Guia Particular

  • Temas: Voyeur, traição, cachoeira, desejo
  • Publicado em: 06/04/26
  • Leituras: 3390
  • Autoria: mama_tardot
  • ver comentários
Private Muse

Chegaram à praia no final da manhã. O sol já estava forte, o mar calmo e a areia quente sob os pés. Lucas e Mariana estenderam as toalhas perto de um quiosque movimentado. Lucas, alto, corpo definido de quem malha regularmente, mas sem exageros, estendeu as toalhas em um ponto bom, perto o suficiente do mar e longe o bastante da multidão. Ele vestia apenas uma sunga preta simples e óculos escuros, tentando disfarçar o quanto seus olhos voltavam para a namorada.

Mariana, era o tipo de mulher que não passava despercebida. Pele dourada pelo sol dos primeiros dias de viagem, cabelo castanho ondulado caindo pelos ombros, corpo curvilíneo e firme, seios cheios, cintura marcada e uma bunda redonda, empinada, que parecia feita para chamar atenção. Ela tirou o vestido leve e ficou só com o biquíni preto que tinha comprado pra viagem, mal cobria qualquer coisa. Os seios pareciam que se moldavam perfeitamente, e as cordas finas da calcinha desapareciam completamente entre as nádegas empinadas. Mariana sabia o efeito que causava. Enquanto Lucas ia até o quiosque comprar água de coco, Mariana ficou sozinha arrumando as coisas na toalha. Dois rapazes, uns 28 anos, bronzeados e com cerveja na mão, passaram devagar pela beira da água. Um deles parou o olhar na bunda dela e sorriu.


— Nossa, que gostosa… — disse o mais alto, sem tirar os olhos. — Ei, linda, tá sozinha? Quer um drink com a gente? A gente tá ali no quiosque do lado.


Mariana virou o rosto, deu um sorrisinho educado mas distante, e respondeu só com um “obrigada, tô com meu namorado” antes de voltar a arrumar a bolsa. Mesmo assim, sentiu o ego subir, gostava daquela atenção, do jeito como os olhos deles percorriam seu corpo sem vergonha. Os rapazes continuaram andando, mas não foram longe. Quando Lucas já estava voltando com os dois cocos na mão e se aproximava dela, eles baixaram um pouco a voz, achando que ninguém ouviria. Lucas escutou tudo claramente:


— Porra, que bunda absurda… Comeria muito essa gostosa hahaha


O outro riu baixo:

— Imagina foder ela de quatro na areia… O namorado dela deve ser um sortudo do caralho… ou um corno feliz.


Lucas sentiu o estômago apertar. O ciúme queimou forte no peito, mas ao mesmo tempo seu pau reagiu na hora, endurecendo dentro da sunga. Ele entregou o coco para Mariana sem dizer nada, mas o olhar que trocou com ela foi carregado, mistura de possessividade, raiva e um tesão quase incontrolável. Mariana percebeu o olhar dele, sabia que ele tinha escutado. Um sorrisinho sutil apareceu no canto dos lábios dela.


À tarde, depois de um mergulho rápido, voltaram para o hotel. Mal fecharam a porta do quarto, Lucas empurrou Mariana contra a parede. Ele estava louco, tirou o biquíni dela com pressa, chupou os seios enquanto os dedos deslizavam entre as coxas já molhadas.


— Você ouviu o que aqueles caras falaram de você, né? — murmurou ele, voz rouca, enquanto a virava de costas e a inclinava sobre a cama.


Mariana gemeu quando ele entrou nela com força, segurando firme na bunda.

— Ouvi sim… eles queriam me foder — respondeu ela, rebolando contra ele, voz entrecortada. — Você gostou de ouvir isso, amor?


Lucas meteu mais fundo, batendo forte, mãos apertando as nádegas dela.


— Porra… sim. Eu odeio… mas me deixa doido pra caralho.


Eles transaram como animais naquela noite. Primeiro de quatro, depois com ela cavalgando, depois ele a levantando contra a parede. Lucas gozou duas vezes, mas não parava, o ciúme e as palavras daqueles desconhecidos o deixavam insaciável. Mariana gozou várias vezes, gemendo alto, e no fundo percebeu o motivo real: quanto mais ela era desejada por outros, mais Lucas a queria com fome. Ela não admitiu em voz alta, apenas sorriu para si mesma enquanto ele a fodia pela terceira vez, sussurrando no ouvido dela como ela era gostosa e como todo mundo queria aquela bunda.


Na manhã seguinte, ainda na cama, suados e satisfeitos, Lucas passou a mão pela curva da bunda dela e disse, como se tivesse tido uma ideia genial:


— Que tal fazermos aquela trilha hoje? Aquela que leva à praia escondida. O hotel recomenda… dizem que é linda e quase não tem gente.


Mariana virou o rosto, olhos brilhando.


— Boa ideia. E qual biquíni eu uso?


Lucas sorriu, apertando a nádega dela.


