O casal me convidou

  • Temas: Casal, liberais, anal, leitinho, cumplicidade
  • Publicado em: 06/05/26
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  • Autoria: new_lorde
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Mudei para uma cidade do interior aqui de São Paulo. Cansei da violência da capital, da insegurança com a qual todos convivem diariamente e do medo como circulamos pelas ruas, independente da hora que for. Aqui no interior, não que seja isento ocorrências, existem sim, mas como é costume dizer, ladrão de galinha. A sensação de segurança é total, os carros andam com os vidros abertos, nas ruas, mulheres com suas bolsas e é comum ver as pessoas falando ao celular.


Outro fato curioso, ainda relacionado a esta questão de segurança, é comum nos finais das tardes, ver pessoas sentadas à calçada, conversando naturalmente, sem preocupação alguma. Essa visão me remete à minha infância, quando isso era comum. Próximo de casa tem um bar onde invariavelmente, todos os sábados à tarde, os homens jogam truco na calçada, claro que as loirinhas geladas não faltam.


Mais um detalhe que chama a atenção, é comum as pessoas, em trânsito pelas calçadas, se cumprimentarem, demonstrando serem cordiais. Enfim, voltar a morar numa cidade grande, jamais. Um exemplo dessa cordialidade que falei aconteceu comigo recentemente. Tenho o hábito de fazer caminhadas e como aqui na cidade o calor é uma constante, costumo fazer isso no final da tarde. Temos um parque bem arborizado e com uma longa pista para caminhar com tranquilidade e é ali que costumo ir.


Dia desses estava caminhando e como já passei dos sessenta, controlo bem o ritmo e notei que um casal fazia o mesmo, pois aparentavam estar na mesma faixa etária que a minha. Na primeira vez que nos cruzamos ambos me cumprimentaram sorrindo e eu, educadamente retribuí a gentileza. Em todos os outros cruzamentos que tivemos, eu observei que eles faziam algum comentário e sorriam. No parque funciona uma espécie de lanchonete, onde nos refrescamos e repomos a água que perdemos com o suor. Eu estava sentado num dos locais permitidos, quando vejo o casal se aproximando. Foram até o balcão e pediram duas águas.


Ao me ver, o casal se aproximou e foi a mulher quem teve a iniciativa:

- Podemos sentar com você?

- Com certeza, fiquem à vontade.

- Mais à vontade só seu eu tirar a roupa – ela disse sorrindo.

Confesso que a ideia não era nada ruim, só o local que não permitiria tal ousadia. Nisso o homem falou:

- Não liga, minha esposa é sempre assim divertida, vai logo falando o que lhe vem à cabeça, muito prazer, meu nome é Elísio e esta é minha esposa Marlene.


Cumprimentei os dois e falei:

- O prazer é todo meu, Levi, ao vosso dispor.

Fiquei sabendo que eles também são relativamente novos na cidade, coisa de dois anos, empresários na capital. Cansados de correria do dia-a-dia, deixaram os dois filhos no comando da empresa e eles ficaram como conselheiros. Vão para a capital uma ou duas vezes por mês, apenas o suficiente para darem o suporte necessário aos filhos e sempre retornam no mesmo dia.


Falei que eu não tenho uma vida muito diferente, pois ainda atuo como consultor. Muitas das minhas recomendações são possíveis de serem dadas e acompanhadas via online, sendo que vez ou outra demanda alguma viagem. Falávamos da tranquilidade e segurança que é morar numa cidade do interior e a Marlene faz um comentário:

- Isso é verdade, mas sinto falta da noite lá na capital, muito mais opções, inclusive as liberais.

Nesse instante piscou o sinal amarelo de atenção: opções liberais, o que ela quis dizer com isso, eu precisava saber.


Concordei com ela quanto as opções e fui direto:

- O que você chama de opções liberais?

Ela olhou para o marido como se estivesse pedindo permissão em dizer, ele sorriu e falou:

- Já que começou, termina.

- Sabe o que é Levi, sempre gostamos da noite, cinemas, teatros, boates liberais – ela disse.

Meu olhar intrigante foi o suficiente para ela continuar:

- Isso mesmo que deve estar pensando, boates de striptease, sexo ao vivo, clubes para casais liberais.


Eu sorri satisfeito, afinal eu estava diante de um casal liberal e o assunto interessou:

- Nesse sentido dou toda a razão para você Marlene, aqui não temos mesmo, aliás, casais liberais até deve ter, mas com certeza tudo muito bem fechado.

