Amor na maca do hospital

  • Temas: Amor, amizade, sexo, voyeurismo, maca, hospital, Hospital, Voyeurismo, Exibicionismo, Masturbação
  • Publicado em: 16/04/26
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  • Autoria: Brafra
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Private Muse

O mês continuava chuvoso em nossa cidade; além das nuvens escuras constantes, o período também trouxe pneumonia para Laura, a mãe da minha amiga especial Charli.


O médico pneumologista decidiu pela internação da doente, que receberia visitas diárias da sua dedicada filha. Eu dei apoio total para Charli, pois o seu irmão teve que viajar a trabalho, deixando ela e Richard, o seu pai, para tratar das mudanças causadas pela situação inesperada.


A Laura ficou em um apartamento com acompanhante, cujo papel era exercido por um membro da sua família, com presença maior de Charli. Isso praticamente cessou os nossos encontros diários, a fim de que a minha musa loira descansasse da estadia no hospital e também do seu trabalho, além de ser difícil conciliar os nossos horários nesse período imprevisto.


Quase na véspera de sua mãe sair da internação hospitalar, Charli conseguiu marcar um encontro nosso no horário de visita, que era no final da tarde. A loira linda estava trajando um vestido roxo escuro até os joelhos; eu estava com roupa social.


Nós ficamos com a Laura, que adormeceu logo. Havia um pequeno sofá de dois lugares no ambiente; eu e Charli ficamos namorando sentados ali. As nossas mãos invadiram os nossos corpos carentes devido à falta de encontros imposta pela doença da sua genitora.


Charli colocou a mão dentro da minha camisa, acariciando o meu tórax, e a outra sobre o meu pênis inchado de tesão. Eu fiz carinho no rosto belo e senti o calor das coxas tonificadas. Nós estávamos embalados em nossa paixão, mas fomos interrompidos pela entrada da enfermeira Natasha, que passava para avaliar o quadro da paciente e nos flagrou no amasso. Ela nos olhou e sorriu sorrateiramente, virando-se para o leito da Laura.


A nossa excitação era imensa, porém, no apartamento não era possível apagarmos o nosso fogo por causa da presença da Laura e da equipe médica que estava ali constantemente. Nós fomos jantar em um restaurante próximo e voltamos ao hospital onde Charli pernoitaria. Cruzamos, na recepção, com a enfermeira Natasha, que nos olhou parecendo saber que estávamos a fim de transar.


A tentação de fazermos amor no hospital era grande. Ao invés de deixar a minha garota dourada junto à sua mãe, eu propus procurarmos um lugar para ficarmos a sós. Caminhando pelos corredores, pensamos em banheiro, escada, depósito e lavanderia; então passamos em frente a uma enfermaria que estava em reforma, cujo interior mantinha algumas macas e cadeiras.


Entramos, encostamos a porta com maçaneta por instalar e nos agarramos com volúpia. Eu apertei as nádegas empinadas, ela acariciou o pênis ereto e esfregamos nossos sexos em uma dança frenética de paixão. O cômodo estava relativamente claro, com a iluminação externa entrando pelas vidraças das janelas.


Nós escolhemos a maca atrás de uma cortina divisória hospitalar que não fechava o vinil por defeito no trilho, deixando uma larga brecha possibilitando que alguém nos visse fazendo amor. Entretanto, o nosso desejo era maior que o receio de sermos pegos no ato sexual.


Eu sentei na maca, que rangeu. Charli abriu o zíper da minha calça e abocanhou o pênis duro por cima da cueca molhada. Eu acariciei os seus cabelos sedosos enquanto ela livrava o meu membro para passar a língua na glande, chupar lentamente até os testículos e esfregar o seu rosto, que ficou melado pelo pré-sêmen.


Charli sentou ao meu lado, aumentando o rangido da maca. Eu baixei a parte superior do vestido, visualizando os seios pequenos em um sutiã preto de renda. Eu toquei no seu busto, fazendo ela deitar na maca. Eu suspendi o vestido, cheirei a calcinha preta de renda minúscula molhada, lambi as virilhas e o interno das coxas.


Eu tirei a sua calcinha e a coloquei em um dos bolsos da minha calça. A vagina depilada teve os meus dedos e língua massageando o clitóris e entrando na apertada fenda molhada. Eu me demorei na fonte de mel delicioso e perfumado, sentindo o corpo claro e macio estremecer de prazer em minha boca sedenta.


Ao deitar sobre a gostosa loira, a maca rangia mais e nós tentávamos não nos movimentar muito durante o ato. Charli se continha para não rir dos rangidos da nossa cama improvisada e também tentava segurar os seus gemidos de paixão; ainda assim, ela percebeu que mais alguém estava na enfermaria em reforma...


— Frank, eu acho que a enfermeira Natasha está olhando nós dois transarmos — ela sussurrou em meu ouvido.

— Agora não dá para pararmos — eu respondi também baixinho a ela.


Eu coloquei o pênis na entrada da sua vagina tufada e penetrei devagar, nos unindo em uma sensação diferente, porque era possível ver Natasha tocando os seus seios e a vulva, sentada em uma cadeira encostada à porta para evitar a entrada de outra pessoa. Como a enfermeira chegou até ali era uma incógnita: ouvira o barulho da maca ao passar próximo à porta ou nos seguira pelos corredores do prédio.


Nós estávamos excitados, e ver Natasha também excitada aumentou ainda mais o nosso desejo. A enfermeira não se deu conta de que nós descobríramos a presença dela; fechava os olhos, se masturbava e gemia com voz rouca e baixa.


Charli se movimentava governando a nossa transa, sumindo o meu pênis que pulsava na vagina pequena e molhada, conduzindo-nos para orgasmos intensos em meio aos rangidos da maca e ao fato de sermos alvos de uma voyeur com tanta carência quanto nós dois.


Com o tórax encostado nos seios pontiagudos da minha amada loira, eu beijei a sua boca. Ficamos praticamente imóveis enquanto ela mexia os quadris suavemente no controle do nosso prazer, que chegou avassalador, estremecendo os nossos corpos e balançando a maca.


Relaxamos fazendo carinho um no outro e olhamos para Natasha, que percebeu ter sido descoberta, ficando sem jeito porque estava com a camisa entreaberta mostrando o sutiã branco e uma mancha na calça comprida, na região da vulva. A enfermeira se levantou da cadeira e saiu rapidamente do local — se ela estivesse de plantão, certamente teria que trocar a calça manchada pelo seu esguicho.


Nós sorrimos, nos limpamos, nos arrumamos e saímos da obra inacabada. Demos um rápido beijo de despedida; a Charli foi para o apartamento da sua mãe e eu rumei à saída do hospital, cruzando no percurso com a enfermeira Natasha, que trocara a calça e me deu um sorriso safado. Se fosse em outra época, talvez eu flertasse com ela; contudo, atualmente, a estonteante Charli me é suficiente.


Ao chegar em casa, eu encontrei a calcinha da Charli no bolso da calça; nós acabamos por esquecê-la devido ao acontecido na enfermaria em reforma. Eu cheirei a minúscula peça preta de renda e a passei no meu pênis, que ficou duro de imediato. Eu tentaria devolver a calcinha limpa à minha loira gostosa.


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