O casal amigo
- Temas: Casais, amigos, jogo de cartas, nudez, anal
- Publicado em: 07/04/26
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- Autoria: new_lorde
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Tenho um grande amigo, na verdade a gente se considera irmãos, o Kadu. Nascemos e crescemos no mesmo bairro, estudamos sempre na mesma escola, exceto quando fomos para a faculdade, eu fui fazer Fisioterapia e ele Direito. Quando os namoricos começaram acontecer na adolescência, trocávamos confidências do que fazíamos com as garotas e como era de se esperar, com os hormônios à flor da pele, acabávamos ficando de pau duro. Ele é poucos meses mais velho do que eu e quando ainda tínhamos dezesseis anos ele chegou um dia e falou.
- Perdi o cabaço com a Fabíola.
A Fabíola era a biscatinha da escola, vários colegas já tinham metido com ela, todo curioso, já que eu ainda era cabaço, fui logo querendo saber os detalhes e o Kadu não escondeu nada. Ao final meu pau doía de tão duro. O tesão dos dois era tanto que, pela primeira vez batemos punheta juntos, mas o melhor ele contou depois:
- Miguel – ele disse – contei para a Fabíola que você também nunca transou e ela ficou doidinha, falou que é só você dizer e ela tira seu cabaço também.
Na semana seguinte eu também comi a putinha e passei a me sentir mais macho.
O tempo avançou, outras garotas passaram pelas nossas vidas até que encontramos as namoradas ideais, eu conheci a Paula e o Kadu a Esther. Nós quatro nos tornamos inseparáveis, pois houve muita afinidade entre as duas mulheres. Fisicamente as duas se pareciam muito, magrinhas tipo mignon, cintura fina, bundinha redonda e apenas um detalhe fazia a diferença, a Paula tem seios pequenos e a Esther médios. Quando conheci a Paula ela fez questão de deixar bem claro uma coisa, não era virgem, mas isso não tinha a menor importância, porque eu disse que também não era.
Desde o início a nossa sintonia foi perfeita, em todos os sentidos, principalmente no sexo, nossa cumplicidade era total nas fantasias e sempre que dava realizámos uma ou outra, sexo num lugar público, no carro, uso de brinquedinhos eróticos e chegamos até a transar na cama dos pais dela, num dia que estávamos sozinhos, ela se mostrou a companheira ideal. Quando estávamos sozinhos, eu e o Kadu, trocávamos confidências dos nossos namoros, só não entrávamos muito nos detalhes, mas um sabia da vida sexual do outro e ele também estava muito feliz com a Esther.
Certa vez, depois de mais uma transa deliciosa com a Paula, eu perguntei:
- Você conversa com a Esther sobre nossas intimidades?
- Meu bem, acha que duas mulheres conseguem guardar segredos?
Não era preciso dizer mais nada. Depois de cinco anos de namoro, eu e a Paula casamos e como não podia ser diferente, chamamos o Kadu e a Esther para serem um dos nossos padrinhos. Um ano depois eles também casaram e fomos seus padrinhos. O casamento em nada mudou a nossa amizade, pelo contrário, parece que nos aproximou mais ainda.
Programávamos nossas férias para coincidirem e sempre viajamos juntos. Essa proximidade toda acabou gerando uma intimidade maior entre os quatro, por vezes eu e o Kadu éramos surpreendidos só de cueca e as mulheres de calcinha e sutiã. Na praia, elas sempre fizeram questão de biquínis ousados e não vou negar, não raras foram as vezes que olhei para a Esther com segundas intenções, tenho certeza que o Kadu fez o mesmo em relação à Paula, mas nunca declaramos isso um ao outro.
O máximo que tocamos num assunto semelhante, foi certa vez na praia, as duas saíram para ir ao mar, eu e o Kadu ficamos na barraca e enquanto elas andavam, vários homens olhavam com cobiça para as nossas esposas, aí eu falei:
- Veja como os machos olham para as nossas esposas.
- Pudera, são duas gostosas, quem não olharia.
Eu ri do seu comentário e falei:
- Somos dois caras de sorte em ter essas gostosas, eles que olhem, porque somos nós que comemos.
- Falou e disse meu irmão.
Jantares nos finais de semana eram comuns e constantes, seja um na casa do outro, ou em restaurantes e pizzarias. Num desses sábados fomos jantar na casa do Kadu e da Esther. A Paula, sempre muito vaidosa, assim como a Esther, foi tomar banho enquanto eu terminava de assistir um filme. Depois de algum tempo ela volta, vestindo um sobretudo de cetim azul, amarrado na cintura com laço, no rosto a maquiagem um pouco mais carregada, principalmente nos olhos, nos lábios o batom vermelho destacava ainda mais seus lábios carnudos. Para completar, nos pés sandálias de salto alto e fino.
