Dívida De Prazer: Final
- Temas: traição, prazer, proposta, sedução, oral, corno, sexo
- Publicado em: 21/04/26
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- Autoria: ardens
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Alice ficou se admirando em frente ao espelho que havia no quarto. O tecido de seda colava em seu corpo de maneira leve, quase estática. Não havia decote, mas marcava levemente as curvas de seu corpo. O motor do carro de Henrique roncava de longe, anunciando sua chegada. Michel acompanhou Alice até a porta e novamente despediu-se sem beijo. Àquela altura, a ansiedade também começava a consumir Michel, mas através da paranoia. Como Henrique foi um exímio cavalheiro no primeiro encontro, Michel teve uma série de pensamentos e teorias que lhe deixavam em estado de agonia em casa.
Assim que Henrique viu Alice no vestido azul celeste que ele presenteou ela, os olhos dele brilhavam. Quando ela aproximou-se, Henrique não evitou:
— Você está linda, Alice! Deixou o vestido ainda mais lindo no teu corpo!
Alice passou uma das mãos colocando o cabelo atrás da orelha e respondeu:
— Henrique, você tem bom gosto e colocou as suas observações em prática novamente, não é mesmo?
Ele apenas sorriu enquanto abria a porta do carro para ela entrar. Henrique entrou no carro em seguida e deu a partida acelerando alto como na noite anterior.
Dessa vez, o clima era tomado pela expectativa. Alice permanecia em silêncio mas sem a tensão do primeiro encontro. Durante o caminho, entre seus vários pensamentos, Alice começou a olhar pela janela: "Talvez ele seja um cara legal e não o monstro que julguei pela forma que me olhava". Depois de alguns minutos, olhou para Henrique enquanto ele dirigia, era tomada por novo pensamento: "E olhando bem... Ele é lindo, atraente e tem bom gosto mesmo".
Henrique seguiu dirigindo até Alice perguntar:
— Espera aí, estamos subindo a serra?
– Estamos sim, Alice. Quero te levar num lugar especial. — respondeu ele com a voz tranquila.
Ela voltou a olhar pela janela admirando a beleza do lugar. Henrique estacionou o carro em uma elegante garagem:
— Chegamos! Seja muito bem-vinda ao meu lar na serra.
Ela sorria num misto de emoções que flertavam com a expectativa e o nervosismo. Era uma casa com estilo rústico e mais afastada da cidade. Havia muitas árvores na volta e as neblinas típicas da serra. Henrique e Alice entraram na casa luxuosa, porém com clima intimista e aconchegante. Conforme os minutos passavam, Michel crescia em agonia dentro de casa.
Henrique serviu novamente o vinho argentino que Alice gostava e ambos sentaram no espaçoso sofá da sala. O frio da serra começou a arrancar arrepios em Alice:
— Está bem frio aqui, né?
Henrique acendeu uma lareira que ficava próxima ao sofá:
— Pronto, agora o frio não será um problema.
A frase tirou novo sorriso de Alice, que estava sentindo um frio na espinha apesar da lareira. Sentimento dado pela incógnita das atitudes de Henrique.
Ambos tomavam um bom vinho argentino enquanto conversavam num estranho clima amistoso. O papo era mais leve e descontraído comparado a noite anterior. Henrique levantou para ir até a cozinha, colocou algo no forno e voltou para o sofá, à meia distância dela.
Logo, o cheiro que vinha da cozinha, invadia o olfato de Alice que sentiu no dever de perguntar:
— Nossa, que cheiro bom! O que é?
Henrique sorriu de canto respondendo:
— Estou assando um salmão para nós!
O clima na serra estava estranhamente agradável, enquanto que na cidade, a mente de Michel era dilacerada pela paranoia.
Alice abriu um sincero sorriso de orelha a orelha, passou novamente a mão no cabelo, e disse:
— Henrique, você sabe que salmão é afrodisíaco, né?
Ele aproximou dela no sofá, diminuindo a distância que separava-os:
— Sim, eu sei que é! Mas não tem problema, tem?
Alice sentiu o frio gelado cortando por dentro, causando um aumento de seu nervosismo. Ela olhou pra ele, sem jeito:
— Não tem nenhum problema... Pra falar a verdade, eu gosto de salmão.