Nisso foi o Elísio que deu continuidade:

- É verdade, ainda não conhecemos nenhum aqui na cidade, mantemos contato apenas com os nossos conhecidos lá da capital que vez por outra nos visitam.

A Marlene que me olhava com uma certa insistência quis saber:

- E você Levi, liberal ou tradicional?


Já que estávamos no momento de revelações eu não menti:

- Liberal minha querida, muito liberal.

O casal trocou um olhar de cumplicidade e o Elísio falou:

- Que bom Levi, já estávamos quase desistindo de encontrar alguém que pense como nós aqui na cidade.

A Marlene estava curiosa:

- Você é casado Levi?

- Divorciado, mas tenho uma namorada.


Agora foi o Elísio que perguntou:

- Ela é liberal também?

- Ela ainda apresenta uma certa resistência, mas estou certo que vou convence-la.

- Ela ficaria com ciúmes se você for sozinho tomar um vinho lá em casa – perguntou a Marlene.

- De jeito nenhum, desde o princípio eu disse do que gostava e não mudaria, ela concordou assim mesmo em ser minha namorada.

Mais uma vez o casal trocou olhares cúmplices e o Elísio sentenciou me olhando:

- Vamos lá em casa para terminarmos essa conversa regada a um bom vinho?

- Convite aceito – eu falei – mas preciso passar em casa para tomar um banho e trocar de roupa.


O Elísio sorriu e disse:

- Somos parecidos, toma banho lá em casa e você coloca uma roupa minha.

Concordei e fomos para a casa deles, num condomínio fechado com lotes grandes. De porte imponente, a residência é esmerada em detalhes de muito bom gosto, tanto na construção quanto na decoração, parabenizei o casal por isso. O Elísio me levou até o quarto de hóspedes e falou que eu ficasse à vontade para o banho, ele traria a roupa e deixaria sobre a cama. Ao sair do banheiro, vejo sobre a cama um robe curto, de cetim ou tecido parecido, muito leve, próprio para o calor que fazia. Como era a única peça disponível, eu a vesti sem cueca mesmo, já que a minha estava bem molhada de suor.


Fui para a sala e fiquei admirando os objetos da decoração. Estava absorto quando ouço o Elísio dizer:

- A danada da decoradora me cobrou uma grana lascada, mas o resultado final ficou muito bom não acha?

- Bom nada, ficou excelente.

Ele também vestia um robe semelhante ao meu. Foi até a adega, escolheu o vinho, abriu e serviu duas taças, comentei que faltava uma e ele disse que a serviria quando a Marlene estivesse conosco:

- Você sabe como é mulher, nós vestimos uma roupa e estamos prontos, elas sempre têm algo a mais a fazer.


Ele ergueu a taça para o brinde e disse:

- Às pessoas liberais.

- E que tenham muito prazer – eu completei.

Ele sorriu e fomos sentar no confortável sofá e ele disse:

- Vou contar um segredo, você é a primeira pessoa aqui da cidade que trazemos à nossa casa.

- E mal nos conhecemos – eu falei.

- É verdade, mas a Marlene tem um sexto sentido que nunca falha e ela me disse: pode convidar que ele é do bem.

- Fico grato pela confiança e esteja certo que não vou decepciona-los.


Eu já esperava uma abordagem mais direta e acho até que esse era o motivo da Marlene estar demorando mais para se juntar a nós:

- O quanto você é liberal Levi – ele perguntou.

Era evidente que o casal tinha um casamento aberto e como eu já tivera outras experiências com casais falei:

- O suficiente para dar e receber prazer de um casal.

Ele sorriu e sua expressão era de total alívio:

- Você é um homem inteligente e já percebeu que eu e a Marlene temos um casamento aberto.


Ergui minha taça e falei:

- Claro que percebi, até mesmo porque já tive outras experiências com casais e foram maravilhosas.

Parece até que a Marlene ouvia atrás da porta, pois nesse instante ela entra na sala, linda, vestindo um robe longo, vermelho e completamente transparente, deixando ver por baixo um conjunto de lingerie também vermelho, a cinta liga que prendia as meias 7/8 também vermelhas e nos pés sandálias também vermelhas, ela estava divina. Seu marido se apressa em servir uma taça para ela e completa as nossas. Agora é ela quem levanta o brinde:

- Ao que nós gostamos.