Não pude deixar de olhar para minha mulher e comentar:
- Caralho amor, você está gostosa demais assim, só não entendi porque esse sobretudo.
- Só porque não quero sair de casa assim meu bem.
Ela tira o sobretudo e por baixo vestia short jeans azul claro, desfiado nas barras, nas laterais cadarços trançados uniam a parte da frente com a de trás, deixando uma abertura entre as partes, por onde se via a tirinha branca da calcinha. Completava seu traje uma blusa branca tipo cropped, com alcinhas em strass, atrás mais comprida que na frente, deixando dessa forma visível o piercing no seu umbigo. Junto com as alças da blusinha, via-se também as alças brancas do sutiã.
Ela estava simplesmente divina e quando falei que não precisaria do sutiã, ela respondeu:
- Não acha que fica mais sexy assim?
Não tive como negar, realmente ela estava ousadamente sexy. Ela dá uma voltinha para mostrar atrás e aí quase perdi a respiração, o short era bem cavado, deixando ver a polpa da sua bundinha:
- Caralho amor, desse jeito vou querer te comer agora mesmo.
- Calma machão, vai ter muito tempo para isso depois, agora vai tomar banho e se trocar.
Entrei no box de pau duro e me controlei para não bater punheta, minha mulher é gostosa demais. Vesti, cueca, bermuda, camiseta polo e nos pés sapatênis.
Chegamos na casa dos nossos amigos pouco depois das dezenove horas, o Kadu nos recebeu, vestido exatamente da mesma forma que eu estava. Eu e o Kadu ficamos na sala, enquanto a Paula foi ter com a Esther que ainda estava se trocando. O Kadu abriu um vinho e ficamos bebendo, esperando as nossas mulheres. Algum tempo depois elas chegam, a Paula sem o sobretudo e a Esther também estava uma gata. Vestia mini saia branca plissada, regata pink com enormes cavas, por onde se via parte do sutiã rosa que usava. A maquiagem também estava um pouco mais carregada e nos lábios batom pink, da mesma cor da camiseta. Nos pés rasteirinha branca, amarrada até os tornozelos por tirinhas finas.
As duas ficaram na nossa frente e a Esther perguntou:
- Meninos, que nota vocês acham que nós merecemos?
Estávamos diante de duas deusas e dissemos que elas mereciam a nota máxima, em qualquer quesito que fosse. Servimos vinho para as nossas mulheres e fizemos o pedido da pizza. Quando ela chegou já estávamos na segunda garrafa e a conversa fluía fácil, como sempre foi entre nós. Notei que o Kadu, de forma sutil, dava umas olhadas na bunda da Paula, já que o shortinho incentivava a isso. Não me senti irritado, até mesmo porque eu fazia o mesmo com a mulher dele, que deixava à mostra suas belas coxas com aquela saia curtinha.
Terminamos a pizza, lavamos a louça, deixamos tudo arrumadinho e voltamos para a sala, com a terceira garrafa de vinho aberta, cujo efeito já era perceptível nos quatro. Era sábado, não tínhamos preocupação com horário e como era costume sempre rolava um filminho ou um joguinho de cartas, desta vez optamos pelo carteado. Normalmente jogamos buraco, mas eu sugeri:
- Que tal hoje jogarmos sete e meio?
É um jogo mais rápido, individual e o blefe com certeza causaria boas risadas, todos concordaram.
Começamos a jogar e depois de algum tempo a Esther falou:
- Esse jogo é muito divertido, mas fica sem graça se não valer nada, precisamos apostar alguma coisa.
Logo minha esposa concordou com a amiga e sugeriu:
- O que acham de quem perder pagar um castigo?
Achamos a ideia boa e depois de algumas ideias o Kadu saiu com essa:
- Quem perder vai tirar uma peça de roupa?
Houve um breve silêncio, os quatro trocando olhares até a minha esposa dizer:
- Eu acho a ideia legal.
Com o voto dela, estávamos empatados, dois sim e dois indecisos, mas a Esther se manifestou:
- Eu também topo, acho que vai ser divertido.
Dessa forma eu estava vencido, mas acabei concordando, pois a ideia me deixou excitado, já pensou ver a Esther peladinha? No mesmo instante a ficha caiu, mas o Kadu também vai ver a Paula pelada! É o risco, quem sai na chuva é para se molhar. Com tudo acertado começamos uma nova partida e a regra definida: só um ganhador, os outros três tem que tirar uma peça de roupa. A Paula ganhou a primeira rodada e sorrindo falou sorrindo:
- Cumpram o castigo seus perdedores.