— Eu sei! — respondeu Henrique ao piscar o olho pra ela.
Alice estava nervosa. Os dois levantaram para jantar e o silêncio carregado de tensão invadiu a casa na serra. Um olhava para o outro enquanto jantava. A cada garfada no salmão junto a goles intercalados de vinho, aumentava a tensão entre os dois. Após a janta, Henrique foi lavar a louça que prontamente recebeu o auxílio de Alice ao secar para ele. Apenas o silêncio e a troca de olhares como plano de fundo.
Depois, Henrique e Alice voltaram para o sofá. Ele trouxe consigo pedaços de chocolate suíço para comer junto com a convidada. Henrique rompeu o silêncio:
— Posso te mostrar uma coisa, Alice?
— Claro, pode sim. — ela respondeu mesmo nervosa.
Henrique tomou-a pela mão e levou até uma outra peça que havia em sua casa. Abriu uma cortina, liberando uma incrível vista para a cidade ali do alto da serra.
— Uau, que vista linda!! Nossa, Henrique! Que privilégio, hein? — disse Alice admirada com a visão.
Henrique, em silêncio, aproximou-se atrás dela e disse baixinho em seu ouvido:
— Essa vista só perde pra você, Alice!
Ela ficou sem palavras. Henrique colocou as duas mãos nos ombros, massageando levemente. Alice estava nervosa, por isso havia uma tensão evidente pelo momento. Henrique alternou movimentos firmes com outros leves, enquanto sentia ela relaxando com a massagem. Ele chegou ainda mais perto dela, por trás, mas sem encostar o corpo. Alice suspirou fundo. A respiração tensa, nervosa.
— Você é uma mulher incrível, Alice. Michel é muito sortudo por te ter como esposa! — disse Henrique com a voz calma próximo ao ouvido.
Apesar de escutar o nome do marido, Alice não conseguiu evitar a excitação substituindo o nojo. Ela fechou os olhos sentindo as mãos de Henrique nos ombros. Instintivamente, Alice jogou a bunda para trás, buscando o contato. Ela abriu os olhos, arregalados, ao sentir o pau duro sob o tecido da calça. Henrique prosseguia com a massagem nos ombros, enquanto sentia a bunda da esposa de seu melhor amigo lhe roçando. Alice rebolava devagar, sentindo o volume crescendo, pulsando. Ele tentava conter os gemidos através da respiração, tamanha excitação pelo momento aguardado por anos. O silêncio do momento era interrompido pelo som do vestido de seda em atrito com o tecido social da calça. Henrique sentia Alice subindo e descendo com a bunda, bem devagar. Ele desceu as mãos até os seios fartos, apertando-os. Alice gemia baixinho. Henrique passou a língua na orelha dela, enquanto a mão descia até a buceta. Enquanto os dedos firmes esfregavam por cima do vestido, Henrique sussurrava elogios no ouvido dela. Alice já não conseguia gemer baixo e soltou um gemido mais alto. Tentava se conter, mas falhava. Ela sentia os dedos dele friccionando sua intimidade com precisão. Alice escorou a cabeça para trás, relaxando no ombro de Henrique, enquanto sentia a rola roçando na bunda e os dedos lhe masturbando. Os elogios sussurrados no ouvido eram o ápice para ela. Estava completamente rendida à ele. Henrique percebeu a bucetinha ficando cada vez mais molhada e o corpo dela se entregando. Ele aumentou o ritmo dos dedos tocando a buceta sob o tecido de seda, sentindo a bunda dela roçando em sua pica. Alice explodiu num orgasmo proibido, forte e intenso. Os dois ficaram colados um no outro, separados apenas pelas roupas. Alice fechou os olhos lembrando do marido e do estranho sentimento de culpa após gozar nos dedos de Henrique. Ela se recompôs, virando de frente pra ele.
Henrique pegou Alice pela mão, voltando para a sala em frente a lareira. Ela sentou-se e viu Henrique ajoelhando no tapete da sala. Ele tirou o blazer e a gravata. Depois, aproximou-se, e olhando nos olhos, removeu um calçado dela de cada vez. Ele segurou a perna dela e começou a beijá-la na canela. Conforme avançava, Henrique subia o vestido azul celeste. Subiu para o joelho e depois, devagar, apertou sua coxa. A troca de olhares voltava a ser carregada pela tensão no ar. Henrique subia beijando suas coxas, alternadamente. Ele se aproximou ainda mais dela no sofá, puxando-a pra perto. O cheiro de gozo tomava conta do olfato de Henrique:
— Nossa, Alice... Que delícia você é! Muito melhor do que imaginava!
