A amiga casada

  • Temas: Traição
  • Publicado em: 21/04/26
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  • Autoria: incestuoso69
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Private Muse

Eu me chamo Fernando. A história que vou contar é recente, embora envolva personagens que conheço há muito tempo, mais precisamente minha melhor amiga Evelyn, que é lésbica, e uma amiga nossa que é casada, chamada Lara.


Conheci a Evelyn na faculdade. E desde o início, criamos um laço de amizade muito forte, que levou a um grau de intimidade alto. Sempre confessionamos tudo um para o outro e partilhamos nossos problemas e sucessos.


Já a Lara é amiga da Evelyn desde o colégio, mas elas se veem com pouca frequência. A conheci muitos anos atrás, já casada com o seu atual marido. Na época, todos estávamos comprometidos. Eu com minha ex chamada Maria, com quem passei anos juntos e a Evelyn com sua ex chamada Mônica.


Anos depois, conseguimos combinar um rolê nós três, depois de muito tempo sem nos ver. Com o passar do tempo, agora eu estava solteiro, tendo me separado recentemente da minha ex. A Evelyn estava comprometida, mas havia se separado da Mônica e agora estava em um relacionamento a distância com uma mulher chamada Clarisse.


Nessa oportunidade, nós rimos bastante e colocamos todos os assuntos em dia, comigo e a Eduarda comentando do término dos nossos relacionamentos da última vez que havíamos nos juntado e a Lara comentando dos problemas e dificuldades, até mesmo sexuais, que vivia no seu relacionamento.


Brincando, sugeri que se ela precisasse experimentar algo novo, ela tinha o meu número. Nós rimos, mas a Evelyn percebeu que por detrás da minha fala havia um interesse genuíno, então começou a me dar uma força pra me empurrar pra cima da Lara.


Ainda assim, durante aquele dia ficamos apenas nos flertes, sem nenhuma ação direta. No entanto, tempos depois, marcamos de ir num clube pegar uma piscina, aproveitando que o marido da Lara não estaria na cidade.


Chegando lá, nos trocamos e nos encontramos na piscina. A Evelyn usando um bíquini azul claro que ressaltava bem sua pele branca, delineando bem suas curvas e marcando seus peitos e bundas redondinhas. Já a Lara usava um maiô preto, que favorecia sobretudo sua grande bunda. Ela era baixinha e tinha peitos pequenos, mas sua bunda era descomunal e chamava atenção por si própria.


Eu usava apenas um calção de banho, pois não gostava de usar sunga porque marcava demais meu pau, então sempre usava um shorts mais largo que me dava mais liberdade.


Na piscina, ficamos conversando por um bom tempo, até eventualmente voltarmos a aventar os meus flertes com a Lara da última vez que havíamos nos visto. Nós rimos da situação e brincamos com a possibilidade por mais um tempo, até a Evelyn pedir licença para sair da piscina por um momento, pois iria ao banheiro, o que deixou eu e a Lara a sós naquele momento.


Aproveitando que estávamos a sós, eu comentei com a Lara que ela estava linda naquele maiô, ao que ela retrucou dizendo que relutou muito em aceitar ir naquele rolê, pois não se sentia à vontade com seu corpo. Eu lhe disse que aquilo era besteira, pois ela era uma mulher bem gostosa, ao que ela respondeu agradecendo, mas sugerindo que eu estava apenas sendo gentil.


Percebendo que ela não estava mentindo, eu resolvi ousar mais e ser mais explícito, afirmando que tinha até ficado levemente excitado ao vê-la, me imaginando poder dar uns tapas naquela bunda gostosa dela. Ela deu um riso tímido, dizendo ter percebido um leve volume no meu calção antes de entrarmos na piscina mesmo.


Eu aquiesci, reafirmando que aquilo tinha sido por ela. Ela agradeceu novamente, dessa vez mais consciensciosa. Aproveitando que ela parecia mais à vontade, perguntei-a se podia tornar minha imaginação real. Ela não entendeu, então reiterei que queria dar uns tapas na bunda dela.


Na hora ela receou, temendo que alguém pudesse ver, mas afirmei que ninguém veria nada ali embaixo da água, ainda mais que era noite. Ela então acedeu, mas disse para eu ser discreto. Não perdi a oportunidade e fiquei apalpando aquela bunda durinha dela, que a partir dos meus toques começou a ficar mais arrepiada, levando seu corpo pra trás e esbarrando no meu pau que, a essa altura, já estava completamente ereto.