Não pude evitar e meu pau começou a dar sinal de vida diante de tanta formosura e, estando sem cueca, tive que disfarçar como pude com a aquele robe pequeno, concluí que a escolha dele fora proposital. Eles então contaram que há dez anos resolveram abrir o casamento, na verdade muito pela influência de um casal amigo. Desde então gostaram desse estilo liberal e nunca mais pararam. Se relacionam com casais e também fazem ménage com homens e mulheres. Da minha parte eu falei sobre o passado e de como vinha tentando trazer a minha namorada também para esse estilo, nisso a Marlene falou:

- Qualquer dia traga ela para nos conhecer, eu também relutei no início, mas hoje não quero outra vida.


Eu já não conseguia mais esconder minha ereção, então deixei que o robe mostrasse isso. A Marlene pediu que eu sentasse perto dela e dessa maneira ela ficou entre mim e o Elísio. Ela beija o marido e fala:

- Viu como o pau do Levi está duro?

- Claro meu bem, que tal você fazer uns carinhos nele?

Ela não respondeu, apenas se ajoelha entre as minhas pernas, com leveza solta o laço que prendia o robe e o abre, meu pau surge duro e empinado, já vertendo o melzinho do prazer.


Ela olha para o marido, dá um sorriso safado e ouve ele dizer:

- Vai logo amor, sei o quanto está com vontade de mamar nessa pica bonita.

Ela segura minha rola como se fosse um troféu, acaricia, vira de um lado para outro, dá um leve aperto e não resiste, começa a lamber na base do meu saco e sobe até a cabeça e a engole. O Elísio acaricia os cabelos da esposa e diz:

- Isso amor, chupa gostoso, mostra para ele o quanto você é boa nisso.


Ela engole o quanto consegue minha rola, a chupeta é molhada, do jeito que eu gosto. Olhando para o marido ela tira o pau da boca, bate com ele no seu rosto e resmunga:

- Hum que delícia amor, o pau dele é gostoso demais.

O Elísio acaricia o rosto da esposa e geme para ela:

- Adoro vê-la com uma rola na boca meu amor, chupa gostoso.

Que casal maravilhoso, eu estava me sentindo completamente à vontade, sem nenhum medo do que pudesse fazer ou falar:

- Sua mulher parece uma profissional chupando.


Ele olha para mim, sorri e diz:

- Não viu nada ainda, espera quando estiver metendo com você.

Mais uma vez a Marlene tira meu pau da boca e fala para o marido:

- Vamos lá na nossa cama.

Chegamos no quarto já pelados, a Marlene deitou de costas na cama e falou para mim:

- Sabe chupar buceta bem gostoso?

- Me diga depois.

Deitei entre suas pernas, beijei suas coxas e fui lambendo em direção à sua racha.


Dei uma lambida em toda a extensão e ela gemeu. Seu grelinho duro saltava um pouco para fora dos grandes lábios, suguei-o com um pouco mais de intensidade e ela delirou:

- Caralho amor, ele sabe como tratar uma buceta.

O Elísio se posiciona próximo à cabeça da esposa e pede:

- Que bom amor, sei o quanto você gosta disso, então me chupa também.

Ela começa a chupar o pau do marido e os nossos gemidos tomam conta do quarto. O cheiro de sexo só nos excitava ainda mais. A buceta da Marlene chegava a escorrer, de tanto tesão que ela sentia, minha cara estava toda melada.


Depois de algum tempo assim ela diz para o marido:

- Você sabe do que eu gosto né?

Ele olha para mim e diz:

- Ela gosta de ficar chupando dois paus ao mesmo tempo.

Eu e ele ficamos de pé, bem próximos, ela de joelhos na nossa frente, segurou os dois paus e começou a chupar. Metia um na boca e chupava, tirava e ia para o outro pau. Encostou nossos cacetes e engoliu as duas cabeças, parecia uma desvairada chupando o que mais gosta. Esfregou meu pau no do marido dizendo:

- Ai que tesão eu sinto em fazer isso.


Depois de um bom tempo se deliciando assim, ela fica de pé entre nós dois, de frente para o marido e diz:

- Agora eu quero ser comida pelos dois, com o Levi metendo no meu rabo.

O marido deita de costas, ela cavalga na rola dele, olha para mim e diz:

- Vem macho tesudo, soca gostoso no meu cu.

Abri bem a sua bunda e seu cuzinho piscava de tanto tesão, melei bem suas pregas com cuspe, encostei a rola e forcei. A cabeça entrou sem grande esforço, a safada deve estar acostumada a tomar no cu.


Nós três sincronizamos nossos movimentos e a Marlene delirava de tanto tesão:

- Ai que delícia, isso sim que é vida, assim mesmo, metam com força, quero ficar arregaçada, vai Levi, soca forte no meu cu.