Ele alternava os beijos em cada uma de suas coxas enquanto Alice sentia uma expectativa imensa. Henrique foi beijando e aproximando cada vez mais da área desejada. O cheiro da xota gozada e molhada novamente pelo momento deixava ele doido de tesão. O pau completamente duro dentro da calça. Henrique aproximou de frente ao paraíso que tanto sonhava. Olhando nos olhos de Alice, ele lambeu de baixo à cima, ainda por cima da calcinha, arrancando um gemido que ela já não aguentava mais segurar. Henrique lambia a buceta por cima da calcinha como se ela não estivesse vestindo-a. Alice pediu entre gemidos:
— Tira ela!
Henrique obedeceu imediatamente. Removeu a calcinha dela sempre através do contato visual. Voltou para a área de desejo e mergulhou de boca, chupando, lambendo. A língua rodeava toda xota. Quando concentrou a língua no clitóris, Alice gemeu alto. Ele percebeu e prosseguiu intensificando o oral nela. Conforme sentia a língua dele, Alice segurou a cabeça de Henrique, empurrando-o contra sua buceta. Era como se ele fosse devorar ela com permissão total. Novo orgasmo era inevitável, Henrique notou novamente e ordenou:
— Goza pra mim na minha boca, gostosa!
Ela só conseguia gemer, mais empurrou ainda mais a cabeça dele contra a buceta, até explodir novamente em um orgasmo avassalador.
Alice vibrou o corpo inteiro com aquele oral. Ela sorriu em seguida em puro estado de êxtase. Em menos de um minuto, voltou à lembrar de Michel, enchendo os olhos d'água. As lágrimas escorriam de seu rosto junto com a buceta escorrendo seu mel. Henrique ignorou as lágrimas, mas não o mel que escorria pelas coxas. Ele não perdeu tempo e ali ficou lambendo. Alice deixou escapar um gemido mesclado com a culpa. Henrique levantou-se e Alice notou o enorme volume teso sob a calça dele. Ela olhou pra ele e perguntou:
— Como você quer me comer?
Henrique olhando nos olhos dela respondeu:
— Hoje não, amanhã é outro dia.
Alice ficou completamente perdida sem entender nada:
— Como assim, Henrique?
Ele, em silêncio, pegou uma caixa verde e entregou nas mãos dela, dizendo:
— Já sabe o que fazer, não é?
Alice permanecia estática com o vestido em seu corpo. Henrique piscou para ela, seguido de um sorriso:
— Vem, eu te levo pra casa.
Alice dormiu a viagem toda no carro, estava mole depois dos orgasmos que teve. Pouco antes de chegar na casa deles, Henrique acordou ela. Alice apenas olhou pra ele e sorriu.
Ela entrou na casa inerte em meio a tudo que viveu em pouco tempo. Era madrugada e Michel estava sentado no chão, com os joelhos colados, esperando ansiosamente por ela. Quando a viu, levantou perguntando:
— E aí, princesa, o que rolou hoje???
— Não aconteceu nada, amor. Apenas jantamos novamente. — respondeu Alice com tranquilidade.
Michel não sabia o que estava acontecendo, nem fazia ideia. Alice foi até o quarto, trancou a porta como na noite anterior e sentou-se na cama para abrir a caixa. Quando removeu a tampa, viu que havia na caixa uma lingerie de renda na cor verde esmeralda, junto ao bilhete que dizia: "Uma mulher como você deve ser apreciada como a esmeralda e receber o prazer que merece."
Alice ficava constrangida a cada atitude de Henrique. Pois, lá no fundo ela gostava de receber toda atenção. Ela experimentou a lingerie e, olhando-se no espelho, sentiu algo que não sabia descrever. Mas que gostava.
