Amor regado a vinho
- Temas: Amor, amizade, sexo, sexo oral, vinho
- Publicado em: 27/04/26
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- Autoria: Brafra
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Após eu e a deslumbrante Charli termos feito amor na varanda frontal da casa dos seus pais e, certamente, sendo observados por quem passava naquela área do condomínio, um jantar exclusivo estava marcado, por nós dois, para o próximo final de semana no seu apartamento abastecido pelas garrafas de vinho tinto que eu levara há algum tempo.
Seria uma noite maravilhosa para selar em definitivo a nossa reconciliação. No sábado marcado, eu estava no apartamento da Charli que fizera frango frito, molho branco, arroz branco cozido, tomate verde frito e batata cozida para o jantar e pêssego em calda de sobremesa. A comida estava uma delícia assim como a cozinheira que trajava um vestido preto de alças colado em seu corpo curvílineo.
As salas de estar e de jantar eram conjugadas; depois de comermos, fomos tomar vinho tinto no estofado. A Charli colocou música romântica para dançarmos coladinhos; o calor e a fragrância do corpo macio da loira gostosa me embebeciam demais.
A minha loira de sonhos mais lindos queria ser mimada se aconchegando em mim; ela colocou o rosto junto ao meu enquanto as minhas mãos percorriam a sua costa macia e apertavam as nádegas redondas e empinadas. Charli deixou o ambiente à meia-luz criando uma atmosfera convidativa ao nosso amor.
As suas mãos acariciavam as minhas nuca e costa; ela olhou dentro dos meus olhos, me deu um beijo carinhoso na boca e colocou a cabeça no meu ombro. Nós paramos, sentamos no sofá para bebermos mais vinho; Charli se levantou, começou uma dança sensual mexendo o seu ventre como uma névoa sinuosa.
Movendo-se como uma exuberante serpente, cujo veneno era o antídoto para a minha paixão, ela tirou o vestido, ficando de lingerie de cetim rosa claro com detalhes de renda branca, e lançou a roupa sobre mim. Eu me ajoelhei em sua frente a fim de eu sentir o seu pedaço do céu; Charli colocou a delicada vagina para eu roçar o meu rosto, cheirar, beijar, acariciar e lamber.
A deliciosa mulher continuou a sua dança sensual, girou o corpo empinando a bunda redonda em minha face; ela diminuiu os movimentos sentindo as minhas mordidas, beijos e lambidas nas nádegas apetitosas. Eu sentia o cheiro do seu mel molhando a xana saborosa chegando até a calcinha minúscula.
Charli se virou, me levantou, tirou a minha roupa me deixando de cueca melada pelo meu pré-sêmen. Nos abraçamos sentindo o calor do corpo um do outro; a gata boazuda me embriagava mais que o vinho e o clima romântico. Nos fundimos em nosso amor, com os olhos fechados, nos esquecendo de tudo, agarrados nos apertando com volúpia, esfregando os nossos sexos - eu gozaria se não parássemos.
Nós pegamos as taças de vinho, bebemos e nos jogamos no sofá; Charli se deitou na chaise, eu tirei a sua lingerie, derramei vinho nos seios pontiagudos e na vagina pequena para tomar com o seu gosto delicioso. As minhas mãos percorreram o corpo tonificado no qual o vinho tinto contrastava com a brancura da pele compondo cores que aumentavam o fogo da nossa paixão.
O vinho era derramado; eu seguia o seu percurso lambendo o pescoço, engolindo os seios, mordiscando os mamilos, beijando a barriga, chupando o clitóris e entrando na vagina apertada que ficou com o mel misturado à bebida de uva.
A gostosona, banhada por vinho, suspirou, pegou uma taça me cobrindo de vinho que foi beber com a boca gulosa; ela subiu em mim, lambeu, beijou o meu rosto, tórax e abocanhou o pênis inchado escorrendo mel e vinho. Charli me chupava com carinho da glande aos testículos; ela encheu a taça novamente, colocou o meu membro dentro e lambeu o pré-sêmen junto com a bebida.
Nós iniciamos um 69 regado a vinho; Charli se deitou sobre mim esfregando o pau duro na cara safada, eu coloquei vinho no fim da costa que escorreu pelo bumbum até a xana molhada que foi invadida pela minha língua sedenta. Ela me masturbava com a boca sentindo o pulsar do pênis avermelhado na boca carnuda; eu abri os lábios vaginais com as mãos percorrendo a extensão da sua gruta úmida - os nossos orgasmos se aproximavam e nós explodimos intensamente um na boca do outro.
Nós ficamos deitados nessa posição, relaxando, sorrindo e cheios de desejo ainda por ser consumado. Charli se sentou no meu colo com os olhos brilhando e o corpo satisfeito por ter sido amado por mim. Pegamos outra garrafa e fomos para a suíte; tomamos banho juntos, deitamos na cama e adormecemos abraçados.
Na madrugada, eu despertei com vinho sendo espalhado em meu tórax e mãos carinhosas em meu corpo. Charli me masturbava com os dedos ágeis deixando o meu pênis ereto outra vez. Eu acariciei os seus cabelos erguendo o corpo tentador para cima de mim; nos beijamos, eu fiz carinho na costa, dei palmadas no bumbum enquanto ela esfregava o clitóris no pênis duro.
A minha rainha excitada entornou a taça no pênis que pegou com a mão suave e levou à vagina para ser penetrada profundamente conforme o movimento cadenciado que ela impunha ao fazer amor comigo. Eu massageava o clitóris, ela subia e descia lentamente comendo o pênis com a xana molhada.
O meu pênis era comprimido pela vagina tufada cada vez mais lubrificada por nossos líquidos misturados ao vinho. As minhas mãos acariciavam os seios arrepiados, Charli gemia, respirava mais rápido, fechava os olhos, tremia com o orgasmo percorrendo o corpo atlético e saboroso.
A minha musa encostou a vagina em mim com o pênis completamente pulsando dentro de si. Eu segurei ela pela cintura esperando o meu orgasmo chegar lançando esperma que escorreu, branco com vermelho do vinho, da xana sensível.
O corpo quente da fogosa Charli tombou sobre o meu; ela ficou fazendo carinho no meu tórax e adormeceu de novo. Nós ficamos assim por vários minutos; fomos tomar banho e voltamos à suíte.
Nós dançamos, namoramos e guardamos as outras garrafas de vinho para o restante do domingo que teria mais amor com vinho.

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