma como a cabeça dela havia tombado para trás no final, a forma como suas coxas haviam tremido. E Charli Simpson torceu para que tivessem visto cada momento.

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