O dia seguinte chegou e enquanto Michel estava aflito, Alice seguia tentando compreender seus sentimentos. Estava com vergonha por ter recebido sexo oral de outro homem que não o seu marido, mas o fato de ter gozado duas vezes lhe excitava em lembrar. À noite chegando e Michel estava sentado na cama, aguardando a esposa sair do banheiro. Quando Alice saiu, Michel indagou:
— Vai me contar o que aconteceu nos encontros agora ou depois que isso acabar?
Alice percebeu o tom de voz alterado do marido, e respondeu:
— Amor, eu já te disse. Nós apenas jantamos e conversamos. Não tenho mais detalhes pra te contar.
Michel ficou em silêncio por alguns minutos enquanto Alice colocava um vestido verde que tinha em seu roupeiro. O vestido era de algodão, com alças nos ombros e terminava antes dos joelhos. Michel aguardou a esposa terminar de se arrumar:
— Henrique mandou mensagem mais cedo, dizendo que era pra comermos algo juntos, ali pelas 17h, pois ele vai vir te buscar às 19h. Aí eu pergunto, Alice, pra que isso?
Ela respondeu enquanto ajeitava os brincos nas orelhas:
— Não sei, Michel! Foi você que nos colocou nesta situação. Mas acredito que ele queira passear ou algo do tipo.
Michel estava extremamente desconfortável com a situação. Ele deixou o quarto e foi para a cozinha. A instrução de Henrique deixou Alice excitada. Os encontros estavam sendo uma verdadeira fuga para ela. Além disso, estava cada vez mais pensativa sobre a noite na serra. O gosto de quero mais acabou ficando, embora uma parcela de vergonha surgisse.
Ver Michel alterando o tom de voz e questionando ela sobre os encontros, embora compreensível, deixou Alice mais distante dele. A distância do marido criava nela um aumento de desejo pelo melhor amigo dele.
Alice não se conteve. Já vestida e pronta para o terceiro encontro, ela trancou a porta do quarto e parou frente ao espelho. O reflexo mostrava o quão linda ela estava. As cenas da noite na serra eram excitantes, ela desceu uma das mãos para a buceta por cima do vestido e a outra mão apertando o seio. Enquanto apertava o peito, seus dedos friccionavam a buceta protegida pelo algodão do vestido. Alice gemia baixo imaginando o melhor amigo do marido socando forte, intenso e sem parar em sua buceta. Não demorou muito para que ela gozasse, melando a lingerie recém vestida. Ela aguardou alguns minutos antes de sair do quarto para jantar com o marido.
Alice chegou na cozinha e preparou algo enquanto via o marido sentado ali mesmo aguardando. O clima entre os dois era pesado. Havia um silêncio denso na casa. Ela terminou de preparar algo pra comer e pôs a mesa. Um de frente para o outro com os sons dos talheres de fundo. Na mente de Alice, as imagens com Henrique. Enquanto na mente de Michel, a paranoia aumentava. Entre olhares e garfadas, ela sentia a lingerie levemente úmida após a siririca no quarto. Entretanto, ela não se importou com isso. Pelo contrário, observar o marido durante a refeição enquanto ela estava molhada, fazia com o que o desejo por Henrique aumentasse.
Aquelas foram as duas horas mais longas dos últimos dias, e, foram quebradas pelo carro de Henrique aproximando. Alice tentou disfarçar a empolgação e saiu novamente sem cumprimentar o marido com beijo. Henrique avistou ela chegando:
— Alice, você está ainda mais linda do que imaginei!
Ela sorriu discreta. Ele abriu a porta para ela e a viagem breve deu início. Durante o caminho, os olhares eram trocados constantemente. Alice olhava para Henrique com desejo. Numa parada no trânsito, com o semáforo piscando vermelho, Henrique retribuiu o olhar e colocou a mão no joelho dela, e lentamente, foi subindo até a coxa. Alice respirava pesado, tensa. O nervosismo agora tinha outro sentido. Ela sentiu a mão firme dele apertando a coxa. Henrique sorriu. A luz do semáforo piscou em verde e ele voltou a olhar para frente, seguindo a rota. Alice percebeu o volume na calça social de Henrique e mordeu o lábio por instinto. Ela subiu o olhar pro dele e perguntou:
— Falta muito pra chegarmos?
— Uns dez minutos no máximo, pois vou pegar um atalho pra cidade vizinha. — respondeu Henrique.