Ela estava chegando ao máximo da sua resistência, logo chegaria ao orgasmo e veio mesmo, forte, intenso e avassalador:

-Estou gozando, ai que bom, assim, com força agora, isso é demais, vou morrer gozando.

Eu e o marido dela ficamos firmes e deixamos que ela usufruísse daquele momento mágico. Assim que ela retornou ao seu estado normal, ficamos os três deitados com ela no meio.


O Elísio fica de lado, apoiando a cabeça com uma das mãos e pergunta para a esposa:

- E aí amor, foi bom?

- Bom nada, foi ótimo, você me conhece, sabe o que amo de paixão.

Ele sorri, olha para mim e diz:

- Sabe o que ela ama de paixão Levi? Dar o rabo.

Ela se vira para mim e diz:

- Para mim, foder sem dar o rabo, não tem graça alguma.


Beijei sua boca e falei:

- Estou aqui para satisfazer seus desejos.

O Elísio foi buscar o vinho e fiquei sozinho com a Marlene. Eu não tinha gozado e meu pau permanecia duro, roçando sua coxa, ela me beija, se esfrega em mim e diz:

- Adoro essa situação de escondidinho, fazendo a coisa sem meu marido estar presente, mas acredite, é proposital, ele está nos observando, diz que é nesse momento que ele se sente corno.

- Você nunca saiu sozinha?

- Uma vez, mas não me senti realizada, gosto de ter sempre dois paus ao meu dispor.


Nosso beijo ficou mais intenso e eu quis saber:

- E o seu marido, gostou que você saiu sozinha?

- Ele delirou, não via a hora que eu voltasse para contar os detalhes.

- Você contou?

- Sem esconder nada, o pau dele parecia que ia estourar, de tanto tesão que ele ficou, por ele eu sairia outras vezes sozinha.

Ela deita entre as minhas pernas, segura minha rola, beija, lambe e olhando para mim diz:

- Agora ele vai entrar no quarto, veja.


De fato, logo em seguida ele entra, vê a esposa me chupando e diz:

- Essa minha esposa é mesmo uma putinha, como gosta de mamar um caralho, não concorda Levi?

- Com certeza, estou feliz por estar sendo agraciado com essa boca de veludo.

Ele estendeu uma taça para mim, ergueu a sua e brindou:

- À nossa amizade, esperamos que ela seja longa.

A sua esposa estava com a boca ocupada na minha rola, apenas olhou para mim e sorriu.


O Elísio pede para a esposa ficar de joelhos, sem parar de me chupar, afasta um pouco as pernas dela, olha para mim e diz:

- Essa vagabunda gosta de tudo, mas essa posição é uma das preferida dela.

Ele dá uns tapas na bunda da esposa, esfrega a rola no rego melado, procura o cuzinho e mete de uma só vez. Ela solta um gemido forte, tira meu pau da boca, encosta no seu rosto e sussurra:

- Isso mesmo corninho, você sabe com judiar da sua putinha né.

- Claro que sei vadia, faço tudo o que você gosta para te deixar feliz.


Eu já tinha transado com outros casais, mas devo confessar, a cumplicidade destes dois era algo excepcional, admirável mesmo. Ela olha para mim e diz:

- É assim que você vai gozar, na minha boquinha e meu marido no meu cu.

Ela intensifica a chupeta, o marido acelera a foda e dessa forma não foi possível suportar mais. Eu comecei a gemer dizendo que ia gozar e ela pediu:

- Isso macho, enche meinha boca de leitinho, me dá tudinho.

Dou um urro, forço minha rola na boca dela e gozo. Ela envolve meu pau com a boca e não deixa escapar uma gota sequer.


O marido vendo aquilo também não se controla e enche o rabo da esposa de porra. Saciados ficamos os três estirados na cama, conversando sobre a nossa experiência, a Marlene diz:

- Sabe Levi, você foi fantástico, sem neuras, tem homem que não aceita eu esfregar uma rola na outra, fica cheio de frescuras, você não.

Eu sorri e falei:

- Quem sai na chuva é para se molhar, não tenho mesmo esse tipo de pudor.

Ela me beijou e disse:

- Que delicia ouvir isso, quem sabe das próximas vezes possamos avançar um pouco mais nas nossas intimidades, não é mesmo amor – ela disse olhando para o marido.

- Com certeza, minha querida.


Passei a noite com eles e só fui embora na manhã seguinte, com a promessa de voltar outras vezes, mas refletindo com o que ela disse: quem sabe das próximas vezes possamos avançar um pouco mais nas nossas intimidades, o que exatamente ela quis dizer com isso. Bom, só o tempo dirá, é esperar para ver.


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