Vencidos eu, o Kadu e a Esther tiramos apenas um dos nossos calçados, mas a Paula não concordou:
- Nada disso, calçado é um par, tem que tirar os dois.
Resignados concordamos e ficamos descalços. Segunda rodada, muita tensão, cada um de nós escondendo o jogo, eu estava com um sete na mão e não pedi carta, a banca estava com o Kadu. A Paula comprou e falou que bastava, o mesmo fez a Esther, restava a banca. O Kadu olhou sua carta e também não comprou, agora todos tinham que virar. Virei meu sete, a Paula seis e meio, a Esther virou e cravou sete e meio, o Kadu blefou, estava apenas com um cinco.
Esther vencedora, os outros três devem pagar o castigo. Eu e o Kadu tiramos nossas camisetas e a Paula as sandálias. Terceira rodada, a coisa estava ficando quente, eu ou o Kadu iríamos ficar só de cueca e as meninas provavelmente iriam tirar a parte de cima da roupa, eu venci. O Kadu ficou só de cueca, de algodão e do tipo slip. Eu já sabia que o meu amigo excede o tamanho médio das rolas, mas minha esposa não e ao ver a mala do amigo ela arregalou os olhos admirada e levou uma das mãos à boca. Em seguida foi a vez das mulheres, elas tiraram as blusas e deixaram os sutiãs à mostra.
Mais uma rodada e o Kadu ganha. Fico só de cueca e as mulheres de calcinha e sutiã. A da Esther rosa, do tipo asa delta e até que comportada, mas a da Paula, branca de tule na frente e fio dental atrás. O tecido da calcinha não ocultava nada, dava para ver os pelinhos bem aparados na buceta da minha mulher, o que não passou despercebido pelo Kadu. O clima estava ficando tenso, já era possível notar em todos uma respiração mais ofegante, olhares curiosos pelos corpos alheios e a próxima rodada eu venci. As mulheres logo tiraram seus sutiãs e aqueles dois pares de peitos ficaram expostos em todo o seu esplendor. Os da Paula pequenos, aureolas rosadas e bicos miúdos, os da Esther maiores, mas empinados, aureolas mais escuras e bicos maiores.
Faltava o Kadu tirar a cueca. Ele ficou de pé, simulou uma dança sexy e foi tirando a cueca lentamente, fazendo suspense do que iria mostrar. Quando por fim e ele ficou pelado, seu pau já estava em estado de ereção e minha esposa ao ver soltou um inesperado:
- Nossa!
Com certeza ela concluiu que era maior do que tinha imaginado. Com o Kadu fora, a próxima rodada eu ganhei e as duas tiraram suas calcinhas. O Kadu abriu mais uma garrafa de vinho e serviu as taças, ainda restava eu com uma peça de roupa, então falei:
- Como vocês já estão pelados, agora o castigo será realizar um desejo do vencedor.
Mais uma vez todos concordaram e desta vez a Esther ganhou. A mim coube ficar pelado e quanto a Paula e o Kadu? A Esther ficou pensando por uns minutos e nós ali, tensos, o que será que ela iria atribuir de castigo aos dois?
Ela falou:
- Somos todos adultos, certo?
Concordamos:
- Então não vamos criar problemas com o desejo que for declarado, tudo bem?
Mais uma vez todos concordaram:
- Então eu quero ver o Kadu e a Paula se beijando – disse a Esther.
Minha esposa olhou para mim espantada, como querendo dizer: e agora, o que faço? Entendi sua preocupação aliviei seu temor:
- Como todos concordaram, desejo do vencedor é para ser cumprido.
O Kadu e minha esposa ficaram de pé, se abraçaram e colaram as bocas. O beijo começou suave, mas o tesão era latente e logo as línguas se devoravam, foi inevitável, o pau do Kadu ficou totalmente duro, espetando o ventre da minha esposa. Confesso que a visão me excitou e meu pau também ficou duro, o que a Esther percebeu e sorriu ao ver. Quando o beijo terminou, a Paula falou:
- Esther, posso fazer uma pergunta indiscreta?
- Claro amiga, afinal você acabou de beijar meu marido – todos rimos.
- Você já deu a bundinha para o seu marido?
Sem pudor algum ela respondeu:
- Já tentei, mas, como você percebeu, o pau dele é grande, fiquei incomodada e não eu quis mais e você Paula, não pode dizer o mesmo porque sei que gosta.
A conversa começou a ficar explícita e a intimidade foi selada:
- Eu gosto, mas – ela apontou para meu pau duro – como você pode ver o meu marido não é tão bem servido quanto o seu.
A Esther pega no pau do marido, como se o estivesse exibindo para a amiga e pergunta:
- Acha que aguentaria esse aqui?
Mais uma vez minha esposa olha para mim querendo minha opinião e eu respondo por ela:
- Sempre que vemos vídeos pornô onde aparece uma cena anal com pau grande ela fica mais excitada, eu acho que ela aguentaria.
A Esther fica alisando o pau do marido e minha esposa não consegue tirar os olhos dele, ela estava fascinada por aquela rola grande, coisa que eu nunca poderia lhe dar. Vendo a admiração da amiga, a Esther diz:
- Quer pegar um pouco?
Mais uma vez ela olhou para mim e com um simples balançar de cabeça eu sinalizei que ela fosse em frente.
A Esther se ajeita para dar lugar à minha esposa. Ávida de vontade, minha esposa segura no pau do Kadu e começa a uma lenta punheta, alisando o pau todo, principalmente a cabeça da rola, grande e rosada. Enquanto isso a Esther se ocupava das bolas do saco, olhei para o Kadu e ele estava com os olhos fechados, logicamente desfrutando da delícia de ter duas gatas manuseando sua rola. Eu não conseguia tirar os olhos da mão da minha esposa, segurando uma rola que não a minha e isso estava me causando um tesão enorme, mais ainda quando ela baixa a cabeça e beija a rola. Começa com beijinhos, depois lambidas e por fim engoliu o quanto pode, mas era grande demais e ela engasgou.
A Esther acariciava os cabelos da minha esposa e por vezes forçava sua cabeça, na tentativa de entrar cada vez mais garganta a dentro, mas era impossível, então ela falou:
- E aí, gostando de mamar na pica do meu marido?
- Hum hum.. – saiu da boca da minha mulher sem tirar o pau de dentro dela.
A Esther comandava a situação, então ela falou:
- Se está gostoso, chupa olhando para o seu marido, mostra que de agora em diante ele é seu corninho.
A Paula continuou na felação, mas agora olhando direto para mim e sua expressão era de pura felicidade.
- Fala para o seu corninho que é o melhor pau que já chupou na vida.
Minha esposa tira o pau da boca, esfrega o bruto na sua cara e diz para mim:
- Corninho, essa é a rola mais gostosa que já chupei até hoje.
Eu estava em êxtase ficar ali parado, vendo as duas devorando a rola do meu amigo não tinha preço, mais um pouco e eu gozaria. A Esther se curva e começa a chupar o marido, junto com a minha esposa. Enquanto uma lambia o pau a outra se dedicava ao saco, o Kadu olha para mim e diz:
- Porra amigão, isso é bom demais, a boca da sua mulher é divina.
A visão mais deliciosa foi quando as duas colocaram suas bocas no pau e lamberam uma de cada lado, começando na base e quando chegaram na cabeça, as línguas se misturaram num misto de chupadas e beijos. A Esther resolve deixar os dois e vem para o meu lado. Sem cerimônia alguma ela cai de boca no meu pau e o engole por completo, que habilidade. O Kadu deita minha esposa no sofá e começa a chupar sua buceta. Sei o quanto minha esposa gosta do oral e desse jeito não tardaria para ela gozar.
A Esther me chupava, mas sem tirar os olhos do que o marido fazia, percebeu pelos gemidos da Paula que o orgasmo estava chegando, por isso falou para mim:
- Manda sua putinha sentar na rola do meu marido.
Fora de mim eu falei:
- Amor quer dar para o Kadu?
- Muito meu bem, minha bucetinha está piscando de tanta vontade.
- Então senta no pau, mostra para ele o quanto sua bucetinha é apertada.
O Kadu deitou no tapete, minha esposa se posicionou sobre ele, segurou a rola com uma das mãos e foi sentando. Ela estava de frente para mim, por isso pude ver em detalhes de como o pau do meu amigo foi alargando a xana da minha esposa e ela gemendo feito uma cadelinha no cio.
Quando estava todo dentro ela começou a quicar e dizer:
- Ai amor que coisa boa, isso que é uma rola de verdade, olha corninho, olha seu amigo comendo sua mulherzinha.
Eu estava paralisado, assim como a Esther, tudo era novidade para nós, nada havia sido planejado, tudo aconteceu de forma espontânea e natural. A Esther beija meu pescoço, morde a pontinha da minha orelha e sussurra ao meu ouvido:
- Fala para mim o que está sentido ao ver suma mulher trepando com outro.
- Tesão Esther, muito tesão, nem sei dizer quanto.
Colada ao meu corpo ela também confessou:
- Eu também estou tesuda, jamais imaginei que isso fosse possível.
O Kadu e a minha esposa não estavam mais aguentando, os gemidos de ambos anunciavam o orgasmo e ele veio forte. Minha esposa se retorcendo espetada na rola, gritou que estava gozando muito e o Kadu, numa estocada final, enche minha esposa de porra. O dois ficam abraçados e trocando carícias, enquanto se recuperam o prazer sentido. Eu e a Esther estávamos no auge ainda, também querendo gozar, por isso ela diz:
- Agora é minha vez e a do Miguel, olhem nós dois como nós olhamos vocês.
Deitamos no tapete perto deles, ela começa a chupar meu pau olhando para o marido e diz:
- Amor, posso contar a eles sua fantasia?
- Pode meu bem, agora tudo é permitido.
Ela senta na minha rola, de frente para o marido e diz:
- Olha corno, você sempre me pedia isso, agora está realizando seu desejo de me ver fodendo com outro, está gostando?
- Muito meu tesão, mostra para o Miguel o quanto você é boa nisso.
A Esther ficou no comando o tempo todo, aumentando ou diminuindo o ritmo e quando seu gozo se aproximava e pediu para eu gozar junto. Segurei no seu quadril, forcei fundo na sua buceta e dessa forma nós dois também gozamos de forma intensa. O cheiro de sexo estava impregnado em toda a sala, nossos corpos suados demonstravam a intensidade do prazer sentido. Ficamos os quatro assim, trocados e saboreando a delícia de tudo o que havia acabado de acontecer. Não havia vergonha, pudor ou arrependimento de nada, nós quatro estávamos felizes.
Refeitos e de novo excitados a Esther falou:
- Sabe o que eu gostaria de ver?
Olhamos para ela calados, apenas esperando que ela dissesse:
- Quero ver se a Paula aguenta levar a pica do meu marido no cu.
Vi os olhos da minha esposa brilharem. Colocamos a Paula deitada e nós três começamos a tomar conta do corpo dela. O Kadu se colocou entre as pernas e começou a chupar a buceta, eu passei a beijar sua boca e a Esther a mamar nas tetinhas. Isso novamente levou nós quatro ao estado maior de excitação. Enquanto o Kadu chupava a buceta, seus dedos trabalhavam no cuzinho da minha esposa, preparando o terreno para a penetração maior.
Sentindo que ela estava no ponto, coloquei minha esposa de joelhos, com os braços apoiados no sofá e falei:
- Vai lá Kadu, mata a vontade da minha esposa por uma rola grande no rabo.
A Esther tinha pego um lubrificante, besuntou bem as pregas do rabo e o cacete do marido. Sentei na frente da minha esposa e ela se apoiou nos meus joelhos. A Esther levou o pau do marido no rabo da amiga e falou:
- Vai amor, arromba o cu dessa vagabunda.
Para aumentar ainda mais o desejo da Paula, a Esther começa a dedilhar seu grelinho e com isso a minha esposa suplica:
- Vai logo seus putos, do contrário acabo gozando assim mesmo.
O Kadu esfrega a cabeça da rola nas pregas do cuzinho e ao sentir a portinha ele força. O danado é grande e ela tranca o cu, a Esther dá um tapa na bunda dela e diz:
- Não queria tomar no cu com um pau grande, então libera essas pregas vadia.
A Paula faz uma forcinha, a cabeça da rola passa e ela geme:
- Caralho como é grande, vai me deixar arrombada.
Com carinho, ajuda minha e da Esther, o Kadu vai aos poucos entrando na minha esposa que geme de dor e prazer:
- Está doendo, mas é bom, mete tudo.
Logo o rabo da minha esposa tinha engolido por completo o pau do Kadu, que ficou estático, até a Paula se acostumar com o invasor. Sentindo apenas prazer, ela começa a rebolar e o Kadu inicia os movimentos de entra e sai. Não precisou muito para a minha esposa gozar, urrando de prazer e pedindo:
- Goza no meu cu, enche ele de porra.
Conhecendo bem o marido, a Esther vai para trás dele e começa a acariciar sua bunda, deslizando um dedo no rego e com ele bem lubrificado enfia no rabo do marido. Isso foi o suficiente para ele gozar. Cheia de tesão, a Esther vem para cima de mim e metemos mais uma vez, pedi o cuzinho, mas ela disse que talvez de uma próxima vez. Passamos a noite na casa dos nossos amigos e dormimos os quatro juntos na cama deles. Na manhã seguinte acordamos felizes, sem rancor ou culpa alguma do que tinha acontecido, prometendo inclusive repetir outras vezes e é o que tem acontecido.