Alice estava extremamente excitada e ansiosa para chegar logo. A expectativa era tamanha que ela continuou:
— E onde vamos lá?
Henrique sorriu de canto, e respondeu:
— Vou te levar numa suíte incrível do melhor hotel da região.
Alice retribuiu o sorriso colocando a mão no volume por cima da calça. Enquanto Henrique dirigia, ela acariciava devagar. A tensão entre os dois era imensa. Ele gemeu baixinho com a atitude ousada dela, e em seguida provocou:
— Hoje faremos tudo o que não fizemos ontem.
Alice sem dizer nada, apenas apertou o pau dele como resposta.
Após sentir aquele toque, Henrique pisou fundo no acelerador e só parou quando chegou no hotel. Eles entraram juntos, Alice com o braço cruzado com o dele. Henrique fez o check-in e subiram de elevador, em completo silêncio. Apenas a troca de olhares carregada de tesão entre os dois. Henrique abriu a porta usando o cartão de acesso e fez um gesto com a mão para Alice entrar primeiro. Assim que entrou, Henrique olhou diretamente para a bunda dela. Alice olhou de ombro para Henrique e assim que ouviu a porta fechando, tirou o vestido. Ela virou de frente para ele e disse:
— Hoje eu quero gozar no teu pau, Henrique!
Ele sem dizer nada, aproximou-se dela e sussurrou no ouvido:
— Você vai, Alice!
Henrique mordeu a orelha dela após a frase, depois passou a língua e desceu para o pescoço. Puxou-a contra o corpo, colando no dele e sentindo os seios fartos sob a lingerie roçando o peito. Ela tirou o paletó dele, depois a gravata e a camisa. Henrique tirou e jogou o cinto longe. Logo, tirou a calça e os calçados, ficando apenas de cueca para Alice. Enquanto observava o corpo dele, ela faminta pediu:
— Tira a cueca, vai. Me deixa ver teu pau!
Henrique não hesitou e tirou a cueca, lançando na direção dela. A rola dura e grossa apontava para ela. Alice sentiu a buceta liberando seu mel novamente, tamanha excitação. Ela retribuiu ao tirar o sutiã, libertando seus seios fartos. Depois, insinuou tirar a calcinha, até que Henrique pediu que não tirasse. Ele segurou nos seios dela com as duas mãos e após acaricia-los, começou a chupar. Alice suspirava. A língua dele rodeava pelo biquinho, alternando com mordidas leves. A boca subiu dos seios para o pescoço dela, onde Henrique beijou intensamente, agarrando ela com os dois braços. Alice pediu:
— Me beija, Henrique!
— Não, só depois que tu for minha! — respondeu ele.
Henrique beijava o pescoço enquanto sua mão descia para a buceta por cima da calcinha. Ele percebeu que estava melada:
— Que delícia, já está pronta pra mim!
Ele focou atenção no clitóris e ouvia o gemido dela aumentando o volume. Os dedos dele aumentaram a fricção sentindo o corpo dela reagir:
— Aí, caralho! Assim eu vou gozar!
Henrique manteve o ritmo até ouvir Alice gozando. A loira tremeu todo corpo com o carinho no clitóris. Henrique pegou Alice no colo e levou-a até a cama na suíte. Deitou ela, removendo a calcinha. Alice logo abriu as pernas, achando que finalmente seria preenchida. Henrique caiu de boca na buceta melada. Ele lambia e chupava com gosto, segurando nas coxas. Alice vibrava. Estava com tanto tesão, que chegava a arquear o quadril. Ela olhou pra Henrique e pediu:
— Eu não aguento mais! Me come, Henrique!
Com a boca na buceta, ele buscou o olhar dela e sorriu. Ele levantou, foi até a calça buscar a camisinha e vestiu no pau. Voltou rapidamente para o quarto com o olhar faminto. Alice dava tapas na buceta como quem pedia rola. Henrique trouxe-a para beira da cama, abrindo bem as pernas dela. Ele segurou o pau, batendo em cima daquela xota. Alice soltava gemidos longos. Ela sentiu o pau dele roçando o clitóris, o que fez com que sentisse um prazeroso espasmo. Aquilo já soava como tortura àquela altura. Henrique segurou o pau posicionando a cabeça na entrada, mas sem colocar. Com a mão, ele segurava o pau para cima e baixo, alternadamente.