— Aquele vermelho… o que eu te dei. Quero ver você usando ele lá em cima… só pra mim.


Mas no fundo, ele já imaginava: os olhares de outros homens na trilha, a bunda dela balançando no fio dental, o ciúme delicioso que viria depois. Ele mal podia esperar para fodê-la no meio da mata ou na praia secreta. Mariana concordou com um beijo, já sentindo a excitação crescer. Ela não sabia ainda, mas aquele dia ia ser muito mais do que Lucas planejava. O sol queimava forte enquanto eles caminhavam pelo início da trilha estreita que subia em direção à praia escondida. Por cima do biquíni fio dental vermelho, Mariana ainda usava um shortinho jeans bem justo. Lucas tinha escolhido aquele modelo exatamente porque sabia que ela não passaria despercebida em lugar nenhum. Ele nunca dizia isso em voz alta, só comentava, como quem não quer nada: “Você fica tão gostosa com ele… imagina como os caras vão olhar”. Mariana sorria, fingia que era só para agradá-lo, mas por dentro sentia um ego inflando delicioso. Ela tinha percebido, aos poucos, que Lucas ficava muito mais excitado quando outros homens a desejavam. No começo achava estranho, depois passou a gostar, em silêncio, sem nunca admitir. Era mais fácil fingir que era só “para ele”. E assim, sem pressa, ela foi maturando aquela ideia dentro dela: quanto mais olhares, mais Lucas a queria depois.


Rafael apareceu logo no início da trilha, se apresentando como guia local. Pele bronzeada, corpo definido. Ofereceu-se para levá-los até o mirante secreto e, desde o primeiro minuto, seus olhos não disfarçavam: desciam direto para as coxas e para a bunda de Mariana, mesmo com o short ainda no lugar. A subida esquentou rápido, o suor começou a escorrer e depois de uns vinte minutos, Rafael parou num trecho mais íngreme e falou com naturalidade:


— Olha, tá muito quente hoje. Esse short tá te apertando, né? Se quiser tirar, fica mais confortável. A trilha aqui é só mata, não tem ninguém. Eu vejo muita gente fazendo isso.


Mariana olhou para Lucas de canto de olho. Ele engoliu seco, mas não disse nada. Ela sentiu aquele frio gostoso na barriga e, com um sorrisinho inocente, desabotoou o short e o tirou ali mesmo. O fio dental vermelho apareceu inteiro: a corda fina sumindo entre as nádegas, o triângulo minúsculo mal cobrindo a frente. Rafael não disfarçou o olhar — soltou um “nossa…” baixo, quase sem querer. A partir daí a tensão só cresceu.


Em cada pedra solta, Rafael oferecia a mão. Primeiro só a cintura. Depois os dedos começaram a escorregar um pouco mais para baixo, roçando a curva da bunda “sem querer”. Em um trecho mais apertado, ele passou na frente dela para “limpar” uma raiz e, ao voltar, sua mão grande roçou abertamente entre as coxas dela por um segundo inteiro, o suficiente para sentir o calor da buceta por baixo do tecido fino. Mariana soltou um suspiro curto, mas fingiu que foi só pelo esforço da subida. Lucas ia logo atrás, vendo tudo. O coração martelava no peito, o pau já estava duro pra caralho dentro da sunga, mas o ciúme queimava como fogo. Mariana, por sua vez, rebolava um pouco mais a cada passo, fingindo que era só o cansaço, chegaram ao pequeno platô sombreado. Rafael parou e sugeriu:


— Aqui é bom pra descansar. Tem uma cachoeirinha ali atrás, bem escondida. Querem ver? A água é gelada e refresca pra caralho.


Mariana olhou para Lucas, olhos brilhando com aquela malícia velada que ele já conhecia bem.


— Vamos, amor? Tá insuportável de quente…


Os três entraram pela passagem estreita entre pedras, a cachoeirinha apareceu: água cristalina caindo num poço natural rodeado por algumas plantas. Rafael parou na beira do poço e, sem pressa nenhuma, deixou o olhar descer pelo corpo de Mariana de cima a baixo, sem qualquer discrição. Seus olhos pararam longamente nos seios, depois desceram pela barriga suada até o fio dental vermelho pequeno, e finalmente se demoraram na bunda empinada, lambeu os lábios de leve e falou com a voz rouca, cara de pau total:


— Caralho, essa bunda é absurda… Você não cansa de ficar exibindo isso por aí, hein?


Lucas, ainda tentando processar o que estava acontecendo, quase sem pensar e com a voz rouca de incredulidade, acabou respondendo:


— É… ela tem uma bunda incrível mesmo.


Rafael sorriu satisfeito com a resposta, como se tivesse recebido permissão, Mariana sustentou o olhar dele, um sorrisinho sutil nos lábios, não respondeu, apenas esperou.