Assustada, ela virou pra trás e deu uma risada, afirmando que parecia que eu gostava mesmo da bunda dela. Eu lhe disse que não estava mentindo quando a disse que ela era gostosa. Ela agradeceu novamente, dizendo que também tinha gostado do que havia sentido. Desafiando-a, perguntei se ela não queria pegar no que havia sentido, já que ela havia gostado.


Antes dela poder responder, percebemos que a Evelyn havia voltado e ela vinha em nossa direção, fazendo a Lara se afastar, tentando não dar na cara o que estávamos fazendo. Percebendo que ela parecia envergonhada, a Evelyn já chegou brincando se havíamos aprontado muito nesse meio tempo que ela ficou fora, ao que eu respondi que apenas um pouco, deixando a Lara ainda mais vermelha.


Com o clima de pilhéria, a Evelyn comentou que ela não precisava ficar com vergonha, que ela apoiava que rolasse algo entre nós, mas ela não comentou nada e apenas mudou de assunto, parecendo muito tímida com a situação. Percebendo que ela não estava à vontade, eu e a Evelyn resolvemos não forçar a barra e deixamos o assunto de lado por hora.


Ficamos ali por mais um tempo, até dar a hora do clube fechar. Quando vimos que ia fechar, saímos da piscina, nos trocamos e saímos para comer. Enquanto comíamos, aventamos sobre a possibilidade de ir ver um filme na semana seguinte, o que todos concordamos.


Dali a uma semana, nos encontramos no cinema, mas chegamos tarde e havia esgotado os ingressos para o filme que queríamos ver. Os outros filmes em cartaz não nos animaram de assistir, então sugeri de irmos pra minha casa vermos algum filme lá, pois eu tinha um projetor e podíamos ver algo.


A Evelyn adorou a ideia, mas a Lara se mostrou reticente, pois já havia mentido para o marido que iria sair só com uma amiga e agora ainda iria para a casa de outro homem, mas a acalmamos que ninguém iria saber e que qualquer coisa era só falar que ela tinha ido para a casa da própria Evelyn. Ela ainda assim permaneceu receosa, mas depois de insistirmos um pouco no fim ela acabou aceitando.


Lá chegando, eu me troquei para algo mais confortável, já que não iríamos mais sair mesmo. Após me trocar, ajeitei o projetor no quarto e loguei na Netflix, falando para elas irem escolhendo o filme enquanto eu preparava uma pipoca pra gente.


Antes de sair pra fazer a pipoca, a Evelyn perguntou se podia pegar uma blusa minha pra se trocar, para usar algo mais confortável também. Apenas falei pra ela ficar confortável, que podia abrir meu guarda-roupa e escolher qualquer coisa. Aproveitando, sugeri para a Lara fazer o mesmo, caso ela quisesse. E depois saí.


Minutos depois, voltei com a pipoca e encontrei a Evelyn vestida com uma blusa minha do Corinthians, enquanto a Lara havia pegado uma blusa minha do Joy Division. Já com o filme engatilhado, eu deitei na cama no meio das duas e demos play no filme.


Após uns 30 minutos de filme, a Lara sugeriu que estava com fome e resolvemos pedir alguma coisa logo. Pedimos uns sanduíches, mas optamos por ir buscar, pois o lugar era perto e não compensava o valor para pedir pra entregar. Enquanto os pedidos estavam sendo preparados, demos play no filme e continuamos assistindo.


Durante esse meio tempo, a Lara precisou ir ao banheiro. Enquanto isso, recebemos a notificação de que o pedido havia sido concluído e estava pronto para a retirada. Eu me ofereci para ir buscar, mas a Evelyn insistiu em ir ela mesmo, colocando novamente o shorts que usava e saindo.


Quando a Evelyn saiu, a Lara me encontrou sozinho na cama e perguntou onde estava a Evelyn, o que lhe respondi que ela havia ido buscar o nosso lanche, ao que ela aquiesceu, se juntando à mim na cama.


Quando ela deitou, lembrei-lhe do que havia rolado da última vez que havíamos ficados sozinhos só eu e ela, o que lhe fez dar uma risadinha de canto ao lembrar-se. Brincando, ela disse que eu não tinha a tirado da cabeça desde então, pelo jeito. Concordei, afirmando que não tinha como esquecer aquela bunda gostosa dela.


Rindo, ela retrucou dizendo que eu nem tinha visto nada dessa vez, pois ao usar minha blusa ela estava cobrindo todo seu corpo. Sugeri então que ela me mostrasse, mas ela lembrou que eu ainda estava devendo ela pegar no que havia sentido aquele dia primeiro. Sem pestanejar, peguei suas mãos e as coloquei em cima do meu pau, por cima do shorts, para que ela sentisse como eu já estava ficando duro com aquela conversa.


Ela perguntou se podia provar meu pau, mas lhe disse que primeiro ela tinha que me mostrar o seu corpo. Ela então ficou de pé, tirou minha camisa e revelou seu corpo. Por baixo ela usava apenas uma calcinha, revelando um corpo extremamente delicioso.


Após se despir, ela veio entre minhas pernas, abaixou meu shorts e pegou no meu pau, me masturbando enquanto olhava pra mim. Perguntei se ela havia gostado do que via, ao que ela respondeu que havia tempos que não via um daquele grande como o meu.


Aquilo mexeu comigo, então sugeri de ela me fazer uma mamada. Ela apenas aquiesceu, se agachando entre minhas pernas e abocanhando meu pau. No começo devagar, ela foi devorando meu pau aos poucos. Quando fiquei completamente ereto, a segurei pela cabeça e a fiz engasgar com meu pau, até sair lágrimas de seus olhos, Quando soltei seu rosto, sussurrei "safada" pra ela, o que a fez dar um sorrisinho, enquanto segurava meu pau.


No mesmo instante, ouvimos o portão abrindo. Era a Evelyn chegando. A chegada dela assustou a Lara, que rapidamente se vestiu e me fez colocar o shorts novamente. Ainda completamente ereto, meu volume no shorts entregava minha situação. Pra tentar disfarçar antes da Evelyn nos ver, a Lara me falou para ir ao banheiro que iria encontrar a Evelyn e ir ajeitando as coisas, até dar tempo de eu me "acalmar".


Esperei uns minutos, mas minha situação não tinha melhorado muito. Tanto que, passados uns minutos, a Evelyn veio ao quarto para me chamar e, quando saí do banheiro, ela percebeu meu estado. Rindo, ela perguntou se tinha interrompido algo e eu lhe contei o que tinha rolado, o que a surpreendeu de as coisas já terem ido tão pra frente rápido assim. Ciente de que tinha cortado o clima, ela me salientou que iria dar uma forcinha, para eu não me preocupar. Sem entender muito bem, apenas aquiesci e a segui em direção à cozinha.


Enquanto comíamos, ficamos papeando sobre assuntos aleatórios. Quando terminamos, voltamos ao quarto para terminar de ver o filme. Ainda restavam quase 2 horas de filme, então não podíamos enrolar muito pois a Lara não podia chegar muito tarde em casa.


Ao nos deitarmos novamente, demos play no filme e ficamos assistindo. Enquanto o filme passava, eu entreolhava a Lara e ela me respondia com um olhar tímido. Faltando apenas 30 minutos pro filme acabar, a Evelyn pediu licença para ir ao banheiro, deixando nós dois a sós.


Aproveitando a oportunidade, me virei para ela e a puxei de encontro a mim, dando-lhe um beijo. Ela pareceu querer resistir, mas depois que nossas bocas se entrelaçaram ela se entregou. Percebendo o sinal verde, a puxei para cima de mim. Continuamos nos beijando, agora comigo apertando o corpo quente dela contra o meu. Enquanto nos beijávamos, as coisas foram esquentando e logo eu fui ficando ereto.


Bem na hora, no entanto, a Evelyn apareceu na porta no quarto, fazendo a Lara dar um susto e sair de cima de mim, envergonhada. Quando ela saiu de cima, meu shorts denunciou meu estado, fazendo a Evelyn falar brincando "parece que interrompi alguma coisa".


A Lara apenas escondia o rosto, tentando esconder sua vergonha. Percebendo a situação, a Evelyn foi até ela e lhe disse para se acalmar, que não havia problema nenhum no que estávamos fazendo e que ela apoiava, inclusive. Tentando acalmá-la, ela se sentou ao seu lado, puxou as mãos do rosto dela e lhe disse que se ela estava com vontade, devia se entregar logo. Ainda assim, ela relutou.


Sem insistir, a Evelyn apenas lhe disse para ela deitar na cama novamente, que continuaríamos o filme normalmente. Assim ela o fez, deitando ao meu lado. Dei o play no filme novamente, mas a sessão a partir dali já não continuaria normalmente. Excitado pela situação, meu pau latejava visivelmente pelo shorts, não me deixando me concentrar no filme. Já sem pudor, falei para elas me darem licença, pois eu ia ao banheiro pois precisava me livrar daquela ereção.


A Evelyn, aproveitando a deixa, disse que não precisava, que eu poderia fazer ali mesmo, que ela não se importava. Ao ouvir aquilo, a Lara corou, mas quando perguntada se ela se importava pela Evelyn, ela apenas conseguiu acenar negativamente com a cabeça. Com a permissão das duas, coloquei meu pau pra fora e comecei a me masturbar. Com o filme parado, elas apenas ficaram me assistindo, enquanto eu me masturbava.


Passados uns minutos, a Evelyn perguntou se eu não ia conseguir chegar lá, então aproveitei a onda e perguntei que seria melhor se eu tivesse algum estímulo visual para ajudar. Brincando, ela disse que já que a responsável por eu ter ficado daquele jeito era a Lara, nada mais justo ela dar uma forcinha. Ao terminar a sentença, a Lara corou novamente, sem resposta. Forçando mais um pouco, a Evelyn insistiu, dizendo que ela também tiraria a blusa se isso fizesse ela ficar mais confortável. Novamente não houve uma resposta falada, apenas um aceno positivo com a cabeça.


Querendo acelerar as coisas, a Evelyn prontamente tirou a blusa que tinha pegado do meu armário, ficando apenas com a calcinha que usava. Vendo a amiga de fato tirar a roupa, a Lara tomou coragem e fez o mesmo, também ficando só de calcinha. Após ambas ficarem praticamente nuas, elas se deitaram novamente ao meu lado, voltando a me assistir enquanto eu me masturbava.


Em tom provocativo, a Evelyn perguntou se eu havia gostado da visão, enquanto sinalizava com os olhos para a Lara. Virei meu olhar fixamente para a Lara, respondendo que tinha adorado, que ela era uma delícia, o que a fez corar quando ouviu minhas palavras. Ajudando a esquentar o clima, a Evelyn agora se voltou para a Lara, perguntando o que tinha achado de mim, enquanto direcionava o olhar pro meu pau, dando a entender que se referia a ele. Pela primeira vez, em tom baixo, ela sussurrou, em tom de excitação, que tinha achado uma delícia.


Percebendo que a Lara tinha ficado excitada, a Evelyn resolveu ousar mais e foi em direção à Lara, puxando sua mão e pousando-a em cima do meu pau, enquanto falava que, já que ela tinha gostado, deveria aproveitar a oportunidade. Sem retroceder, a Lara se deixou levar e começou a me masturbar, sendo levada pela voz da Evelyn sussurrando que ela sabia que a Lara queria me chupar. Sem pensar, ela apenas se levantou, encaixando-se entre as minhas pernas e abocanhando o meu pau, dando início a uma mamada gloriosa.


Percebendo que tinha conseguido o que havia me prometido, a Evelyn se sentou em uma poltrona que havia no canto do meu quarto e ficou nos assistindo. Ficamos ali por alguns minutos, com a Lara salivando meu pau e já se aventurando em uma garganta profunda. Quando ela engoliu meu pau por completo, eu vi lágrimas saírem de seus olhos, até eu tirá-lo da sua boca e, rindo, chamá-la de safada. Já sem pudor a partir daquele momento, ela apenas sussurrou "sua", me fazendo delirar de tesão.


Aproveitando que enfim ela havia se entregue, peguei-a pelo braço e a coloquei de quatro, puxando sua calcinha para baixo. Direcionando meu pau na porta da sua buceta, fiquei esfregando-o aos poucos, fazendo ela gemer baixinho até implorar para eu meter nela. Quando percebi que ela já não aguentava mais pela espera, penetrei nela devagar, até entrar tudo. Quando meu pau latejou a primeira vez dentro dela, ela gemeu de prazer. A partir daquele momento, comecei a meter nela, acelerando o ritmo aos poucos.


A bunda dela era uma delícia e fiz questão de falar isso para ela, de que a visão do meu pau penetrando nela era de outro mundo. Posicionada em direção à poltrona, ela e a Evelyn trocavam olhares enquanto eu metia nela. Enquanto ia metendo, ela começou a gemer mais alto, até anunciar para eu manter o ritmo, pois ela iria gozar. Atendendo o seu pedido, continuei metendo até ela enfim gozar, se contorcendo por completo até desabar na cama.


Sem lhe dar um descanso, deitei na cama e a puxei para cima de mim, falando para ela sentar no meu pau. Extasiada, ela colocou os pés na cama e segurou meu pau até ele entrar nela. Quando meu pau a penetrou, ela posicionou as mãos sobre meu peito e começou a me cavalgar freneticamente. A visão do meu pau entrando e saindo daquela bucetinha apertada foi me deixando maluco e, sem me controlar, a puxei contra meu peito e segurei o quadril dela com as mãos, começando a bombar forte nela, o que a fez começar a gemer alto de prazer. Naquele instante, ela anunciou que iria gozar de novo, o que viria a acontecer segundos depois, quando ela esguichou gozo pela cama.


Exaurida, ela apenas desabou na cama molhada, anunciando que ela nunca tinha feito aquilo na vida até então, que não sabia que ela era capaz de gozar esguichando daquela forma. Embevecido ao ouvir aquilo, lhe disse que era a primeira de muitas que viriam, ao que ela sorriu, me chamando de safado. Percebendo sua exaustão, a deixei deitada e me posicionei atrás dela, encaixando meu pau para meter nela de lado. Quando meu pau entrou, ela deu um gemido baixinho novamente.


Agora mais devagar, para dar tempo dela se recuperar, fui metendo nela de forma ritmada, enquanto lhe beijava e ao mesmo tempo usava minha mão para masturbá-la enquanto metia. Nesse ritmo, fui deixando ela extasiada novamente e, passado uns minutos, ela parece ter recobrado a energia. Quando percebi que ela estava novamente inteira, a coloquei de barriga pra cima com as pernas abertas e comecei a meter nela, agora mais rápido.


Enquanto metia nela, mirava em seus olhos e a cara safada que ela fazia enquanto gemia. Embevecido pelo tesão, resolvi testar um limite e lhe dei um tapa no rosto, que ela respondeu bem, pedindo para eu lhe dar outro e chamá-la de putinha. Vendo seu lado safado aflorar, segui sua orientação, agora lhe dando um tapa mais forte, ao que ela respondeu com um sorriso safado. Continuei metendo nela, enquanto estimulava o seu clitóris, até ela anunciar que iria gozar mais uma vez, novamente esguichando, agora em cima de mim.


Quando ela terminou de gozar, ela revelou que estava fraca, me pedindo para eu gozar pois não tinha mais forças para continuar. Ao ouvir seu pedido, lhe disse que já estava quase lá e apenas lhe pedi para me fazer um boquete, pois chegaria lá rápido. Juntando as últimas forças que ela tinha, ela se ajoelhou e me puxou para ficar de pé, na frente dela. Quando me coloquei na posição, ela começou a me chupar, engolindo meu pau como uma puta profissional. Não passou muito tempo e eu anunciei que iria gozar, ao que ela respondeu falando para eu gozar no rosto dela. Atendendo ao seu pedido, falei para ela abrir a boca, ao que ela atendeu prontamente, colocando a língua para fora e implorando pela minha porra.


Segundos depois, esporrei em todo o seu rosto e, junto dela, caímos na cama, extasiados pelo que tinha acontecido. Sem forças, ela apenas se encaixou nos meus braços, ficando ali por um tempo. Àquele momento, havíamos esquecido da presença da Evelyn, mas logo sua voz surgiu, brincando que estava feliz por finalmente a gente ter transado, depois de tanto tempo de flertes. Agradecendo pela "forcinha", respondi que eu a devia uma, ao que ela apenas riu, perguntando se podíamos terminar o filme agora. Rindo, eu e a Lara respondemos que sim, mas primeiro me prontifiquei a trocar os lençóis, para não ficarmos em cima daqueles lençóis gozados. Embaraçada, a Lara pediu desculpas por ter sujado meus lençóis, o que me fez respondê-la que não precisava ter, pois eu pretendia sujá-los com ela mais vezes, ao que ela respondeu com um risinho safado.


Depois de ter trocado tudo, deitamos nós 3 na cama e concluímos o filme. Quando o filme terminou, ficamos uns minutos discutindo nossas impressões. No entanto, como eu e a Lara ainda estávamos nus, enquanto elas falavam, eu fiquei fissurado nas curvas da Lara deitado e, mais uma vez, o meu pau começou a ficar duro, chamando a atenção da Lara novamente que, dessa vez, brincou, rindo, que eu não cansava mesmo.


Retrucando a brincadeira, eu lhe disse que não tinha como me controlar com aquela bunda gostosa dela do meu lado. Ela riu, mas salientou que ficaria para uma próxima vez, pois não tinha mais forças para outra transa. Além disso, ela me perguntou se poderia tomar um banho, pois não podia chegar em casa naquele estado, pois o marido dela estranharia. Prontamente, lhe disse que sim, buscando uma toalha pra ela.


Quando ela entrou para o banheiro, ficamos só eu e a Evelyn no quarto, conversando. Enquanto a Lara tomava banho, novamente agradeci a Evelyn pela força, ao que ela respondia que não tinha de quê, que estava feliz por ter ajudado nós dois. Em tom provocativo, pois sabia que ela gostava de mulheres, perguntei se ela não gostaria de participar na próxima vez, ao que ela riu, cinicamente, dizendo que eu podia sonhar à vontade.


Continuamos conversando por mais um minuto, até a Lara sair do banho, vestida exatamente como havia chegado, já com suas roupas. Ao me entregar a toalha, ela me agradeceu pelo banho, perguntando para a Evelyn se elas poderiam ir, pois já estava tarde. Ela respondeu que sim, pedindo apenas uns minutos para se vestir. Enquanto ela se trocava, a Lara veio até mim e agradeceu pelo filme, que tinha adorado a "experiência".


Eu lhe disse o mesmo, apontando para o meu pau e salientando que, se dependesse de mim, continuaríamos ali na mesma hora. Ao ouvir meu desejo, ela salientou que também adoraria repetir a dose, mas que precisava mesmo ir, pois já era tarde. Com isso, ela veio até mim, me deu um beijo e disse que, no entanto, poderia me deixar com uma última lembrança, se ajoelhando em minha frente e voltando a me chupar.


Poucos segundos depois, no entanto, a Evelyn reaparece, já pronta, nos pegando no "flagra" e brincando que não podíamos mesmo ficar sozinhos mais. Ao vê-la entrando, a Lara ficou de pé novamente e, enquanto segurava meu pau com as mãos, se aproximou de mim e me deu um beijo, sussurrando em meu ouvido que sonharia comigo aquela noite. Aproveitando a oportunidade, lhe puxei contra mim e retribuí o beijo, enquanto apertava a bunda dela e sussurrava que, a partir daquele dia, ela era minha putinha, ao que ela apenas acenou positivamente, me dando um selinho de despedida.


Em seguida, vesti o shorts novamente e as acompanhei em direção ao portão, abrindo-o para que a Evelyn pudesse sair com o carro. Na entrada da garagem, enquanto a Evelyn manobrava o carro para tirá-lo, a Lara se aninhou nos meus braços e colocou as mãos por dentro do meu shorts, brincando com meu pau. Enquanto o acariciava, ela disse que iria sentir saudades do meu pau, ao que retruquei que ele também sentiria saudades de ser chupado por aquela boca gostosa dela.


Com o carro já na rua e posicionado para ir embora, a Evelyn nos viu novamente nos agarrando e riu novamente, chamando-a para ir. Então, ela tirou minhas mãos do shorts e me deu um selinho de despedida novamente, agora em definitivo. Quando ela se virou para ir em direção ao carro, lhe dei um tapa na bunda, que a fez se virar rapidamente e dar um sorrisinho safado, o último da noite. Logo após, ela abriu a porta do carro e sentou no banco do passageiro. Acenando em despedida, elas se foram.


Depois delas partirem, fechei o portão e voltei para meu quarto, indo tomar um banho para aliviar o tesão. Depois do banho, me troquei e deitei para dormir, mas antes peguei o celular rapidamente e percebi que, no grupo onde estávamos nós três, a Lara havia mandado uma mensagem, perguntando se não podíamos marcar alguma outra coisa já na semana seguinte, o que veio a acontecer...


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