Pincelava a bucetinha molhada, sentindo-a mesmo com a camisinha. O som do látex roçando na buceta molhada enchia Henrique de tesão. Novamente, ele colocou a cabecinha na entrada, empurrou um pouco e tirou, ouvindo Alice resmungar. Ele meteu toda a cabecinha e tirou, voltando a roçar no clitóris. A bucetinha lisinha de Alice estava inchada enquanto a pica de Henrique estava latejando. Alice olhou pra ele, mordeu o lábio inferior e implorou dizendo:
— Mete esse pau na minha buceta! Fode a esposa do teu melhor amigo, caralho!
O gatilho que Henrique necessitava foi acionado com sucesso. Ele posicionou na entrada e meteu todo seu pau de uma só vez, enfiando até o fundo. Henrique começou a bombar forte e rápido. Deitou em cima dela e seguiu metendo. Alice finalmente era preenchida pelo enorme pau de Henrique. Seu marido Michel não deixava a desejar, porém sentia que Henrique era mais grosso. Henrique metia sentindo o suor tomar conta um do outro. O cheiro de sexo também invadia a suíte. Os dois se olhavam durante a penetração, até que Henrique pediu:
– Senta na minha rola!!
Alice obedeceu de imediato, guiando a pica na direção de sua buceta. Ela sentou, sentindo a rola dura preenchendo toda sua bucetinha. Alice rebolava habilmente na extensão daquele pau grosso. Ela fechou os olhos e aumentou o ritmo da sentada até que o pau resvalou pra fora da buceta. Antes de colocar novamente, Alice pediu:
— Tira a camisinha! Eu quero te sentir por completo!
Henrique tirou a camisinha com o auxílio de Alice, removendo-a totalmente. Voltou a encaixar o pau na buceta, mas, colocando os braços nas costas de Alice, trazendo-a para perto de seu rosto para que ele pudesse meter forte, rápido e profundo. De baixo para cima. Alice gemia cada vez mais alto. Henrique não dizia nada, apenas gemia, concentrando totalmente. Ele acelerou o ritmo até que Alice avisou que ía gozar. Henrique continuou metendo forte, até o fundo. E quando o corpo de Alice vibrava todo, Henrique gozou junto com ela. Eram jatos de porra escorrendo da buceta.
Os dois deitaram um do lado do outro na cama. Os olhares para o teto e o silêncio interrompido pela respiração ofegante de ambos. Alguns minutos depois e eles transaram novamente em posições diferentes. O terceiro e último encontro foi o primeiro onde dormiram juntos na cama da suíte. Michel sofreu de agonia a noite toda e não dormiu esperando a esposa voltar.
No dia seguinte, Alice acordou de frente para Henrique, que ainda dormia. Enquanto ele dormia, ela lembrava da noite anterior. Quando Henrique acordou, ambos se arrumaram, tomaram café juntos e saíram para retornar a cidade. Durante o caminho, os dois trocavam olhares e carícias. A vontade de Alice sentar novamente na pica dele era grande, mas ela se conteve. Assim como Henrique, pois o mesmo queria foder novamente com ela. Os dois resistiram até chegar no endereço dela. Alice saiu piscando o olho para Henrique. Ele, por sua vez, saiu acelerando alto em seu carro.
Chegando em casa, Michel marcado por olheiras questionou:
— Por que dormiu fora, Alice???
Ela passou por ele sem responder. Foi até o quarto e só conseguia pensar em Henrique.
Michel foi até o quarto e perguntou novamente, mas dessa vez, Alice respondeu:
— Acabou, Michel! A dívida já está quitada!
Michel olhou pra ela sem reação. Ele sentou no chão, cruzando os braços frente aos joelhos.
Alice começou a arrumar as coisas dela em uma mala, até que Michel questionou:
— O que você está fazendo?
— O que eu deveria ter feito há muito tempo, Michel!
Alice saiu dando as costas para o marido. Foi caminhando até a saída do condomínio. Ela mandou uma mensagem para Henrique, e não levou muito tempo para retornar. Alice entrou no carro e olhou pra ele:
— Agora eu quero aquele beijo!

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