Rafael não esperou mais. Abriu o botão da bermuda, baixou o zíper, o pau saltou livre, já completamente duro, imenso, grosso, veias saltadas, a cabeça rosada brilhando. Era visivelmente maior que o de Lucas. Mariana olhou diretamente para ele, não fingiu surpresa, apenas sorriu de canto, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Sem dizer uma palavra, desamarrou o nó do biquíni de cima, livrando os seios, depois deslizou o fio dental pelas coxas, ficando completamente nua.

A pele dourada brilhando de suor, a bunda empinada exposta, a boceta depilada e já visivelmente molhada. Rafael soltou um suspiro baixo, segurando o pau grosso na mão e dando uma lenta bombeada.


— Porra… que visão.


Mariana riu baixinho e entrou na água até a cintura, a cachoeira batia em suas costas, fazendo os seios tremerem. Rafael entrou logo depois, posicionando-se atrás dela.


— Deixa eu te ajudar a chegar mais perto da queda… — disse com a voz rouca.


As mãos grandes dele seguraram a cintura dela por trás, Lucas ficou parado na beira do poço, coração acelerado, pau já latejando dentro da sunga, via os dedos de Rafael deslizando pela curva da bunda de Mariana, roçando entre as coxas dela. Mariana soltou um gemido baixo, inclinando a cabeça para trás contra o peito do guia.


— Rafael… — sussurrou ela, mas não era protesto.


Lucas deu um passo à frente, voz tensa:


— Ei, cara…


Mas Mariana virou o rosto para ele, olhos semicerrados de tesão, mordendo o lábio inferior.


— Relaxa, amor… ele só tá sendo prestativo.


Rafael sorriu por cima do ombro dela, uma mão já abertamente apertando uma das nádegas, separando-as levemente enquanto a outra subia para segurar um seio, polegar roçando o mamilo. Mariana arqueou as costas, empinando a bunda contra a ereção evidente do guia, aquele pau imenso agora pressionando entre suas coxas. A água caía sobre os três, Lucas sentia o sangue pulsar, raiva, excitação, humilhação e desejo misturados. Viu Rafael abaixar um pouco os quadris, alinhar a cabeça grossa do pau na entrada dela e começar a entrar devagar, centímetro por centímetro, abrindo a buceta molhada de Mariana.


— Porra… que apertadinha… — grunhiu Rafael, começando a meter com força.

Cada estocada profunda fazia o corpo dela balançar contra a água, os seios saltavam, a bunda batia contra a barriga dele, produzindo sons molhados e obscenos. Lucas estava paralisado, incrédulo, mas o pau latejava tanto que ele desceu a mão e começou a se tocar devagar, olhos grudados na cena.

Rafael fodeu ela assim por uns minutos, depois puxou o pau com um som molhado, virou Mariana de frente e a levantou no colo como se ela não pesasse nada, as pernas dela se abriram em volta da cintura dele. Com uma mão só ele segurou a bunda, separando as nádegas, e enfiou de novo, agora de frente, olhando nos olhos dela, o pau deslizou fundo, batendo no fundo da buceta. Mariana gritou de prazer, cravando as unhas nos ombros dele.


— Assim… mais fundo… me usa… — implorou ela, rebolando no pau grosso.


Depois de foder ela no colo por um tempo, Rafael a colocou de quatro em cima de uma pedra plana na beira do poço. A bunda perfeita ficou empinada para ele, buceta inchada e aberta, ele cuspiu na mão, passou na rola e meteu com tudo, estocadas brutas, rápidas, fazendo a bunda tremer. Uma mão puxava o cabelo dela para trás, a outra dava tapas fortes nas nádegas.


— Essa bunda é minha agora, porra… — rosnou.


Mariana gemia alto, olhos fixos em Lucas:


— Amor… ele tá me destruindo… eu tô gozando de novo…


Lucas ofegava, pau na mão, completamente perdido entre choque e tesão. Rafael acelerou, suor escorrendo, de repente puxou o pau, virou Mariana de joelhos na pedra, bem na frente dele, segurou o pau grosso e começou a bater punheta rápido bem na cara dela.


— Abre a boca, vadia… vou te encher de porra.


Mariana obedeceu na hora, língua para fora, olhos pidões. Rafael grunhiu alto, o corpo tremendo. O primeiro jato foi forte, uma corda grossa e branca que acertou direto na testa, escorrendo pelo nariz e lábios, depois vieram mais jatos longos, pesados, um atrás do outro. Porra quente pintou o rosto inteiro dela, bochechas, olhos semicerrados, boca cheia, queixo pingando, escorrendo pelos seios. Ele gozou tanto que o rosto de Mariana ficou completamente coberto, fios grossos ainda escorrendo dos lábios. Mariana lambeu o que conseguiu, gemendo baixinho, e olhou para Lucas com o rosto todo melado de porra do estranho.


— Amor… tá vendo?


Lucas continuava ali, pau latejando na mão, ainda sem saber o que fazer — só sentindo o ciúme e o tesão mais intensos que já tinha sentido na vida


Comentários: